Meros mediadores de conteúdos ou profissionais especializados em educação.


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Essa onda de violência e assassinatos de professores dentro da escola é apenas o fruto de uma política de desvalorização do professor. Esse profissional que é à base da educação e da formação cultural e profissional foi transformado pelas ideias maquiavélicas dos governos e do Partido, em meros mediadores de conteúdos. Esse foi o primeiro impulso para desmoralizar e jogar ladeira abaixo a figura do verdadeiro professor. Fazer do professor um simples mediador de conteúdos tirou dele à autoestima de um profissional da educação que evolui e possui foco e metas em sua formação cultural e educacional.

 Os governos aproveitaram essa oportunidade para desvalorizar os salários dos MEROS MEDIADORES DE CONTEÚDOS. O professor acabou sem recursos para aplicar e investir em sua formação profissional e cultural, por outro lado, e de propósito, o professor não tem um plano de carreira que o motive e nem razões para melhorar sua formação profissional, em seguida os professores começaram a sentir que não precisavam de grandes formações, afinal, nas pedagogias estudadas, os alunos estão nivelados aos professores; basta aos professores aplicar algumas questões que são pedidas, estimular as ideias socialistas e que leve em conta a realidade do aluno, até mesmo porque o professor segundo o relativismo e o nivelamento das teorias socialistas aplicadas no Brasil, disfarçadas de pedagogias e de Igreja Católica, segundo essas pedagogias socialistas o professor é insignificante dentro e fora da sala de aula. Enquanto que o aluno deve ser o centro de toda à atenção. Essa preocupação com o aluno está muito longe de ser verdadeira e sincera, o aluno se tornou o foco porque ele passou a ser o individuo a ser aliciado para as fileiras socialistas, e para que, através do aluno, fosse aplicado o marxismo cultural como ferramenta de mudança de comportamento, essencial, para enfraquecer e destruir o cristianismo, com seus valores culturais e virtudes que são uma barreira para a implantação definitiva do socialismo.
O professor, muito diferente do que diz essas pedagogias socialistas,  deve ser valorizado como PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO e servir de espelho e meta de educação e cultura a ser atingidas  pelos alunos, e livres de militâncias de quaisquer ideologias. 
A suposta valorização do aluno e a desvalorização do professor andaram justas, valorizou o aluno como um Banco para depositar ideias socialistas, uma ferramenta, um recurso para a aplicação da ideologia político-partidária. A desvalorização do professor, como um PROFISSIONAL ALTAMENTE CAPACITADO, é arma de nivelamento e relativismo para tornar esses profissionais insignificantes, especialmente, quando se tratam de professores que não são aliciadores socialistas, quando de trata de um aliciador comunista pode até ser que ocorra um esperado reconhecimento. O relativismo e o nivelamento são ferramentas de transformação e destruição de tudo que está estabelecido, estruturado e é  tradicional. O nivelamento do professor ao aluno é uma dessas práticas que resume tudo a mesma coisa, tudo é igual e relativizado, para depois de atingido os propósitos de destruição, impor-se e acender triunfante. O trabalho do educador em um governo que almeja  implantar  o socialismo  deve ser reduzido a nada, seus  princípios pautados  na sociedade tradicional e no cristianismo devem ser todos desmoralizados, corrompidos e destruídos, e dentro dessa concepção de valores tradicionais encontramos a escola e o professor.
O professor foi desvalorizado e nivelado ao aluno, para que a educação fosse esvaziada de propósitos diretos e objetivos,de tradicionais e de seus valores pautados na cultura cristã e no patriotismo, e para que o educador e o aluno se tornassem ferramentas para atingir os fins do Partido, com sua formação e reflexão crítica segundo as ideologias e os critérios do Partido.
Essa arma de destruição foi capaz de seduzir até a IGREJA, com um humanismo teórico que se confunde com a compaixão e o amor cristão, a igreja foi seduzida, e em algum momento se deixou enganar pela serpente que veio morar no ninho de seus filhos inocente e indefesos.  
 Os professores que militaram nas causas socialistas do Partido foram defendidos, protegidos. Uma minoria de professores militantes, podem até ser valorizados e condecorados por serem exemplos de professores comunistas. Mediadores de conteúdos comunistas, ou simples mediadores de qualquer conteúdo, simples professores a quem o governo não teve valorizar; não muito perigosos se tiverem à autoridade na sala de aula, o respaldo, os recursos, a imparcialidade no ensino,  o progresso em suas mãos. Serão, realmente, capazes de transformar  o mundo. 

José Nunes Pereira 




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