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4 de nov. de 2019

O papel dos conselheiros independentes nas empresas

Entenda o papel dos conselheiros independentes nas empresas
Isentos, eles oferecem visão importante e estratégica para o futuro da companhia

Uma decisão estratégica ruim pode significar danos irreparáveis à uma empresa. Mas é fato: definições importantes são parte do dia a dia dos empresários que sobrevivem e crescem no mercado, especialmente em épocas de crise e instabilidade econômica. Nessas horas, contar com o apoio e a opinião de conselheiros experientes, para obter uma perspectiva mais abrangente e diversa tem se tornado fundamental, especialmente em um mundo cada vez mais complexo e conectado.

Na realidade brasileira - em que 90% dos negócios são de médias e pequenas empresas familiares (segundo o IBGE) - encontrar, dentro dos conselhos de administração, composto tradicionalmente por acionistas e familiares, posições isentas, ou seja, que não levem em conta desejos, interesses, intrigas e traumas pessoais, ainda é tarefa complicada. Mas com solução. É o que aponta Marcos Sardas, conselheiro de empresas e sócio diretor da Exxe Consultoria Empresarial.

“Muitas empresas têm se valido da figura do conselheiro independente, que, mantendo-se alinhado com os valores e cultura da empresa, traz consigo uma visão equilibrada e isenta, onde o objetivo primordial é o sucesso e perenidade da companhia. É uma pessoa fundamental em diversos momentos e indispensável, por exemplo, em horas de crise, quando os conflitos aparecem e ânimos e opiniões discordantes deixam o ambiente mais tenso entre os empresários. A presença de opiniões imparciais, objetivas e frias pode determinar o sucesso ou não daquele empreendimento”, comenta o especialista, que atua como conselheiro independente em diversas companhias.

Atualmente, a busca em se manter critérios de governança e boas práticas, tem levado as empresas à criação e implementação de conselhos consultivos, ou conselhos de administração, reforçando e demandando a presença dessas figuras. No Brasil, em Sociedades Anônimas ou Empresas públicas, a presença de conselheiros independentes é exigência legal.
Boa gestão é “bom para todo mundo”, aponta especialista

Até porque, como destaca Sardas, a sobrevivência e saudabilidade dessas pequenas e médias empresas é fundamental para toda a sociedade. Elas representam aproximadamente 65% do PIB. E são negócios importantes não apenas pela produção de riqueza, mas também por empregar cerca de 70% da mão de obra formal brasileira. A boa gestão delas garante a sua permanência no mercado, contribuindo fundamentalmente para a economia nacional.

“Preservar a saúde dessas empresas e auxiliar para que elas continuem crescendo e produzindo faz parte das suas responsabilidades e missão, agregando contribuições imparciais nas tomadas de decisão, e livres de vínculos ou interesses. Promover visão estratégica de médio e longo prazos para consolidação dos negócios atuais, e promover e estimular perspectivas de desenvolvimento de novos e futuros negócios garante a continuidade e interesses dos stakeholders", afirma.

Outra característica fundamental do conselheiro independente, destaca Sardas, é que ele não depende financeiramente da remuneração recebida como conselheiro. “Este é um ponto muito importante, e que permite eliminar qualquer vínculo em relação as decisões tomadas e a subjetividade das relações interpessoais ou de remuneração.

Ponto de destaque na atuação desse profissional é o seu comprometimento em conhecer verdadeiramente a companhia que irá atuar, seus princípios éticos e de governança, o mercado em que a empresa está inserida, seus concorrentes, as características de seus principais pares do conselho e do corpo executivo. “É claro que cada mercado tem a sua peculiaridade, mas boas práticas de gestão, as principais estratégias de negócios e modelos clássicos de administração permitem com suas devidas adaptações, que as contribuições oferecidas possam ser valiosas. Também é fundamental, independentemente, o mesmo ser um profissional qualificado e com experiência, que procure conhecer os detalhes daquele setor específico, e se prepare adequadamente para as reuniões do conselho de forma que a sua opinião possa trazer peso e segurança às tomadas de decisão.

