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Poesias Místicas : A Melhor Proposta

Poesias Místicas : A Melhor Proposta: Deus tem sempre a melhor  proposta para nossas vidas, Mas o mundo, quando somos jovens,  Nos propõe sonhos e  ilusões... Deus tem sem...

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Hasta el final (Video Oficial) - Mariela Samayoa

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Venezuela em alerta máximo

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As 10 dúvidas mais frequentes sobre a Lei do Estágio

Programa de estágios em 2019 – Companhia de Estágios

As 10 dúvidas mais frequentes sobre a Lei do Estágio

A legislação referente aos estagiários (Lei 11.788, de 25 de setembro de 2008) serve para proteger o estudante e delimitar seus direitos e deveres com relação à empresa contratante. Muitas questões surgem na hora de procurar por uma colocação e a Companhia de Estágios reuniu algumas para sanar suas dúvidas:
  1. O que é estágio?
É uma atividade de aprendizagem social, profissional e cultural proporcionada ao estudante pela participação em situações reais de vida e trabalho em seu meio, podendo ser realizada junto a empresas públicas ou privadas, sob responsabilidade e coordenação da instituição de ensino.
  1. Quem pode ser estagiário?
Geralmente alunos matriculados que frequentem cursos de educação superior, médio (regular ou supletivo), técnico e educação especial, aceitos por empresas públicas ou privadas, órgãos de administração pública e instituições de ensino, para o desenvolvimento de atividades relacionadas à sua área de formação.
  1. Quais as obrigações trabalhistas referentes ao estágio?
O estágio não possui vínculo empregatício e possui uma legislação específica. Não é cadastrado no PIS/PASEP (Programa de Integração Social/ Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), não é contemplado com 13º salário e possui aviso prévio a ser combinado no termo de compromisso, em caso de desligamento. O estagiário também não possui obrigações relativas a contrato de experiência, contribuição sindical, aviso prévio, 1/3 sobre férias e verbas rescisórias. O estagiário não precisa contribuir com INSS nem FGTS.
  1. O estagiário pode receber os mesmos benefícios que um funcionário efetivo recebe?
Caso a empresa queira fornecer sim, mas isso não cria vínculo empregatício. De acordo com a legislação, os benefícios do estagiário são: auxílio transporte, recesso remunerado proporcional e bolsa auxílio; para estágios não obrigatórios. Também é direito do estagiário a redução da carga horário em período de provas, nesse sentido, as duas ocupações não podem ser igualadas.
  1. Como seguir corretamente a lei e estagiar sem vínculo empregatício?
Para que não haja irregularidades é necessário elaborar um Termo de Compromisso de Estágio (TCE), em conjunto com um Acordo de Cooperação (Instrumento Jurídico). Além disso, a empresa deve verificar a regularidade da situação escolar do estudante: a conclusão, o abandono ou o trancamento do curso impedem a continuidade no estágio.
  1. É obrigatório o registro do estágio em carteira de trabalho?
A lei não trata do registro, mas de acordo com o Ministério do Trabalho a anotação em carteira não é necessária. Caso a empresa decida registrar, é preciso utilizar a parte de “Anotações Gerais” abordando os seguintes dados:
  • Curso frequentado pelo estudante;
  • Nome da instituição de ensino em que está matriculado;
  • Nome da empresa contratante;
  • Datas de início e término de estágio assinadas pela empresa.
  1. O estagiário pode receber comissão ou ajuda de custo para fazer viagens e horas extras?
Despesas eventuais com viagens curtas ou trabalhos externos que não prejudiquem o horário escolar poderão incluir reembolso das despesas extras. Ao estagiário não cabem horas extras, a carga horário é delimitada em até 4 horas para estudantes do ensino médio e até 6 horas para estudantes de nível superior.
  1. Pode ser concedido intervalo durante o estágio?
Sim. O estágio também deve ter intervalo e este deve ser citado no Termo de Compromisso do Estágio, mas o período do intervalo não está computado nas horas trabalhadas.
  1. O termo de compromisso de estágio pode ser rescindido antes do término?
Sim, por ambas as partes, de forma unilateral. Segundo cláusula no Termo de Compromisso do Estágio ou solicitação da instituição de ensino em caso de irregularidade.
  1. O pagamento da bolsa-auxilio é obrigatório?
A concessão de uma compensação a ser acordada é obrigatória, porém pode ser através de bolsa auxilio ou outras formas, assim como o auxilio transporte. Essas compensações não serão compulsórias somente nos casos de estágio obrigatório.
Com essas dúvidas esclarecidas você estará apto a conquistar uma vaga de estágio que respeite seus direitos e totalmente regular dentro da lei. Para mais informações sobre estágio e vagas cadastre-se no site Companhia de Estágios e fique atento às nossas redes sociais.
fonte:https://www.ciadeestagios.com.br/10-duvidas-frequentes-sobre-lei-do-estagio/

