Educação Municipal - Marília é destaque na Educação Nacional - Cidade entre as Melhores do País

Veja o desempenho das cidades referência em educação no Brasil:
CidadeNota em educaçãoTaxa de Atendimento à Educação InfantilDistorção idade-série no ensino fundamental (EF)(%)Porcentagem de docentes com curso superior no EF (%)Média de Horas-aula diária no EFTaxa de Abandono no EF (%)IDEB EF (0-10 pontos)
Aspásia (SP)1,000082,5%3,095,57,70,06,1
Birigui (SP)1,000071,5%3,496,15,50,26,3
Fartura (SP)1,000073,3%3,894,15,10,46,5
Gabriel Monteiro (SP)1,000092,6%4,996,26,40,06,3
Junqueirópolis (SP)1,000077,4%2,899,26,10,06,7
Marília (SP)1,000071,7%3,594,15,40,16,0
Nova Guataporanga (SP)1,000070,1%4,490,95,10,06,1
Santa Fé do Sul (SP)1,000084,2%3,696,05,40,06,2
Santa Salete (SP)1,000098,8%2,094,15,00,06,4
Sebastianópolis do Sul (SP)1,000071,6%4,792,95,10,06,8
Taguaí (SP)1,000072,6%3,993,25,90,16,3

As 11 cidades brasileiras que dão um show em educação

Apesar do bom desempenho de algumas cidades, a média nacional teve o pior crescimento no índice FIRJAM de desenvolvimento em dez anos



São Paulo – Das 5,5 mil cidades brasileiras, onze têm algo em comum: excelentes indicadores em educação.
O resultado é do Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), que analisou o desempenho dos municípios, em 2016, em indicadores como atendimento à educação infantil, percentual de docentes com ensino superior no ensino fundamental (EF), taxa de distorção idade-série e posição dos alunos no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
A nota varia de 0 pontos a 1: quanto maior o número, melhor é o desempenho da cidade.
Com nota máxima no setor, dividem o pódio 11 municípios paulistas: Marília, Taguaí, Gabriel Monteiro, Birigui, Santa Fé do Sul, Sebastianópolis do Sul, Fartura, Junqueirópolis, Aspásia, Santa Salete e Nova Guataporanga.
Apesar do resultado exemplar no levantamento, é importante ressaltar que apenas duas entre as melhores têm mais de cem mil habitantes – Marília, com 235,2 mil, e Birigui, com 120,6 mil moradores. As nove restantes têm entre 1,5 mil e 31 mil habitantes.
Já a nota média do Brasil no índice de 2016 foi de 0,7689, uma leve evolução de 0,6% em relação ao ano anterior – ainda assim, o resultado cravou o pior crescimento em dez anos.
Além disso, os indicadores de educação mostram que o país está longe de atingir as metas definidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE). Uma das metas do Ministério para nortear o planejamento do setor, por exemplo, era universalizar a educação infantil na pré-escola até 2016. No entanto, o país alcançou apenas 80,4% no atendimento.
Na avaliação da FIRJAN, apesar de a crise econômica ter impactado nos indicadores, a falta de recursos não foi um problema. “A principal barreira para o desenvolvimento dos municípios é a gestão mais eficiente dos recursos. Sem dúvidas, essas são questões a serem enfrentadas pelos próximos governantes que serão eleitos em 2018”, destaca o relatório. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário