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MARCOS FARTO e CORONEL OLIMPIO carreata em Marília

Em cada Estado: Bolsonaro +50% e ganha no 1º Turno em vários Estados!

Paulo Skaf - Candidato a governador de São Paulo

Santinho de Paulo Skaf - 15 - Candidato a Governador


Paulo Skaf é candidato ao cargo de Governador de São Paulo pelo MDB (Movimento Democrático Brasileiro). Natural de SP - São Paulo, Paulo Skaf tem 63 anos.
Nome
Paulo Antonio Skaf
Idade
63 anos
Nascimento
07/08/1955
Naturalidade
São Paulo - SP
Estado Civil
Casado
Ocupação
Empresário
Grau de Instrução
Superior Incompleto
Situação do Candidato
Apto
Situação da Candidatura
Deferido Com Recurso

KATIA SASTRE - CANDIDATA A DEPUTADO FEDERAL

Policial Katia Sastre - 2240Policial Katia Sastre é candidata ao cargo de Deputada Federal de São Paulo pelo PR (Partido da República). Natural de SP - São Paulo, Policial Katia Sastre tem 42 anos.

 2240 











Santinho de Policial Katia Sastre - 2240 - Candidata a Deputada Federal

Nome
Katia da Silva Sastre
Idade
42 anos
Nascimento
04/04/1976
Naturalidade
São Paulo - SP
Estado Civil
Casada
Ocupação
Policial Militar
Grau de Instrução
Superior Completo
Situação do Candidato
Apto
Situação da Candidatura
Deferido

MARCOS FARTO - CANDIDATO DE MARÍLIA A DEPUTADO ESTADUAL - APOIA BOLSONARO





MARCOS FARTO 17789 

Marcos Farto é candidato ao cargo de Deputado Estadual de São Paulo pelo PSL (Partido Social Liberal). Natural de SP - Marília, Marcos Farto tem 46 anos.

Nome
Marcos Antonio Ribeiro Farto
Idade
46 anos
Nascimento
16/05/1972
Naturalidade
Marília - SP
Estado Civil
Casado
Ocupação
Policial Militar
Grau de Instrução
Superior Completo
Situação do Candidato
Apto
Situação da Candidatura
Deferido

Partido de BOLSONARO esclarece que é necessário escolher o deputado estadual e o deputado federal de sua preferência, digitando seus números completos na urna.






Muitos eleitores têm entrado em contato com o PSL, pelas redes sociais, perguntando se, para garantir uma base forte para Jair Bolsonaro no Congresso, é suficiente votar apenas na legenda, ou seja, no 17. Diante dessa questão, o partido esclarece que é necessário escolher o deputado estadual e o deputado federal de sua preferência, digitando seus números completos na urna. 

Nas eleições majoritárias, para presidente e governador, vote 17 sem medo (exceção no DF, que é 44)! No caso de deputados estaduais ou federais, a eleição é proporcional, e há dois requisitos para que eles sejam eleitos: 

a) o partido deve bater uma meta para alcançar um determinado número de cadeiras; e
b) os deputados do partido devem ter uma votação mínima, equivalente a 10% dessa meta, para conquistar a vaga. Do contrário, ela vai para outros partidos.

Na prática, a regra antiga abria a possibilidade de que políticos que obtivessem poucos votos conseguissem se eleger, "puxados" por uma votação mais expressiva pertencente à legenda. Agora, com a mudança da legislação eleitoral, candidatos que não atinjam uma quantidade mínima de votos não serão eleitos.

Portanto, eleitor, vote no representante, não no partido. O PSL foi a sigla que mais apresentou candidatos neste ano, e você pode conhecer todos eles em nosso site. Caso não tenha um candidato do partido a algum cargo eletivo no seu estado, recomendamos que avalie as opções e escolha aquela que melhor se identifique com os nossos ideais.

PARA SENADOR EM SÃO PAULO - MAJOR OLIMPIO n 177




Esse Ciro Gomes a Mídia não Mostra!

Ciro Gomes xinga e dá soco em Repórter que vez pergunta que não gostou.

Dias Toffoli reage a Jair Bolsonaro sobre urnas eletrônicas

Dias Toffoli reage a Jair Bolsonaro sobre urnas eletrônicas

Fernando Haddad foi ministro da educação e pai do kit gay, agora quer negar a paternidade! por quê?