Secretaria de Cultura do Estado e Poiesis abrem inscrições para atividades culturais nos municípios da grande São Paulo, interior e litoral

Secretaria de Cultura do Estado e Poiesis abrem inscrições para atividades culturais nos municípios da grande São Paulo, interior e litoral
Prefeituras que desejam receber atividades de formação cultural podem se inscrever até o dia 8 de março
O programa Oficinas Culturais, programa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo gerenciado pela Poiesis, está com inscrições abertas para as prefeituras dos municípios paulistas do Interior, do Litoral e da Região Metropolitana de São Paulo (com exceção da Capital). Os dirigentes de cultura interessados em receber atividades de formação cultural devem apresentar suas demandas por meio do formulário de Manifestação de Interesse, disponível no link http://bit.ly/ManifestacaodeInteresse, até 8 de março.
Entre as atividades previstas estão oficinas, cursos e workshops, com duração entre oito e trinta e seis horas, nas diferentes áreas e linguagens artísticas: Artes Visuais, Audiovisual, Circo, Comunicação e Novas Mídias, Cultura Tradicional, Cultura Urbana, Dança, Fotografia, Gestão Cultural, História em Quadrinhos, Literatura, Música, Patrimônio, Performance e Teatro. As atividades são para adultos e jovens a partir dos 16 anos.
Os municípios contemplados assinarão um Termo de Parceria com a Poiesis e deverão cumprir contrapartidas, tais como disposição de espaço adequado e equipamentos, indicação de responsável técnico pelo programa no município, recebimento de inscrições, acompanhamento da execução da atividade, elaboração de relatórios, divulgação, entre outras. Todas as contrapartidas estão disponíveis na íntegra no próprio formulário de inscrição.
Desde 2017, a programação no Interior, Litoral e Região Metropolitana de São Paulo é realizada em parceria com municípios que possuem infraestrutura básica para receber e desenvolver as ações propostas.

SOBRE A POIESIS
A POIESIS – Instituto de Apoio à Cultura é uma organização social. A instituição tem por objetivo o desenvolvimento sociocultural e educacional, com ênfase na preservação e difusão da cultura, desenvolve e gere programas e projetos, pesquisas e espaços culturais, museológicos e educacionais voltados para o complemento da formação de estudantes e público em geral. A POIESIS trabalha com o propósito de propiciar espaços de acesso democrático ao conhecimento, de estímulo à criação artística e intelectual e de difusão da língua e da literatura.

Serviço: Inscrições para o programa de atividades culturais nos municípios do interior e litoral
Até 8 de março
Inscrições gratuitas, via formulário disponível em: http://bit.ly/ManifestacaodeInteresse

Assessoria de Imprensa – Poiesis
Carla Regina – Coordenação | (11) 4096-9827 | carlaregina@poiesis.org.br
Marcela Reis | (11) 4096-9857 | marcelareis@poiesis.org.br
Victória Durães | (11) 4096-9810 | victoriaoliveira@poiesis.org.br

Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – Assessoria de Imprensa
Stephanie Gomes (11) 3339-8243 | stgomes@sp.gov.br

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Chico Mendes Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT), agremiação criada em 1980 e da qual foi um dos organizadores no Acre.


Chico Mendes sindicalista 


MENDES, Chico
*líder seringueiro; ecologista.

