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21 de nov. de 2019

Estudantes universitários levam à comunidade carente da Grande São Paulo, qualificação, informação e esperança




Estudantes universitários levam à comunidade carente da Grande São Paulo, qualificação, informação e esperança
Primeira e única instituição social presente nas adjacências do Bairro Cooperativa, região periférica de São Bernardo do Campo que tem entre os moradores famílias assentadas e que convivem em situação de risco social elevado, Instituto Cativar conta com um grande aliado no trabalho que desenvolve junto a adolescentes e jovens da comunidade. Um grupo de 120 estudantes da Faculdade de Tecnologia Termomecanica (FTT) que vem desenvolvendo várias ações voluntárias para auxiliar no acesso de pessoas da comunidade ao emprego ou recolocação no mercado de trabalho.
Essas ações fazem parte de um programa de extensão universitária chamado Arena Solidária que realizou, ao longo de 2019, 14 capacitações, dentre elas: elétrica básica, desenho técnico, Auto Cad, Inventor, informática (Word, Excel e Power Point), gestão financeira, boas práticas em relação à higienização de pessoal e de alimentos, além de compartilhar práticas realizadas na Faculdade em prol do encaminhamento para o mercado de trabalho.
Luciana Guimarães Borges, diretora acadêmica da FTT, explica que além destas formações, foram compartilhadas estratégias de marketing pessoal, informações e dicas sobre os programas menor e maior aprendiz, realizadas uma dinâmica para estimular o planejamento de carreira e uma consultoria para elaboração / revisão de currículos de moradores da região inscritos no Instituto Cativar. Além disso, um parceiro da FTT, na área de recursos humanos, levou aos presentes uma palestra sobre as exigências do mercado de trabalho atualmente.
Ainda segundo a diretora, as ações tiveram um tripé básico: informação, prática e empoderamento. "O impacto causado pela informação confiável sobre oportunidades, direitos e deveres, aliado à prática, com a oficina de currículos e as dinâmicas propostas, está relacionado a promoção da cidadania e, consequentemente, o empoderamento, proporcionando liberdade de escolha e aumentando as chances de direcionamento de seu destino", justifica Luciana.
Para Nádia Gibo, coordenadora do Instituto Cativar, o Arena Solidária chegou em um momento crucial para a instituição. "Nós desenvolvemos um Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, para uma comunidade proveniente de assentamentos, em uma região violenta, carente de atuação social e sem equipamentos culturais. Identificamos que por volta dos 14 anos, os jovens da região começam a perceber com maior clareza a precariedade em que estão inseridos e, por esta razão, nossos esforços são voltados para os adolescentes, com o intuito de prevenir situações de risco, como o ingresso na criminalidade", diz.
A responsável pelo Instituto Cativar revela, ainda, que a atuação dos alunos da FTT na comunidade têm sido um dos pontos altos do programa Arena Solidária. "Não há histórico de sucesso escolar na comunidade, então a convivência com os alunos da FTT oferece uma referência positiva para sua formação, causando um impacto extremamente positivo, permite enxergar uma expectativa de vida melhor".
Além das formações voltadas para o desenvolvimento profissional, um grupo de jovens da comunidade receberam um treinamento para desenvolverem projetos na biblioteca, recentemente inaugurada no Instituto Cativar, como saraus, clubes de leitura, construção de memória e cine pipoca. "Essas formações foram feitas de forma voluntária pelas nossas infoeducadoras, que levaram suas expertises nesse tipo de atividade para inspirar os jovens que irão tocar esses projetos no Instituto", revela Pablo Fabiano Carneiro, professor coordenador do Arena Solidária.
"Considerando a importância da biblioteca para a comunidade, os estudantes também estão desenvolvendo um livreiro com um sistema de roldanas, totalmente planejado e otimizado nos laboratórios da FTT. Além disso, também estão trabalhando em dois softwares, um para cadastro de usuários e outro para controle de empréstimos de livros", acrescenta o professor.
"A região é considerada área branca pelo poder público, pois não conta com nenhum equipamento cultural e a biblioteca que inauguramos recentemente vai servir a toda comunidade. Reunimos um grupo de jovens para participar das formações com as infoeducadoras, pois além de aprenderem um ofício, o protagonismo faz com que eles se apropriem do espaço", complementa Nádia.
