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Artigos Imparcialistas - José Nunes Pereira


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O Nivelamento do professor, pais e avós com o aluno, o adolescente e a criança ...

 O Nivelamento do professor, pais e avós com o aluno, o adolescente e a criança ... 

LEI PARA PROFESsORESLi algumas bobagens românticas de pessoas que são contra esse projeto que dá autoridade aos professores, só quem ainda não teve à oportunidade de vivenciar o nivelamento que chegou a educação e a sociedade, de um modo geral, é que se dá o luxo de falar bobagens contra um projeto que pode trazer um pouco de dignidade e estrutura ao professor e a escola. Somente quem foi afrontado em sala de aula, chutado,nivelado, esnobado e desrespeitado é que pode compreender a importância de se fazer alguma coisa já! 
O nivelamento chegou a tal ponto que eu já vi alunos e alunas dar "em cima" de professoras e professores jovens, é tamanha a perda de autoridade e valor do profissional da educação que temos nas escolas públicas alunos que simplesmente não tirá o material da bolsa durante o  ano inteiro (passam de ano) e os professores não podem fazer nada! já ouvi professor dizer que o aluno mandou ele ir tomar...sem nem um receio de punição. Estamos fartos de assistir na televisão essa realidade muitas vezes mascaradas... Estão falando de violência contra o aluno! Nem um professor que entra em uma sala em que ele é recebido como um professor que merece o respeito e a dignidade de um formador de cidadãos vai agredir qualquer aluno! Quando ocorre essa aberração pode estar certo que esse professor já está destruído pelo desrespeito e o nivelamento que o torna um idiota sem autoridade dentro da sala de aula. Essa sociedade tem um problema sério! essa é a sociedade que nivela tudo por baixo! Essa é a sociedade que trata crianças, adolescentes, pais, idosos, professores e alunos do mesmo modo, "Nivelados por baixo". É certo que todos merecem respeito, porém para que aconteça esse respeito não é necessário tirar a autoridade dos pais, o valor da vivencia dos avós, e o valor e a autoridade do professor. Essa é a sociedade em que as crianças e os adolescentes ainda em formação física, espiritual e mental, com todas as atribulações e conflitos de um individuo em formação, e que ainda está procurando seu caminho e sua personalidade pode impor suas vontades aos adultos, que são apenas responsáveis pelos perigos e crimes que esse individuo em formação possa vir a passar, porém os adultos não possuem autoridade sobre os adolescentes; estão nivelados com eles. Espero que projetos como esses tragam à responsabilidade do adulto pela a criança, porém com autoridade sobre elas! 

José Nunes Pereira

Maria Lucia Vasconcelos LIVRO EDUCAÇÃO BÁSICA: “A educação básica terá um colapso por falta de professores”

“A educação básica terá um colapso por falta de professores”

Maria Lucia Vasconcelos, professora e ex-secretária, lançou livro sobre a etapa escolar e avalia que País deve investir no docente



