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A taxa de desocupação voltou a crescer, no trimestre de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018, atingindo 12,6%

Desemprego volta a crescer com 13,1 milhões de pessoas em busca de ocupação

Editoria: Estatisticas Sociais | Subeditoria: PNAD Contínua
A taxa de desocupação voltou a crescer, no trimestre de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018, atingindo 12,6%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C), divulgada hoje pelo IBGE. No trimestre encerrado em novembro, a taxa era de 12,0%.
Em números absolutos, o resultado representa mais 550 mil pessoas em busca de emprego, entre um trimestre e outro, totalizando cerca de 13,1 milhões de desocupados. Segundo coordenador de Trabalho e Rendimento, Cimar Azeredo, nessa época do ano o crescimento da taxa é um movimento esperado. "Sempre no primeiro trimestre do ano a taxa tende a subir, pois existe a dispensa dos trabalhadores temporários contratados para as festas de final de ano", explicou.
População ocupada cai 0,9%
A pesquisa mostrou que a população ocupada nesse período caiu em cerca de 858 mil postos de trabalho, com redução de 407 mil empregos no setor privado sem carteira e de 358 mil no setor público. Empregados com carteira ficou estável, com 33,1 milhões de trabalhadores, porém foi o pior resultado em números absolutos da série histórica iniciada em 2012. A categoria empregador e conta própria também ficaram estáveis.
A queda de postos de trabalho foi verificada principalmente no grupamento que reúne as atividades de administração púbica, defesa, seguridade, educação, educação, saúde e serviços sociais (menos 435 mil ocupados); Construção (menos 277 mil) e Indústria (menos 244 mil).
Mesmo crescendo, a taxa de desocupação divulgada hoje (12,6%) representa melhoria no mercado de trabalho em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando a taxa chegou a 13,2% e alcançou 13,5 milhões de pessoas desocupadas, o pior resultado para esse trimestre na série histórica.
#praCegoVer Gráfico da taxa de desocupação

Repórter: Adriana Saraiva
Imagem: José Cruz/Agência Brasil
Arte: Marcelo Barroso

Morre Linda Brown, uma mulher do Kansas que na década de 1950 ficou famosa por um processo que proibiu a segregação racial nas escolas dos Estados Unidos.




Linda Brown, uma mulher do Kansas que na década de 1950 ficou famosa por um processo que proibiu a segregação racial nas escolas dos Estados Unidos, morreu aos 76 anos, segundo informaram nesta segunda-feira (26) meios de comunicação locais.


Nascida em Topeka, capital do Kansas, Brown tinha 9 anos quando o seu pai, o reverendo Oliver Brown, tentou inscrevê-la em 1950 na escola pública primária mais próxima à casa da família.


A recusa da escola Summer School a aceitá-la por ser negra provocou quatro anos mais tarde a histórica decisão do litígio "Brown vs. Board of Education", com o qual o Tribunal Supremo pôs fim à doutrina "segregada, mas igual" que regia na educação pública americana desde 1896.



Foto sem data mostra Linda Brown (Foto: AP Photo, File)


O Supremo determinou que "separar (as crianças negras) de outras de idade e qualificações similares unicamente pela sua raça gera um sentimento de inferioridade quanto à sua posição na comunidade que pode afetar seus corações e mentes de um modo improvável de reverter".


Além disso, concluiu que a segregação era uma prática que violava a cláusula de "proteção igualitária" prevista na Constituição.


Embora Brown tivesse dado o nome, o litígio agrupava vários casos recompilados pela Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor (NAACP, em inglês) de estudantes afro-americanos rechaçados em instituições educativas ao redor do país. A causa recebeu, inclusive, ajuda de Thurgood Marshall, primeiro advogado negro a ser membro Suprema Corte americana.


Um porta-voz da funerária de Topeka Peaceful Rest Funeral Chapel confirmou à imprensa americana que Brown morreu neste domingo por razões que não foram informadas.


Em entrevista à emissora "PBS" em 1985, por ocasião do aniversário de 30 anos da sentença, Brown disse sentir que a decisão do Supremo tinha tido "um impacto em todas as facetas da vida das minorias em todo o país".