Sustentabilidade financeira X ampliação
Outro projeto que está sendo executado pelos integrantes do Arena Solidária é implantação de duas fontes de geração de renda e capacitação que visam gerar recursos para dobrar número de atendimentos para a comunidadeuma estamparia e uma bolaria, que serão instaladas no próprio Instituto Cativar e terão como mão de obra e principais beneficiados, os assistidos.
"As artes da estamparia, serão produzidas pelos jovens nas oficinas de grafite que temos aqui, onde poderão mostrar seu trabalho com uma grife própria de camisetas e bonés. Com a implantação da bolaria, devemos criar uma oficina regular de cozinha, no mesmo molde da de grafite. Os recursos serão destinados à ampliação do atendimento e à compra de matérias-primas para continuar as produções tanto da bolaria quanto da estamparia. Dessa forma colocaremos ainda mais gente preparada no mercado, ao mesmo tempo que garantimos a continuidade do projeto", afirma Nádia.
Uma demanda urgente do Instituto é a ampliação dos serviços prestados, pois há fila de espera por uma vaga no Cativar"Após análise de possibilidades, os alunos identificaram um potencial comercial que pode ser explorado dentro da própria comunidade. Assim, elaboraram um plano de negócio juntamente com a instituição e organizaram uma vaquinha online para obter recursos para a implantação da Bolaria e da Estamparia", conclui o professor.
Os alunos integrantes do Arena Solidária realizarão, ainda este ano, uma oficina sobre contato e manejo dos equipamentos da nova cozinha, uma de geleia de morangos e estão organizando um mutirão para limpeza, pintura e adequação dos espaços e prestarão uma consultoria para a implantação dos negócios.
Sobre o Instituto Cativar
Criado em 2014, tem como missão contribuir para o desenvolvimento social, educacional e cultural de crianças, jovens e adultos para que possam atuar com autonomia na transformação de suas realidades. O objetivo principal é prevenir situações de risco e fortalecer a convivência familiar e comunitária, oferecer ações complementares à escola, com enfoque na educação integral, apoio psicossocial e sócio familiar, visando a valorização da escola, o sucesso em situações de ensino-aprendizagem e a criação de vínculos pessoais, familiares e comunitários e desenvolver atividades de intervenção urbana e ações sociais, fortalecendo o respeito, a solidariedade, a gentileza e a sustentabilidade. Atende cerca de 240 alunos por mês, com faixa etária entre 6 e 59 anos. No espaço, são realizadas aulas de dança, artesanato, inglês, espanhol, entre outras.
Sobre o Arena Solidária
Criado pela Faculdade de Tecnologia Termomecanica em 2016 como um programa de voluntariado para proporcionar aos alunos uma visão social e contribuir com o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, o Arena Solidária tornou-se um dos projetos de extensão universitária, garantindo que o tempo dedicado ao projeto seja considerado como horas de estágio, devido ao engajamento dos alunos em buscar soluções para problemas reais, utilizando-se do conhecimento obtido no campus. A primeira edição, finalizada em 2018, foi agraciada com o Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE), na categoria de Responsabilidade Social, durante o GEduc - Congresso de Gestão Educacional, realizado em março de 2019. Atualmente conta com um Comitê de 120 alunos, dos cursos de Administração, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação.
Sobre a Faculdade de Tecnologia Termomecanica
Fundada em 2002, integra o Centro Educacional da Fundação Salvador Arena (CEFSA), instalado em mais de 130 mil metros quadrados. Conta com laboratórios, salas temáticas, rede de bibliotecas interativas, ginásios poliesportivos, conjunto aquático, campo de futebol, pista de atletismo, estação agroambiental e um teatro com capacidade para 600 pessoas. A Faculdade tem todos os seus cursos reconhecidos com nota máxima e está há 8 anos consecutivos no grupo de
excelência do Ministério da educação (MEC). Em 2018, a FTT recebeu R$ 19,3 milhões em investimentos e encerrou o ano com 958 alunos ante 788 no ano anterior. Metade dos alunos dos cursos de graduação da FTT vem de famílias com renda per capita mensal até 1,5 salário mínimo. Este ano, a FTT passou a oferecer dois cursos de pós-graduação lato-sensu em Gestão Educacional e Gestão de Projetos em Inovação e Sustentabilidade.