Fernando Haddad idealizador do kit gay pra de crianças a partir de 5 anos. Agora o candidato Fernando Haddad nega ser pai do kit gay!





A votação continuará a ser eletrônica, mas será impresso um boletim, para conferência do voto.

Voto impresso começa a valer em 2018, mas já é alvo de críticas

   
Patrícia Oliveira | 23/02/2016, 09h02 - ATUALIZADO EM 23/02/2016, 13h32


A impressão do voto será obrigatória a partir das eleições gerais de 2018. Na escolha de presidente, governadores, senadores e deputados, a votação continuará a ser eletrônica, mas um boletim será impresso e arquivado em uma urna física lacrada. Apesar das críticas e da posição contrária do governo, essa medida para permitir a comprovação do voto foi aprovada duas vezes pelo Congresso — na minirreforma política e na derrubada do veto da presidente Dilma Rousseff.
Ao chegar da Câmara dos Deputados ao Senado, em julho, o PLC 75/2015 — que deu origem à Lei 13.165/2015 — já previa a obrigatoriedade de impressão do voto. Entretanto, a Comissão da Reforma Política atendeu uma recomendação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabando com a exigência. Os técnicos do TSE argumentaram que imprimir votos é muito caro.
Quando a proposta chegou ao Plenário do Senado, em setembro, um grupo de senadores, capitaneado por Aécio Neves (PSDB-MG), propôs a retomada da impressão do voto. Aécio argumentou que o processo de votação não deveria ser concluído até que o eleitor pudesse checar se o registro impresso é igual ao mostrado na urna eletrônica. O veto foi derrubado em novembro do ano passado.
A votação continuará a ser eletrônica, mas será impresso um boletim, para conferência do voto. Registrada a escolha na urna eletrônica, uma impressora ao lado mostra o nome e o número do candidato votado. Esse boletim poderá ser verificado pelo votante e o processo só será finalizado quando o eleitor confirmar a correspondência entre o voto eletrônico e o registro impresso. Caso os dados não batam, o mesário deverá ser avisado.
O eleitor não levará o comprovante do voto para casa, nem terá acesso ao papel impresso. O registro impresso será depositado em local previamente lacrado, de forma automática e sem contato manual do eleitor, para garantir o total sigilo do voto.
Em caso de suspeita de fraude, a Justiça Eleitoral poderá auditar votos, comparando o que foi registrado na urna eletrônica e o que foi depositado na urna física.
— Você vai lá, vota em deputado estadual [por exemplo], digita o número, aperta, aí imprime e aparece aquele voto. Daí você confere se está ok, você confirma de novo. Aí é que vai contar o voto —explica Romero Jucá (PMDB-RR), relator da minirreforma eleitoral no Senado.
A adoção desse modelo deve representar impacto financeiro de R$ 1,8 bilhão, segundo estimativa do TSE. Haverá aquisição de equipamentos de impressão e despesas de custeio das eleições, além de possíveis problemas apontados pela Justiça Eleitoral — como falhas, fraudes e atraso na apuração.

Dificuldades

O TSE já avisou que pode pedir ao Congresso que reveja a decisão sobre o voto impresso caso ocorram as mesmas dificuldades registradas em 2002. Naquele ano, uma lei federal determinou a impressão dos votos de todas as seções eleitorais de Sergipe, do Distrito Federal e de 73 municípios espalhados por todas as unidades da Federação.
Cerca de 7 milhões de eleitores votaram em urnas com impressora. Longas filas, falha nas impressoras e substituição de um grande número de urnas foram alguns dos problemas enfrentados. O tempo de votação chegou a dobrar, segundo o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino.
— O eleitor, no momento que vai votar, tem que verificar se o voto que ele registrou na urna, que apareceu na tela, é o mesmo que está sendo impresso. E isso causou atraso, lentidão, filas nas sessões eleitorais. Demora para auditar. O processo não é mais eletrônico, também precisa ser verificado manualmente, onde se tem que manipular os votos impressos para fazer a conferência. Ou seja, o fechamento da votação depende da velocidade do método de manipulação dos papéis — disse.
Janino também ressalta que a Justiça Eleitoral sempre evidenciou seu compromisso da preservação dos dois pilares do processo eleitoral: a segurança e a transparência do processo.

