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PRICING - Estratégias de Precificação

 

PRICING - Estratégias de Precificação - Com Dr. Clóvis Padoveze - Doutor em Controladoria e Contabilidade (FEA/USP) - Autor de diversos livros na área de controla

CONDIÇÃO ESPECIAL: FAÇA A SUA INSCRIÇÃO HOJE!! Vagas limitadas!
Investimento: 2.550,00 reais. Para inscrições PAGAS até o dia 02/05.
PARTICIPE ou SOLICITE UMA PROPOSTA IN COMPANY - Luciana Souza - Fone: (11) 3323-9597.
*caso não seja respondido o seu email, favor entrar em contato por telefone!*

Dia: 15/05 - PRICING - Estratégias de Precificação
Objetivos: Apresentar um painel geral das diversas abordagens de precificação, considerando os conceitos mais recentes dos diversos autores e empresas.
Dentro do treinamento também serão apresentados modelos para determinação dos preços, bem como a estrutura necessária para acompanhamento
dos resultados dos preços obtidos, dentro do objetivo de criação de valor empresarial.
Apresentado por Clóvis Padoveze - Doutor em Controladoria e Contabilidade (FEA/USP),

Data: Dia 15 de maio de 2018.
Local: Mercure Moema
End: Av. Lavandisca 365 – Moema – SP.

Investimento: 2.750,00 reais.
Investimento: 2.550,00 reais - Para inscrições PAGAS até o dia 02/05.
Carga horária: 08 horas.
Horário: 1º Dia – 8h30 Credenciamento - 9h às 18h Curso.
Formas de pagamento: Depósito, Boleto ou Nota de Empenho.

Estão inclusos: Material, almoço, coffee break, certificado e estacionamento.

INSCRIÇÕES e Informações: Luciana Souza . Fone: 11 3323-9597 - Skype: lucianasouza61.
Importante Emails de Contato: dv.treina@gmail.com e luciana.treina@gmail.com (Solicite a ficha de inscrição).
Obs: Confira por telefone o recebimento do seu email!

Público alvo: Responsáveis nas empresas pelas decisões de preços, de comercialização e marketing, controllers e gerentes de custos e formação de preços de venda.

A decisão sobre preços de venda é a decisão mais importante de uma organização no processo de criação de valor para a empresa e para os acionistas. Por ser a decisão mais importante, ela ambienta-se dentro da estratégia.
Não é possível dissociar a estratégia da política de preços. Excetuando-se algumas situações especiais (preços de commoditties de recursos naturais, por exemplo), todas as empresas, sejam elas industriais, comerciais ou de serviços, tem a possibilidade de trabalhar os preços de seus produtos e serviços de várias maneiras, considerando os diversos clientes, a segmentação dos mercados, a concorrência etc., na busca do melhor resultado econômico empresarial.
Os aspectos mercadológicos e da psicologia do consumidor são fundamentais no processo decisório de decidir sobre os preços de venda. Eles devem ser cuidadosamente estudados para que o valor percebido pelo consumidor seja alcançado.
Os custos dos produtos e serviços são importantes apenas como parâmetros ou pisos de preços. O objetivo da precificação é aumentar a lucratividade dos produtos e a rentabilidade dos acionistas.

Programa

Módulo I – O Poder dos Preços de Venda
Preço e Valor
Criando valor para o Cliente
Preços de Venda, Custos e Lucros
Do valor percebido pelo consumidor para obtenção dos lucros
Preços e estratégia competitiva
O estrategista de preços

Módulo II – Modelos de Decisão para Gestão de Preços de Venda
Decisões orientadas pelo mercado
Decisões orientadas pela Teoria Econômica
Decisões orientadas pelos custos
Precificação e comercialização hedônica

Módulo III – Componentes Mercadológicos dos Preços
Criação de Valor: a fonte da vantagem dos preços
Estrutura de preços
Política de preços
A psicologia da determinação de preços
Compreendendo e usando a elasticidade
Negociando preços com os clientes
Análise da indústria e concorrência

Módulo IV– Estruturação do Modelo Geral de Formação de Preços
Como calcular os investimentos necessários para os diversos produtos
Como calcular a margem necessária para os diversos produtos
Como calcular a rentabilidade desejada pelos acionistas e sua aplicação na formação dos preços
A utilização da margem de contribuição para gestão de preços de venda
Aspectos tributários e legais