Mais informações para a imprensa:

Gabriela Pomarino | gabriela.pomarino@cdn.com.br | (11) 4359-6577

Marleide Rocha | marleide.rocha@cdn.com.br | (11) 4084-2790

Maria Eduarda Amaral mariaeduarda.amaral@cdn.com.br| (11) 3643-2714

Secretaria da Habitação recebe representantes de entidades e movimentos pró-moradia para reunião

movimentos pró-moradia para reunião


O secretário da Habitação do Estado de São Paulo, Flavio Amary, recebeu nesta quinta-feira, 21 de novembro, representantes de mais uma centena de movimentos e entidades pró-moradia de todo o Estado, para reunião na sede da Secretaria. O objetivo do encontro foi ouvir os pleitos das lideranças, explicando-lhes o caminho mais ágil e funcional para atendimento habitacional definitivo, a partir dos programas disponibilizados pela Pasta.
A modalidade Apoio do novo programa Nossa Casa, voltada às entidades, e a possibilidade de oferta de subsídios pela agência Casa Paulista aos empreendimentos construídos para associados dos movimentos foram as principais pautas da discussão. Representantes de diferentes entidades inscritas fizeram uso da palavra. Os lideres relataram questões específicas de suas regiões e, em sua maioria, solicitaram soluções por parte da Secretaria de Estado da Habitação e da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), especialmente, para famílias com renda entre zero e três salários mínimos.
O encontro contou também com a participação do secretário executivo da Secretaria de Estado da Habitação, Fernando Marangoni, do presidente da CDHU, Reinaldo Iapequino e dos diretores da Companhia, Marcelo Hercolin, Aguinaldo Quintana e Nédio Rosselli Filho.
O secretário Flavio Amary, o secretário executivo Fernando Marangoni, e o presidente Reinaldo Iapequino debateram com os presentes as limitações do Estado, mas se comprometeram com o agendamento periódico de reuniões semelhantes, para encaminhamento das providências possíveis para atendimento aos movimentos.

Estudantes universitários levam à comunidade carente da Grande São Paulo, qualificação, informação e esperança

