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RODEIO DE GARÇA 2012



SHOWS:

11/04 – Quarta - Marco Aurélio & Paulo Sérgio 

12/04 – Quinta - Edson & Hudson 

13/04 – Sexta - César Menotti & Fabiano 

14/04 – Sábado - Hugo & Tiago/Léo & Junior 

15/04 – Domingo - Guto & Marcel (entrada franca)

INGRESSO:

Passaporte: R$ 45,00

LOCAL:

Campo Nassin Cotait ao lado do Ginásio João Gonzalez (Arena RCG) - Garça/SP

FONTE:

Portal Bressane


XVIII Festa do Peão de Boiadeiro de Garça



Hugo & Tiago + Léo & Júnior - 14/04 - Garça - SP  - TK INGRESSOS
XVIII Festa do Peão de Boiadeiro de Garça
Local: Massin Cotait
Horário de abertura dos portões: 20h00
ingressos online:
http://www.tkingressos.com.br

Quem é esse cara? Jogador deixa adversários no chão e faz um golaço!



Deixou três no chão e fez um belo gol na Bolívia

Em partida disputada pelo futebol boliviano, jogador driblou três jogadores, deixou os adversários no chão e fez um belo gol.


Ator que simulava o enforcamento de Judas se enforca de verdade.




Ator da 'Paixão de Cristo' se enforca em peça

Ele ficou cerca de quatro minutos desacordado e está internado em estado grave em um hospital de ItapevaREDAÇÃO
Durante a peça de teatro, o ator subia em uma pedra do cenário e tinha uma corda em volta do pescoço. Era a simulação do enforcamento de Judas. A encenação percorreu normalmente, pois o ator Tiago Klimeck estava desacordado. De acordo com integrantes, ele ficou quatro minutos desacordado, afinal era parte do personagem se fngir de morto.


O ator foi levado inconsciente pelos socorristas 
do SAMU para a Santa Casa da cidade, 
onde permaneceu internado na UTI até a manhã 
deste sábado (7), quando foi transferido em estado
 grave para um hospital em Itapeva (SP)

LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO Lei nº 9394/96 TÍTULO II DOS PRINCíPlOS E FINS DA EDUCAÇÃO NACIONAL


Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. 
Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: 
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; 
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; 
III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas; 
IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância; 
V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; 
VI - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; 
VII - valorização do profissional da educação escolar; 
Vlll - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino; 
IX - garantia de padrão de qualidade; 
X - valorização da experiência extra-escolar; 
XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais. 

TÍTULO III 
DO DIREITO À EDUCAÇÃO E DO DEVER DE EDUCAR 
Art. 4º O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de 
I - ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria; 
II - progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio; 
III - atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino; 
IV - atendimento gratuito em creches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade; 
V - acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um, 
VI - oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do educando; 
Vll - oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola, 
VIII - atendimento ao educando, no ensino fundamental público, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde; 
IX - padrões mínimos de qualidade de ensino, definidos como a variedade e quantidade mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem. 
Art. 5º O acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo. podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o Poder Público para exigi-lo. 
§ 1º Compete aos Estados e aos Municípios, em regime de colaboração, e com a assistência da União: 
I - recensear a população em idade escolar para o ensino fundamental, e os jovens e adultos que a ele não tiveram acesso. 
II - fazer-lhes a chamada pública; 
III - zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela freqüência à escola. 
§ 2º Em todas as esferas administrativas o Poder Público assegurará em primeiro lugar o acesso ao ensino obrigatório, nos termos deste artigo, contemplando em seguida os demais níveis e modalidades de ensino, conforme as prioridades constitucionais e legais. 
§ 3º Qualquer das partes mencionadas no caput deste artigo tem legitimidade para peticionar no Poder Judiciário, na hipótese do § 2º do art. 208 da Constituição Federal, sendo gratuita e de rito sumário a ação judicial correspondente. 
§ 4º Comprovada a negligência da autoridade competente para garantir o oferecimento do ensino obrigatório, poderá ela ser imputada por crime de responsabilidade. 
§ 5º Para garantir o cumprimento da obrigatoriedade de ensino, o Poder Público criará formas alternativas de acesso aos diferentes níveis de ensino, independentemente da escolarização anterior. 
Art. 6º É dever dos Pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos sete anos de idade, no ensino fundamental. 
(...) 
CAPÍTULO V 
DA EDUCAÇÃO ESPECIAL 
Art. 58º Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais. 
§ 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especificado, na escola regular para atender as peculiaridades da clientela de educação especial. 
§ 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular. 
§ 3º A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil. 
Art. 59 Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: 
I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades; 
II - terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados; 
III - professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns; 
IV - educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem coras para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora. 
V - acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular. 
Art. 60º Os órgãos normativos dos sistemas de ensino estabelecerão critérios de caracterização das instituições privadas sem fins lucrativos, especializadas e com atuação exclusiva em educação especial, para fins de apoio técnico e financeiro pelo Poder Público. 
Parágrafo único O Poder Público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com necessidades especiais na própria rede pública regular de ensino, independentemente do apoio às instituições previstas neste artigo. 