"Eu penso em termos do que fez para nossos jovens, na eliminação desse sentimento de cidadania de segunda classe. Acho que fez com que os sonhos, as esperanças e as aspirações de nossos jovens sejam hoje maiores", acrescentou.


Embora ela tenha se tornado um ícone dos direitos civis, o "Brown" da sentença " Brown vs. Board of Education" pertence ao seu pai, que foi quem apresentou o processo e que morreu em 1961.

Linda Brown, um exemplo a ser seguido

As escolas da rede estadual combatem todo tipo de preconceito, inclusive o racial
QUA, 28.03.2018 
Na última segunda-feira (26), o mundo perdeu um de seus maiores ícones da luta contra o preconceito racial e pelos direitos civis. A norte-americana Linda Brown ficou internacionalmente conhecida ainda na década de 1950, quando figurou um dos mais ferrenhos embates travados dentro da esfera do preconceito racial: a segregação. Linda tinha somente nove anos de idade quando seu pai, um pastor, foi impedido de inscrever a criança numa escola pública primária próxima da casa em que viviam. Até então, a estudante era obrigada a percorrer uma longa distância todos os dias para que conseguisse estudar. Naquele período, nos EUA, existiam dois tipos de escolas: as dos brancos e a dos negros.
A nação seguia a linha de “segregada, mas igual”. Ou seja, as escolas podiam restringir o acesso de alunos, ficando os brancos e os negros distantes, mas eram obrigadas a manter o mesmo nível de aprendizagem. Quatro anos após a Summer School recusar a garota, por ser negra, o Tribunal Supremo pôs fim à segregação nas escolas. Estes quatro anos representam um grande período de debate sobre o tema.
Segundo o Supremo dos EUA, para dar base à sentença, a segregação era uma prática que violava a cláusula de “proteção igualitária” prevista na Constituição. O Supremo determinou que “separar (as crianças negras) de outras de idade e qualificações similares unicamente pela sua raça gera um sentimento de inferioridade quanto à sua posição na comunidade que pode afetar seus corações e mentes de um modo improvável de reverter”.
Linda Brown morreu aos 76 anos de idade, por causas ainda não divulgadas.
Educação não combina com preconceito
Herança de tempos sombrios, o preconceito insiste em fazer parte da sociedade. O preconceito, qualquer um deles, é algo que não leva o ser humano à um estágio maior. Pelo contrário, ele acorrenta a sociedade no passado.
Na rede estadual paulista o preconceito tem sido combatido. Na E.E. Pedro de Moraes Victor os profissionais acreditam que a escola é um local de aprendizagem e valorização das diferenças. Em relação ao preconceito racial, ensinar as culturas africanas também é primordial, pois quem conhece a história começa a se importar com o futuro.
“Trabalhar as culturas africanas e as culturas afro-brasileiras, além de trabalhar a questão da desconstrução do racismo, eu acho que é importante em si mesmo porque o Brasil é formado por pessoas negras, por pessoas descendentes de africanos e, muitas vezes, essas culturas elas são esquecidas intencionalmente inclusive”, acredita a professora de Artes Bruna Pucci.
Na Semana Afro 2017, os alunos puderam pintar o rosto de acordo com a cultura dos povos Omo, entenderam o que significa a Boneca Abayomi e ainda tiveram uma aula para que pudessem produzir um desses brinquedos. Além disso, teve roda de capoeira e workshop de turbantes, entre outras atividades.
Durante o ano letivo, os trabalhos são realizados no intuito de sensibilizar os alunos para que a Semana Afro chegue com força e mantenha sua importância, que já é tradicional na unidade. Cada professor, dentro da sua área, ou no projeto interdisciplinar, têm um planejamento ligado a Semana da Consciência Negra, e esse projeto se concretiza em novembro.
Para Ivani Maia, professora de História da E.E. Pedro de Moraes Victor, “todos dentro da Educação têm a sua obrigação de desenvolver esse tipo de trabalho com os alunos. Pois, dentro disso, a gente tem que quebrar barreiras”, enfatiza.
Pamela Lopes de Oliveira, aluna da Pedro de Moraes Victor, explica que “mesmo no século 21 ainda muitos casos de adolescentes e crianças que têm muito preconceito com ‘amigos’. Então, quando chega na escola e tem contato com uma ação dessas, de conscientização, ela acaba revendo seus conceitos”.
A professora Ivani Maia explica que a conscientização é um trabalho de conscientização. “Então a gente, como sociedade, tem que fazer isso o tempo todo para que esse aluno, essa pessoa, veja que não é só aqui dentro da escola esse discurso. Ele tem que levar essa ideia para fora dos muros da escola. Então, a partir disso, a gente vai ver que está dando resultado”, esclarece.
A E.E. Francisco Milton de Andrade também trabalha o tema com seus estudantes. O Campeonato do Saber, projeto interdisciplinar que faz cada classe disputar pela primeira colocação no pódio, teve como tema de sua 4ª edição o título “África, berço da humanidade, território de múltiplas culturas e contrastes sociais”.
O projeto faz parte do PPP (Plano Político Pedagógico) da E.E. Francisco Milton de Andrade, e se tornou a principal tarefa multidisciplinar da escola guarulhense. Em poucas palavras, o Campeonato do Saber é uma grande gincana cultural, onde os vencedores são as turmas que somam a maior pontuação.
Todos os alunos puderam apresentar seus trabalhos com foco na cultura africana, o que reforça o combate ao preconceito racial. O aluno Rafael Braz Correa fez uma apresentação de balé contemporâneo solo. “Eu quis expressar a cultura afro, a cultura deles, por meio de desenhos no corpo humano”, diz o estudante.
fontes: secretaria educação de são paulo fonte; https://g1.globo.com/educacao/noticia/morre-linda-brown-icone-contra-a-segregacao-racial-nas-escolas-dos-eua.ghtml
  