Sobre Marcos Sardas
Marcos Sardas possui mais de 35 anos de experiência como executivo de empresas e longa experiência como consultor. É sócio-diretor da Exxe Consultoria Empresarial. Conselheiro Certificado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, conselheiro independente de diversas empresas. Formado em Engenharia pela Escola de Engenharia Mauá e pós-graduado em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica destaca a importância dos incentivos e melhorias para os estudos científicos no país

Brasil caiu sete posições no ranking mundial de pesquisas clínicas nos últimos dez anos
Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica destaca a importância dos incentivos e melhorias para os estudos científicos no país

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Existem dois tipos principais de pesquisas na área da saúde: a básica, realizada dentro da academia, e a clínicafeita normalmente com apoio do setor privado, principalmente da indústria farmacêuticaO Brasil enfrenta obstáculos nas duas modalidades. No campo da pesquisa acadêmica, o problema está nos cortes de recursos, já para oensaios clínicos, o gargalo consiste no excesso de burocracia. Considerando o envelhecimento da população brasileira e as estimativas de mais de 580 mil novos casos de câncer por ano no país, especialistas consideram a questão crucial para os avanços no tratamento desses pacientes.

"As pesquisas podem promover aprimoramento de terapias já existentes, garantindo mais qualidade de vida para pacientes ao reduzir reações adversas ou facilitar a adesão ao tratamento. Além disso, implicam em descobertas inovadoras, que podem significar a cura ou o controle de doenças graves, como o câncer", aponta Dra. Andreia Melo, oncologista da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).

Os últimos avanços mais inovadores na área da oncologia só foram possíveis devido a esses estudosPorém, infelizmente, nosso país está na 24ª posição no ranking mundial de pesquisa clínica, com apenas 2,1% dos estudos do mundo, o que representa uma queda de sete posições nos últimos dez anos. Com o melhor aproveitamento de seu potencial, o Brasil poderia saltar para a 10ª colocação, atraindo um investimento estimado de R$ 2 bilhões, com efeitos na economia ainda maiores, em torno de R$5 bilhões.

Segundo Dra. Andreia, a maior dificuldade quando falamos de ensaios clínicos é a demora dos processos. "Comparado a outros países, o Brasil tem um tempo de aprovação muito longo, que leva em média um ano. Nos EUA, por exemplo, costuma demorar no máximo seis meses para um estudo ser aprovado. Isso prejudica muito a inclusão de pacientes brasileiros em grandes ensaios clínicos internacionais".

Apesar das adversidades, o Brasil tem diversas vantagens que podem beneficiar a realização de estudos clínicos, como sua relevância demográfica e econômica, a diversidade étnica e o custo competitivo comparado a outros países. "Temos potencial para ser um país protagonista nessa área. Economicamente é muito interessante realizar estudos aqui, pois é muito mais barato do que na maioria dos países, além de termos uma população heterogêneacom enorme gama de genótipos, um fator crítico para alguns tipos específicos de estudos e de alta relevância para a pesquisa clínica", defende a Dra. Andreia.

No âmbito acadêmico, as preocupações são especialmente relacionadas a falta de recursos, pois este ano anunciaram diversos cortes em bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Dra. Andreia lamenta que essas limitações financeiras fazem com que o Brasil perca as melhores mentes para outros países do mundo, pois os pesquisadores que têm a oportunidade, acabam indo estudar fora do país.

Quando a pesquisa básica em oncologia é afetada, fica muito mais difícil que um novo biomarcador seja descoberto no país, por exemplo, o que nos colocaria em uma importante posição científica internacionalmente. Ao promover melhorias na área das pesquisas, também há o benefício de gerar empregos altamente qualificados, conhecimento, investimentos em infraestrutura e ambientes favoráveis à formação de cientistas.