Brasília, 20 de dezembro de 1996, 175º Independência e 108º da República. 
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO 
Paulo Renato Souza 

ESTADO DE SÃO PAULO - CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO 
Resolução de 3-5-2000 aprovada em sessão plenária do Conselho Estadual de Educação, realizada em 29-3-2000, que fixa normas para a educação de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais na educação básica do sistema estadual de ensino.(Proc. 06/0000/2000). 
DELIBERAÇÃO CEE Nº 05/00Fixa normas para a educação de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais na educação básica do sistema estadual de ensino. 
O Conselho Estadual de Educação, no uso de suas atribuições, Delibera 
Art. 1º - As atividades e procedimentos relativos à Educação Especial no sistema de ensino do Estado de São Paulo obedecerão as presentes normas.Parágrafo único - a Educação Especial é modalidade oferecida para educandos que apresentam necessidades educacionais especiais, caracterizados por serem pessoas que apresentam significativas diferenças físicas, sensoriais ou intelectuais decorrentes de fatores inatos ou adquiridos, de caráter temporário ou permanente e que, em interação dinâmica com fatores sócio ambientais, resultam em necessidades muito diferenciadas da maioria das pessoas. 
Art. 2° - a educação especial desde a Educação Infantil até o Ensino Médio deve assegurar ao educando a formação básica indispensável e fornecer-lhe os meios de desenvolver atividades produtivas, de progredir no trabalho e em estudos posteriores, satisfazendo as condições requeridas por suas características e baseando-se no respeito às diferenças individuais e na igualdade de direitos entre todas as pessoas. 
Art. 3° - a educação especial deve se iniciar o mais cedo possível e ser garantida em estreita relação com a família. 
Art. 4° - o atendimento educacional aos alunos com necessidades educacionais especiais deve ser feito nas classes comuns das escolas em todos os níveis de ensino. 
§ 1º. - Os currículos das classes do ensino comum devem considerar conteúdos que tenham caráter básico, com significado prático e instrumental, metodologias de ensino e recursos didáticos diferenciados e processos de avaliação que sejam adequados à promoção do desenvolvimento e aprendizagem dos alunos com necessidades educacionais especiais. 
§ 2º - Os alunos com necessidades educacionais especiais devem ser distribuídos pelas classes de uma série de forma equilibrada, de modo a tirar vantagens das diferenças e ampliar positivamente as experiênciasde todos os alunos, dentro do princípio de educar na diversidade. 
§ 3º - o trabalho pedagógico com alunos com necessidades educacionais especiais nas classes comuns deve envolver materiais didáticos auxiliares, acompanhamento e reforço contínuo por parte do professor da classe e trabalho suplementar com professor especialista, quando for o caso. 
§ 4º - Os educandos com necessidades educacionais especiais deverão contar com mobiliário adequado nas salas do ensino comum. 
§ 5º - Caso uma determinada escola pública ainda não apresente prédio adequado para atender os alunos com problemas de locomoção, estes deverão ser encaminhados para uma escola mais próxima, beneficiados com transporte, quando for o caso. 
Art. 5° - Aos alunos que apresentem altas habilidades devem ser oferecidas atividades que favoreçam aprofundamento e enriquecimento de aspectos curriculares de forma a desenvolver suas potencialidades criativas. 
Art. 6° - Quando, apesar de todos os esforços, uma escola não puder organizar seu trabalho pedagógico em classes comuns de modo a nelas incluir alunos com necessidades educacionais especiais, ela deverá propiciar-lhes um atendimento em classe especial, segundo o tipo de necessidade atendida. 
§ 1º - a permanência de cada aluno na classe especial deve ser discutida continuamente pela equipe escolar, com os pais e conselhos de escola ou similares, visando dar-lhe oportunidade de prosseguimentos de estudos na classe comum. 
§ 2º - As escolas devem garantir oportunidade aos alunos que estiverem freqüentando classes especiais de participarem com todos os demais alunos, de atividades extra-classe esportivas, recreativas e culturais. 
Art. 7° - Os alunos que apresentem necessidades educacionais especiais decorrentes de deficiências graves que requeiram adaptações curriculares tão significativas que a escola comum ainda não tenha conseguido prover, deverão ser atendidos, em caráter excepcional, em escolas especiais. 
§ 1º - a autorização para instalação e funcionamento de escolas de educação especial deverá, além do disposto nesta Deliberação, obedecer as orientações constantes na Indicação N° 12/99 e as normas estabelecidas na Deliberação CEE N° 01/99, quando se tratar de ensino fundamental e médio e também a Indicação CEE N° 04/99, quando se tratar de educação infantil. 