Inovação não tem consenso entre os senadores

O TSE orientou a presidente Dilma Rousseff a vetar a obrigação do voto impresso nas eleições. O principal argumento do governo foi o custo para a implementação do sistema. A exposição de motivos, no entanto, não convenceu os parlamentares.
No dia 18 de novembro, o Congresso derrubou o veto da presidente: 368 deputados e 56 senadores votaram pela retomada do voto impresso.
A adoção do voto impresso em todas as sessões eleitorais é considerada um retrocesso pelo primeiro-vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC).
— Há quase uma unanimidade na Justiça Eleitoral de que cerca de 20% das urnas poderão ter problema durante o processo de votação. Então, a eleição voltaria a ser uma coisa problemática — afirmou.
Os argumentos a favor do voto impresso são de que ele permite auditar o resultado das eleições. Ronaldo Caiado (DEM-GO) destacou que, se houver suspeita de fraude, existe a possibilidade de refazer a contagem dos votos.
— Se você não tem o voto impresso, que garantia terá de que esse resultado possa ser auditado e conferido? Nenhuma. Se não tem como conferir, não tem como confiar.
Aécio Neves ressaltou que a impressão do voto conta com o apoio da maioria dos eleitores e facilita o esclarecimento de alguma dúvida.
— Essa proposta, na realidade, mantém o processo como ele é. Mas permite que, na eventualidade de um magistrado avaliar quaisquer denúncias em relação a um município, a um estado ou a um conjunto de urnas, haja possibilidade a posteriori de alguma conferência, seja por amostragem, seja em determinada urna — disse.

Segurança

Já Donizeti Nogueira (PT-TO) considera a impressão um gasto desnecessário. Ele ressaltou a segurança da votação eletrônica, onde não há qualquer conexão com a internet ou outro meio de transmissão de dados. Isso, na opinião dele, impossibilitaria a invasão da urna por hackers.
— A urna que não tem ligação com nada. É uma peça única e exclusiva ali, na sala, não está interligada com nenhuma rede de comunicação. Eu não vejo necessidade de impressão do voto. Temos um sistema e maneiras para fiscalizar a operação da urna eletrônica com segurança, não precisamos de mais esse dispositivo que vai onerar o país e, provavelmente, fazer com que a votação demore mais — criticou.
João Capiberibe (PSB-AP) votou a favor do voto impresso e rebateu o argumento de que ele vai custar muito caro.
— O Brasil não é mais pobre que a Venezuela, que a Argentina, que a Bolívia. E lá eles têm o voto impresso.
Para Ana Amélia (PP-RS), a impressão do voto na urna eletrônica é um direito do eleitor em relação à democracia.
— E também em relação à segurança de que o nome do candidato que foi digitado deva ser acompanhado também da impressão do voto — afirmou.

TSE já tem rotina contra fraude, mas está aberto a melhorias

Para explicar a segurança do atual modelo de votação eletrônica, o TSE informa que utiliza em todos os estados, desde 2006, uma rotina conhecida como votação paralela. Depois que as urnas são instaladas nos locais de votação, na véspera do pleito, o juiz eleitoral faz um sorteio de algumas delas. As urnas escolhidas — depois de conferidas pelos funcionários da Justiça Eleitoral e pelos presidentes das seções — são retiradas desses locais e levadas para tribunais regionais eleitorais (TREs). Nas salas dos TREs são instaladas câmeras que filmam toda a votação.
— Todos os votos são feitos de forma explícita, ostensiva, gravada e registrada. No final desse evento, verifica-se se aquilo que entrou correspondeu àquilo que saiu. Inclusive existe uma empresa auditando — explicou Giuseppe Janino.
O secretário do TSE diz que a votação eletrônica deu segurança, transparência e muita agilidade ao processo de totalização dos votos e divulgação dos resultados. Em poucas horas o país fica sabendo quem são os candidatos eleitos.
No entanto, para o ministro do TSE Henrique Neves, essa agilidade não é a preocupação primordial do tribunal.
— A missão da Justiça Eleitoral não é dar o resultado em 20 ou 30 minutos. Isso é uma comodidade que se tem no processo. A missão é a segurança e a integridade do voto e da apuração. Se vier rápido, melhor. Nunca entramos em disputa com as emissoras de televisão em dar o resultado antes da boca de urna. Então, se demorar uma hora, um dia ou dois, o importante não é o tempo, e sim a integridade.
Neves disse também que o TSE não é contra nenhuma medida capaz de aperfeiçoar o sistema de votação no Brasil e reiterou que a principal missão do órgão é assegurar a legalidade e a legitimidade do processo eleitoral.
— O tribunal não é o dono nem o senhor da razão. É um órgão criado para evitar fraudes eleitorais, para conduzir o processo eleitoral. Estamos completamente abertos para receber os representantes dos partidos políticos, do Congresso Nacional, da academia e de quem desejar apresentar alguma solução que possa contribuir para o processo eleitoral. Seja de quem for a sugestão, vamos examinar. A posição do TSE é de colaborar e aperfeiçoar o nosso sistema eleitoral.