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica defende a valorização das pesquisas para garantir ou devolver a qualidade de vida aos pacientesNosso país tem muito potencial na área e, com algumas melhorias, como mais agilidade na aprovação dos pedidos de estudos clínicos, que nos aproximem dos padrões dos países desenvolvidos, é possível elevar a nossa posição no ranking mundial, posicionando o Brasil como um importante difusor de conhecimento científico.

SOBRE A SBOC - SOCIEDADE BRASILEIRA DE ONCOLOGIA CLÍNICA
A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é a entidade nacional que representa mais de 1,6 mil especialistas em oncologia clínica distribuídos pelos 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal. Fundada em 1981, a SBOC tem como objetivo fortalecer a prática médica da Oncologia Clínica no Brasil, de modo a contribuir afirmativamente para a saúde da população brasileira. Desde novembro de 2017, é presidida pelo médico oncologista Sergio D. Simon, eleito para o biênio 2017/2019.


Informações à imprensa:
Leila Justo
leila.justo@edelman.com
(11) 3060-3140

Levantamento da AABIC feito entre moradores gringos mostra que nativos no país asiático são maioria em 29% dos empreendimentos

Chineses são estrangeiros mais frequentes em condomínios de São Paulo, diz pesquisa
Levantamento da AABIC feito entre moradores gringos mostra que nativos no país asiático são maioria em 29% dos empreendimentos
Administradoras se reinventam em meio à mudança cultural e recorrem até a atendentes fluentes em mandarim
São Paulo, novembro de 2019 - São chineses os moradores estrangeiros mais predominantes nos condomínios de São Paulo, revela uma pesquisa inédita da AABIC (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), maior entidade representativa do segmento no estado. Segundo o levantamento, moradores nativos na China são maioria em 29% dos empreendimentos da capital quando considerados apenas os condôminos gringos. O percentual é superior ao número de americanos, que são maioria em 21% dos condomínios. Os argentinos vêm em terceiro, predominantes em 14%. Coreanos, franceses, alemães e libaneses também aparecem entre os estrangeiros mais frequentes.

Realizada no último mês de setembro em 894 condomínios administrados por associadas à AABIC, a pesquisa também revelou outros aspectos do perfil do condômino estrangeiro. Mudança de emprego e busca por melhores condições financeiras estão entre as principais razões que motivam a migração para o Brasil. A maioria mora em condomínios de médio padrão (56%), predominantemente na zona sul (36%) e no centro (29%).
A AABIC também perguntou para as administradoras se as empresas sentem que a vinda dos estrangeiros e a procura por imóveis em São Paulo vêm crescendo nos últimos anos. 57% das administradoras alegam que "sim"14% informam "não" e 29%, "talvez".

Em alguns pontos da zona sul de São Paulo, como na avenida Brigadeiro Faria Lima, condomínios são preparados para receber uma alta rotatividade de moradores de diversas nacionalidades, geralmente visitantes a trabalho. Segundo a AABIC, boa parte desses empreendimentos vem recorrendo a concierges bilíngues para atender a demanda.
Administradoras se adaptam
As administradoras também vêm se preparando para a crescente onda de chineses nos empreendimentos de São PauloAlgumas apostam até em gerentes de atendimento fluentes em mandarim para intermediar a relação com os asiáticos.
Filha de pais chineses, a gerente Suzana Sun é o diferencial de uma empresa administradora de condomínios da capital no atendimento aos clientes chineses que chegam para tirar dúvidas, fazer reclamações ou pedir a segunda via de boletos. Suzana também já foi intérprete de outros gerentes em assembleias realizadas em condomínios com alta incidência de orientais. "Quase sempre o condomínio possui um chinês fluente em português que serve como porta-voz dos demais moradores, mas quando isso não é regra, precisamos intermediar", explica a gerente.
Sobre a AABIC
A Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC) é uma entidade com 40 anos de atuação na formação qualitativa do mercado de administração e locação de imóveis. Com 77 empresas associadas, que respondem por 110 mil funcionários empregados, as associadas à AABIC administram atualmente 16 mil condomínios, onde moram mais de 5,1 milhões de pessoas. Fundada em 1978, a AABIC busca cumprir com excelência e rigor sua principal missão: orientar a administração de bens imóveis e condomínios em suas atividades. Com gestão voltada para o aperfeiçoamento contínuo da qualidade dos serviços de orientação e treinamento, a associação trabalha pela valorização do segmento no mercado imobiliário.