São Paulo foi o primeiro Estado do Brasil a ocupar simultaneamente o topo do ranking nacional nos três ciclos avaliados.


O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado pelo Ministério da Educação em 2016, revelou que São Paulo foi o primeiro Estado do Brasil a ocupar simultaneamente o topo do ranking nacional nos três ciclos avaliados. Trata-se de um fato inédito desde que o exame foi criado, em 2007.
Na avaliação das performances de todas as redes estaduais de ensino, o MEC verificou que as unidades paulistas tiveram as notas mais elevadas tanto nos anos iniciais (1º ao 5º) quanto nos finais (6º ao 9º) do Ensino Fundamental, assim como no Médio.
O Ideb é o melhor indicador de que a população dispõe para avaliar a qualidade do aprendizado. Para chegar ao índice, o Ministério calcula a relação entre rendimento escolar e desempenho em Português e Matemática na Prova brasil, aplicada nos ensinos Fundamental e Médio. Ao todo, a rede estadual atende 3,7 milhões de alunos, por meio do trabalho de 253 mil profissionais das 5,3 mil escolas.
Realizado a cada dois anos, o monitoramento identifica as áreas em que a educação avança e funciona como uma ferramenta para orientar os pais sobre o desenvolvimento no aprendizado. De acordo com o Ideb, a educação paulista apresentou evolução tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio.
Nos primeiros anos do Fundamental (1ª a 5 ª série), o Estado é líder, passando de 5,7 em 2013 para 6,4 em 2015, média superior à estabelecida pelo Governo federal para o ano de 2019, de 6,3. O resultado positivo também se verificou entre o 6º e o 9º ano desse mesmo ciclo, avançando de 4,4 (2013) para 4,7 (2015).
No Ensino Médio, os números evoluíram de 3,7 para 3,9 no período da avaliação de 2013 para a de 2015. Nesse ciclo se concentra a maior parte dos estudantes da rede pública estadual.