Em meio ao debate sobre o reajuste e o cumprimento do piso salarial do magistério, Maria Lucia Vasconcelos é enfática: sem valorização da carreira, teremos um colapso na educação básica pela falta de professores. “Tem que haver investimento do Estado no professor. É uma profissão estratégica”, afirma a ex-secretária de Educação de São Paulo e atual presidente do Conselho Municipal de Educação da capital paulista.
Foto: DivulgaçãoAmpliar
"Educação está na pauta na imprensa, mas não está na pauta política”, avalia a professora Maria Lucia Vasconcelos
A professora e ex-reitora da Universidade Presbiteriana Mackenzie lançou nesta terça-feira o livro “Educação Básica” (Editora Contexto), no qual discute os principais temas e problemas dessa etapa com outros educadores. Os cinco capítulos abordam a formação do professor, a autoridade do docente, a ação do professor em sala de aula, o diálogo na escola e o olhar jornalístico para a educação.
“A autoridade tem que ser exercida em todos os níveis da educação. Dar liberdade excessiva para o aluno acaba complicando a relação dos docentes com os estudantes”, destaca Maria Lucia. Para a educadora, os professores precisam chegar à sala de aula melhor preparados e mais seguros de seu trabalho para conduzir os alunos. E a formação universitária deve ser reformulada, para que esteja mais próxima da realidade escolar.
Leia a entrevista concedida do iG:
iG: Muitos jovens profissionais reclamam que a faculdade está distante das salas de aula, com professores que não conhecem a realidade atual e oferecem uma formação técnica e prática muito deficiente. As licenciaturas precisam de uma reformulação para formar melhor os nossos professores?Maria Lúcia: Não há diálogo entre a universidade e a educação básica. Há um fosso. A universidade continua fazendo o que ela acha que deve fazer sem conhecer a realidade e as necessidades dos professores. Não vejo como melhorar a qualidade da formação sem mexer nas licenciaturas e na valorização do professor. Daqui a pouco vamos ter um colapso na educação básica pela falta de professores. Já estamos com uma crise braba, para algumas disciplinas como história e geografia em que é muito difícil encontrar professores. Tem que valorizar a carreira, torná-la mais atraente.
Foto: Divulgação
Livro "Educação Básica", de Maria Lucia Vasconcelos trata dos temas e problemas desta etapa da educação
iG: Governos dos Estados reclamam do reajuste do piso e sugerem que ele siga a inflação...
Maria Lúcia: Estamos defasados no valor do piso salarial dos professores. Dado o tamanho da defasagem, só dar inflação não vai resolver nada. Tem que haver investimento do Estado no professor. É uma profissão estratégica.
iG: No livro a senhora comenta sobre o exercício da autoridade docente. A indisciplina é um dos principais problemas enfrentados em sala de aula e também causaperda de tempo de aula. Como enfrentar esse problema?
Maria Lúcia: A indisciplina afasta o professor da própria profissão, um ambiente desorganizado não é atraente. A autoridade tem que ser exercida em todos os níveis da educação. Dar liberdade excessiva para o aluno acaba complicando a relação dos docentes com os estudantes. O professor deve exercer a autoridade, porque o papel dele assim exige. Quando o aluno toma as rédeas, as coisas se perdem, e o professor se sente impotente. Nessa ânsia de se aproximar dos alunos, ele acaba perdendo a noção de que os papeis são diferentes. O professor tem que estar melhor preparado para chegar em sala de aula, ter segurança do que ele faz, e saber que ele vai chegar onde quer, sem abrir concessões.
iG: A alfabetização deficiente e a evasão no ensino médio são os principais problemas da educação básica?Maria Lúcia: Certamente. Se você não tem uma criança bem alfabetizada, ela vai levar essa dificuldade para o resto de sua vida escolar e não terá prazer em aprender. Não podemos fechar os olhos para o fato de que crianças caminham pela idade escolar com fragilidades. Precisa haver continuidade nas políticas públicas. O ensino médio é outro grave problema, porque não responde a nada. Se ele tiver uma clientela fortemente focada no vestibular, pode ser um preparatório. Mas se não, ele não tem sentido para o aluno. Precisa haver uma resignificação do ensino médio, para que o aluno perceba a utilidade daquilo. Não é mais uma criança que está aprendendo, mas um jovem que tem perspectivas, que muitas vezes quer entrar no mercado de trabalho. Precisa voltar para uma coisa mais prática, mais efetiva. No Estado de São Paulo há uma experiência de colocar no contraturno aulas profissionalizantes. Talvez o caminho seja esse.
iG: A cobertura jornalística sobre os temas de educação tem crescido nos últimos anos. Qual é a análise feita pela senhora deste trabalho?
A educação nunca foi uma preocupação real das políticas públicas, com isso as reformas não são feitas, não há continuidade."
Maria Lúcia: Peguei vários editoriais de jornais e compus um texto só com frases tiradas desses textos. Você não identifica posicionamentos diferentes dos jornais, o olhar é praticamente o mesmo. A abordagem é muito parecida: ‘ainda que a gente tenha caminhado em alguns índices, as coisas não vão bem. A qualidade deixa a desejar’. Concordo com este olhar mais crítico, porque o que a gente pode concluir é que a educação nunca foi uma preocupação real das políticas públicas, com isso as reformas não são feitas, não há continuidade. Educação está na pauta na imprensa, mas não está na pauta política. Só entra na pauta política em época de campanha. Já acordamos para a importância da educação, mas ainda não revertemos em ações concretas de políticas públicas.