Para especialistas, mudança pode garantir mais transparência

O voto impresso também é defendido pelo consultor legislativo do Senado Arlindo Fernandes e pelo professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB) Pedro Rezende. Para eles, a medida pode garantir mais transparência nas eleições.
Segundo Arlindo, imprimir o voto é uma maneira de checar a funcionalidade da urna eletrônica e é “da maior importância para o regime democrático”.
Para o consultor, “uma das principais características de uma democracia sólida é a possibilidade de fiscalizar os procedimentos adotados para determinar como se vota e como se apura o voto”.
— O Brasil usa a urna eletrônica de primeira geração, que é a mais simples e a menos segura. Em outros países já estão usando segunda e terceira geração de urnas eletrônicas, que são modelos muito mais avançados e seguros — observou.
Pedro Rezende acrescenta que a urna eletrônica é um computador “que executa rigorosamente aquilo para que foi programado”.
— Se é programado para fazer eleição limpa, ele faz a eleição limpa. Se for programado para fazer eleição manipulada, faz eleição manipulada. O voto que foi mostrado para candidato “A” pode ser somado para candidato ”B” e ninguém tem como ver isso, porque isso está acontecendo dentro dos circuitos eletrônicos — adverte.

Projeto de Bauer estabelece sorteio de urnas para conferência

Mudanças no voto impresso estão previstas em um projeto em análise no Senado. Paulo Bauer (PSDB-SC) apresentou proposta para que todas as urnas tenham um mecanismo que possibilite a impressão. No entanto, nem todos os votos precisariam ser impressos.
Segundo o PLS 392/2014, que se encontra na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), apenas 3% das urnas de cada zona, sorteadas pelo juiz eleitoral na manhã do  dia da eleição, mas antes da votação, teriam os votos impressos conferidos com o boletim de urna. Ninguém saberia de antemão quais máquinas teriam a obrigatoriedade do voto impresso.
De acordo com Bauer, essa amostragem permitiria um processo eleitoral protegido contra a pirataria e contra a invasão no sistema de software. O senador defende o aperfeiçoamento do sistema eletrônico de votação, mas sem retrocessos.
— Nossa sugestão, com certeza, é um aperfeiçoamento que não vai aumentar custos, não vai gerar problemas. Vai apenas assegurar que nós tenhamos um sistema ainda mais confiável — considera.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Na urna eletrônica quem vota não é você, é a máquina que vota por você!...


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resumo da notícia:

Na urna eletrônica quem vota não é você, é a máquina que vota por você!..qual é a sua garantia!
porque não pode imprimir o comprovante de votação?


Nem os americanos querem. As tais urnas eletrônicas
Laerte Braga
Rebelión
O Estado da Califórnia proibiu o uso das máquinas de votação eletrônica fabricadas pela empresa Diebold, a mesma que fornece máquinas semelhantes para o Brasil.

Parlamentares, especialistas em computação, organizações voltadas contra fraudes eleitorais, nos Estados Unidos, iniciaram uma campanha nacional contra a utilização das referidas máquinas. Cerca de 50 milhões de eleitores naquele país vão se utilizar do sistema e, literalmente, está se afirmando que as urnas dão os resultados desejados pelos donos.

Existem perguntas que não foram respondidas até hoje pelos defensores incondicionais do sistema adotado no Brasil e exportado para vários países do mundo.

Por exemplo: por quê não o voto impresso, como forma de garantia do eleitor? Como está, a máquina não permite recontagem, pois assumiu contornos de infalibilidade.