Francisco Alves Mendes Filho nasceu em Xapuri (AC) no dia 15 de dezembro de 1944, filho de Francisco Alves Mendes e de Iraci Lopes Mendes.
Trabalhou como seringueiro desde a infância e só começou a se alfabetizar aos 18 anos quando conheceu Euclides Fernando Távora, antigo militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Preso após o levante comunista de 1935, Távora conseguira escapar da prisão e refugiar-se no Acre, onde passou a viver na floresta.
Chico Mendes atuou até 1975 junto a seringueiros alfabetizando-os e conscientizando-os dos meios empregados pelos seringalistas para explorá-los. Sua atuação desagradava muita gente e por isso chegou a ter que se esconder para não ser preso. Em 1975 ingressou no movimento sindical como secretário-geral do recém-fundado Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia (AC). Com a morte do presidente do sindicato, Wilson Pinheiro, assassinado com um tiro na sede da entidade, Chico Mendes tornou-se o principal articulador da categoria.
Em 1976 começou a divulgar uma técnica que criara para impedir o crescente desmatamento da floresta amazônica no Acre, promovida pelos fazendeiros. Conhecida por “empate”, ela consistia na organização de um cordão humano encabeçado por mulheres e crianças que se colocavam à frente dos peões, impedindo assim que eles avançassem para o corte da mata. O “empate”, que funcionava pelo menos até a chegada da polícia, começou a ser utilizado com freqüência cada vez maior pelos seringueiros acreanos.
O objetivo de Chico Mendes, contudo, ia além disso. Sua intenção era criar um fato político que levasse à desapropriação da área e à criação de reservas extrativistas. Nelas os recursos da floresta seriam utilizados de forma racional, sem destruí-la, protegendo-a da ameaça dos projetos agropecuários, dos grandes madeireiros e das inundações provocadas pela construção de hidrelétricas.
Ocupadas por grupos cuja fonte de sobrevivência consistiria na exploração econômica de produtos nativos da floresta, muitos ainda pouco conhecidos, essas reservas teriam como objetivo a conservação do meio ambiente, a manutenção das populações locais que exercessem atividades econômicas tradicionais não degradadoras e o desenvolvimento de pesquisas científicas para o aumento da produtividade e a melhoria de vida das populações amazônicas. Chico Mendes considerava as reservas extrativistas, cujo modelo introduzia um novo conceito de conservação da natureza, como a única solução contra o desaparecimento da Amazônia. A proposta das reservas extrativistas incluía a venda e a industrialização da castanha e de outros vegetais como a copaíba, a bacaba, o açaí, árvores medicinais, o babaçu, o cacau, o guaraná e também o mel de abelha.
Chico Mendes participou em 1977 da fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri. Em novembro do ano seguinte, elegeu-se vereador à Câmara Municipal de Xapuri pela legenda do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao regime militar instalado no país em abril de 1964. Em 1979, transformou a Câmara num fórum de debates entre lideranças religiosas, sindicais e populares e passou a receber as primeiras ameaças de morte. Acusado de subversão, foi detido e submetido a interrogatórios e tortura por policiais do estado. Suas iniciativas também não eram bem vistas por seu próprio partido. Assim, com a extinção do bipartidarismo em novembro de 1979 e a posterior reorganização partidária, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT), agremiação criada em 1980 e da qual foi um dos organizadores no Acre.
Ainda em 1980 foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional por denunciar a impunidade que acobertava os responsáveis pelo assassinato de Wilson Pinheiro. Processado, acabou absolvido por unanimidade. Em 1981, assumiu a direção do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri. Candidato a deputado estadual em novembro de 1982, não conseguiu se eleger. Passou a se dedicar então à aproximação entre seringueiros e índios, abrindo caminho para a formalização da aliança entre os povos da floresta.
Como um dos organizadores do 1º Encontro Nacional dos Seringueiros, em outubro de 1985, Chico Mendes ampliou sua projeção nos meios sindical e popular, fortalecida ainda mais com a criação do Conselho Nacional dos Seringueiros. Essa entidade serviu de ponto de partida para o lançamento da proposta de organização da União dos Povos da Floresta, movimento que reivindicava ao mesmo tempo a reforma agrária e o respeito às terras indígenas.
Em 1987, recebeu representantes da Organização das Nações Unidas (ONU) em visita a Xapuri para ver os estragos causados por projetos financiados por organismos financeiros internacionais que destruíam as florestas e expulsavam centenas de seringueiros e índios de suas casas. Meses depois esteve nos Estados Unidos reafirmando as denúncias ao Senado americano e à diretoria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Ainda pouco conhecido no Brasil, mas muito respeitado no estrangeiro, ainda em 1987 Chico Mendes recebeu o Prêmio Global Quinhentos da ONU, concedido à personalidade de maior destaque na luta pela preservação do meio ambiente.