Convite aos Poetas Brasileiros para a criação de um novo movimento literário

O gesso do teto de uma escola municipal na zona norte de São Paulo desabou ontem durante aula do 3.º ano


Todos Pela EducaçãoO gesso do teto de uma escola municipal na zona norte de São Paulo desabou ontem durante aula do 3.º ano. Estilhaços atingiram 2 dos 31 alunos, segundo a direção, e não houve feridos graves. No início do ano letivo, a escola enviou comunicado às famílias alertando que havia risco de desabamento do telhado.
No texto, emitido pela Escola Municipal Professor Aroldo de Azevedo, na Vila Barbosa, os pais eram orientados a buscarem os filhos em "qualquer ameaça de chuva", uma vez que "as salas de aula não oferecem condições de uso devido a avarias no telhado".
Foi durante a manutenção do telhado que uma placa de gesso desabou ontem. Segundo relatos, um funcionário da empresa contratada estava arrumando o teto quando pisou em falso e caiu, causando o desabamento.
"Estava trabalhando e me ligaram da escola. Fui desesperada até lá", diz a mãe de um dos feridos, Lucimaria da Silva, de 37 anos. "Ele está bem, com um 'galinho' na cabeça." A Secretaria Municipal de Educação disse, em nota, que um engenheiro atestou que o prédio não oferece riscos.
 


Pará: professores em início de carreira ganharão R$ 3.555, enquanto que a média salarial da maioria dos educadores será de R$ 4.070, a partir dos novos cálculos.


A partir do mês de abril, o salário base do professor da rede estadual de ensino do Pará será de R$ 1.451, conforme reajuste nacional estipulado pelo Governo Federal. A integralização do piso, que representa um acréscimo de R$ 14,5 milhões por mês (R$ 188 mi por ano) na folha de pagamento do Estado, foi garantida nesta terça-feira, 6, pelo Governo paraense em reunião com a categoria, no Centro Integrado de Governo (CIG), em Belém.
Com a nova base, mais as gratificações, o professor em início de carreira no Pará começa ganhando o equivalente a R$ 3.555, e o salário médio da maioria dos 27 mil educadores passa a ser de R$ 4.070. Durante a reunião, os professores também foram informados que o Estado nomeia até o final de março todos os 2.094 técnicos em Educação aprovados em concurso, que passarão a ser efetivados a partir de abril, até novembro, respeitando os prazos do concurso.
De acordo com a secretária de Estado de Administração, Alice Viana, a integralização do novo piso salarial, conforme reajuste estabelecido pelo Governo Federal, representa o grande esforço que o Estado está fazendo para garantir os direitos dos profissionais da Educação. “É um esforço muito grande, um desafio, devido ao grande impacto financeiro que este reajuste representa na folha de pagamento do Estado. Mas estamos impulsionando o controle dos gastos com pessoal e prevendo o crescimento da receita. Assim vamos garantir a partir deste mês de março, para o pagamento até o início de abril, o novo piso salarial dos professores da rede pública estadual”, explicou Alice, que participou da reunião juntamente com o secretário de Educação, Cláudio Ribeiro, e o secretário Especial de Promoção Social, Nilson Pinto.
Além do controle de gastos e do aumento da receita, o aumento para os 27 mil professores do Estado será possível, segundo a secretária de Administração, devido a incorporação do abono salarial que os educadores recebem com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), e recursos do Tesouro Estadual, visto que só o abono do Fundeb não cobriria o acréscimo de R$ 14,5 milhões na folha de pagamento.
“Esse abono do Fundeb que passa a ser incorporado ao salário, antes, não tinha nenhum efeito sobre os benefícios pessoais dos servidores. Ou seja, se o servidor se aposentasse, ou estivesse de licença maternidade, não teria influência do abono no seu rendimento. No entanto, com a incorporação, o abono, que ganhará recursos do Estado, refletirá diretamente nos benefícios de todas as categorias dos profissionais da Educação”, disse Alice, que destacou que os professores em início de carreira ganharão R$ 3.555, enquanto que a média salarial da maioria dos educadores será de R$ 4.070, a partir dos novos cálculos.
Ainda sobre o novo piso, o Governo se comprometeu em pagar o retroativo dos meses de janeiro e fevereiro, quando o novo valor foi implantado pelo Governo Federal, em três parcelas, a partir do mês de setembro. O montante a ser pago é de R$ 28 milhões. O secretário de Promoção Social, Nilson Pinto, reforçou que todas as medidas apresentadas fazem parte de uma política permanente de gestão de pessoas e de valorização dos magistrados praticada pelo Governo, e que isso compreende um grande esforço para vencer as dificuldades financeiras que o Estado possui. “Nós estamos garantindo todos esses ganhos na medida em que podemos arcar com os custos, sem desobedecer os limites fiscais legais”, ressaltou.
A garantia do reajuste foi comemorada pelos representantes da categoria que estavam presentes na reunião. Segundo o secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Pará (Sinttep), Mateus Ferreira, o aumento é um avanço para todos os professores. “Desde o ano passado que o governo abriu para negociações e temos esse contato permanente. Mas para nós, o aumento a partir de março foi uma surpresa, pois pelo o que o Estado nos sinalizava, esse aumento só seria possível a partir de setembro”, comemorou Mateus, que disse que a proposta será levada para a categoria, em assembleia. A categoria também comemorou o anúncio feito pelos representantes do Governo sobre a nomeação dos novos concursados a partir do final de março.
PARALISAÇÃO