§ 2º - a direção da referida escola deve ser exercida por profissional habilitado em Pedagogia ou em nível de pós-graduação em Educação, de acordo com o Art. 64 da LDB e os professores devem ter habilitação para docência com especialização adequada, conforme a Lei 9394/96 - Art.59, inciso III. 
§ 3º - a escola de educação especial deverá cumprir mínimo de 200 dias letivos e 800 horas para o ensino fundamental e médio e estipular um mínimo de dias letivos para a educação infantil. 
§ 4º - a estrutura curricular da escola especial pode ser organizada de forma flexível, cumprindo o que dispõe o Art. 59, inciso I da Lei N° 9394/96 e as diretrizes curriculares para o ensino fundamental, ensino médio e para a educação infantil, fixadas, respectivamente pelas Resoluções CEB/CNE n° 04/98, CEB/CNE N° 15/98 e CEB/CNE N° 22/98. 
§ 5º - a estrutura de que trata o parágrafo anterior deve ser coerente com a proposta pedagógica elaborada pela equipe escolar com a participação da família e ouvidos especialistas na área, se for o caso. 
§ 6º - a equipe da escola especial, com a participação da família, deve promover estudos de casos, envolvendo profissionais de saúde e de outras áreas como subsídio para decidir a programação educacional a ser cumprida e o tipo de atendimento a ser oferecido, cuidando de analisar quando cada aluno deve ser encaminhado para classes comuns ou especiais do ensino regular ou supletivo. 
Art.8° - a avaliação do desempenho escolar dos alunos com necessidades educacionais especiais atendidos nas classes comuns, nas classes especiais e nas escolas especiais, deverá ser contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. 
§ 1º - Essa verificação deve tomar como referência os itens básicos relativos à programação escolar a eles proposta, ser voltada à detecção de qualquer progresso no aproveitamento escolar, visando a constante melhoria das condições de ensino a que eles se acham submetidos. 
§ 2º - a avaliação de que trata este Art. deve variar segundo as características das necessidades especiais do aluno e a modalidade de atendimento escolar oferecida, respeitadas as especialidades de cada caso. 
§ 3º - Os alunos portadores de necessidades educacionais especiais integrados nas classes comuns estarão sujeitos aos critérios de avaliação adotados para os demais alunos mas com utilização de formas alternativas de comunicação e adaptação dos materiais didáticos e dos ambientes físicos às suas necessidades. 
§ 4º - Caso a escola em que o aluno com necessidades educacionais especiais estude tenha seu ensino fundamental organizado em ciclos com progressão continuada, as dificuldades pedagógicas que o mesmo vier a apresentar devem receber a devida atenção dado que este aluno, como os demais, prossegue dentro do ciclo beneficiado pelos recursos que lhe são possibilitados, independentemente dele freqüentar classe comum , ou não. 
Art. 9º - para dar suporte e complementar o processo pedagógico das classes comuns, o trabalho educacional com os alunos portadores de necessidades educativas especiais pode incluir ensino itinerante; serviços de apoio de outras instituições especializadas e do próprio sistema de ensino. 
Art. 10 - a matrícula e a transferência de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais devem obedecer aos mesmos critérios estabelecidos para qualquer aluno da rede de ensino. 
Parágrafo Único- na transferência, os alunos com necessidades educacionais especiais matriculados devem receber da escola de origem o Histórico Escolar, acompanhado de uma ficha de avaliação pedagógica que informe à escola de destino o histórico de seu desenvolvimento escolar. 
Art. 11 - Programas de formação inicial ou continuada devem oferecer aos professores que ensinem em classes comuns oportunidades de apropriação de conteúdos e competências necessários para um trabalho com alunos com necessidades educacionais especiais nas classes comuns. 
Art. 12 - Classes que atendam apenas crianças com necessidades educativas especiais devem ser regidas por professores habilitados ou especializados especificamente nas correspondentes áreas de deficiência. 
Art. 13 - a educação profissional de nível básico oferecida aos alunos com necessidades educacionais especiais que não apresentam condições de se integrar aos cursos de nível técnico poderá ser realizada em oficinas especializadas que incluam os recursos necessários para a qualificação básica e inserção dos mesmos no mercado de trabalho. 
Art.14 - Esta Deliberação entrará em vigor na data da publicação de sua homologação , revogando-se as Deliberações CEE nºs 13/73 e15/79 e quaisquer outras disposições em contrário. 