Resultado de imagem para instituto cativarPrimeira e única instituição social presente nas adjacências do Bairro Cooperativa, região periférica de São Bernardo do Campo que tem entre os moradores famílias assentadas e que convivem em situação de risco social elevado, Instituto Cativar conta com um grande aliado no trabalho que desenvolve junto a adolescentes e jovens da comunidade. Um grupo de 120 estudantes da Faculdade de Tecnologia Termomecanica (FTT) que vem desenvolvendo várias ações voluntárias para auxiliar no acesso de pessoas da comunidade ao emprego ou recolocação no mercado de trabalho.
Essas ações fazem parte de um programa de extensão universitária chamado Arena Solidária que realizou, ao longo de 2019, 14 capacitações, dentre elas: elétrica básica, desenho técnico, Auto Cad, Inventor, informática (Word, Excel e Power Point), gestão financeira, boas práticas em relação à higienização de pessoal e de alimentos, além de compartilhar práticas realizadas na Faculdade em prol do encaminhamento para o mercado de trabalho.
Luciana Guimarães Borges, diretora acadêmica da FTT, explica que além destas formações, foram compartilhadas estratégias de marketing pessoal, informações e dicas sobre os programas menor e maior aprendiz, realizadas uma dinâmica para estimular o planejamento de carreira e uma consultoria para elaboração / revisão de currículos de moradores da região inscritos no Instituto Cativar. Além disso, um parceiro da FTT, na área de recursos humanos, levou aos presentes uma palestra sobre as exigências do mercado de trabalho atualmente.
Ainda segundo a diretora, as ações tiveram um tripé básico: informação, prática e empoderamento. "O impacto causado pela informação confiável sobre oportunidades, direitos e deveres, aliado à prática, com a oficina de currículos e as dinâmicas propostas, está relacionado a promoção da cidadania e, consequentemente, o empoderamento, proporcionando liberdade de escolha e aumentando as chances de direcionamento de seu destino", justifica Luciana.
Para Nádia Gibo, coordenadora do Instituto Cativar, o Arena Solidária chegou em um momento crucial para a instituição. "Nós desenvolvemos um Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, para uma comunidade proveniente de assentamentos, em uma região violenta, carente de atuação social e sem equipamentos culturais. Identificamos que por volta dos 14 anos, os jovens da região começam a perceber com maior clareza a precariedade em que estão inseridos e, por esta razão, nossos esforços são voltados para os adolescentes, com o intuito de prevenir situações de risco, como o ingresso na criminalidade", diz.
A responsável pelo Instituto Cativar revela, ainda, que a atuação dos alunos da FTT na comunidade têm sido um dos pontos altos do programa Arena Solidária. "Não há histórico de sucesso escolar na comunidade, então a convivência com os alunos da FTT oferece uma referência positiva para sua formação, causando um impacto extremamente positivo, permite enxergar uma expectativa de vida melhor".
Além das formações voltadas para o desenvolvimento profissional, um grupo de jovens da comunidade receberam um treinamento para desenvolverem projetos na biblioteca, recentemente inaugurada no Instituto Cativar, como saraus, clubes de leitura, construção de memória e cine pipoca. "Essas formações foram feitas de forma voluntária pelas nossas infoeducadoras, que levaram suas expertises nesse tipo de atividade para inspirar os jovens que irão tocar esses projetos no Instituto", revela Pablo Fabiano Carneiro, professor coordenador do Arena Solidária.
"Considerando a importância da biblioteca para a comunidade, os estudantes também estão desenvolvendo um livreiro com um sistema de roldanas, totalmente planejado e otimizado nos laboratórios da FTT. Além disso, também estão trabalhando em dois softwares, um para cadastro de usuários e outro para controle de empréstimos de livros", acrescenta o professor.
"A região é considerada área branca pelo poder público, pois não conta com nenhum equipamento cultural e a biblioteca que inauguramos recentemente vai servir a toda comunidade. Reunimos um grupo de jovens para participar das formações com as infoeducadoras, pois além de aprenderem um ofício, o protagonismo faz com que eles se apropriem do espaço", complementa Nádia.
Sustentabilidade financeira X ampliação
Outro projeto que está sendo executado pelos integrantes do Arena Solidária é implantação de duas fontes de geração de renda e capacitação que visam gerar recursos para dobrar número de atendimentos para a comunidadeuma estamparia e uma bolaria, que serão instaladas no próprio Instituto Cativar e terão como mão de obra e principais beneficiados, os assistidos.
"As artes da estamparia, serão produzidas pelos jovens nas oficinas de grafite que temos aqui, onde poderão mostrar seu trabalho com uma grife própria de camisetas e bonés. Com a implantação da bolaria, devemos criar uma oficina regular de cozinha, no mesmo molde da de grafite. Os recursos serão destinados à ampliação do atendimento e à compra de matérias-primas para continuar as produções tanto da bolaria quanto da estamparia. Dessa forma colocaremos ainda mais gente preparada no mercado, ao mesmo tempo que garantimos a continuidade do projeto", afirma Nádia.
Uma demanda urgente do Instituto é a ampliação dos serviços prestados, pois há fila de espera por uma vaga no Cativar"Após análise de possibilidades, os alunos identificaram um potencial comercial que pode ser explorado dentro da própria comunidade. Assim, elaboraram um plano de negócio juntamente com a instituição e organizaram uma vaquinha online para obter recursos para a implantação da Bolaria e da Estamparia", conclui o professor.
Os alunos integrantes do Arena Solidária realizarão, ainda este ano, uma oficina sobre contato e manejo dos equipamentos da nova cozinha, uma de geleia de morangos e estão organizando um mutirão para limpeza, pintura e adequação dos espaços e prestarão uma consultoria para a implantação dos negócios.
Sobre o Instituto Cativar
Criado em 2014, tem como missão contribuir para o desenvolvimento social, educacional e cultural de crianças, jovens e adultos para que possam atuar com autonomia na transformação de suas realidades. O objetivo principal é prevenir situações de risco e fortalecer a convivência familiar e comunitária, oferecer ações complementares à escola, com enfoque na educação integral, apoio psicossocial e sócio familiar, visando a valorização da escola, o sucesso em situações de ensino-aprendizagem e a criação de vínculos pessoais, familiares e comunitários e desenvolver atividades de intervenção urbana e ações sociais, fortalecendo o respeito, a solidariedade, a gentileza e a sustentabilidade. Atende cerca de 240 alunos por mês, com faixa etária entre 6 e 59 anos. No espaço, são realizadas aulas de dança, artesanato, inglês, espanhol, entre outras.
Sobre o Arena Solidária
Criado pela Faculdade de Tecnologia Termomecanica em 2016 como um programa de voluntariado para proporcionar aos alunos uma visão social e contribuir com o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, o Arena Solidária tornou-se um dos projetos de extensão universitária, garantindo que o tempo dedicado ao projeto seja considerado como horas de estágio, devido ao engajamento dos alunos em buscar soluções para problemas reais, utilizando-se do conhecimento obtido no campus. A primeira edição, finalizada em 2018, foi agraciada com o Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE), na categoria de Responsabilidade Social, durante o GEduc - Congresso de Gestão Educacional, realizado em março de 2019. Atualmente conta com um Comitê de 120 alunos, dos cursos de Administração, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação.
Sobre a Faculdade de Tecnologia Termomecanica
Fundada em 2002, integra o Centro Educacional da Fundação Salvador Arena (CEFSA), instalado em mais de 130 mil metros quadrados. Conta com laboratórios, salas temáticas, rede de bibliotecas interativas, ginásios poliesportivos, conjunto aquático, campo de futebol, pista de atletismo, estação agroambiental e um teatro com capacidade para 600 pessoas. A Faculdade tem todos os seus cursos reconhecidos com nota máxima e está há 8 anos consecutivos no grupo de
excelência do Ministério da educação (MEC). Em 2018, a FTT recebeu R$ 19,3 milhões em investimentos e encerrou o ano com 958 alunos ante 788 no ano anterior. Metade dos alunos dos cursos de graduação da FTT vem de famílias com renda per capita mensal até 1,5 salário mínimo. Este ano, a FTT passou a oferecer dois cursos de pós-graduação lato-sensu em Gestão Educacional e Gestão de Projetos em Inovação e Sustentabilidade.