AGÊNCIA BLUE CHIP
Tels.: (11) 5051-5840 e 5051-5863
http://www.agenciabluechip.com.br

16ª edição do Torneio de Golfe beneficente Invitational Golf Cup Instituto Ronald McDonald

Torneio de Golfe arrecada recursos para crianças e adolescentes com câncer no Brasil


No dia 06 de novembro, o São Paulo Golf Club, em Santo Amaro, terá um dia de amor, esporte e muita solidariedade. O motivo é a 16ª edição do Torneio de Golfe beneficente Invitational Golf Cup Instituto Ronald McDonald. Além de ajudar a arrecadar recursos que serão investidos em projetos que auxiliam milhares de crianças e adolescentes com câncer em todo país, o evento pretende reunir cerca de 200 convidados entre esportistas e parceiros em prol da causa.
Nesta edição, o prêmio para os dois jogadores vencedores será uma viagem para Saint Andrews, na Escócia, destino muito procurado por golfistas, já que a cidade abriga o campo de golfe mais antigo do mundo, o Old Course.
O torneio é realizado anualmente e, nas edições anteriores, já foram arrecadados cerca de R$ 3,5 milhões investidos em projetos em prol de crianças e adolescentes com câncer no BrasilNa programação do evento, considerado um dos maiores torneios de golfe beneficente da América Latina, além da competição para jogadores, acontecerá uma clínica para iniciantes da modalidade. O evento terá início às 10h com um brunch para os convidados.
Não deixe de contribuir com essa causa. Ajude a divulgar!
Serviço Torneio de Golfe Beneficente do Instituto Ronald McDonald
Data: 06 de novembro de 2019
LocalSão Paulo Golf Club - Praça Dom Francisco de Sousa, 540 - Santo Amaro, São Paulo - SP, 04745-050
Horário: a partir das 10h
Informações: Ana Carolina Hildebrandt e Maria Gabriela Monteiro (anacarolina@agenciaamais.com.br mariagabriela@agenciaamais.com.br ) / (21) 3150-3053/ (21) 98143-1113


Maria Gabriela Monteiro
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Projeto social “Horta da Família” garante independência financeira a moradores de Rio Doce
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Lançado em 2018 no município de Rio Doce, em Minas Gerais, o projeto “Horta da Família” está se expandindo e promovendo o desenvolvimento local, oferecendo oportunidade de renda a famílias em situação de vulnerabilidade social e também garantindo segurança alimentar à população. No ano passado a produção de diferentes culturas, como mandioca, banana e maracujá, foi de 8 toneladas de alimentos. Mas, com a ampliação do espaço destinado ao plantio, a expectativa é de que a colheita em 2019 alcance a marca de 20 toneladas de frutas, legumes e hortaliças.
“É um projeto piloto, que teve início em abril do ano passado com sete famílias. Hoje, já são doze que participam e também estamos avaliando a possibilidade de estendê-lo a regiões vizinhas”, revela Leo Cesar Melo, CEO da Allonda Ambiental, empresa de engenharia com atuação em soluções ambientais sustentáveis, responsável pela implantação do projeto em parceria com a Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais) e a Prefeitura Municipal de Rio Doce.
Leo conta que cada família tem à disposição terrenos de pouco mais de 500m² para o plantio da horta e que todas elas receberam treinamento específico para o cultivo, além dos insumos necessários, ferramentas, reservatório de água e transporte de adubo. “A ideia era justamente dar protagonismo às famílias. Ajudá-las a conquistar independência financeira para nós é sinônimo de sustentabilidade. Estamos muito orgulhosos em viabilizar este projeto”, diz o CEO.
Durante um evento realizado recentemente no município, o prefeito de Rio Doce, Silvério da Luz, destacou a importância de contar com a participação das empresas privadas em projetos de cunho social como a “Horta da Família”. “Essa parceria com a iniciativa privada ajuda o nosso município como um todo, além de trazer oportunidades que nem sempre o poder público consegue criar. Espero que possamos trazer mais projetos como esse para Rio Doce”, completou.
A Allonda Ambiental chegou a Rio Doce, em 2015, após o desastre da barragem do Fundão, em Mariana. A empresa foi contratada para fazer a retirada de rejeitos do reservatório da Usina Hidrelétrica Risoleta Neves, além de outros serviços de limpeza da estrutura para que ela volte a gerar energia. Boa parte dos funcionários que estão trabalhando para a empresa mora em Rio Doce.

