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As Pedagogias em Função de Sistemas de Governos.

A GUERRA FRIA PEDAGÓGICA

Vivemos uma espécie de guerra fria na educação brasileira.
O grande problema é que o que chamam de novo é uma afirmação e uma simpatia  para com o socialismo. A crítica que se faz é direcionada as teorias que estão ligadas ao CAPITALISMO. A essa crítica dão o nome de educação crítica, porém,  escondem o socialismo e o MARXISMO CULTURAL atrás do conceito de liberdade, justiça e democracia. 
As tendências pedagógicas que não são capitalistas, são socialistas, e de  qualquer modo estamos presos a um sistema que existe para atender um sistema e uma política educacional, que por sua vez, atende aos interesses do governo, seja lá qual for o sistema empregado.

 Todas as teorias pedagógicas vivem em função de um sistema, seja ele CAPITALISTA OU SOCIALISTA. As tendências pedagógicas de todo modo, são ou caem no MATERIALISMO, em alguns casos chegam a ser ATEÍSTAS,  e não afirmam o ser humano em sua dimensão espiritual. 
A pedagogia de Rudolf Steiner está entre as poucas que atestam o homem em sua dimensão espiritual, mesmo assim, não está isenta de interesses particulares. 
As pedagogias socialistas se defendem da espiritualidade com ideias de estado laico, porém suas teorias, que são contrárias à cultura e os valores religiosos, são incentivadas, aplicadas e impostas livremente.

As pedagogias aplicadas no Brasil se justificam e se dignificam com humanismos sem Deus e mascaradas de virtudes cristãs, porém, não é uma questão de JUSTIÇA SOCIAL, DEMOCRACIA E DIREITOS, se trata de implantação de sistemas POLÍTICOS, e a escola é o espaço essencial para a formação de indivíduos úteis a esse ou aquele sistema de governo.

Se as pedagogias com tendências socialistas trabalham, mesmo que indiretamente, para a implantação do sistema socialista, a pedagogia com tendência capitalista trabalha em função desse sistema inimigo do socialismo. 

A família tradicional, os valores e a moral cristãs podem ser usadas como ferramentas para justificar o capitalismo que explora esses valores e os colocam a seus serviços e interesses.
As minorias podem ser usadas como ferramentas para justificar o socialismo que explora essas concepções de direitos sociais e sexuais e os colocam a seus serviços e interesses.

Os sistemas de governos precisam de eleitores e apoiadores, e as concepções são apenas ferramentas para atingir um propósito de PODER. 
A representatividade do governo é essencial para a manutenção do poder. A transformação da sociedade é essencial para que a representatividade se afirme e consolide um determinado sistema de PODER.

No âmbito da educação o indivíduo só pode ser considerado livre, se ele tiver a oportunidade e a liberdade de manifestar e desenvolver todo o seu potencial, inclusive em sua dimensão espiritual.
As políticas de educação servem para atender ao governo e ao sistema de governo praticado, nesse ou em qualquer país. 

Não há qualquer possibilidade de separarmos os interesses dos governos da educação, essa será sempre uma ferramenta de controle das direções e dos objetivos que o governo quer para o país. 
As pedagogias são estimuladas segundo as políticas da educação e os interesses dos sistemas de governo. A imparcialidade na educação é utópica, como é utópica a realização de uma pedagogia, dentro de qualquer um dos sistemas, que leva em consideração todas às dimensões do ser humano, sem as considerações partidárias e religiosas.

A pedagogia e o sistema educacional sempre serão subjugados ao sistema vigente, porém a educação de nossos filhos podem ser salvas das garras do governo quando temos valores sólidos e inabaláveis, quando preservamos nossos rituais e nossas culturas  e estamos respaldados por nossas comunidades e seus valores concretos.

As pedagogias nas escolas são ferramentas para esse ou aquele governo. Temos que saber negociar com o inimigo, isso quer dizer que temos que tirar proveito, ou assimilar o que será significativo para nossa formação, sem que sejamos doutrinados para esse ou aquele sistema.

Os educadores podem ser praticantes dessa ou daquela pedagogia, porém o interesse dos pais, quando há interesse, representa uma espécie de pedagogia imparcialista, onde seus interesses são alheios as concepções pedagógicas do professor, em alguns casos, até mesmo dos interesses do sistema do sistema de governo.     

José Nunes Pereira 

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