Em 1988, diante do acirramento das ameaças de morte que sofria, teve sua segurança reforçada pelo governador do Acre, Flaviano Melo. Chico Mendes acusava Darli Alves e Alvarinho Alves, irmãos e donos da fazenda Paraná, em Xapuri, de fazer ameaças públicas à sua vida. Eram ambos foragidos da Justiça, com prisão decretada no Paraná desde 1973. Havia indícios de que eram amigos do delegado da Polícia Federal Mauro Spósito e de que já teriam ordenado o assassinato de mais de 30 trabalhadores. Além das ameaças, Chico Mendes enfrentou a acusação de ter atuado como informante da Polícia Federal em 1975, parte da campanha que visava desmoralizá-lo na região. Em contrapartida, ainda em 1988, Chico informou ter conseguido reduzir de forma extremamente significativa o desmatamento em Xapuri, já que fazendeiros só conseguiram desmatar naquele ano 50 hectares de floresta primária — a previsão fora de dez mil. A estratégia utilizada ia além da denúncia visando criar pressões de órgãos nacionais e internacionais contra as queimadas, única forma de reduzi-las diante da incapacidade do IBDF de fazê-lo.
Naquele mesmo ano o Banco Mundial sustou um empréstimo para a pavimentação da BR-364, no trecho em território acreano até Rio Branco, alegando que o projeto não previa proteção das terras dos índios ao longo da rodovia. A decisão do organismo internacional fora tomada, em grande parte, devido à informação de Chico Mendes de que o asfaltamento beneficiaria sobretudo um punhado de grandes proprietários de terra na região.
Chico Mendes foi assassinado em sua residência em Xapuri no dia 22 de dezembro de 1988, apesar de autoridades estaduais e federais, como o presidente José Sarney e o ministro da Justiça, Paulo Brossard, terem sido informadas, oficialmente, e com antecedência, de que ele corria risco de vida. A presidência do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri passou então a ser exercida por Júlio Barbosa. Chico deixou viúva Ilzamar Gadelha Mendes, com quem teve dois filhos. Fora casado anteriormente com Eunice Feitosa de Meneses, com quem teve uma filha.
Os mandantes do crime foram os fazendeiros Darci Alves Pereira e seu pai, Darli Alves da Silva. O crime teria como causa o fato de Darli ter sido impedido por um “empate” organizado por Chico de desmatar uma área de exploração de borracha que adquirira. Além disso, a terra foi desapropriada pelo governo estadual para o estabelecimento de uma reserva extrativista. A partir de então, Darli passou a dizer abertamente que ia matar Chico.
Na imprensa nacional, o assassinato ganhou as manchetes e as primeiras páginas; nos jornais estrangeiros também foi noticiado com destaque, sendo cobrada do governo brasileiro uma postura enérgica para a resolução do crime e a punição dos culpados. Reportagens sobre queimadas na Amazônia tornaram-se então freqüentes nas televisões e em revistas no Brasil e no exterior. Pressionado pela opinião pública mundial, o governo enviou para Xapuri o diretor-geral da polícia federal, Romeu Tuma, e o secretário-geral do Ministério da Justiça, José Fernando Eichemberg. Um mês depois do assassinato foi realizado ato ecumênico no Congresso americano em homenagem a Chico Mendes.
Seus assassinos foram condenados a 19 anos de prisão. Em fevereiro de 1993, fugiram da penitenciária de segurança máxima em Rio Branco, onde cumpriam pena com direito a saídas, ficando três anos e quatro meses em liberdade. Capturados, passaram a cumprir pena no presídio da Papuda, em Brasília.
Em 1989, Ilzamar Mendes vendeu para o cineasta Joffre Rodrigues os direitos de imagem da vida do ex-marido por 1,7 milhão de dólares. Ela contrataria um advogado em 1994 para embargar no México as filmagens que a Warner, subcontratada por Joffre, estava iniciando. Queria mais um milhão de reais.
Em março de 1990, no final do governo José Sarney, as reservas extrativistas foram reconhecidas e oficialmente criadas por decreto-lei. Nesse mesmo ano, Chico Mendes recebeu post mortem o Prêmio Internacional de Meio Ambiente, administrado pela ONU e concedido pela Fundação Sasakawa.
Chico Mendes foi cidadão honorário do Rio de Janeiro e agraciado também com medalha da Sociedade para um Mundo Melhor, em Nova Iorque.
Sobre a trajetória de Chico Mendes foram escritas as seguintes obras: O testamento do homem da floresta: Chico Mendes por ele mesmo — histórias de lutas (organização, notas e introdução de Cândido Grzyborowski, 1989); O Acre de Chico Mendes, de Zuenir Ventura (1989), série de nove reportagens para o Jornal do Brasil,muito premiada; O empate contra Chico Mendes, de Márcio de Sousa (1990), Tempo de queimada, tempo de morte: o assassinato de Chico Mendes e a luta em prol da floresta amazônica, de Andrew Revkin (1990), O mundo em chamas — a devastação da Amazônia e a tragédia de Chico Mendes, de Alex Shoumatoff (1990),Chico Mendes, um povo da floresta, de Edílson Martins; Réquiem para a floresta: desenho-canção para Chico Mendes, de Gervásio Teixeira.
Sônia Zylberberg