Mais informações para a imprensa:

Gabriela Pomarino | gabriela.pomarino@cdn.com.br | (11) 4359-6577

Marleide Rocha | marleide.rocha@cdn.com.br | (11) 4084-2790

Maria Eduarda Amaral | mariaeduarda.amaral@cdn.com.br| (11) 3643-2714

No Catar, ministro Osmar Terra é convidado a compartilhar sua história e o que o levou a criar o programa Criança Feliz

No Catar, ministro Osmar Terra é convidado a compartilhar sua história e o que o levou a criar o programa Criança Feliz

LOC: Compartilhar os caminhos para a construção do maior programa de desenvolvimento infantil do mundo. Foi esta a função do ministro da Cidadania, Osmar Terra, durante a palestra ministrada na Cúpula Mundial de Inovação para a Educação, nesta quinta-feira, em Doha, no Catar. O ministro destacou que descobriu nas ações de atenção à primeira infância um caminho para a promoção do desenvolvimento humano e enfrentamento à pobreza. E assim surgiu o programa Criança Feliz, que já atendeu mais de 817 mil crianças e gestantes em todo o Brasil.

SONORA MINISTRO DA CIDADANIA OSMAR TERRA

LOC: A palestra ocorreu um dia após o programa ser premiado com o WISE Awards como uma das ações mais inovadoras do mundo para a educação. Entre os vencedores desta edição do prêmio, Megan Lees-McCowan, representante do programa Street Child - que trabalha com a reinserção de crianças em situação de rua - disse que a atuação do governo brasileiro é uma inspiração para o mundo ao chegar a um grande número de pessoas.

SONORA MEGAN LEES-MCCOWAN

LOC: A ciência demonstra que os primeiros mil dias de vida são os mais importantes para o desenvolvimento humano. É nessa fase que o programa Criança Feliz atua, capacitando as famílias para que estimulem de maneira adequada seus filhos. E é esse viés que chama atenção, segundo a representante da Fundação Catar e mediadora da apresentação, Audrey Giacomini.

SONORA AUDREY GIACOMINI

LOC: O programa Criança Feliz está aberto para adesões dos municípios. Ele integra ações nas áreas da saúde, assistência social, educação, justiça, cultura e direitos humanos. Até o momento, a iniciativa já realizou mais de 23 milhões de visitas domiciliares. Saiba mais, acesse cidadania.gov.br.

Reportagem, André Luiz Gomes.


CONHEÇA O PROGRAMA CRIANÇA FELIZ 

Bloco formado por favelas brasileiras lança fundo para empreendedores das comunidades

No próximo sábado (23), acontece o G10 das favelas, evento com bloco de líderes e empreendedores de impacto social das favelas que reunirá forças em prol do desenvolvimento econômico e protagonismo das comunidades. Gilson Rodrigues, presidente da Associação de Moradores de Paraisópolis e do Fundo Social Comunidades é um dos idealizadores do evento.

Bloco formado por favelas brasileiras lança fundo para empreendedores das comunidades

Serviço será lançado no próximo sábado (23) durante evento em prol do desenvolvimento econômico e protagonismo das Comunidades
No dia 23 de novembro a comunidade de Paraisópolis, em São Paulo, sediará a primeira edição do G10 das Favelas, evento com bloco de líderes e Empreendedores de Impacto Social das favelas que reunirá forças em prol do desenvolvimento econômico e protagonismo das Comunidades.

A iniciativa tem objetivo de inspirar o Brasil inteiro a olhar para a favela de uma maneira diferente. "As pessoas precisam parar de achar que quem vive em favela é 'coitadinho", diz Gilson Rodrigues, de 35 anos, Presidente da União dos Moradores de Paraisópolis e do Fundo Social Comunidades.

De acordo com Gilson, o G10 está articulando uma agenda de reuniões com governadores de Estado, Senadores e o presidente da República. "Além disso, pretendemos levar um grupo de líderes de comunidades para o Fórum Econômico Mundial que acontece em janeiro, em Davos, e na reunião do G7 em março do próximo ano".

O evento que reunirá líderes e empreendedores de diversas comunidades brasileiras, fará parte da São Paulo Tech Week, a maior semana de inovação e tecnologia da América Latina, e da Semana Global do Empreendedorismo, a maior semana de empreendedorismo no mundo.

O "G-10 das favelas" tem na lista as comunidades da Rocinha (RJ), Rio das Pedras (RJ), Heliópolis (SP), Paraisópolis (SP), Cidade de Deus (AM), Baixadas da Condor (PA), Baixadas da Estrada Nova Jurunas (PA), Casa Amarela (PE), Coroadinho (MA) e Sol Nascente (DF).

