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20 de out. de 2019

Natação brasileira conquista três pratas nos Jogos Mundiais Militares

Natação brasileira conquista três pratas nos 

Jogos Mundiais Militares

Na estreia do Brasil na natação dos Jogos Mundiais Militares, em Wuhan, na China, três medalhas de prata entraram para a conta verde-amarela. A competição foi realizada neste sábado (19.10), no Wuhan Sports Center Natatorium, e contou com a presença do secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Décio Brasil, que participou da cerimônia de premiação.
Pedro Spajari conquistou a prata nos 50m livre. Foto: Pedro Ramos/Ministério da CidadaniaPedro Spajari conquistou a prata nos 50m livre. Foto: Pedro Ramos/Ministério da Cidadania
Os chineses dominaram, mas Guilherme Basseto (100m costas), Pedro Spajari (50m livre) e a equipe de revezamento 4 x 200m livre, composta por Leonardo de Deus, Fernando Scheffer, Leonardo Santos e André Calvelo, garantiram o segundo lugar do pódio em suas provas. O Brasil totaliza cinco medalhas até agora nos Jogos Mundiais Militares.
Convidado a participar da entrega de medalhas nos 100m costas masculino, Décio Brasil conferiu a prata a Guilherme Basseto, que completou a prova com 54s70, ficando atrás apenas do chinês Li Guangyuan (54s50). O secretário especial do Esporte fez parte também da cerimônia de premiação da prova de 200m costas feminino.
Resultados
Na prova feminina dos 400m livre, a brasileira Viviane Jungblut chegou em quarto lugar; nos 50m livre feminino, Etiene Medeiros ficou na quinta posição e Larissa Oliveira, na sexta. Já nos 50m livre masculino, a prata foi para Pedro Spajari, com André Calvelo em quarto.
Nos 200m costas feminino, Fernanda de Goeji obteve a quarta posição, assim como João Gomes nos 100m peito masculino. Gabrielle Roncatto não fez boa prova nos 400m medley feminino e chegou em oitavo. Já no revezamento 4 x 200m medley, o time masculino conseguiu a segunda colocação, ficando atrás apenas dos anfitriões, enquanto as brasileiras, na prova de 4 x 100m medley, ficaram em quarto lugar.


Jéssica Barz, de Wuhan, na China - Ministério da Cidadania

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