Programa Escola da Família tem início previsto para 4 de abril

Programa Escola da Família tem início previsto para 4 de abril

Diretorias de Ensino têm até amanhã (29) para encaminhar os classificados às unidades escolares
QUA, 28.03.2018 
Nesta quinta-feira (29) termina o prazo para que as Diretorias de Ensino encaminhem os bolsistas classificados para o Programa Escola Da Família às escolas. A apresentação e o início das atividades nas unidades escolares estão previstos para o dia 4 de abril. Os voluntários do Escola da Família fazem total diferença para o fortalecimento da rede estadual junta às comunidades escolares. Atualmente, o projeto conta com quase 10 mil parceiros no comando de diversas atividades aos fins de semana.
Os voluntários são responsáveis por auxiliar no planejamento e condução das ações de cultura, lazer, esporte e saúde oferecidas durante os fins de semana. Além de trazer diversos benefícios para eles mesmos, como o desenvolvimento da habilidade de liderança, crescimento pessoal e enriquecimento do currículo profissional, as atividades acabam promovendo mudanças significativas na localidade que os recebe.
Aulas de dança, lutas, artesanato e robótica, oficinas de futebol, grafite e canto. Essas são algumas das tantas práticas promovidas nas escolas da rede, por meio do programa. A criatividade e o desejo de mudança é o que motiva os  voluntários do estado de São Paulo. Figura essencial do projeto, os chamados ‘parceiros da educação’ já auxiliaram no desenvolvimento de quase 2 milhões de atividades, em 2017, nas 2,2 mil escolas participantes.
Um dos projetos desenvolvidos, desde 2016, na escola Dr. Abelardo César, em Espírito Santo do Pinhal, mistura o ensino da Matemática, da Física e da Química com a construção de aeromodelos. Idealizado pelo empresário Ezequiel Ferreira Romão, o trabalho une pais e responsáveis, alunos e toda a comunidade em aulas teóricas e práticas. Elias Rodrigues, coordenador do programa na unidade, acredita que a iniciativa foi essencial para a melhora do desempenho e comportamento das turmas. “Hoje esses alunos se sentem parte do grupo. O trabalho modificou o mundo em que eles viviam, apresentando algo além do que haviam imaginado e uma nova forma de aprendizado”, conta.
Já em São Carlos, cachorros, gatos, jabutis e coelhos são utilizados para desenvolver a saúde emocional e física de estudantes em situação de vulnerabilidade social. A prática é liderada pelo professor de Educação Física José Luiz Dorici há sete anos. Aos fins de semana, na escola Jardim dos Coqueiros, além de receber informações sobre como lidar com os animais, os alunos participam de atividades que vão desde o estímulo à leitura até a conscientização contra o uso de drogas. Para o voluntário, a melhor parte sempre é ver a mudança de comportamento nas turmas que trabalha. “Os animais abrem um canal de diálogo com os jovens e eu sou prova de que vidas foram transformadas”, conclui.
Além de beneficiarem a si mesmos, os participantes possibilitam o encurtamento da distância entre escolas e comunidade. Além da aproximação, “quando a comunidade participa das atividades, ela está enriquecimento o seu repertório”, afirma a coordenadora geral do Programa Escola da Família, Carmen Lúcia Bueno Valle.
Mundo do trabalho
O Programa Escola da Família não tem apenas atividades lúdicas. Pelo contrário, oferece a oportunidade para que os interessados consigam melhorar sua visão de negócios e aumentar a renda familiar.
“O curso de aromatizantes que o Escola da família ofereceu me proporcionou agilidade e conhecimentos para lidar com vendas, planejamento e compra de materiais, dicas para conquistar clientes e oferecer meus produtos com qualidade”, esclarece Ana Paula dos Reis Machado, participante da comunidade EE Prof.ª Aparecida Ferreira Dourado de Carvalho, da Diretoria de Ensino de Taboão da Serra.
Bolsa
Os aprovados, após avaliação do perfil, têm direito à bolsa, sendo até R$ 500 pago pela Secretaria da Educação e o restante do valor custeado pela faculdade. Em contrapartida terá que atuar aos fins de semana – sábado ou domingo – por 8 horas em atividades ligadas a trabalho, saúde, cultura e esporte.
Os alunos classificados serão encaminhados a uma das 2,2 mil unidades do Escola da Família de acordo com a pontuação, a quantidade de vagas disponíveis no curso de graduação e o número de vagas por regional. A lista de espera tem validade de 12 meses.