Fundo de investimento e telefonia própria
Durante o evento, haverá o lançamento do Fundo para Empreendedores de Impacto com recursos do Brasil, Europa e Estados Unidos. Arrecadado através de uma campanha de crowdfunding, parte do capital será revertido para negócios de impacto social com sede em comunidades pertencentes ao G10 das Favelas e outra parte será destinado a pessoas físicas residentes nas comunidades que estejam em condição de alta vulnerabilidade.

Entre os dias 23 de novembro de 2019 e 31 de janeiro de 2020, qualquer pessoa pertencente a uma das comunidades do G10 poderá cadastrar um projeto para concorrer ao auxílio do fundo.

A medida trará recursos para comunidades brasileiras e ajudará no aumento da circulação de dinheiro nessas regiões criando cases de empreendedores de sucesso, atraindo empresas e Fundos de Investimentos e, claro, inspirando os milhares de moradores de comunidades.

No mesmo dia também será feito o lançamento da telefonia móvel de Paraisópolis com chip pré-pago personalizado. Os planos, criados com base em cada perfil de morador da Comunidade, trarão diferenciais, tais como atendimento personalizado e soluções de acordo com a particularidade de cada cliente.

Paraisópolis será a primeira comunidade no mundo a ter MVNO (Mobile Virtual Network Operator), que, em tradução livre, significa Operadora Móvel com Rede Virtual. O chip pré-pago da Paraisópolis Celular é customizado com uma arte que traz as características da Comunidade, possui cobertura em todo Brasil e oferece WhatsApp ilimitado.

Além disso, o evento também contará com oficinas, palestras, mentorias e atividades como o ‘Experiência Paraisópolis das Artes’ - um tour pela comunidade feito com a presença de um guia local, além do lançamento do ‘Emprega Comunidades’, uma espécie de 'LinkedIn da Favela' que tem objetivo de conectar empresas a quem está em busca de emprego.

No painel ‘Dados e Pesquisas sobre Favelas - O Mercado Bilionário das Favelas e das cidades informais’, Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, apresentará um estudo com panorama sobre as favelas Brasileiras. O painel também contará com a presença de Emília Rabelo (Outdoor Social), Marcos Lisboa (Presidente do Insper) e Max Xavier (Presidente da ENEL).

SERVIÇO:
G10 das Favelas
23 de novembro
Das 9h às 17h
Pavilhão Social, Rua Itamontiga, 100, Paraisópolis, São Paulo
Ingressos: Gratuito para líderes de comunidades / R$ 400,00 (inteira) e R$ 200,00 (meia)
Mais informações: canaltransformadores.com.br/slum-summit

IES sem Mercado - Wille Muriel






A ideia de explorar mercados educacionais é ultrapassada. Uma IES não pode perder sua essência educacional, posicionando-se como uma franquia para atrair clientes. Isso não é adequado para a gestão de universidades porque uma organização (realmente) educacional se posicionada como um equipamento social, voltado para o desenvolvimento de contexto educacionais e não para a sua exploração. A ideia de exploração não explica o sentido econômico dos empreendimentos. Ao contrário, cria modismos e toda sorte de confusões. Um exemplo disso é a expansão de polos EaD sem critérios adequados a contextos educacionais. Hoje operam, na média, com um número reduzido de alunos. Então o que fazer? Retomar a essência. Como? Repensando o seu propósito, seus objetivos fundamentais, seu portfólio, sua cultura... mas vai com calma. Isso pode ser bem dolorido.


Prótese de silicone: esclareça as principais dúvidas sobre a cirurgia


Um dos procedimentos mais procurados pelas mulheres, o aumento de seios exige cuidados específicos; diálogo entre médico e paciente é essencial para um resultado harmônico

Resultado de imagem para Dr. Victor Cutait

Colocar silicone nos seios é o desejo de muitas mulheres de diferentes faixas etárias que procuram melhorar a autoestima e o bem-estar. De acordo com os últimos dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, em 2018, 18,8% das intervenções cirúrgicas foram para colocar seios, na frente da lipoaspiração (16,1%) e abdominoplastia (15,9%).

Os principais motivos que levam as pacientes a procurarem a alternativa variam entre flacidez, falta de volume nos seios, envelhecimento, assimetrias e reconstruções. No entanto, de acordo com o cirurgião plástico Victor Cutait, durante avaliação do paciente deve ser levada em consideração a individualidade e a harmonia de cada corpo. “Tudo deve ser conversado, para que as expectativas delas e a parte médica fiquem alinhadas, já que não há apenas um tipo de prótese ideal. As proporções do corpo, larguras do quadril e da cintura, altura, peso e o tamanho das mamas naturais devem ser avaliadas para que a cirurgia seja um sucesso”, explica o médico.

