Por que o professor grita em sala de aula?
O
professor deveria ser uma autoridade dentro da sala de aula, mas àquela teoria
relativista de Paulo Freire que transforma o professor em simples mediador de
conteúdos, mais àquela teoria relativista e niveladora que colocam
as crianças que deveriam ser educadas e formas segundo os princípios da escola
e da cultura família a qual a criança pertence, acima dos pais dos
professores e da tradição cultural a qual esse aluno pertence. Todos esses
valores foram deixados e criminalizados para que o aluno seja formado segundo
os interesses do governo, no caso mais recente, segundo o marxismo cultural,
nos conflitos e choques de grupos, culturas e classes sociais.
A teoria
relativista que defende o nivelamento dos pais aos filhos, e dos
professores aos alunos é um projeto de destruição dos valores; com esse nivelamento
e esse relativismo os pais e os professores não possuem qualquer autoridade
sobre seus filhos, que estão em processo de formação do caráter, das virtudes,
dos valores, da personalidade e da cidadania. Com teorias, leis e práticas
mataram a autoridade do professor e dos pais, e esse poder foi estregue ao
Estado e ao PARTIDO, que forma seus filhos segundo seus interesses e
ideologias. Essa teoria que diz valorizar o conhecimento prévio do aluno, não
aprova o conhecimento prévio cristão e de valores cristãos, esse conhecimentos
e valores vão contra a ideologia de transformação cultural através do
marxismo cultural. Transformar para destruir; para tanto é preciso camuflar-se
de amigos da igreja e da família.
É natural que seja assim, afinal o propósito dessa teoria hipócrita é nivelar o conhecimento e a condição do professor a do
aluno. O que o aluno traz de casa, quando se trata de conhecimentos objetivos,
é quase sempre insignificantes para o desenvolvimento prático da vida e do
trabalho em sociedade, principalmente quando focamos na mobilidade e nas
oportunidades de formações culturais. O aluno repete dentro na escola a
realidade cultural e social de sua "comunidade", (isso é, quando não se trata de
valores cristãos,) e essa manifestação de suas práticas sociais é nivelada a
qualquer conhecimento que o professor possa trazer para sala de aula, cumprem
assim as funções do nivelamento e do relativismo para destruir valores e
estruturas estabelecidas. As escolas nas comunidades carentes acabam se
adaptando a “realidade do aluno” e acabam “no mais do mesmo”. Quando a escola
vem propor alguma coisa, especialmente no ensino médio são ideias parciais
ao Partido e de interesse do governo.
Por que o professor grita em sala de aula?
O
professor grita porque não tem autoridade sobre a sala, seu papel dentro da
sociedade e da escola foi transformado em doutrinador e mediador de conteúdos, segundo
os interesses dos governos e de grupos. E ainda a sua autoridade dentro da sala
de aula, que deveria ser natural, foi transformada pelo relativismo e o
nivelamento do professor com o aluno, com mais esses agravantes: Fora da
escola, em casa os pais também perderam a autoridade, seja pela sua formação dentro
da sociedade niveladora e relativista, seja pela força da lei ou ainda pela
falta de valores e estruturas na formação desses pais, que agora são pais de
alunos.
Deu
certo e muito errado o projeto nefasto de nivelar os pais aos filhos, e os professores aos alunos, porém os estragos
estão sendo” compartilhado" "por todos e todas". Formamos
indivíduos que não reconhece qualquer forma de autoridade, ordem, estrutura, deveres
e valores, que não ser que sejam seus desejos, entretimentos e caprichos, quase sempre sexuais e de
outros vícios.
O
professor grita de desespero... Grita porque não tem outra coisa a fazer a não
ser gritar. O professor grita até que esse aluno percebe que é só gritaria, e
que o professor não tem qualquer respaldo, autoridade, lei e valores que o
protegem, e que os professores estão abaixo dos alunos. O aluno cresce domina sala
e pode até bater e matar professores, com tiros, pauladas e
facadas. Com a intensão justificar a
destruição da figura do professor e sua falta de autoridade, as teorias pedagógicas com
interesses socialistas, disfarçadas de cristianismo e humanismo, consideram o
professor tradicional um arrogante e orgulhoso colocado um pedestal e que não
aproxima de seus alunos. Parece que não sabem que a arrogância pertence à
personalidade do ser humano, desse modo a arrogância manifestar em qualquer individuo
que é arrogante, esse defeito não é uma característica do professor, esta em
qualquer lugar, até mesmo em um mendigo ou um viciado da crocolândia que recusa que o
ajudem. Essa pedagogia disfarçada de amor humanista e cristão é capaz de
seduzir corações românticos e apaixonados pelo humanismo, hipócrita, demagogo,
revestido com um traje de quase um bom Franciscano. O tempo passou e demostrou que o
aluno em formação tem que se espelhar em seus pais, nos adultos e nos professores, para que ocorra esse espelhamento, tem que haver uma admiração pela figura do adulto, do pai e do professor, o
aluno tem que olhar o professor e outros adultos como uma meta a ser atingida.
Quando igualamos crianças aos adultos tiramos
delas o propósito a ser alcançada, entre muitos, o de cidadãos conscientes de seus deveres e
direitos e responsáveis pelas própria autonomia.
Os jovens, atualmente, ou
estão vivendo sem quaisquer perspectivas, empacados na condição de liberdade exacerbada,
droga, subculturas e sexo fácil. Ou esses jovens têm propósitos muitos altos para curto
prazo, e desses dois extremos estão ocorrendo às tragédias, as frustrações os
suicídios e as mortes nessa nessa geração que não teve onde se espelhar,
sempre pensaram que já estavam feitos e
acabados e não que deveriam vir a ser. Mesmos
nós, adultos e velhos estamos sempre em busca do eterno vir a ser.
José
Nunes Pereira
leia também:
Nenhum comentário:
Postar um comentário