FONTES: Imprensa (12/98); MARTINS, E. Chico Mendes; SHOUMATOFF, A. MundoVeja (4/1/89 e 23/3/94).

Duas unidades do Programa Creche Escola na região administrativa de São José do Rio Preto



O secretário da Educação do Estado, Rossieli Soares, entregou neste sábado (9) duas unidades do Programa Creche Escola na região administrativa de São José do Rio Preto. Os projetos, nos municípios de Aspásia e Meridiano, foram realizados em razão do investimento de R$ 3 milhões do Governo Paulista, em parceria com as prefeituras locais.
“A escola é aqui que fala do nosso futuro e do que queremos de melhor. A educação é que transformará a nossa sociedade”, enfatizou o secretário Rossieli Soares, durante discurso na inauguração do edifício em Meridiano.
Vale destacar que a Creche Escola Rosângela Aparecida Veiga Gonçalves, em Aspásia, tem capacidade para atender 130 crianças de zero a cinco anos. Já a Escola Municipal de Ensino Infantil (EMEIF) Aneice Garcia, de Meridiano, poderá atender até 70 alunos da mesma faixa etária.
Os dois prédios contam com salas pedagógicas, berçários com fraldário e lactário, secretaria, refeitório, banheiros e área de serviço. As unidades também respeitam todas as normas de acessibilidade e segurança.
Expectativa
A família do contador Thiago de Jesus Francisco, de 38 anos, esteve presente na inauguração da creche em Aspásia, onde estudará o Davi, de 5 anos, um dos três filhos. “Minha expectativa é muito grande. Com a educação é que conseguimos construir um futuro mais próspero e uma nação melhor”, ressaltou.
Para a viabilização da obra, os municípios devem apresentar um terreno compatível com um dos três modelos de plantas oferecidos pela Secretaria da Educação, bem como a documentação requerida.
Por sua vez, a pasta efetua o repasse das verbas em sete parcelas, mediante a execução do projeto e só depois do laudo da vistoria, emitido pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE). A licitação e condução dos serviços podem ficar tanto a cargo da prefeitura quanto da FDE.
Com o Programa Creche Escola, o Governo Estadual busca expandir o atendimento de alunos dessa faixa etária, prioritariamente, em localidades com maior vulnerabilidade social. Desde a implantação, em 2011, foram entregues 343 unidades e outras 261 estão em execução. Na região de São José do Rio Preto, 47 unidades já funcionam e outras 46 estão com obras em andamento, com previsão de 6 mil novas vagas.
Na região administrativa de São José do Rio Preto, a rede de ensino possui 190 escolas e cerca de 89 mil alunos nos ensinos Fundamental e Médio. Entre as unidades, 44 adotam o modelo de tempo integral e oferecem uma grade horária superior a sete horas por dia. As cidades têm, ainda, onze Centros de Estudos de Línguas (CEL), com aulas gratuitas de idiomas.