Durante a decisão de se submeter à cirurgia, no entanto, muitas mulheres têm questionamentos comuns relacionados ao procedimento. Por isso, o Dr. Victor Cutait esclarece as principais dúvidas sobre aumento de seios.

Do que são feitas as próteses de silicone?
São compostas por uma cápsula externa e por gel interno de silicone altamente coesivo, com alto grau de aderência.

Quais são os modelos de prótese?
Anatômica: é bastante indicada para pacientes que não desejam preenchimento do colo mamário com um volume alto. O resultado é um aspecto super natural, já que seu formato é como o de uma gota. Cônica: indicada para pacientes que têm o tórax bem estreito, e que desejam uma mama projetada. Prótese redonda: é a mais utilizada entre os procedimentos. Ideal para a paciente que deseja um bom preenchimento do colo mamário, além de preencher a parte superior da mama.

Qual tipo de anestesia é utilizada?
Em grande parte dos casos, é aplicado anestesia local com sedação. Quais cuidados as pacientes devem tomar antes da cirurgia? É essencial cuidar da alimentação e adotar hábitos saudáveis antes da cirurgia, evitando comidas condimentadas e bebidas alcoólicas. Além disso, o anticoncepcional oral deve ser suspendido por cerca de um mês antes da realização do procedimento.

Quais cuidados as pacientes devem tomar antes da cirurgia?
É essencial cuidar da alimentação e adotar hábitos saudáveis antes da cirurgia, evitando comidas condimentadas e bebidas alcoólicas. Além disso, o anticoncepcional oral deve ser suspendido por cerca de um mês antes da realização do procedimento.

Quais cuidados as pacientes devem tomar após a cirurgia? É essencial que a mulher mantenha as mamas hidratadas para prevenir possíveis estrias que possam surgir. A paciente precisa evitar atividades físicas por 14 dias a 21 dias, pois os braços devem ficar em repouso, já que um simples movimento pode romper os pontos e deslocar a prótese. Além disso, durante a recuperação, a orientação que a paciente use a malha para mamoplastia por volta de dois meses, com o uso do sutiã somente durante o dia. Também deve-se dormir apenas de barriga para cima - deitar de lado só é liberado após seis semanas e de bruços, após cerca de 3 meses.

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:
DIGITAL TRIX
Paula Cohn -- paula.cohn@digitaltrix.com.br
Mayara Guerrero -- mayara.guerrero@digitaltrix.com.br
Letícia Rodrigues -- leticia.rodrigues@digitaltrix.com.br
55 11 3255-8718 55 11 99134-4154 www.digitaltrix.com.br