Inscrições abertas para Festival de Música


Música - Inscrições abertas para Festival

Evento que visa incentivar a arte musical terá seletiva em junho e as finais ocorrem em agosto
O Correio do Povo

PREMIADA Marilene Rebelo Costa, vencedora da categoria inéditas em 2011  -  (FOTO: Divulgação)
Estão disponíveis no site da Fundação Cultural de Jaraguá do Sul (cultura.jaraguadosul.com.br) o regulamento e a ficha de inscrição para o Festival Jaraguaense da Canção.As inscrições deverão ser entregues na Fundação Cultural, na Avenida Getúlio vargas, 403, das 8h às 11h e das 13h30 às 16h30,até 13 de abril.
O evento é destinado para maiores de idade que comprovadamente trabalhem ou residam em Jaraguá do Sul há, pelo menos, um ano. O festival terá duas categorias: Inéditas e Interpretação, para canções já gravadas. De acordo com o gerente de eventos da fundação, Emerson Guimarães, o festival tem o propósito de incentivar a prática da arte musical. “Queremos contribuir para a difusão cultural e para o intercâmbio artístico nessa área, além de revelar novos talentos”, explica.
A seletiva para a categoriaInéditas ocorre em 16 de junho e a da categoria Interpretação em 23 de junho, ambas no auditório do Instituto Federal de Santa Catarina, na Avenida Getúlio Vargas, 830, em horário a ser confi rmado.
Desta etapa, serão selecionados 12 candidatos em cada uma das categorias para a fi nal. A final, para os inscritos na categoria Inéditas, ocorre em 11 de agosto. Para os inscritos na categoria Interpretação, em 18 de agosto, ambas às 19h, no grande teatro do Centro Cultural de Jaraguá do Sul. Receberão premiação os cinco primeiros colocados de cada categoria. O primeiro lugar receberá R$ 2,5 mil; o segundo,R$ 2 mil; o terceiro, R$ 1,5 mil; o quarto, R$ 1 mil; e o quinto, R$ 700.