CPI de Brumadinho

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Pedido de criação da CPI de Brumadinho é apresentado oficialmente

   
07/02/2019, 13h54 - ATUALIZADO EM 07/02/2019, 14h38
Os senadores do PSD, Carlos Viana (MG) e Otto Alencar (BA), apresentaram oficialmente o pedido para a criação da CPI de Brumadinho. A comissão vai investigar o rompimento de uma barragem de mineração da empresa Vale ocorrido no dia 25 de janeiro. Segundo o senador Viana, a CPI vai ouvir diretores da empresa, além de responsáveis técnicos e representantes do Poder Público. Carlos Viana destaca que Minas não é o único estado com barragens como a de Brumadinho. Já Otto Alencar lamenta que o Senado não tenha instalado a CPI de Mariana em 2015. Ouça mais detalhes no áudio da repórter da Rádio Senado, Hérica Christian.
Foi protocolado nesta quinta-feira (7) requerimento com 42 assinaturas para instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigará as causas do rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho (MG). O documento foi entregue à Secretaria-Geral da Mesa pelos senadores Otto Alencar (PSD-BA) e Carlos Viana (PSD-MG).
Ocorrido em 25 de janeiro, o desastre provocou a morte de pelo menos 150 pessoas, deixando outras 182 desaparecidas, segundo o Corpo de Bombeiros. De acordo com Otto Alencar, a expectativa é de que a CPI seja instalada ainda em fevereiro. Os líderes partidários indicarão os membros logo após leitura do requerimento em Plenário, prevista para terça-feira (12). Essa informação foi confirmada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que também assinou o requerimento. Ainda não há indicação de presidente e relator.
— Nossa decisão é a de investigar profundamente, a fim de evitar a impunidade, como aconteceu com a tragédia em Mariana, em 2015 — declarou Otto.
A CPI tem os mesmos poderes de investigação das autoridades judiciais. Os integrantes podem realizar diligências, convocar ministros, tomar depoimentos, inquirir testemunhas e requisitar informações. Segundo Otto, inicialmente deverão ser convocados os responsáveis pela fiscalização em todos os níveis, bem como representantes da Agência Nacional de Águas (ANA), da Agência Nacional de Mineração (ANM) e outros.
A Câmara dos Deputados também deve instalar uma CPI na próxima semana para tratar da tragédia. Vários parlamentares se pronunciaram em Plenário ressaltando a necessidade de uma apuração detalhada sobre os motivos do rompimento e de punições aos responsáveis pelas mortes.
Segundo Otto, a CPI da Câmara não inviabiliza o trabalho que também será feito no Senado, já que “as duas Casas têm autonomia e independência”.

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Denúncias

Para o senador Carlos Viana, não é verdadeira a afirmação de diretores da Vale de que sirenes não soaram por terem sido levadas pela lama. De acordo com o parlamentar mineiro, o sistema é manual e fica localizado em Itabira (MG), a mais de 100 quilômetros de Brumadinho.
Conforme Carlos Viana, a barragem já havia se deslocado 40 centímetros nos últimos seis meses, e as empresas de monitoramento já tinham a informação de que o problema era grave. Segundo ele, nove dias antes da tragédia já havia essa ameaça e, no momento do rompimento, os responsáveis pelo monitoramento estavam almoçando.
— A CPI não pode se furtar em acompanhar a polícia, Ministério Público e Procuradoria-Geral da República e dar uma resposta à sociedade, por meio da legislação. A nossa intenção é mudar a lei brasileira para que novas tragédias como essa não aconteçam mais.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

POIESIS – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura

POIESIS Organização Social de Cultura


Constituída em 1995, a POIESIS – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura é uma organização não governamental que, em 2008, recebeu a qualificação de Organização Social (OS) por parte do Governo do Estado de São Paulo, habilitando-se para ser executora de políticas públicas na área cultural.

