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MARINA SILVA FOI CHAMADA DE "INCOERENTE" O TEMPO TODO NO JORNAL NACIONAL

STF APROVA TERCEIRIZAÇÃO ATÉ MESMO DE PROFESSORES

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TERCEIRIZAÇÃO IRRESTRITA 

Após cinco sessões, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por maioria, nesta quinta-feira (30), que a terceirização irrestrita é constitucional. Com o entendimento, fica validada para as empresas a terceirização de todas as atividades, incluindo a atividade-fim. Uma escola, por exemplo, poderá terceirizar até mesmo seus professores. Até a sanção da reforma trabalhista, em novembro do ano passado, a legislação só permitia a terceirização da atividade-meio. A nova lei passou a permitir a terceirização irrestrita, mas duas ações sobre o tema tramitavam no Supremo.

Votaram a favor da terceirização irrestrita os ministros Luís Roberto Barroso e Luiz Fux, relatores do caso, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Celso de Mello. Votaram contra a medida Edson Fachin, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello.

Piores condições

Inúmeros estudos revelam que a terceirização proporciona piores condições de trabalho, salários menores e menos estabilidade. Um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), por exemplo, revela que salário de trabalhadores terceirizados é 24% menor do que o dos empregados formais.
O mesmo estudo mostra ainda que terceirizados trabalham, em média, 3 horas a mais por semana do que contratados diretamente e que são os trabalhadores que mais sofrem acidentes de trabalho.


FONTE:https://www.revistaforum.com.br/stf-aprova-terceirizacao-irrestrita/

ESCOLAS DEVEM FICAR ALERTA SOBRE O MOMO, FAMOSO MONSTRO DA INTERNET

O GLOBO

RIO - Pelo menos duas escolas brasileiras enviaram a pais de alunos, nesta semana, comunicados alertando sobre o que ficou conhecido como a "Momo do WhatsApp". A Rede Salesiana Brasil de Escolas, em Brasília, e o Colégio Motivo, no Recife, pediram que os responsáveis pelos estudantes fiquem alerta a "desafios" perigosos que as crianças e adolescentes possam receber por meio do aplicativo de mensagens. Nenhuma das instituições teve casos envolvendo a "Momo", mas preferiram informar os pais sobre o novo "viral" no WhatsApp.

A carta da Rede Salesiana diz que "há noticias de que as crianças e adolescentes são estimulados a telefonarem para a boneca Momo" e, durante a conversa, eles são induzidos a passar seus contatos e informações para "perfis falsos que agem de má-fé". Os tais perfis, então, propõem "desafios que vão do sufocamento até o enforcamento".

"Por isso, alertamos aos pais e/ou responsáveis a estarem cada vez mais próximos de seus filhos e atentos a essa armadilha virtual, que ameaça crianças e adolescentes, usando de sua inocência, aterrorizando as famílias e retirando a paz da sociedade".


O comunidado do Colégio Motivo também destaca que "orientamos as famílias a redobrarem a atenção e dialogarem com seus filhos sobre o assunto".

— Nós enviamos a carta aos pais porque, depois que vimos notícias na imprensa, nos achamos no dever de aconselhá-los para que conversem com seus filhos e não negligenciem esse tipo de "brincadeira" — disse uma porta-voz da assessoria do colégio, por telefone

COMO A 'MOMO' SURGIU
A escultura, exibida em uma galeria de arte do Japão - Reprodução da internet

"Momo" é, na verdade, uma escultura feita em 2016 e exposta na mostra "Ghost", da Vanilla Gallery, em Tóquio, no Japão. Ela representa uma "mulher-pássaro", seguindo uma linha de arte alternativa que une o grotesco e o erótico — muito usada nessa galeria japonesa. O dono do lugar, Tatsumi 

Naito, abriu o salão de arte em 2003 e é responsável por outros estabelecimentos em Tóquio com propostas semelhantes, como um bar temático de terror.

Essa "mulher-pássaro" remete a uma lenda japonesa segundo a qual um ser sobrenatural chamado Ubume incorpora o espírito de uma mulher que morreu durante o parto. Isso faz com que a mãe se prenda a esse plano, e, para acompanhar o desenvolvimento do filho, passe a usar a habilidade de se transformar em diferentes formas ou animais. No caso da escultura, a mulher teria se transformado a algo como um pássaro, com patas, a boca semelhante a um bico e com olhos esbugalhados.