SOBRE A ALLONDA
A Allonda é uma empresa de engenharia com foco em soluções ambientais sustentáveis. Possui um time próprio de especialistas e cerca de 600 funcionários em operações no Brasil e América Latina. São mais de 500 projetos já executados, dentre eles remediação ambiental nos dois maiores acidentes ambientais brasileiros, causados pelo rompimento de barragens de mineração em Mariana (2015) e Brumadinho (2019), ambos em Minas Gerais.

Mais informações:
Ex-Libris Comunicação Integrada
(11) 3266-6088 ramal 223 / 9 7682-4686
Jornalistas: Marco Berringer, Edgard Léda e Edmir Nogueira

Prova é comentada por especialista do SAS - Enem



Enem | Conteúdo denso e eclético marcou primeiro dia do exame
Prova é comentada por especialista do SAS
Novembro, 2019 - O professor Ademar Celedônio, diretor de Ensino e Inovações Educacionais do SAS Plataforma de Educação, comenta o caderno Azul da prova do Enem que aconteceu em 3 de novembro de 2019. Segundo o especialista, a avaliação seguiu o padrão dos anos anteriores, mas teve um grande volume de textos contextualizando as questões, o que a tornou um pouco mais densa, algo visto pela última vez em 2012.
A prova (azul) comentada está neste link .
Em linguagens, o foco esteve em literatura pós-modernistas. Foram citados João Cabral de Melo Neto e Raul Pompéia, mas a maioria dos escolhidos possuem obras publicadas nas últimas décadas. Falou-se novamente em Picasso, um padrão de anos anteriores. Em 2019, os avaliadores pediram a interpretação da obras "Cabeça de Touro".
Cibercultura, impacto da tecnologia (questões 17 e 19, por exemplo) e hábitos da sociedade que estão influenciando as mídias sociais também foram abordados demonstrando que a prova busca fazer um link com comportamentos da sociedade. Outro destaque foi Educação Física, que teve espaço em duas questões (9 e 27).
Já em ciências humanas os temas foram divididos da seguinte forma: 15 questões de História, 10 de Filosofia (número maior do que em anos anteriores), cinco de Sociologia e 15 de Geografia. Em História, o foco esteve em assuntos factuais, sem abordagens polêmicas e com temas ecléticos. Um dos destaques foi a questão sobre os direitos humanos, mas falou-se também sobre totalitarismo, holocausto, primeiro reinado e etc. Em Geografia, falou-se de clima, ecologia e os avaliadores escolheram falar ainda sobre a indústria, agrotóxicos e Amazônia. "A prova manteve a tradição de oferecer contexto, falar de pontos importantes para a sociedade contemporânea e ser técnica. Como houve muita apresentação em texto, podemos dizer ainda que em 2019 o Enem está seguindo a linha conteudista", avalia Celedônio.
Sobre o SAS
Somos uma plataforma de Educação que desenvolve conteúdo, tecnologia e serviços educacionais para a Educação Básica. Hoje, mais de 780 escolas e 260 mil alunos de todo o país utilizam as nossas soluções. Para conhecer mais, acesse saseducacao.com.br .
Informações para a Imprensa
RPMA Comunicação
Monica Permagnani - (11) 94187 6025
Alethéia Rocha - (11) 99644- 7638

