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29 de mai. de 2011

ARTE, LITERATURA E NOVO CONTEXTO PARA A ARTE


O IMPARCIALISMO: Poesia para o novo contexto tem como objetivo criar a literatura que seja a leitura do homem contemporâneo, com todas suas dores, aflições, medos dúvidas, conflitos, alegrias, sensações, comportamentos, sentimentos e pensamentos.O Imparcialismo é a poesia para a Era da Informação, para um novo contexto histórico em que um cidadão negro Barack Obama chegou ao poder nos Estados Unidos, para esse tempo em que há uma democratização do conhecimento, para esse de sincretismo, para esse tempo de multiculturalismo, multifuncionalismo e globalização, para esse homem desorientado pela falta de ritual de vida, para esse homem de conhecimento e Informação efêmera, para a mulher emancipada poderosa e engajada, para esse tempo de sexo fácil descompromissado com o coração, para esse tempo em o homem é degenerado, desmotivado pelo sexo fácil, desorientado e conflituoso, para esse tempo em que a mulher tem o poder e liberdade mas ainda assim é pressa na própria condição de ser mulher, para uma geração desorientada, sem regras e limites, para esse tempo de aquecimento global, conseqüências do capitalismo, do consumismo e da industrialização para escassez de recursos, para o possibilismo social, para virtualidade, para consciência ecológica, para o catastrofismo, para esse tempo conservadorismo cristão em oposição as novas idéias de humano, para esse tempo em que tudo é moldável e está sujeito ao gosto das multidões, em que tudo é moldável inclusive as idéias de um Deus, para um tempo de frouxidão moral e ética, para um tempo em que tudo está a venda e tudo é adaptável, temos tudo para todos os gostos, para essa mulher que solitária bêbe em um mesa de bar, para esse tempo de experimentações genéticas, para homens metrossexuais resultados do poder e da liberdade da mulher etc etc
A idéia de imparcialidade está mais ligada a idéia de número impar do que a idéia de imparcialidade no seu sentido denotativo. O imparcial é aquele que sobra depois que se forma pares ou parcialidades, os que sobram são os poetas imparcialistas que podem olhar o mundo que nos rodeia sem identificações que não nos permite olhar sem distanciamento histórico. As tendências são formadas pela observação do contexto.
A exclusão tem uma conotação positiva quando olhada por esse lado.O modernismo é medido pelo avanço tecnológico, sendo assim, não terá um fim.
No Imparcialismo as características e a temática se fundem dentro do estudo do novo contexto para a literatura.


O contexto histórico:

• Democratização da informação (acesso ao conhecimento)

• Independência e ascensão social através do conhecimento.
• Possibilismo, os caminhos possíveis para se atingir o sucesso.
• Capitalismo, as possibilidades de exploração e criação de mercados.
• Cosmopolitismo virtual acesso a outras culturas virtualmente.
• Manipulação do conhecimento e da cultura (dizer o que um certo grupo de pessoas deseja ouvir)
• Igualdade dos sexos.
• Descompromisso sexual, traição virtual
• O homem metrosexual, o homem desconhece seu papel dentro da sociedade
• A falta de conquistas e estímulos no homem atual (sexo fácil)
• O progresso da mulher e suas desilusões pessoais
• Sensacionalismo absurdo, exploração da noticia da pobreza etc. (arena virtual, palco virtual, industria da informação)
• Observação sem distanciamento histórico (imparcialismo)
• Novo vocabulário para o novo contexto
• O multiculturalismo
• Guerra cibernética.
• Consciência ambiental
• A desinformação da informação.
• Catastrofismo reflexo dos desastre ambientais.
• A tecnologia e a exclusão do homem. (desvalorização do homem)
• O intercambio cultural (prevalece a cultura mais forte, sem que aconteça invasões territoriais)
• Globalização cultural (acesso a todas as culturas e a toda forma de conhecimento)
• Distanciamento da cultural entre as gerações (desrespeito a experiência de vida)
• Cultura com base meramente na posse e no consumo.
• Desvalorização do ser humano e suas virtudes.
• Igualação em valor hierárquico entre a criança e o adulto (cultura do consumo, da posse e da tecnologia)
• Objetivação do homem (onde o homem é apenas meios para se atingir metas)
• Subjetivismo abstrato (o conhecimento não é vivenciado nem aplicado está apenas no campo das idéias)
• A sociedade do prazer ( capitalismo, sociedade que busca a satisfação e tem repudio ao sacrifícios.
• Não ficcional (o grande avanço da tecnologia tirou de nós a idéia de ficção)
 
Um novo contexto para a arte contemporânea...
Um cidadão negro chegou ao poder nos Estados Unidos,
E se tornou o primeiro presidente negro naquele país,
E se tornou o primeiro presidente a se eleger através da internet,
Essa mesma mídia derrubou outro presidente...
Essa é a Era da Informação, da democratização do conhecimento...
Do sincretismo, do multiculturalismo, da globalização...
Somos a sociedade do prazer, somos frutos das criações de mercado no capitalismo,
Somos os possibilitas que seguem possibilidade e esquecemos talentos e vocações...
Somos os da falsa sensação de não altruísmo , já que viver e morrer custa tão caro...
Somos os imediatistas, os que desconhecem rituais...
Somos os imediatistas, fruto da competitividade descabida, da felicidade materialista,
De facilidade enganosa que vemos na sociedade do consumo...
Somos as mulheres poderosas e emancipadas,
Somos homens desorientados em meio a tanto sexo fácil...
Proporcionado por uma pílula anticoncepcional e o poder socioeconômico da mulher,
Somos as vitimas da modernidade, somos os buscadores das verdades e dos equilíbrios,
Somos talvez as vítimas do aquecimento global...
Somos os herdeiros de todas as frouxidões morais...
Somos fruto de um tempo em que quase tudo está à venda
E tudo é um possível produto e um possível mercado consumidor....
Temos a genética e os avanços tecnológicos
Que não nos deixa em paz com a vida e com a morte...
Temos as mulheres mais lindas que nunca, mais livres que nunca,
E mais semelhantes aos homens que nunca,
Temos também os homens mais mulheres que nunca,
Os homens começaram podendo chorar;
Agora podem por silicone em qualquer lugar...
Somos a geração criada para o consumo e a superficialidade do materialismo,
Somos os questionadores de tudo, questionamos tudo, desvalorizamos tudo
E tudo está abaixo do prazer em nossos cinco sentidos...
Moldamos tudo, encaixamos tudo e prevalecem nossos desejos...
Depois da queda do muro de Berlim nos chamaram de pós-modernistas...
Agora somos as conseqüências dessas modernidades...
E a consciência de que temos que buscar
O equilíbrio, a sustentabilidade e os valores perdidos
Colocam-nos em outro ciclo de tempo...
E esse novo contexto automaticamente nos possibilita outra arte...
E novas leituras do homem contemporâneo...
J.Nunez
 
Divulgue acessando:
http://literaturaimparcialista.blogspot.com


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