Módulo V – Implementação Dentro da Organização
Mesa depricing
Desenvolvendo programas de determinação de preços
Modelo de acompanhamento das decisões de preços
Análise financeira: preços para lucros
Política de preços em um mercado competitivo
Mensurando a sensitividade de preços

Apresentado por Clóvis Padoveze - Doutor em Controladoria e Contabilidade (FEA/USP),
acumulando como executivo mais de 20 anos de experiência.
Ex-Controller das Indústrias Romi S/A. Autor de diversos livros na área de controladoria.
Autor dos livros: Controladoria Estratégica e Operacional, 2ª. edição, Editora Cengage, 2009; Curso Básico Gerencial de Custos, 2ª. edição, Editora Pioneira Thomson, 2006; Controladoria Básica, 2ª. edição, Editora Pioneira Thomson, 2010; Análise das Demonstrações Financeiras, 3ª edição, Editora Cengage, 2011; Controladoria Avançada, Editora Pioneira Thomson, 2005; Introdução à Administração Financeira, 2ª. edição, Editora Cengage, 2011; Planejamento Orçamentário, 2ª. Ed., Editora Cengage, 2009; Introdução à Contabilidade – com abordagem para não contadores – Editora Pioneira Thomson, 2006; Administração Financeira de Empresas Multinacionais-Introdução, Editora Pioneira Thomson, 2006; Contabilidade Gerencial – Texto e Exercícios – 7ª edição, Editora Atlas, 2010; Sistemas de Informações Contábeis – 6ª edição, Editora Atlas, 2009; Manual de Contabilidade Básica – 7ª edição, Editora Atlas, 2009; Orçamento Empresarial – novos conceitos e técnicas – Editora Pearson, 2009; Gerenciamento do Risco Corporativo em Controladoria – Editora Cengage, 2008.
Fundamentos de Contabilidade – Princípios – Editora Cengage, 2009; Fundamentos de Contabilidade – Aplicações – Editora Cengage, 2009; Contabilidade Societária e Empresarial – Editora Iesde, 2010; Contabilidade Gerencial – Editora Iesde, 2010; Sistemas Contábeis – Editora Iesde, 2010, Manual de Contabilidade Internacional Editora Cengage, 2011, Orçamento Empresarial, Coleção BUP, Editora Pearson, 2012, Contabilidade de Custos – Editora Cengage, 2013, Custo e Preços de Serviços – Editora Atlas, 2013

Reservamos o direito de alterar o programa sem aviso prévio

Aguardamos o seu contato,

Luciana Souza
Tel.: + 11 3323-9597

A POSSIBILIDADE DE REVISÃO CONTRATUAL EM RAZÃO DA ABUSIVIDADE DOS JUROS PRATICADOS POR INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS


A POSSIBILIDADE DE REVISÃO CONTRATUAL EM RAZÃO DA ABUSIVIDADE DOS JUROS PRATICADOS POR INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS


JOÃO CARLOS FAZANO SCIARINI. Advogado. Pós-graduado em Direito Civil e Processo Civil pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Pós-graduado em Direito Previdenciário pela Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA). MBA em Direito do Trabalho e Direito Previdenciário (cursando). Aborda atualidades ligadas ao Direito.