Waze e 99 apresentam voz de navegação com Scooby-Doo e Salsicha


Waze e 99 apresentam voz de navegação com Scooby-Doo e Salsicha
Pela primeira vez no Brasil, o app terá duas vozes dividindo os comandos em ação que faz parte da campanha "Dupla Imbatível", da 99
São Paulo, 04 de novembro de 2019 - Os motoristas brasileiros não precisam mais de uma Máquina Mistério para estarem na companhia de Scooby-Doo e Salsicha. Agora, os usuários poderão dirigir com as vozes em português dos personagens - estrelas da campanha da 99, "Dupla Imbatível". Essa é a primeira voz em português no Waze que é gravada por duas pessoas - nesse casodois personagens clássicos.
"Customizar os comandos de voz do Waze torna experiência de dirigir mais divertida e permite um nível de engajamento único para as marcas - ainda mais com a novidade de ter dois personagens dividindo o papel de nos guiar pela cidade. A nossa parceria com a 99 nessa açãoalém de inovartambém reforça o posicionamento do Waze como o 'dupla imbatível' do motorista brasileiro", diz Leandro Esposito, diretor geral do Waze para o Brasil.
Além da voz dos personagensos usuários poderão optar entre os ícones para ser o seu carro no mapa do aplicativo. Para ativar a voz do Scooby-Doo, basta acessar o Menu, ir à aba Configurações e, na seção Instruções de Vozescolher a opção "Português (BR) - Scooby-Doo. Para mudar o carrona mesma aba de Configurações, o usuário deve ir na seção Configuração de exibiçãona aba de Carro no mapa, e escolher entre os ícones. A novidade está disponível para os smartphones iOS e Android e ficará online por 30 dias.
açãocriada em parceria com a agência GUT, faz parte da campanha de marketing da 99 "Dupla imbatível", cujo objetivo é reforçar os atributos "preço" e "qualidade" da empresa de transporte por aplicativo. Com linguagem e formatos descontraídos, a comunicação apresenta duplas famosas representando motorista e passageirocomo Salsicha e Scooby-Doo.
"Nosso propósito é ser a melhor escolha para passageiros e motoristasaliando preço e qualidadeuma Dupla Imbatível que beneficia a todos. A campanha vem ao encontro com o nosso objetivo e de maneira leve e divertida e reforça os nossos compromissos com democratização do acesso ao transporte e à geração de renda", afirma Stella Brant, diretora de Marketing da 99.
Sobre a 99
A 99, empresa brasileira de tecnologia que conecta passageiros e motoristas através de seu aplicativofaz parte da companhia global Didi Chuxing ("DiDi"). O aplicativo conecta mais de 600 mil motoristas a 18 milhões de passageiros em mais de 1.600 cidades no Brasil. Como uma das maiores provedoras de mobilidade do país, a startup oferece cinco tipos de serviços na sua plataforma: 99Pop, categoria de carros particulares presente em mais de 40 regiões metropolitanas e grandes cidades; 99Taxi, categoria que cobre todo o país; 99Top, serviço de táxis de luxo oferecido em São Paulo; 99Compartilha, serviço de corridas compartilhadas disponível em Belo Horizonte MG); e o 99Comfort, que reúne comodidade de carros novos e espaçosos a um preço acessível em Porto Alegre (RS).
Sobre o Waze
O Waze é pioneiro em navegação social, otimizando a tecnologia móvel e a comunidade global engajada para redefinir as expectativas em relação aos mapas de hoje. O Waze tem a maior rede de motoristas do mundo, que trabalham juntos diariamente para superar o trânsito e economizar tempo e dinheiro. O app recomenda consistentemente as rotas mais rápidas com base em direção em tempo real e dados de milhares de usuários. De redirecionamento de tráfegopostos de combustíveis com preços baixos e ofertas relevantes de grandes marcas, o Waze é uma das companhias de direção mais amplas do mercado. Para fazer o download gratuito do aplicativo Waze para iOS e Androidvisite http://www.waze.com

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