A instituição, que tem por objetivo o desenvolvimento sociocultural e educacional, com ênfase na preservação e difusão da língua portuguesa, desenvolve e gere programas e projetos, pesquisas e espaços culturais, museológicos e educacionais voltados para o complemento da formação de estudantes e público em geral. A POIESIS trabalha com o propósito de propiciar espaços de acesso democrático ao conhecimento, de estímulo à criação artística e intelectual e de difusão da língua e da literatura.

Com esta perspectiva, a instituição é uma das Organizações Sociais de Cultura parceiras daSecretaria de Estado da Cultura no processo de execução dos seus objetivos, por meio da política cultural por ela formulada. Por intermédio de um Contrato de Gestão, a POIESIS cuida da gestão de quatro Oficinas e de Programas Especiais de Formação dirigidos para o Interior, cinco Fábricas de Cultura e de dois espaços culturais: Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, e Museu Casa Guilherme de Almeida.

A POIESIS tem como premissas básicas, a gestão inovadora, a transparência das ações e dos recursos utilizados e a preservação do patrimônio cultural que lhe foi destinado. Conta com especialistas nas áreas específicas em que atua e com uma equipe gestora com larga experiência tanto na área pública quanto na área privada e, constantemente, investe na capacitação dos seus funcionários.

O Conselho de Administração, presidido por Mary Lafer, é composto por nove membros eleitos para mandato de quatro anos, sendo hoje formado por empresários, escritores e jornalistas.

Djavan - Esplendor (Making Of)

Djavan - Solitude

Djavan - Vesúvio - Vídeo Oficial de "Vesúvio" de Djavan

Educação anuncia o preenchimento de 3.230 vagas de professores









Anúncio foi feito no sábado (2), no Palácio dos Bandeirantes, pelo governador João Doria ao lado do secretário Rossieli Soares


Após a reunião de secretariado, no último sábado (2), o governador João Doria anunciou o lançamento do Programa Pró Professores, que inicia o preenchimento de 3.230 vagas de professores para a rede estadual de ensino. Deste total, 1.023 são de vagas remanescentes.
Os profissionais foram aprovados no último concurso público da categoria, em 2015. Eles deverão atuar em classes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental em unidades da capital, Campinas, Carapicuíba, Guarulhos, Mauá, Ribeirão Preto e São José dos Campos. 
“A educação começa com bons professores, preparados, orientados, atualizados e, sobretudo, motivados para oferecem para nossas crianças e adolescentes condições adequadas de ensino”, disse Doria. 
Os professores vão preencher vagas da categoria Professor de Educação Básica (PEB) I. A lista de profissionais convocados será publicada nos próximos dias no Diário Oficial.  
A jornada é de 30 horas semanais, com 24 horas em sala de aula e seis em planejamento. Os professores também passarão por um período de estágio probatório de três anos. 
Professores temporários 
Em janeiro, o Governo do Estado garantiu a continuidade da contratação de professores temporários. Após decisão favorável do Supremo Tribunal Federal (STF), a Secretaria da Educação manteve o processo de atribuição de classes e aulas a docentes com contrato vigente ou candidato à contratação (categoria O). 
No levantamento realizado pela equipe de gestão, venceram em 2018 os contratos de 8.563 professores temporários. Com a resolução, o STF permitiu a retomada do processo de contratação. 
Para Rossieli Soares, é uma vitória para o Estado de São Paulo, pois foi possível garantir maioria absoluta das salas de aula com professores. “Temos hoje uma taxa de 99% de preenchimento das vagas de professores, o que é o melhor indicador para o início do ano letivo”, completa.  
Sem a decisão, as equipes da pasta constaram que somente para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental mais de 60 mil alunos corriam o risco de ficar sem docentes em sala de aula. 