Logística Empresarial - FAIP - FAEF



A FAIP, além de seus 4 cursos de Graduação, oferece a comunidade cursos de Pós-Graduação por meio do seu Centro de Pós-Graduação (CPG FAIP), mantendo o mesmo padrão de qualidade oferecido nos seus cursos de Graduação. A direção da Faculdade, dentro de seus planos de crescimento, tem feito mudanças que estão produzindo uma nova estrutura física e pedagógica, ampliando, melhorando e imprimindo uma condição de qualidade total em seus serviços educacionais. 

Pensando seriamente no aperfeiçoamento de seus alunos egressos e dos profissionais da região, a FAEF, através de seu centro de Pós-Graduação, proporciona amadurecimento do conhecimento científico, tendo por objetivo a formação de pessoal qualificado técnica e cientificamente para exercício de suas atividades profissionais.


fonte: http://www.faip.edu.br/

Professores fazem um mega protesto em São Paulo.


Professores fazem mega protesto por reajuste no Centro de São Paulo

04/04/2012 | 18h20min





Após fechar a Rua Líbero Badaró, no Centro da capital paulista, professores e funcionários da rede municipal de ensino se concentravam por volta das 17h40 em frente à Câmara Municipal de São Paulo. A estimativa da Polícia Militar é de que cerca de 2 mil pessoas estejam no protesto desta quarta (4).
A manifestação desta tarde começou por volta das 14h, logo após uma reunião na Secretaria de Gestão. Durante pouco mais de duas horas, o grupo esteve concentrado em frente à Prefeitura de São Paulo. Os manifestantes são servidores municipais que reivindicam a antecipação da aplicação dos índices de reajustes previstos para 2013 (10,19%) e 2014 (13,43%).

De acordo com a PM, o protesto era pacífico. Por volta das 17h15, os manifestantes chegaram à Câmara Municipal após caminhada pelo Centro. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o Viaduto Jacareí registrava ocupação completa e não era possível o tráfego de carros pela via no horário.
Greves pelo país
Os professores da rede pública de outras quatro capitais, Teresina, Belo Horizonte, Natal e São Luís, estão em greve para reivindicar, entre outras coisas, a garantia do reajuste de 22,22% do piso salarial nacional (que chega a R$ 1.451,00), estipulado pelo Ministério da Educação (MEC) em 27 de fevereiro deste ano.
Segundo o Sindicato dos Profissionais em Educação no ensino municipal (Sinpeem) parte dos professores, gestores e quadro de apoio que trabalham nas escolas municipais da capital paulista começaram os protestos na segunda-feira (2). Em nota, a Prefeitura informou que a adesão à greve na rede municipal de ensino atingiu apenas 10% das unidades – o sindicato falava em 60%.
Ainda de acordo com o sindicato, Centros de Educação Infantil (Ceis), como Sapopemba (Zona Leste), Vicentina-Velasco e Parque Bristol (Zona Sul) ficaram totalmente parados na manhã de segunda-feira.
Fonte: G1 

Editora Scortecci na 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo


Scortecci duplica espaço na Bienal do Livro de 2012

Scortecci duplicou o espaço do seu estande na 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 9 a 19 de agosto de 2012 no Anhembi.

O evento, que é considerado o maior da América Latina, coincide com o aniversário de 30 anos da editora, com evento comemorativo programado para o dia 13.

Serão 200 novos lançamentos e cinco antologias, com destaque para “Nossa História, Nossos Autores” em dois volumes.

Restam poucas vagas das promoções “O seu Livro na Bienal” e “Encontre o número 30”, válidas até 31 de maio de 201 2.

Mais informações acesse o site.
Livro: nosso único e maior produto! 


Uma estudante de 13 anos foi filmada pelo celular fazendo sexo oral na quadra de uma escola estadual, no Núcleo Gasparini em Bauru (SP) G1



Uma estudante de 13 anos foi filmada pelo celular fazendo sexo oral em Bauru (SP). O vídeo teria sido feito na quadra de uma escola estadual, no Núcleo Gasparini, e foi parar nos aparelhos da maioria dos estudantes. O rapaz tem o rosto preservado por quem está filmando. O delegado aguarda detalhes para abrir inquérito policial.