Visitantes da galeria de arte começarama viralizar imagens da inusitada obra na internet, e vários youtubers da América Latina passaram a fazer vídeos sobre a lenda, mostrando a imagem da escultura. Não demorou para que começassem a circular números de telefone, com perfis que usavam o nome "Momo" e a foto da boneca. Há telefones com prefixos de diversos lugares do mundo.

Houve alguns poucos relatos em outros países, como Argentina, de crianças que teriam interagido com um perfil de WhatsApp intitulado "Momo", com a tal imagem, e receberam mensagens violentas e fotos de pessoas feridas e mortas. Há, também, relatos de pessoas que conversaram com a "Momo" e foram pressionadas para passar dados pessoais.

SUPOSTO CASO NO RECIFE


Na última semana, no Recife, a mãe de um menino de 9 anos que se enforcou no quintal de casa disse acreditar que ele tenha feito isso por influência de "desafios" que circulam na internet. A Polícia Civil não descarta a hipótese apresentada pela família, mas informou que espera o resultado de uma perícia no histórico do celular do menino.

De acordo com a delegada Thaís Galba, responsável pelo caso, a mãe reclamou que o filho mal dormiu na noite do dia 14 de agosto porque usou muito o celular. Por isso, na manhã seguinte, ela retirou o aparelho dele e disse que só lhe devolveria no fim de semana. No entanto, naquela mesma noite, o menino se suicidou.

— Em depoimento, o que a mãe me contou foi que o filho tinha um celular e usava a internet, mas ela não percebeu nada de extraordinário no conteúdo acessado por ele. Ela comentou que uma sobrinha dela, que é estudante de Medicina, contou que rolavam na internet desafios de asfixia. A mãe, então, lembrou que Artur mostrou para ela a boneca "Momo" e disse "Olha, mãe, que boneca feia". Eu não tenho essa prova ainda (de que o menino se enforcou por influência de um desafio on-line ou que esse desafio esteja relacionado a perfis de "Momo"). O celular da criança foi enviado ao Instituto de Criminalística e nós por enquanto não descartamos nenhuma hipótese — disse a delegada ao GLOBO no último dia 22.


PARA QUEM PENSA QUE O CANDIDATO JAIR BOLSONARO EXAGERA...




Suposta professora universitária encena para alunos como colocar uma camisinha em um pênis

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Para quem pensa que Jair Bolsonaro exagera quanto fala da doutrinação sexual que o PT e seus seguidores praticaram e ainda praticam nas escolas e nas universidades, vai aqui o meu relato. 

Não vou aprofundar falando que essa doutrinação  que ocorre nas escolas são práticas do comunismo ou do socialismo querendo ganhar espaço através do conflito cultural, limito a dizer que é coisa do PARTIDO que estava e está no poder no decorrer desse conflito com o propósito claro de destruir o que está estabelecido para impor suas ideologias que tornam a população mais receptiva às ideologias de liberdades sexuais e de costumes viciados. Para tanto é necessário destruir valores estabelecidos, em nosso caso, valores CRISTÃOS.
    
Fui professor no Estado de São Paulo e sei muito bem o que ocorria nas escolas, principalmente no período do governo Lula e Dilma, tivemos até pênis de borracha nas salas de aulas, discurso de liberação de drogas,  aborto e  professores aplicadíssimos quando o assunto era sexo e drogas, falavam e incentivavam suas preferências sexuais e até confessavam o uso de drogas e sexo com mais de um parceiros.

Em uma escola aqui no Estado de São Paulo, tivemos casos de professores tão maravilhados com essa liberdade de expressão sexual e de conduta que se empolgaram tanto que fizeram de suas aulas verdadeiros comícios das causas LGBT, do feminismo e da liberação da maconha.
Foi tão forte a doutrinação que tivemos casos de alunos de 10 anos de idade confessando ser gay diante os colegas  da sala. Passado o calor do momento focou um estrago gigantesco  na vida dessa criança! 

Houve, em várias escolas de minha cidade, pais furiosos e diretores perdidos sem saber de que lado ficar,Isso ocorria quando os alunos chegavam em casa relatando o conteúdo da sala de aula. Tivemos professores tão engajados em suas causas que incentivam, crianças a se manifestarem sobre suas opções sexuais tivemos professores relatando suas aventuras sexuais e outro dizendo que não acreditavam em Deus...Foram tempos insanos!  