O ministro presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Nelson Jobim, indicado por FHC, figura controvertida e várias vezes apontado como responsável por decisões no mínimo contraditórias daquele Corte, foi o principal defensor da perfeição do sistema adotado a partir de seu trabalho como presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Jobim trabalhou escancaradamente junto ao Congresso, para evitar que projetos de lei que buscavam dar transparência ao sistema fossem aprovados ou adotados.

A confiança absoluta na tecnologia que, nesse caso, é também um atentado à democracia, por eliminar toda e qualquer forma de controle. De transparência.

Organizações de direita e braços do terrorismo norte-americano, já imaginam um controle sobre um eventual referendo na Venezuela, através da OEA, com a utilização das ditas máquinas.

O sistema eleitoral inglês é o da tradicional cédula. Da contagem voto a voto.

A fraude no Brasil em determinados momentos assume contornos inacreditáveis. As eleições para o governo de Brasília foram, no mínimo, passíveis de anulação, quando descobertas máquinas de votação em poder de cabos eleitorais do atual governador, Joaquim Roriz, apontado como um dos políticos brasileiros mais corruptos nos últimos tempos.

Padre João, prefeito de uma pequena cidade mineira, Urucânia, dizia num seminário político que um projeto de tratamento do lixo implantado com preocupações ambientais em sua cidade, repito, uma pequena cidade, trouxe à mostra uma evidência muito maior de destruição ou fraude, que a máquina eletrônica: as tecnologias destrutivas, predatórias, voltadas para o poder das elites, sua conservação, tudo o sob rótulo de modernismo, avanço, progresso, gerando um suicídio lento, gradual, mas constante da humanidade.

Tanto falou de tecnologias voltadas para a agricultura como fator de contaminação, como se referiu, no todo, ao desvario da tecnologia entronizada como substituta do homem.

A máquina a serviço das classes dominantes, atingindo o ápice ao subordinar o processo eleitoral a perfeição do controle exercido sobre as classes dominadas, tudo com roupa bonita e passadinha de democracia.

Mais uma vez Saramago, em "Ensaios sobre a Lucidez", nos mostrando que a democracia é uma farsa.

Uma história da carochinha contada no dia a dia de cada um pela estrutura de comunicação do poder, os principais veículos aqui e em qualquer lugar, mas onde as fadas são bruxas disfarçadas.

Nelson Rodrigues costumava dizer que o "vídeotape é burro".

Os homens do poder sabem que a máquina é burra.

Vai sempre fazer o que eles mandarem.

As questões e dúvidas levantadas nos Estados Unidos poderiam ser levantadas no Brasil. Um amplo debate público. Há setores organizados na luta contra o modelo de voto eletrônico adotado aqui e que, várias vezes, demoliram os argumentos de Jobim e dos defensores das máquinas.

Têm buscado de forma quase heróica trazer a questão a público e suscitar esse debate. Alguns, em determinados momentos se viram ameaçados de prisão por terem contestado o caráter absoluto que se conferiu ao voto eletrônico.

Os meios de comunicação, falo dos maiores, braços do poder, não tocam no assunto. Vez por outra, mas via de regra de maneira ufanística, chegando ao ridículo de dizer que exportamos democracia.

A máquina de votar é a prova pronta e acabada de outra constatação de Saramago (sempre importante falar, repetir, quem sabe um dia...): "a gente vota para mudar e não muda nada, continuamos sendo governados pelo FMI".

Isso é o óbvio. A máquina é só a ponta final, o toque refinado dos donos para manter a farsa e vender a idéia que esse sistema de votação representa progresso, uma importante conquista tecnológica.

Será interessante aguardar o desfecho do processo nos Estados Unidos. Afinal, lá tem Bush, eleito, justamente, num instante de fraude.

https://www.rebelion.org/hemeroteca/brasil/040531braga.htm

Cantor José Augusto declara apoio a Jair Bolsonaro e explica o motivo

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Emocionado, Bolsonaro fala PELA PRIMEIRA VEZ ao público após atentado

Bolsonaro denuncia fraude na eleição de outubro

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Após atentado Bolsonaro fala ao público pela primeira vez.

Desmascarando o Grupo Mulheres Unidas Contra Bolsonaro! Números FAKES!!!

MULHERES CONTRA BOLSONARO: CONHEÇA A VERDADE POR TRÁS DESTA FAKE NEWS.