O Conselho Tutelar de Bauru disse que o caso está sob a responsabilidade da Secretaria Estadual de Educação. Já o departamento do estado afirmou através de nota que a menina foi suspensa por três dias. No entanto, a secretaria não confirma que as imagens foram feitas dentro da escola.

As cenas de sexo oral explícito foram filmadas em dois ângulos, o que indica que pelo menos outras duas pessoas presenciaram o ato. O vídeo tem duração de 1m25s e foi gravado em plena luz do dia. 

Crime 
A polícia alertou que em casos de gravação de imagens de sexo explícito envolvendo menor de idade é crime, mesmo sem ser divulgada na internet. A delegada da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Flávia Regina dos Santos Ueda, orienta os pais. "Primeiro é preciso que os pais trabalhem a prevenção para que casos como este seja evitado. Conversar é sem dúvida o primeiro passo. Hoje em dia a facilidade de gravar e divulgar imagens é grande", disse.

Já o delegado da Delegacia da Infância e da Juventude (Diju), Ronaldo Divino, informou que aguarda os detalhes do caso para iniciar uma investigação. "Vamos ter que ouvir os envolvidos, chamando a adolescente, a mãe e a direção da escola. Depois, se há maior de idade entre as pessoas que filmaram. Estou aguardando a ocorrência, mas mesmo se não existir o registro a polícia pode começar a investigação", comentou.

A mãe de uma aluna da escola tomou a iniciativa de procurar a mãe da jovem que aparece no vídeo. “Minha filha de 14 anos foi quem me mostrou o vídeo. Eu fiquei nervosa. Peguei o celular e fui até o Conselho Tutelar. Depois passei na Diretoria de Ensino e me orientaram a ir na escola. Mais tarde passei na casa da mãe da adolescente para contar e mostrar o vídeo. Ela ficou nervosa e não acreditava que era a filha dela no celular. Eu já tentei anteriormente até tirar minhas filhas da escola, mas não deu. Só quero que melhore a situação na escola. Tenho preocupação de deixar minhas filhas irem estudar lá”, disse a mulher, que prefere não ser identificada. As informações são do G1. 



FONTE: http://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2012/04/policia-vai-investigar-video-de-sexo-com-menor-em-escola-de-bauru-sp.html

Sete pessoas morreram em um grave acidente na Rodovia Rachid Rayes em Marília (SP) fonte G1 Bauru - Marília




Sete pessoas morreram em um grave acidente na Rodovia Rachid Rayes em Marília (SP) na manhã desta quinta-feira (5). Segundo as informações da polícia, o acidente foi provocado após uma pequena carreta acoplada a uma caminhonete se soltar do veículo.
Para desviar da carreta, que estava carregada com várias estruturas metálicas, um carro que vinha loga atrás da caminhonete invadiu a pista contrária e bateu de frente com um terceiro veículo. Um dos carros se chocou ainda com as estruturas metálicas.
Ainda de acordo com as informações da polícia, o engate da caminhonete teria quebrado. Agora a perícia investiga se houve negligência do responsável pelo transporte das estruturas metálicas. De acordo com o documento, o reboque tinha capacidade para transportar meia tonelada. As investigações vão apurar se esse era o peso da carga.
Além dos 7 mortos, entre eles duas crianças, outras duas pessoas ficaram feridas. A polícia informou que uma criança, de 10 anos, foi socorrida em estado grave e levada para Hospital Materno Infantil de Marília e o outro ferido ainda não foi identificado. Dezessete bombeiros trabalharam durante duas horas para retirar os corpos das ferragens. A pista chegou a ser interditada totalmente, mas, parte da via já foi liberada no início da tarde. O trânsito ficou lento no local.