Temos professores, segundo eles mesmos, mais evoluídos que os outros, que explicavam a ideologia de gênero como verdadeiros simpatizantes do PT e da causa gay. Do outro lado temos professores acuados porque são pessoas que simplesmente não estão engajados e interessados na causa gay ou nas ideias do PT. Esses professores, indiferentes, não podem abrir a boca, porque só pode abrir a boca se for para falar a favor das causas, que tinham no fundo o PT.

O que ocorre nas escolas é que essas ideologias desejam colocar suas ideias sexuais e sua liberdades de comportamentos no lugar dos valores que os alunos trazem de casa, são  conhecimento prévio e valores de sua formação cultural dentro da família, e em sua grande maioria cristã. 

Para quem acha que a ESQUERDA é inofensiva deve ler sobre A REVOLUÇÃO CULTURAL, O MARXISMO CULTURAL que ficara horrorizado com a proposta de destruição dos valores e virtudes cristão através de suas" verdades", seus relativismos e os nivelamentos dos indivíduos e suas inversões de valores para modificar os comportamentos da sociedade e assim implantar o COMUNISMO quando a sociedade estiver bem viciada, frouxa na moralidade e longe dos valores e virtudes cristãos..Para compreender essa LUTA CONTRA O CRISTIANISMO basta observar os programas de governos que são totalmente contra as virtudes e os valores cristãos. Essas propostas são de liberação de drogas, aborto, libertinagem sexual, pedofilia, criação de conflitos entre classes sociais, estimular o conflito etnias e afrontar a sociedade com as opções sexuais, e depois entram como os representantes de "UMA NOVA VERDADE" que é o próprio caos social. Só mesmo dentro de um caos social, fruto da frouxidão moral e da destruição das virtudes cristãs que o comunismo pode perpetuar no PODER.
Para conquistar os desavisados dão o nome de JUSTIÇA SOCIAL, DEMOCRACIA E ESTADO LAICO, porém, impõe e implantam as suas ideologias com base em suas NOVAS VERDADES, inventadas para destruir o Cristianismo e seus valores  que são uma barreira no caminho do comunismo. 

leia também:
 https://www.cidadedemarilia.com/2017/12/filosofo-gramsci-e-o-estrategista-do.html

MEC: Escolas e universidades poderão computar os trabalhos voluntários.

Escolas e universidades poderão contar horas de trabalho voluntário


As diretrizes para que escolas e universidades possam, pela primeira vez, computar nos currículos acadêmicos as horas de trabalho voluntário dos alunos, e assim fomentar cada vez mais essa prática, foram homologadas pelo presidente da República, Michel Temer, e pelo ministro da Educação, Rossieli Soares, na manhã desta terça-feira, 28, em cerimônia em comemoração ao Dia Nacional do Voluntariado, no Palácio do Planalto, em Brasília.
As atividades curriculares ligadas ao voluntário poderão ser acrescentadas à carga-horária mínima, por iniciativa da instituição de ensino, e ser contadas a mais, inclusive, no histórico escolar do aluno. Na Educação Básica, no entanto, a carga horária do voluntariado deverá ser realizada além da carga-horária mínima. De acordo com a resolução homologada, as atividades voluntárias, quando previstas em currículos pedagógicos, serão sempre consideradas atividades extraordinárias, portanto, acessórias, aditivas e complementares ao conteúdo curricular mínimo obrigatório exigido pela regulação específica.
“O que estamos trazendo é a importância de termos agora a possibilidade, de acordo com as próprias instituições educacionais da educação básica e superior, de trazer o voluntariado para dentro dos seus currículos, se desejado pela instituição e, logicamente, pelo próprio voluntário”, explicou Rossieli Soares.
O ministro enalteceu o trabalho realizado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) na homologação da resolução e destacou a parceria do MEC com a Casa Civil para que a educação tenha um envolvimento cada vez maior no voluntariado. “Mais do que trazer os educandos brasileiros para o voluntariado, é o que o voluntariado pode fazer pela educação, pela transformação da educação do Brasil”, explicou Rossieli Soares.
Com homologação das diretrizes, escolas e universidades poderão contar horas de trabalho voluntário (Foto: André Nery/MEC)
Presente ao evento, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, destacou a importância dessa resolução para se reconhecer o voluntariado na formação dos alunos brasileiros. “Esta valorização se dará, inclusive, dentro dos currículos acadêmicos, tendo como princípios orientadores, o desenvolvimento integral dos educandos e a articulação com as comunidades locais e o entorno escolar”, afirmou, lembrando que a resolução busca também promover a utilização dos espaços escolares e universitários para ações voluntárias.
Programas – Rossieli Soares aproveitou a oportunidade para lembrar que programas como o Mais Alfabetização e o Novo Mais Educação são baseados no voluntariado. “Isso é importante porque são os maiores programas de voluntariado do Brasil”, reforçou o ministro. “Hoje estamos com a possibilidade de trazer isso para dentro da educação. É dar um passo significativo de aproximação das nossas escolas com as suas próprias comunidades. A riqueza que os jovens brasileiros poderão ajudar nosso povo, todo o Brasil, mas também o que eles aprenderão com essa lição mágica que é ser voluntário”, finalizou.
Plataforma Digital - Durante a cerimônia foi lançada a plataforma Viva Voluntário. Ela funciona como uma rede social que reúne projetos de voluntariado e permite que as pessoas possam criar perfis e se engajar em atividades de instituições e organizações da sociedade civil. Visando o incentivo à criação de atividades voluntárias, a plataforma promoverá também cursos para voluntários e organizações.
Ao fim da solenidade, o presidente da República, Michel Temer, enalteceu o trabalho voluntariado no Brasil. “Usar a sua vontade para voluntariar-se e ajudar a sociedade é uma das coisas mais grandiosas que cada cidadão pode produzir”, elogiou Michel Temer.
Assessoria de Comunicação Social