GOVERNO DE SÃO PAULO PAGARÁ 315 MILHÕES EM BÔNUS PARA PROFESSORES

#Bônus: Educação paga R$ 315 milhões a 188 mil servidores da rede

O pagamento ocorrerá nesta quinta-feira (29); o valor destinado neste ano é superior ao de 2017
TER, 27.03.2018 
#Bônus: Educação paga R$ 315 mi a 188 mil servidores
O pagamento do Bônus por Merecimento será realizado nesta quinta-feira (29) a 188.498 mil servidores da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Neste ano, serão destinados R$ 315,3 milhões, contra os 290,3 milhões, em 2017. Desse montante, a maioria é do magistério, totalizando 151.254 que receberão R$ 276,6 milhões. O benefício é calculado a partir das notas do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo).
Além dos professores dos ensinos Fundamental e Médio, serão contemplados também diretores, agentes de organização e equipes técnicas das escolas e órgãos centrais. Para chegar ao valor individual, a Educação considera se a unidade de ensino avançou, atingiu ou superou a meta estipulada para o período. Os servidores precisam ainda ter trabalhado, no mínimo, em dois terços do ano letivo.
Para quem atingiu 120% da meta o valor do pagamento é próximo a um salário. Já aqueles que alcançaram 100%, o valor aproximado é de 84%. Se não atingida a meta, é calculado o avanço da escola proporcional.  Neste ano, o valor médio do bônus será de R$ 1.672,87 – e os maiores pagamentos ficam entre R$ 13 mil e R$ 17 mil.
Ensino Médio avança no Idesp pelo 5º ano consecutivo
Pelo quinto ano consecutivo, o Ensino Médio da rede estadual avançou no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo). O ciclo alcançou na última medição 2,36, contra os 2,30 registrados em 2016. A pontuação conquistada é a mais alta desde 2008, quando a Educação adotou o indicador de qualidade da educação paulista.
O desempenho do ciclo 2 do Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano, retomou o crescimento e superou a marca anterior. Em 2017, o ciclo atingiu 3,21 (uma diferença de 0,28 ponto em relação aos 2,93 de 2016). O ciclo 1, do 1º ao 5º ano, por sua vez, teve queda: as notas foram de 5,40 para 5,33. Ainda assim, é o segundo melhor resultado da história.

RENASCIMENTO DO IMPARCIALISMO

TERÇA-FEIRA, 27 DE MARÇO DE 2018

É fugir da vida imparcial é covardia,

O Imparcialismo renasce não mais como leitura do mundo
E sim como um caminho espiritual..
Que implica em imparcialidade com o mundo e consigo mesmo,
Para que a consciência manifeste através da atitude de equilíbrio
E observação do mundo interior e exterior. 

A Imparcialidade é consciência
E nesse caminho sentimos muito medo e solidão.
Estou dentro e fora da multidão.

Querer perder-se dentro de um acontecimento,
Uma causa, um momento, um grupo..
É fugir da vida imparcial é covardia,
É medo de estar de fora de tudo
E olhar a si mesmo e o mundo
Com olhos indiferentes e compreensivos.
O preço da consciência é a Imparcialidade.

J.Nunes

Recadastramento para servidores nascidos em março segue até o final do mês

Recadastramento para servidores nascidos em março segue até o final do mês

Ainda dá tempo dos servidores da rede estadual paulista, nascidos neste mês, atualizarem seus dados no site da Secretaria de Gestão Pública, até o dia 31 de março. Vale lembrar que o recadastramento anual é obrigatório. Quem não atualizar dados terão os vencimentos bloqueados. Clique aqui e atualize os seus dados. Os funcionários temporários e efetivos, professores, diretores, […]
SÁB, 24.03.2018 
Ainda dá tempo dos servidores da rede estadual paulista, nascidos neste mês, atualizarem seus dados no site da Secretaria de Gestão Pública, até o dia 31 de março.
Vale lembrar que o recadastramento anual é obrigatório. Quem não atualizar dados terão os vencimentos bloqueados.
Clique aqui e atualize os seus dados.
Os funcionários temporários e efetivos, professores, diretores, agentes de organização, supervisores, incluindo funcionários afastados ou licenciados devem ter seus cadastros atualizados, sempre no mês correspondente ao aniversário.
Caso o servidor perca a oportunidade de se recadastrar, a regularização só será possível presencialmente nas Diretorias de Ensino. O não cumprimento da norma implica no bloqueio de seus vencimentos ou salários.
O recadastramento anual dos servidores tem o objetivo de traçar políticas de valorização e capacitação dos funcionários do Estado, unificar o sistema de gestão de Recursos Humanos e estudar a realocação de servidores e empregados públicos para que haja melhor distribuição de recursos no âmbito do Estado.