ESCOLA DE ALAGOAS TEM AULAS EM CONTÊINERES


APÓS TETO QUASE DESABAR, ESCOLA DE ALAGOAS TEM AULAS EM CONTÊINERES

Alunos foram transferidos para local improvisado em clube de Paripueira. Por causa do calor, governo instalou aparelhos de ar-condicionado

Fonte: G1

Os alunos da Escola Estadual Julieta Ramos Pereira, localizada em Paripueira, cidade do litoral norte de Alagoas, estão assistindo as aulas em 10 contêineres com ar-condicionado montados pelo governo do estado dentro de um clube cedido pela prefeitura. O teto da escola cedeu no mês de setembro.
Segundo a Secretaria Estadual de Educação de Alagoas, o madeiramento que sustentava o teto era velho. Não houve feridos, porém o acidente serviu para alertar o grau de comprometimento do prédio. A previsão é que as aulas sejam retomadas no imóvel reformado no mês de junho.
Por dois dias, os estudantes assistiram às aulas no espaço aberto do clube, onde há mesas e bancos de cimento. As paredes foram improvisadas por faixas de TNT.
Não havia água potável para os alunos e a orientação era para que os professores evitassem usar as lousas, pois elas estavam sendo sustentadas por cordões pendentes.
Após denúncia das condições precárias, as aulas foram paralisadas e retomadas na última quinta-feira (29), quando a reportagem do G1 visitou o local. No período da tarde, os alunos tiveram de ser dispensados, pois não havia energia elétrica para manter os aparelhos de ar-condicionado funcionando.

Conteúdos digitais para as aulas nas escolas de São Paulo


40% DAS AULAS NA REDE PÚBLICA SERÃO DIGITAIS

Estado de SP vai investir R$ 5,5 bi em dez anos para empresa instalar equipamentos, treinar docentes e criar conteúdos. Presidente do sindicato dos professores diz ver com preocupação invasão de empresa no conteúdo das aulas

Fonte: Folha de S.Paulo (SP)

O governo de São Paulo decidiu que uma empresa será a responsável por instalar equipamentos de tecnologia nas Escolas, treinar professores para as atividades e até desenvolver conteúdos digitais para as aulas.
Segundo as regras anunciadas ontem pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB), 40% das aulas passarão a ser dadas com esses conteúdos.
Haverá, por exemplo, vídeos de cinco minutos para a explicação de conceitos e jogos para fixação de conteúdo.
O projeto abrange todas as disciplinas dos colégios estaduais de 5º ao 9º ano dos Ensinos Fundamental e Médio.
O investimento previsto pelo governo é de R$ 5,5 bilhões, em dez anos. O valor é cinco vezes maior do que o reservado para este ano para reformas nas Escolas.
A empresa ainda será escolhida. Segundo a Secretaria da Educação, o governo vai analisar critérios técnicos.
Comentário do editor: 
Será muito bom!  Para a empresa que executar esse serviço para o governo!

Professores pedem suspensão da reforma ortográfica


PROFESSORES VÃO AO SENADO PEDIR SUSPENSÃO DA REFORMA ORTOGRÁFICA

Para os docentes, o conteúdo do acordo é de difícil aplicação por ser "ilógico" e contraditório