SOBRE O KIT GAY QUE AGORA NINGUÉM QUER SER O CRIADOR, O DISTRIBUIDOR E O IDEALIZADOR

25/05/2011 13h21 - Atualizado em 25/05/2011 13h26

Comissão convida Fernando Haddad para explicar 'kit anti-homofobia'

Ministro será questionado ainda sobre erros em livro distribuído pelo MEC.
A comissão também convidou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.


A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara (CFFC) aprovou nesta quarta-feira (25) requerimento que convida o ministro da Educação, Fernando Haddad, para uma audiência onde ele deve tirar dúvidas dos parlamentares sobre o material criado pelo Ministério da Educação (MEC) composto por vídeos e cartilhas contra a homofobia, conhecido como “kit  anti-homofobia”.
Após protestos das bancadas religiosas no Congressso, a presidente Dilma Rousseff determinou nesta quarta-feira a suspensão do "kit anti-homofobia", informou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.
Os membros da comissão pretendem também questionar Haddad sobre os erros de concordância encontrados no livro "Por uma Vida Melhor", distribuído pelo MEC. Na publicação, os autores dizem que o uso da linguagem popular é válida ainda que com erros de concordância. Os parlamentares também pretendem questionar o ministro sobre o problema das merendas escolares.
A comissão também convidou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Os deputados pretendem questioná-lo sobre a acusação de alguns parlamentares de que o Ministério da Saúde (MS) tem incentivado o homossexualismo. A data das reuniões ainda não foi definida.
Um requerimento de convocação do ex-ministro José Dirceu foi rejeitado pela comissão. O deputado Delegado Waldir (PSDB-GO), autor do requerimento, queria ouvir do ex-ministro “esclarecimentos sobre acusações de tráfico de influência”.

25/05/2011 17h06 - Atualizado em 25/05/2011 20h42

'Vai ter mais exclusão e violência', diz líder de ONG sobre suspensão de kit

Material seria distribuído em escolas públicas pelo MEC. 
Segundo ministro, presidente Dilma Rousseff achou vídeo 'inapropriado'.