CAPITÃO VOLTOU! Bolsonaro mostra GRANDE PROGRESSÃO no hospital

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Para Jair Bolsonaro



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Deus, Pátria, Família e Liberdade
(Para Jair Bolsonaro)

Deus acima de todos”
Porque Deus é a lei que rege
O destino dos homens
E Deus nos conhece e sabe dos nossos caminhos
Mesmo antes de sermos formados no ventre de nossa mãe.

Pátria Brasil, porque essa terra
É o pulmão e o coração do mundo,
Aqui surgirá um novo caminho
Para a humanidade.

Família, porque Deus disse
Crescei e multiplicai-vos,
Porque a família é a célula
Mãe da sociedade.

Liberdade não é insanidade social,
Nossa liberdade consiste em viver livre
De toda a forma de vício que oprime e destrói,
Como sempre ensinou o nosso legado cultural.                     

Na vontade de Deus,
Nas virtudes e nos valores cristãos
Somos amorosos e compreensivos
Porque o maior ensinamento de Jesus
É o amor e a compaixão,

Mas, quando foi preciso,
Nosso Mestre Jesus,
Com um chicote na mão,                       
Colocou para fora do templo os vendedores
Profanavam o que é sagrado.

José Nunes Pereira

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Supremo não autoriza o "homeschooling" educação domiciliar

Resultado de imagem para educação domiciliarSenado analisa regulamentação da educação domiciliar

   
13/09/2018, 15h04 - ATUALIZADO EM 13/09/2018, 15h31
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nessa quarta-feira (12) não autorizar a educação domiciliar, o chamado "homeschooling". Para a maioria dos ministros, alterações no Sistema Nacional de Educação devem ser feitas pelo Poder Legislativo. Dois projetos do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) tratam do assunto. Um deles deixa claro no Código Penal que não é crime de abandono intelectual ensinar as crianças em casa (PLS 28/2018). O outro regulamenta a educação domiciliar (PLS 490/2017) para permitir às famílias adotarem essa modalidade de ensino.
Ouça mais detalhes no áudio da repórter da Rádio Senado, Iara Farias Borges.

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Jogar um contra o outro é de coisa comunista. Eles descobriram  que devem atacar na formação cultural e religiosa da população,  separar, criar conflitos e desunião para depois pousar de REPRESENTANTES desse ou daquele grupo, e assim GANHAR O PODER E LÁ PERMANECER o tempo que aguentarem. 

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CENA DE NOVELA DA GLOBO CAUSA POLÊMICA FALANDO DE PROFESSORES CONCURSADOS



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A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) divulgou na segunda-feira 3 uma moção de repúdio à Rede Globo de Televisão devido a uma cena veiculada pela novela O Tempo Não Para, exibida às 19h.

No capítulo levado ao ar no dia 1 de setembro, a personagem Marocas, interpretada pela atriz Juliana Paiva, visita uma escola em companhia de Miss Celine, interpretada pela atriz Maria Eduarda de Carvalho, em busca de vagas para suas irmãs. Miss Celine tem a intenção de arrumar um emprego na instituição.
O pedido de vaga é negado pela diretora que afirma que a unidade está lotada. Quanto à oportunidade de emprego, a gestora explica que a escola municipal só contrata professores  concursados, norma desconhecida pelas personagens. [a trama conta a história de uma família que congela em 1886 e desperta nos dias atuais].
Ao explicar que, para lecionar, os professores devem prestar concurso e, se aprovados, são encaminhados para unidades da rede, a diretora é questionada por Miss Celine. “Eu não entendo, para que tantas complicações? Por que simplesmente não avaliam a competência dos candidatos, a expertise? Seria muito mais inteligente, mais ágil e todos ganhariam com isso”, coloca a personagem.
A cena continua com uma conversa entre Marocas e Miss Celine que volta a dizer que não entende o porquê de tanta burocracia para contratar um professor. “Não seria muito mais simples escolher entre os candidatos o mais capaz?”, ao que responde Marocas, “é de fato muito curioso…mil e uma exigências para nada. A escola que visitamos estava caindo aos pedaços, não tinha material para os estudantes e os professores não estavam lá porque recebem pouco. Eles são funcionários públicos, recebem através de impostos pagos pelo povo, que não é retribuído na forma de uma educação adequada”.