Fonte: Folha.com

Os professores Pasquale Cipro Neto, colunista da Folha, e Ernani Pimentel estiveram nesta quarta-feira no Senado para pedir a suspensão da reforma ortográfica, resultado de um acordo firmado em 1990 entre todos os países de língua portuguesa.
O acordo foi assinado pelos países que tinham o português como língua oficial: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste (que não era independente à época), Brasil e Portugal. As mudanças trazidas pelo acordo --como a ausência de acento na palavra "ideia"-- já são aplicadas aqui desde 2009, em período de "acomodação" que deve durar até o final deste ano.
Para os professores, o conteúdo do acordo é de difícil aplicação por ser "ilógico" e contraditório. Eles condenaram também a forma como o acordo está sendo implantado no país e apontaram várias divergências entre as novas regras e o que está disposto no VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), elaborado pela Academia Brasileira de Letras e usado como referência para verificar a grafia das palavras.
Os professores querem que a adoção obrigatória do acordo no Brasil --que ocorre em janeiro do ano que vem-- seja suspensa. Dessa forma, haveria mais tempo para discutir mudanças no conteúdo, inclusive com os outros países signatários. "Como nós vamos costurar todo o imbróglio decorrente da adoção estapafúrdia dessa reforma ortográfica?", questionou Cipro Neto.
A não-adesão de países como Angola e Moçambique e a baixa aceitação de Portugal, que só recentemente sancionou a lei que tornou o acordo obrigatório no país, também foram citadas como problemas do acordo. Até 2015 os portugueses estarão em período de acomodação, mas segundo Cipro Neto lá também existe a intenção de rever o texto.
Pimentel, idealizador do movimento "Acordar Melhor" (que pede mudanças no acordo) criticou duramente a ABL. "É a segunda vez que a academia é convidada para esse debate e não comparece. Isso mostra um comportamento adequado à época do autoritarismo, uma posição aristocrática. Eles não vieram porque não têm argumentos para justificar esse acordo que está aí", afirmou.
Apenas no século 20, foram feitas nove reformas da língua portuguesa. Cipro Neto afirmou que a audiência dessa quarta "foi um primeiro passo", mas que uma eventual "reforma da reforma" não será fácil.
"Reforma ortográfica é como uma garrafa pet, leva muito tempo para ser deglutida. É preciso ter muito cuidado quando se coloca em vigor uma reforma, ela precisa ser muito bem feita para que não haja problemas como esses que temos hoje", afirmou.
A ABL, por meio da assessoria, informou que o feito pela comissão do Senado era pessoal a Evanildo Cavalcante Bechara, tesoureiro da academia. Como ele está em viagem, não pôde comparecer à audiência pública. Quanto às divergências apontadas por Cipro Neto e Pimentel, a assessoria da ABL informou que apenas Bechara poderia se pronunciar sobre a questão

Câmeras em banheiro de escolas...


ESCOLA INSTALA CÂMERAS NOS BANHEIROS

Medida polêmica foi adotada por sugestões de pais, para evitar vandalismo

Fonte: O Globo (RJ)

Uma medida adotada pela direção da Escola Sebastiana Cobra, que faz parte da rede municipal de São José dos Campos, no interior de São Paulo, criou polêmica entre pais e alunos da instituição de ensino: no início deste ano, foram instaladas câmeras de monitoramento para evitar casos de vandalismo e brigas. Os aparatos de segurança, 16 no total e distribuídos por toda a unidade, foram colocados, inclusive, nos banheiros masculino e feminino.
A mãe de uma das alunas pediu à direção a retirada das câmeras de monitoramento dos banheiros, pois elas causam incômodo aos estudantes e atentam contra a privacidade. A opinião não é compartilhada por todos os pais, já que muitos deles avaliam que o equipamento traz segurança ao ambiente Escolar. Os dispositivos de monitoramento foram instalados sobre as portas e filmam apenas o hall e os lavatórios, sem captar imagens das cabines sanitárias.
- No banheiro, elas não causam constrangimento, porque são colocadas de uma maneira que não expõem nenhum dos alunos - afirmou Daniele Soares, mãe de um dos estudantes, em entrevista à TV Globo.
A decisão de instalar as câmeras de segurança foi tomada no fim do ano passado pela comunidade Escolar, por sugestão de alguns pais. A medida tem como objetivo evitar casos de indisciplina, como intimidação entre alunos (os mais velhos ameaçando bater nos mais novos) e o chamado bullying. Nos banheiros, a proposta é reduzir o número de atos de vandalismo, com pichações e entupimento intencional dos vasos sanitários com rolos de papel higiênico.
A Secretaria de Educação de São José dos Campos informou que, após a instalação, houve queda nos atos de vandalismo nos banheiros.
A chefe de divisão do Ensino Fundamental da Secretaria de Educação de São José dos Campos, Glícia Maria Pires Figueira, afirmou que uma pesquisa de opinião realizada com os pais sobre a instalação das câmeras mostrou que a maioria é favorável aos aparatos de vigilância. De 350 pais consultados, seis foram contrários à instalação das câmeras, inclusive no banheiro.
- A comunidade Escolar tem autonomia para tomar essa medida e a Secretaria de Educação não é contra desde que seja preservado o direito de ir e vir dos alunos e seja benéfico ao ambiente Escolar - afirmou a chefe de divisão.