Organização e movimentos que defendem a causa dos homossexuais veem a suspensão do "kit anti-homofobia" como um retrocesso do governo. O kit, com vídeos e material impresso que estava sendo elaborado a pedido do MEC para distribuição nas escolas foi suspenso nesta quarta-feira (25), por determinação da presidente Dilma Rousseff, após protestos das bancadas religiosas.
Para o presidente do Grupo Arco-Íris, Julio Moreira, o governo tem de ser progressista e investir na cidadania. "O país não pode se subjugar a vontade de apensar um setor, o mais conservador. Você só consegue diminuir o preconceito com a informação. Dessa forma, vai haver mais exclusão e violência.”
Para Moreira, o kit está adequado a abordar o tema e em nenhum momento incentiva o homossexualismo. Na opinião dele, no entanto faltou um debate mais profundo sobre o material. “É um instrumento para se debater o tema dentro das escolas. As pessoas têm de a visão do kit como um instrumento de cidadania.”
Marcelo Gil, presidente da ONG Ação Brotar pela Cidade e Diversidade Sexual (ABCD'S), com sede em Santo André, em São Paulo, considera lamentável a suspensão. "É um retrocesso na caminhada pelos direitos dos homossexuais. É também uma forma de maquiar a homofobia nas escolas."
Em nota oficial, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) declarou:
"Com a suspensão do kit, os jovens alunos e alunas das escolas públicas do Ensino Médio ficarão privados de acesso a informação privilegiada para a formação do caráter e da consciência de cidadania de uma nova geração.
Em resposta às críticas ao kit, informamos que o material foi analisado pelo Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação do Ministério da Justiça, que faz a "classificação indicativa" (a idade recomendada para assistir a um filme ou programa de televisão). Todos os vídeos do kit tiveram classificação livre, revelando inquestionavelmente as mentiras, deturpações e distorções por parte de determinados parlamentares e líderes religiosos inescrupulosos, que além de substituírem as peças do kit por outras de teor diferente com o objetivo de mobilizar a opinião pública contrária, na semana passada afirmaram que haveria cenas de sexo explícito ou de beijos lascivos nas peças audiovisuais do kit.
O kit educativo foi avaliado pelo Conselho Federal de Psicologia, pela Unesco e pelo UNAids, e teve parecer favorável das três instituições. Recebeu o apoio declarado do Centro de Educação Sexual, da União Nacional dos Estudantes, da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, e foi objeto de uma audiência pública promovida pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, cujo parecer também foi favorável. Ainda, teve uma moção de apoio aprovada pela Conferência Nacional de Educação, da qual participaram três mil delegados e delegadas representantes de todas as regiões do país, estudantes, professores e demais profissionais da área.
Ou seja, tem-se comprovado, por diversas fontes devidamente qualificadas e respeitadas, como base em informações científicas, que o material está perfeitamente adequado para o ensino médio, a que se destina."
Papel da escola
A especialista em educação sexual e professora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Mary Neide Damico Figueiró, disse que o material seria mal recebido nas escolas nesse clima de discussão, por isso a decisão de suspendê-lo temporariamente foi prudente.
Mary Neide acredita que o kit poderia ajudar a introduzir o tema nas instituições de ensino desde que houvesse uma formação dos professores. "Hoje os currículos não abordam a sexualidade e a formação fica comprometida. É tarefa da escola trabalhar as variantes da sexualidade e ajudar o aluno a pensar estes temas, no entanto, no caso dos kits, o professor precisaria de um assessoria para trabalhar."
Para Mary, talvez um professor cheio de preconceito não soubesse utilizar os kits e e eles correriam o risco de ficar guardados nas gavetas. "Os professores teriam de reeducar-se sexualmente e rever tabus para ter uma postura tranquila diante do tema."

12/05/2011 11h44 - Atualizado em 12/05/2011 11h44

Projeto de distribuir nas escolas kits contra a homofobia provoca debate

Deputado federal distribuiu panfletos contra a proposta do MEC. 
Unesco analisou o material e deu parecer favorável à sua distribuição.