O Brasil passa por forte crise econômica atual, e a necessidade de socorrer-se a grandes instituições financeiras, traz à tona verdadeiros abusos praticados por estas em face dos consumidores que além de enfrentarem a crise, ainda são submetidos a juros completamente fora da realidade do mercado, onde os consumidores, polo mais frágil da relação contratual, se veem obrigados a socorrer-se do Poder Judiciário, buscando a observância dos princípios e leis que norteadores das relações de consumo, dando-lhes assim, o correto e justo equilíbrio.
Os patamares praticados atualmente nas taxas de juros contratuais de instituições financeiras, contrariam a função social dos contratos, sendo que este em sua razão de ser deveria atender o interesse da coletividade e da produção, por ser um serviço indispensável ao desenvolvimento social, já que fornece crédito para a produção e multiplicação do capital disponível no mercado financeiro, ou seja, para sua justa e legal aplicabilidade, deve-se observar com verdadeira sensatez a disciplina legal dos juros.
Vale lembrar que as instituições financeiras não se submetem aos limites da Lei de Usura o que também perdeu força diante da súmula nº 596 do STF a qual expressa que não se podem aplicar as disposições do Decreto ora citado às taxas de juros e a outros encargos feitos em operações financeiras, encarecendo, e muito, os contratos pactuados.
Desde sua promulgação, empréstimose contratos em geral das instituições financeiras, passaram a conflitar diretamente com as normas disciplinadas no Código de Defesa do Consumidor, principalmente no que diz respeito à: a) existência de vantagem manifestamente excessiva; b) fixação de obrigações unilateral; c) ausência prévia de pacto dos encargos; d) usura; e) anatocismo; f) cláusulas potestativas e abusivas; g) enriquecimento ilícito, etc.
Por esta razão, todos os contratos celebrados a partir da criação da Lei n.º 8.078/90, desde que relacionados às relações de consumo, não podem passar ao largo de suas preceituações, ainda que celebrados sob a égide da lei civil comum. Neste ponto, vale destacarque os serviços prestados pelas instituições financeiras aos seus clientes, dentre eles os contratos de concessão de crédito, serão regidos pelas normas do CDC, de acordo com a já pacificada jurisprudência.
Em suas defesas, as instituições financeiras alegam sobre a impossibilidade de revisão contratual, sob o pobre argumento de que “as partes teriam anuído com o seu conteúdo” ou sob a alegação do princípio “pacta sunt servanda (o contrato faz lei entre as partes)”,no entanto, não é aceitável, frente aos modernos postulados e à evolução do direito, invocar-se obediência cega ao referido princípio para subjugar a parte contratante mais fraca aos efeitos de cláusulas que contenham, realmente, onerosidade tão excessiva que chega a desequilibrar o sinalágma do negócio jurídico, neste sentido o Art. 6º do CDC esclarece que:
“Art. 6º. São direitos básicos do consumidor: V – a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;”


Necessita-se atenção os contratos pactuados pelas instituições financeirasque, em regra, são contratos de adesão, já que suas cláusulas são previamente estabelecidas unilateralmente sem oportunizar aos consumidores qualquer possibilidade de discussão ou alteração.


A VIOLAÇÃO AO PRINCÍPIO DA BOA-FÉ E O DIREITO DE INFORMAÇÃO


Pelo princípio da boa-fé objetiva temos a fundamentação jurídica do direito no que diz respeito a informação plena, inclusive sobre o preço que é pago pelo produto ou serviço que se está adquirindo.
A boa-fé é norma de comportamento descrita nos artigos 4º, inciso III, e 51, inciso IV, do Código de Defesa do Consumidor, que positiva três deveres principais dos contratantes: um de lealdade e dois de colaboração, que são, basicamente, o de bem informar o consumidor contratante sobre o conteúdo do contrato e o de não abusar da outra parte.
Ainda assim, na maioria das vezes, as instituições financeiras violam o princípio da boa-fé objetiva que é o fundamento jurídico do direito à informação plena, inclusive sobre o preço que é pago pelo produto ou serviço que está sendo adquirido.
As cláusulas abusivas são as principais responsáveis pelo desequilíbrio contratual e tem-se que o contrato deve ser revisto de forma que não seja aplicada a cobrança de juros excessivos e valores extorsivos, em obediência aos princípios da transparência, equidade e boa-fé contratual.
Há de se ressaltar que, embora não exista mais limitação de juros em 12% contido no artigo 192, § 3º da CF, a jurisprudência pátria vem considerando a utilização da taxa média de mercado, emitida pelo Bacen, como ponto de equilíbrio nas relações contratuais.
Vale ainda destacar que em muitos dos casos, existe, pelo excessivo abuso nas taxas de juros, a possibilidade de além de revisar o contrato, ainda repetir o indébito (valores indevidos em razão da abusividade das taxas) e ainda ser indenizado pelo dano moral sofrido em razão do abuso contratual e desrespeito com as normas consumeristas.