Quitanda Mineirão : Temos Avocado



Quitanda Mineirão : Temos Avocado: AVOCADO 3,50 QUILO  Diferença entre Avocado e Abacate Você já ouviu falar de avocado? (Não, não é erro de digitação da palavra ad...



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MICHEL TEMER QUER LIBERAR O ENSINO MÉDIO À DISTÂNCIA

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O governo do Ilegítimo Michel Temer prepara mais um duro golpe na educação e na qualidade do ensino de todo o país. A intenção agora é liberar para que quase a metade (40%) do ensino médio regular seja feita à distância. Na educação de jovens e adultos a proposta é ainda pior. Nesse caso, todo o conteúdo poderá ser ministrado pela internet, sem a presença dos estudantes. A intenção é clara, desobrigar a União e os Estados dos investimentos na educação pública, reduzir o número de professores e fechar escolas.


As mudanças fazem parte de uma resolução que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio que está em debate no Conselho Nacional de Educação (CNE). Segundo a proposta, cada rede pública ou particular terá liberdade para definir a carga horária presencial ou à distância dentro dos limites propostos.

Caso a mudança seja aprovada, qualquer conteúdo do currículo poderá ser ministrado à distância e os estudantes podem ter que ir à escola somente três dias por semana. Isso significa, na prática, cada vez menos professores. Um conteúdo preparado para ensino on-line, dispensaria a contratação de dezenas ou centenas de docentes para as salas de aula. A qualidade de ensino, que já não é a ideal, seria ainda mais afetada.

Com informações da Folha de São Paulo.


Operação Caifás: Desvio na Igreja de Goiás

Desvio na Igreja de Goiás chega a R$ 2 milhões, afirma Promotoria

Nesta segunda-feira, 19, um grupo de promotores de Justiça e policiais deflagrou a Operação Caifás e prendeu até o bispo de Formosa, Dom José Ronaldo

São Paulo – O Ministério Público de Goiás calcula que o volume de desvios da Diocese de Formosa chega a R$ 2 milhões. A estimativa ainda é preliminar. Nesta segunda-feira, 19, um grupo de promotores de Justiça e policiais deflagrou a Operação Caifás e prendeu até o bispo de Formosa, Dom José Ronaldo, além de quatro padres, um monsenhor, um vigário-geral e dois funcionários do setor de administração da Cúria.
Dom José Ronaldo Ribeiro (Diocese de Formosa - GO/Divulgação)

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de prisão e 10 de buscas e apreensão, inclusive em um mosteiro.
A Operação Caifás foi montada a partir de denúncias de fiéis que exigem prestação de contas da Igreja Católica de Goiás. Em dezembro, eles protocolaram denúncia na Promotoria, alegando que a Diocese de Formosa, que abrange 33 igrejas e 20 municípios goianos, não divulgou dados da contabilidade, nem mesmo dos últimos três grandes eventos festivos.
Segundo o Ministério Público, o dinheiro desviado tinha origem em dízimos e doações de fiéis.

Defesa

A reportagem fez contato com a Diocese de Formosa e não havia obtido respostas até a publicação desta matéria. O espaço está aberto para manifestação.

Governo de SP corta transporte de quase 2 mil alunos de escolas do ABC

Governo de SP corta transporte de quase 2 mil alunos de escolas do ABC


Estudantes precisam passar por vias sem calçada e estradas de terra onde serviço não é mais oferecido. Secretaria diz que resultado da licitação do transporte escolar em Santo André foi contestado na Justiça.