Vídeos elaborados pelo Ministério da Educação (MEC) que tratam de transexualidade, bissexualidade e da relação entre duas meninas lésbicas deverão ser debatidos em salas de aula do ensino médio no segundo semestre deste ano. O objetivo do material, composto de três filmes e um guia de orientação aos professores, é trazer para o ambiente de 6 mil escolas o "tema gay" como forma de reconhecimento da diversidade sexual e enfrentamento do preconceito.
A proposta de exibir os vídeos nas escolas é um dos pontos polêmicos do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (PNPCDH-LGBT) - um conjunto de diretrizes elaboradas pela Secretaria de Direitos Humanos, em parceria com entidades não governamentais, que visa a promover a cidadania e os direitos humanos da comunidade LGBT. O PNPCDH-LGBT também prevê que se insira nos livros didáticos a temática de famílias compostas por gays, bissexuais, travestis e transexuais - ou seja, que os temas sejam incluídos nas ações de educação integral.
O kit foi elaborado após a realização de seminários com profissionais de educação, gestores e representantes da sociedade civil. O material é composto de um caderno que trabalha o tema da homofobia em sala de aula e no ambiente escolar, buscando uma reflexão, compreensão e confronto. Tem ainda uma série de seis boletins, cartaz, cartas de apresentação para os gestores e educadores e três vídeos. O projeto-piloto está sendo analisado pelo MEC. O plano inicial é distribuir 6 mil kits nas escolas públicas do país ainda este ano.
A questão da homofobia é presente nas escolas, especialmente no ensino médio. Segundo pesquisa da Unesco divulgada em 2004 e raplicada em 241 escolas públicas e privadas em 14 capitais brasileiras, 39,6% dos estudantes masculinos não gostariam de ter um colega de classe homossexual, 35,2% dos pais não gostariam que seus filhos tivessem um colega de classe homossexual, e 60% dos professores afirmaram não ter conhecimento o suficiente para lidar com a questão da homossexualidade na sala de aula.
Deputado lança panfletos contra kit
A proposta, porém, tem provocado reações variadas, reacendendo o debate em torno da conveniência de levar o assunto para dentro das salas de aula. Em panfletos distribuídos em escolas do Rio de Janeiro, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) alega que o MEC e grupos LGBT "incentivam o homossexualismo" e tornam "nossos filhos presas fáceis para pedófilos".
No panfleto, Bolsonaro criticou o MEC. O principal alvo foi o que o deputado apelidou de “kit gay” - filmes e cartilhas contra a discriminação sexual, que o MEC deve começar a distribuir nas escolas de ensino médio no segundo semestre. "Querem, na escola, transformar seu filho de 6 a 8 anos em homossexual", diz o panfleto.
Para o jurista Ives Gandra Martins, alguns pontos do plano podem ser encarados como concessão de privilégios aos gays, bissexuais, travestis e transexuais. De acordo com ele, todas as garantias estão na Constituição e "não há por que exigir um tratamento diferenciado".
A pedagoga Miriam Grinspun afirma que a escola deve debater abertamente o tema da sexualidade. “A escola é para formar, formar o cidadão, aquele homem que é o transformador, o multiplicador. Só posso trabalhar com essas coisas à medida que eu as conheço”.
O presidente do grupo Arco-Íris, entidade de direito dos homossexuais, Júlio Moreira, considera o kit do MEC importante para ajudar o professor a lidar com o preconceito em sala de aula.
“A gente lamenta muito que um deputado federal eleito pelo povo, que deve legislar pelo bem da população, use argumentos tão preconceituosos e usa dinheiro público para fazer materiais que desinformam a população”, afirmou Moreira.
Unesco aprova o kit
A Unesco - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura publicou um parecer favorável à distribuição em escolas da rede pública para alunos do ensino médio de kits informativos de combate à homofobia que fazem parte do projeto Escola sem homofobia, que conta com apoio do MEC. De acordo com o parecer da Unesco, assinado por Vincent Defourny, representante da entidade no Brasil, "os materias do Projeto Escola sem Homofobia estão adequados às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destinam". Diz ainda que este projeto se utiliza do espaço da escola para ariculação de políticas públicas voltadas para adolescentes e jovens, fortalecendo e valorizando práticas do campo da promoção dos direitos sexuais e reprodutivos destas faixas etárias.
O documento conclui que o "o conjunto de materiais foi concebido como uma ferramenta para incentivar, desencadear e alimentar processos de formação continuada de profissionais de educação, tomando-se como referência as experiências que já vêm sendo implementadas no país de enfrentamento ao sofrimento de adolescentes, lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e transgêneros".
12/05/2011 11h44 - Atualizado em 12/05/2011 11h44


Projeto de distribuir nas escolas kits contra a homofobia provoca debate

Deputado federal distribuiu panfletos contra a proposta do MEC. 
Unesco analisou o material e deu parecer favorável à sua distribuição.


Por Ana Flor, na Folha Online: A presidente Dilma Rousseff determinou nesta terça-feira a suspensão da produção e distribuição do kit anti-homofobia em planejamento no Ministério da Educação, e definiu que todo material do governo que se refira a “costumes” passe por uma consulta aos setores interessados da sociedade antes de serem publicados ou divulgados. […]


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Bolsonaro e Magno Malta mostra o livro infantil que a GLOBO não quis mo...