O Alô Senado recebeu, em 2018, 72.231 ligações dos cidadãos

Mais de 70 mil cidadãos ligaram para o Alô Senado em 2018

   
05/02/2019, 18h47 - ATUALIZADO EM 05/02/2019, 19h15
O Alô Senado recebeu, em 2018, 72.231 ligações dos cidadãos, que opinaram sobre projetos de lei em debate e comentaram a atuação parlamentar e temas discutidos em audiências públicas. Somando os outros canais de atendimento ao cidadão, a Ouvidoria recebeu 83.557 participações populares. O telefone para perguntas, comentários ou sugestões é 0800-612211 (ligação gratuita). Mais informações com a repórter Iara Farias Borges, da Rádio Senado.


 

Orientações sobre o processo de adoção de crianças

KATIA ABREU ROUBA PASTA DO PRESIDENTE DA SESSÃO | DEU MAIOR BARRACO NO SENADO!

AO VIVO: APÓS TUMULTO E CONFUSÕES, SENADORES SE REÚNEM PARA ELEGER PRESI...

#Senado2019: eleição novo presidente - TV Senado AO VIVO

#Senado2019: eleição novo presidente - TV Senado AO VIVO

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Alvaro Dias retira a candidatura para dificultar a eleição de Renan

Alvaro Dias retira a candidatura para dificultar a eleição de Renan

A. A. Vila Nova

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Marília

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A. A. Vila Nova surge em meados de agosto de 1997, com intuito de promover práticas esportivas para as crianças e adolescentes do município de Guaimbê/SP, neste momento eram comum, jogos de bets, queimada, golzinho na rua promovido pela instituição, seus fundadores eram próprios praticantes como: Alex, Izaias, Emídio, Alan (In Memorian), Anderson (Polaco), Ulisses e Washington, o único adulto era o Luís Cláudio da Silva. Desde inicio até meados de 2012, a equipe não tinha um caráter competitivo, muito menos uma organização orgânica e planejada das suas atividades. O nome é uma homenagem dupla, ao Bairro Vila Nova de Marília, aonde nasceu Alex fundador do time e ao Vila Nova de Goiás, opção de torcida em Goiás, dos fundadores os irmãos Ulisses e Washington, sendo o último natural de Goiânia, sendo assim, as raízes do time trata-se de uma relação triangular dos Municípios de Guaimbê, Marília no Estado de São Paulo, com a capital do Estado de Goiás, a cidade de Goiânia.
A partir de 2013, já no Município de Marília, Alex começa organizar avaliações técnicas em clubes profissionais e logo de cara foi um sucesso essas atividades, atraindo muito jovens que passava a integrar o projeto que foi denominado inicialmente de “Juventude Futebol em Movimento”. O projeto foi evoluindo para escolinha de futebol de salão e de futebol de campo e que cada vez mais atraiu pais e crianças a vim conhecer o trabalho desenvolvido.
A partir de 2015, A. A. Vila Nova começa um trabalho de formação de atletas de futebol com condições de integrarem os principais times de futebol do Brasil e do Exterior, como diversificar a prática de diversas modalidades. Passa a competir em competições municipais, regionais, estaduais e no âmbito nacional o que eleva a importância do papel da instituição de criar uma nova lógica no desporto nacional.
A. A. Vila Nova em sua primeira participação da Copa Nacional, a instituição sagra-se campeã de duas das três categorias da competição, sendo que na outra se sagra vice-campeão, diante disso, a instituição de maneira ousada se filia a Liga de Futebol Paulista, em janeiro de 2016. Em 2017, com sede dos jogos em Santa Cruz do Rio Pardo no famoso Estádio Leônidas Camarinha, disputou a Taça Paulista da Liga de Futebol Nacional, e também desenvolveu projeto social esportivo na comunidade da Vila Barros, em Marília/SP. De volta pra casa, assim foi o ano 2018, ano que marca o inicio da participação da A. A. Vila Nova na cidade de Marília, no bairro Vila Nova, no Estádio do Bairro, o famoso “Mineirão” Nelson Cabrini, com uma vitória de 3 a 0 sobre Corinthians de Presidente Prudente na Categoria Sub-16.