Secretaria Estadual de Educação suspendeu o transporte escolar para quem mora a menos de 2 km da escola - e não enfrenta barreiras pelo caminho - em Santo André e outras duas cidades próximas. Até o ano anterior, os mesmos alunos tinham direito ao serviço.


Em Santo André, são 1.265 alunos que perderam o transporte. Em uma escola do bairro de Cidade Recreio da Borda do Campo, a reportagem constatou que os alunos precisam passar por vias sem calçada para chegar à escola. Na volta, muitos estudantes dependem de ônibus - o ponto também não é pavimentado.


Na cidade de Rio Grande da Serra, perto da região do ABC, mais alunos também não podem mais contar com o transporte. Sem ter com quem deixar os filhos, mães e pais precisam levá-los até a porta da escola.


“Por duas vezes nós montamos uma comissão de pais e fomos até a Diretoria de Ensino. Faz mais de 15 dias e não temos nenhuma resposta”, diz o aposentado Romildo Aparecido de Souza, em frente à Escola Estadual Giuseppe Pisoni. Na frente do local, crianças seguravam cartazes pedindo a volta do serviço.


Na Escola Estadual Marli Raia Reis, no município vizinho de Ribeirão Pires, os pais contam que todos os alunos da unidade estão sem transporte. A reportagem constatou que muitos alunos voltam de ônibus sozinhos.


“Eu acho que eles não querem ver as crianças na escola”, diz a dona de casa Katia Lemos da Costa, que leva os seus filhos e os de alguns vizinhos para a escola na cidade, numa caminhada cuja ida dura 25 minutos.




Outro lado

A Secretaria de Educação do Estado diz que a Diretoria de Ensino de Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires pode retomar o transporte escolar dependendo da situação de cada aluno.


Em Santo André, o resultado da licitação do transporte escolar foi contestado na Justiça, mas a previsão é que o problema seja resolvido no curto prazo.



“Nós entramos com um processo de contratação emergencial, estamos correndo esta semana”, disse ao SP1 Ariane Aparecida Butrico, diretora regional de ensino de Santo André. “O que eu acredito é que no máximo até o final do mês a gente consiga já estabilizar essa situação as crianças voltem a ter o transporte regularmente."

Greve dos professores atinge 93% das escolas municipais de SP



Categoria protesta contra a reforma da Previdência dos servidores municipais.

Protesto de professores em São Paulo (SP), esta quinta-feira (08). Concentração em frente à sede da Prefeitura. (Foto: Henrique Barreto/Futura Press/Estadão Conteúdo)

A greve dos professores da rede municipal de São Paulo atinge 93% das 1.550 escolas da administração direta, ou seja, que são administradas pela própria Prefeitura com o auxílio de funcionários públicos. A categoria protesta contra a reforma da Previdência de servidores municipais.
Das unidades de ensino, 46% aderiram à paralisação totalmente, 47% funcionam parcialmente e apenas 7% funcionam normalmente, de acordo com balanço fornecido pela própria Secretaria Municipal de Educação nesta terça-feira (13).
As unidades da administração direta incluem creches, EMEIs (Escolas Municipais de Ensino Infantil) e EMEFs (Escolas Municipais de Educação Fundamental). Outras 1.500 unidades são indiretas e administradas através de convênios com a iniciativa privada.
A Secretaria Municipal da Educação não possui a estimativa de alunos afetados com a greve, mas informa que as aulas perdidas serão repostas e orienta os pais a ligarem para as escolas antes de enviarem seus filhos para confirmar se haverá aula.
No início da tarde desta quarta-feira (14), professores municipais realizavam um protesto na frente da Câmara Municipal, no Viaduto Jacareí. Eles tentavam entrar no prédio para acompanhar a audiência da Comissão de Finanças e Orçamento, que é a porta de entrada dos projetos no Legislativo. O projeto precisa passar por outras duas comissões posteriormente antes de ser votado no plenário.
A greve teve início na última quinta-feira (8). Na mesma data, os professores realizaram um protesto em frente à sede da Prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá, no Centro.

FONTE G1