6 de dez. de 2010

Poesia de Amor imparcialista

Poesia de amor contemporâneo...

Um amor igual ao seu...

Eu queria um amor assim

Igual a você, igual ao seu...

Um amor para amanhecer ao meu lado,

Um amor de causar inveja,

Um amor que eu não saberia viver,

Um amor tão puro, tão doce que enjoa...

Um amor para eu ficar tediado de rotina e de amor assim...

Eu queria um amor igual ao seu para me sentir preso,

Para eu ter para onde votar,

Para eu saber que sou de você.

Eu queria um amor assim

Só para saber o que é ter um amor assim...

Depois ficar tediado e dizer te Adeus,

Indiferente a esse amor tão puro, tão doce que enjoa...

Experimentei o seu amor para saber

Que amor equivalente ao meu amor, é amor leviano....

Hermínio Vasconcelos

J.Nunez

Solidão, desencontro e silêncio

Descontentamento


Talvez você não tenha notado:

Tenho asas, que não podem se batidas

Entre estas paredes.

Não sou anjo, na verdade

Sou bem oposto disso.

Tenho asas e o canto doce de um pássaro.

Danço embriago de solidão e silêncio

E invoco espiritos livres.

Há meus amigos!...,

Almas que repudiam a tudo que esta estabelecido,

Escutem o meu canto solitário

E venham me resgatar.

Sim... sei que nos alimentamos de solidão,

Mas por um intante,

Rompamos o véu da distância,

Sejamos soprados pela intuição

E guiados por nossas almas afins...

Sente-se a mesa, acompanhe-me

Em alguns goles de um bom café.

Falemos de assuntos que não seja esta rotina,

Que não seja nada

Que esta estabelecido como certo...

Se seres estranhos como nós, pairam no ar,

É porque não temos chão,

E não aceitamos bases falsas.

Enrosquei minhas asas na rotina

E sem alimentar, minha alma

De silêncio e solidão, padece.

Herminio Vasconcelos

J.Nunez

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