A Globo não quis mostrar esse livro! por que?

BOLSONARO NA GLOBO DIA 28-08-2018

Os jornalistas da Globo não deixaram Bolsonaro mostrar o livro KIT GAY, mas mostrar para crianças nas escolas pode!



A EDUCAÇÃO INFANTIL É UMA GRANDE OPORTUNIDADE PROFISSIONAL

Por Escola São Domingos
 


A Educação Infantil ainda costuma ser vista por muitos como uma fase na qual as escolas oferecem apenas lazer e cuidado para as crianças. Porém, pesquisas relacionadas à infância apontam, cada vez mais, a importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento cognitivo do ser humano ao longo de toda sua vida.

O estudo Neurociência dos Seis Primeiros Anos, publicado pelos neurologistas Amauri e Flávio Bartoszeck, mostra que, nos primeiros anos de vida, quando os pequenos começam a ter experiências fora do ambiente familiar, criam amizades e fazem descobertas. Nesse período o cérebro tem uma capacidade incrível de aprendizagem.



Estudos comprovam que durante os primeiros anos de vida o cérebro possui uma capacidade incrível de aprendizagem (Foto: Divulgação )


Ao nascer, um bebê possui 100 bilhões de neurônios. Desses, a maioria ainda não está conectada entre si no momento do nascimento. Essas conexões neurais (sinapses) serão formadas nos primeiros anos de vida, principalmente em resposta à interação com o ambiente. Por isso, essa etapa da vida, quando o cérebro tem mais capacidade para reter estímulos, merece receber toda a atenção possível de família e escola.


Desenvolvimento do cérebro


Estudos apontam que o número de sinapses no cérebro de uma criança de dois anos é igual ao de um adulto, enquanto no período entre os três e dez anos chega a dobrar. Essa fase, da primeira infância, é percebida, então, como uma “Janela de Oportunidades”.

“Os estímulos recebidos pelas crianças nessa fase têm maiores condições de serem absorvidos e levados para o resto da vida. Atividades que promovem o conviver, o brincar, o participar, o explorar, o expressar e o autoconhecimento são fundamentais”, explica Adriana Romano, Supervisora Geral da Unidade de Educação Infantil e Ensino Fundamental I da Escola São Domingos.


Mãe das pequenas alunas da São Domingos Giovana e Eduarda, respectivamente de 4 e 8 anos, a médica Priscila Pessanha Faria sempre buscou algo a mais na educação de suas filhas. As duas frequentam o ambiente escolar desde os dois anos de idade.


“Acredito que existe um diferencial no processo de desenvolvimento das crianças. A escola entende que tem o papel de estimular esse desenvolvimento e não só deixar as crianças brincando. Elas passam, desde cedo, a participar de etapas de aprendizado, inclusive com estabelecimento de objetivos pertinentes a cada estágio do desenvolvimento do indivíduo”, explica.


A mãe tem notado, com orgulho, o desenvolvimento das filhas: “A Giovana, mais nova, evoluiu na parte comportamental e social. Já desenvolveu uma facilidade maior de aprendizado, evolução na realização de atividades, hábitos e busca de conhecimento”.


Aprender brincando


Na Educação Infantil, as crianças mantêm uma rotina diversificada, sempre envolvendo atividades lúdicas, como brinquedoteca, musicalização, motricidade, letramento digital, aulas de inglês, dentre outras estratégias.



Durante a Educação Infantil, na Escola São Domingos, as crianças mantêm uma rotina diversificada, sempre envolvendo atividades lúdicas, como brinquedoteca, musicalização, motricidade, letramento digital, aulas de inglês, dentre outras estratégias (Foto: Divulgação )


Supervisora Educacional para a Educação Infantil na Escola São Domingos, Rita de Cássia Silva afirma que a escola se torna um espaço de estimulação do desenvolvimento cognitivo dos alunos com uma metodologia ativa, por meio de atividades direcionadas e com intencionalidade pedagógica, permeadas pelo brincar. O desenvolvimento de habilidades motoras, linguísticas e valores dará suporte para que a criança enfrente os desafios futuros com confiança e autonomia. “A criança assimila conhecimentos sociais a partir da brincadeira e atividades assistidas pelos professores. O brincar sempre tem um motivo de desenvolvimento. Toda atividade de educação infantil tem um objetivo alinhado com as potencialidades inerentes à faixa etária”, explica.