Contatos: <jcsciarini@gmail.com> | 018 99727-2797 (atendimento via Whatsapp)




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TRANSFORMAÇÃO DA APOSENTADORIA: UM NOVO HORIZONTE PARA UMA APOSENTADORIA MAIS DIGNA







João Carlos FazanoSciarini. Advogado. Pós-graduado em Direito Civil e Processo Civil pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Pós-graduado em Direito Previdenciário pela Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA). MBA em Direito Previdenciário e Direito do Trabalho pela Ajurídica. Aborda atualidades ligadas ao Direito.


TRANSFORMAÇÃO DA APOSENTADORIA: UM NOVO HORIZONTE PARA UMA APOSENTADORIA MAIS DIGNA


Apesar do duro golpe que os trabalhadores já aposentados sofreram do Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgar improcedente a possibilidade de o aposentado incluir em sua aposentadoria as contribuições vertidas ao INSS após sua aposentação, nasce um novo instituto legal que auxilia os segurados que continuam no mercado de trabalho formal, após aposentar-se.
Os contribuintes que mesmo aposentados, continuarem recolhendo para a Previdência Social,poderão ter o direito a uma nova aposentadoria, diferente da atual, sem o fator previdenciário e com um valor corrigido. Não se trata de acumulação,mas sim de renúncia do atual benefício com a concessão de uma outra espécie de aposentadoria. O instituto é conhecido como “transformação de aposentadoria”.
A ação defendida inclusive por doutrinadores renomados na área previdenciária, como é o caso do procurador federal do INSS Hermes Arrais Alencar em sua brilhante obra “O Instituto da Transformação de Benefícios Previdenciários do RGPS” (Ed. Conceito).
Na “transformação de aposentadoria” o aposentado não requer a somatória dos tempos de contribuição, mas que sejam consideradas para uma nova aposentadoria o período posterior pago ao INSS (após a aposentadoria por tempo de contribuição), completamente diferente da tese da desaposentação que somava todo o período (anterior e posterior à concessão do benefício).
Decisão recente em São Paulo, mantida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região, garantiu a concessão de benefício maior para uma segurada da Capital paulista. A diferença obtida em relação ao benefício anterior foi de 286%. No caso, o valor da nova aposentadoria determinado pela Justiça foi de R$ 4.020,50. A segurada recebia originalmente R$ 1.040,83. Além disso, receberá atrasados gerados no processo judicial, de aproximadamente R$ 250 mil reais.
Importante destacar também que é preciso, no entanto, que o segurado cumpra requisitos básicos para pedir a transformação: Na maioria dos casos, tem de comprovar 180 contribuições posteriores à concessão da aposentadoria original, ter 65 anos de idade se homem e 60 se mulher e renuncie ao benefício que vem recebendo.
Outra possibilidade é o aposentado que tenha obtido sua aposentadoria com a aplicação do Fator Previdenciário (fórmula matemática que objetiva a redução dos benefícios) que em muitos casos, reduz o benefício em mais de 40% e veio ficar inválido. Neste caso pode-se requerer a transformação da aposentadoria por tempo de contribuição para outra por invalidez, que não tem a aplicação do fator previdenciário. Na transformação de aposentadoria o segurado se tornará um ex-aposentado e no mesmo ato, após sua renúncia, poderá desfrutar do direito de obter sua nova aposentadoria, diferente da anterior.
A própria autarquia previdenciária aplica de forma administrativa a transformação de benefício, como nos casos de auxílio-doença que se transformam em aposentadoria por invalidez e aposentadorias por invalidez que se transformam em aposentadorias por idade quando satisfeito o requisito etário e carência.
Vale esclarecer também que, em razão de entender os efeitos como ‘ex nunc” (para frente), além do caráter alimentar do benefício, direito adquirido aos recebimentos e boa-fé, o Superior Tribunal de Justiça também é contrário à devolução de valores recebidos pelo aposentado em casos de renúncia.
Tratando-se, assim, de nova possibilidade dos segurados do Regime Geral da Previdência Social em obterem uma aposentadoria mais digna.


Contatos: jcsciarini@gmail.com | 18 99727-2797

GRUPO PERCICLANDO NO JAPAN FEST













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O grupo Perciclando formado por Lucas, Leonardo, Iago, Mariana, Bruno, Jorge e Eduardo, se apresentou e venceu o quadro "Se Vira Nos 30" do "Domingão do Faustão" em rede nacional no dia 22/12/2013.