Na reunião, os membros do Sinttep adiantaram para os secretários de Estado que a categoria deve aderir a uma paralisação nacional nos dias 14, 15 e 16 de março, em função de uma causa nacional. “Nós vamos aderir à greve que está buscando a integralização do piso nacional em Estados que ainda não garantiram isso para os seus professores, bem como também queremos que os professores municipais tenham o mesmo valor. Então a greve, pelo menos no Pará, será para reivindicar esse aumento para os municípios. Além disso, estamos pressionando o Governo Federal para investir 10% do PIB (Produto Interno Bruto) na Educação. Hoje são investidos 3,5% e a proposta Federal é investir até 7% apenas”, explicou Ferreira. 

Professor mata diretora e depois se suicidou - fonte VEJA



Miami, 7 mar (EFE).- Um professor de espanhol do estado da Flórida matou a diretora da escola particular que havia acabado de demiti-lo e depois se suicidou, segundo as autoridades da cidade de Jacksonville confirmaram nesta quarta-feira à Agência Efe.
Shane Schumerth, de 28 anos, se dirigiu na terça-feira à Escola Episcopal de Jacksonville, ao norte da Flórida, com uma escopeta escondida na capa de um violão em um horário no qual o colégio estava cheio de estudantes.
Segundo o relatório policial, as autoridades foram alertadas que uma pessoa tinha sido vista no local com uma arma, motivo pelo qual determinou que ninguém entrasse nem saísse das salas de aula.
Quando a polícia chegou à escola, encontrou a diretora Dale Regan morta, assim como o agressor. Nenhum estudante ficou ferido.
Os responsáveis do colégio decidiram fechar suas portas durante o resto da semana e, por meio de seu site, convocaram uma vigília para a próxima sexta-feira.
Além disso, ofereceram 'assessoria e atendimento pastoral a todos os estudantes, professores, funcionários e pessoas da comunidade escolar'.
O crime ocorreu apenas uma semana depois que um estudante disparou ao acaso contra colegas de um colégio de Chardon (Ohio), matando três deles. EFE

Escolas de São Paulo têm professores que dão aula com diplomas falsos.



As escolas públicas de São Paulo  têm professores que dão aulas com diplomas falsos. A reportagem levantou 19 casos de professores que apresentaram títulos fraudados à Prefeitura de São Paulo e acabaram expulsos. A maioria permaneceu por poucos meses na rede, mas há quem tenha dado aulas com documentos falsos no município por até três anos - outros continuam nas redes estadual e de prefeituras vizinhas.
Na porta da Escola Estadual Dona Zalina Rolim, zona leste da capital, alunos aprovam as aulas de matemática da professora M.N.R. "Ela é brava, mas é boa professora", disse um aluno de 13 anos que tem aulas com ela na 8ª série B. A professora passou em um concurso da Prefeitura de São Paulo em 2005, mas, na apresentação do título (de matemática), a Secretaria da Educação apurou que era falso. O caso foi encaminhado imediatamente para o Departamento de Processos Disciplinares (Proced), mas a investigação ficou parada e ela deu aulas até 2008 - quando, enfim, teve a posse anulada.
A falsa professora já lecionava na rede estadual, sem que o Estado duvidasse do documento - situação que permanece. A reportagem fez contato com ela, que bateu o telefone assim que foi informada do tema. "Vocês não têm o direito de tocar nesse assunto", gritou. A Secretaria de Educação afirmou que vai apurar o caso encaminhado. As informações são do jornal 
O Estado de S. Paulo.