O Encarregado de Proteção de Dados nas IES Jacobs Consultoria – 20/11/2019

O Encarregado de Proteção de Dados nas IES

Jacobs Consultoria – 20/11/2019


Em artigo anterior falamos, de maneira geral, sobre o encarregado de proteção de dados (EPD) de que trata a LGPD. Quais as funções e atividades deste novo profissional, bem como a necessidade de preparação para os milhares de postos de trabalho que irão surgir.Neste momento apresentamos as peculiaridades do trabalho deste ator fundamental da lei de proteção de dados dentro das Instituições de Ensino Superior, baseadas na lei brasileira, na GDPR e também nas orientações especializadas a partir deste regulamento europeu, como o WP29.A propósito, WP29 é a sigla inglesa para GT Art. 29 - Grupo de Trabalho do art. 29 - grupo de trabalho europeu independente que lidou com as questões relacionadas à proteção de dados pessoais e da privacidade até a data de início de vigência do RGPD. Foi um órgão consultivo, constituído por um representante da autoridade de proteção de dados de cada Estado Membro da EU e suas recomendações se prestam a todos que se utilizam da GDPR como fonte da lei de proteção de dados, o que inclui o Brasil.Enfim, este grupo adotou orientações sobre o papel do EPD, esclarecendo alguns dos principais critérios em torno de sua designação, inclusive nas IES. Faremos um aparte neste ponto para apresentar uma definição básica do que são os dados acadêmicos que serão tratados pelas Instituições de Ensino Superior, objetos que são da Lei Geral de Proteção de Dados. Porque quando falamos de IES precisamos ter em mente que elas tratam dados de alunos, mas também de professores, empregados e terceirizados. Nem todos estes dados são acadêmicos. Dados financeiros de alunos, bem como dados pessoais de professores, empregados e terceirizados não são acadêmicos e serão tratados de acordo com a norma geral da lei.Os dados acadêmicos abrangerão os dados dos alunos matriculados, ou seja, vinculados à IES, bem como os dados que envolvem a pesquisa acadêmica, pesquisas governamentais relativas ao processo universitário ou, por exemplo, bolsas concedidas aos alunos. Vejamos um rol exemplificativo.
  • dados coletados quando da matrícula do aluno, como nome completo, números de documentos pessoais, endereço, números de contatos telefônicos;
  • dados do aluno relativos à frequência no curso;
  • sobre a participação do aluno em atividades complementares e cursos de extensão;
  • sobre eventuais transferências do aluno;
  • sobre avaliações do aluno apresentadas pelo corpo docente;
  • sobre resultados acadêmicos;
  • sobre turmas ingressantes e pregressas, em anais da IES;
  • sobre projetos acadêmicos, bolsas de incentivo;
  • dados sobre bolsas concedidas, prêmios aos discentes e
  • programas de assistência estudantil.
Como dissemos, o rol não é exaustivo, cabendo a cada Instituição de Ensino Superior, especialmente neste período de adaptação, coordenar os trabalhos com os atores da lei e definir e especificar os dados que serão tratados, antecipando-se à vigência da LGPD.Um bom parâmetro normativo para determinar o que seriam dados acadêmicos é a norma relativamente recente do MEC que trata de diplomas. A Portaria 1.095/2018 cita, no Art. 14, dentre outros, diversos dados acadêmicos, tais como:
  • número do registro do diploma;
  • nome completo do diplomado;
  • data e local de nascimento;
  • nacionalidade;
  • cédula de identidade, indicando o órgão expedidor e a Unidade da Federação;
  • nome do curso;
  • data da conclusão do curso;
  • data da colação de grau;
  • data da expedição do diploma;
  • data do registro do diploma;
  • título ou grau conferido.
Outra referência é a Portaria 315/2019, que trata do acervo acadêmico, definido como: “conjunto de documentos produzidos e recebidos por instituições públicas ou privadas que ofertam educação superior” (Art. 37). Esses dados são dados tipicamente acadêmicos.Em se tratando de dados acadêmicos, por exemplo, como já expusemos em outro artigo, não será imperativo o consentimento prévio do aluno. Portanto, verificar quais são os dados objetos de tratamento e em que categoria eles se inserem é apenas uma das várias providências que precisam ser tomadas o quanto antes, dada a iminência da LGPD.Voltando às orientações/recomendações do GT Art. 29, vejamos alguns tópicos que dizem respeito às IES:
  • Registro: recomenda-se que controladores e operadores das IES – os agentes de proteção de dados – mantenham um registro da análise que foi feita para determinar a necessidade da nomeação do EPD. Aqui no Brasil, para tanto, aguardamos a concretização da ANPD e a regulamentação de eventuais exceções na obrigatoriedade de contratação do profissional.
  • Atividades principais dos agentes de tratamento: as atividades principais dos agentes de tratamento, ou seja, os controladores e os operadores, são as atividades primárias e as operações-chave necessárias para atingir os objetivos das mesmas, não se relacionando, por exemplo, com o processamento de dados de seus auxiliares. Já os EPD podem coletar informações para identificar atividades de processamento, analisar e verificar a conformidade destas atividades, informar, aconselhar e emitir recomendações.
  • Grande escala: para que se verifique se o processamento de dados de uma Instituição de Ensino Superior é realizada em larga escala é preciso ponderar o número de titulares de dados, o número de dados em si, a duração ou permanência da atividade de processamento de dados e a extensão geográfica da atividade de processamento. A dedicação da IES à adequação à LGPD deve ser maior quanto mais complexa for a atividade de tratamento de dados por ela efetuado.
  • Monitoramento regular e sistemático dos titulares dos dados: este monitoramento regular é o que ocorre em determinados intervalos e em período específico, recorrente, ou repetido em horários fixos, constantemente ou periodicamente. Sistemático é aquele que ocorre de acordo com um sistema predeterminado, de forma organizada e metódica, parte de uma estratégia e de um plano de coleta de dados. Fazer um monitoramento regular e sistemático dos dados serve ao marketing direcionado, prevenção de fraudes, localização etc.
O Grupo de Trabalho do Art. 29 da GDPR admite a designação de apenas um EPD para várias empresas/organizações, ou seja, mais de uma IES poderá contratar um EPD específico, especializado, desde que, obviamente, ele cumpra alguns requisitos. O EPD, neste caso, precisa ser acessível e ter disponibilidade pessoal para garantir que os titulares dos dados pessoais possam entrar em contato com ele. Naturalmente o EPD deve ser capaz de cumprir suas tarefas com as duas ou mais IES, sendo íntegro, ético, permitindo e promovendo a conformidade dos trabalhos com a LGPD.Conhecimento e habilidades do EPD/DPOÉ muito importante que o EPD que servirá às IES participe de treinamentos e avaliações que possibilitem certificação feita por organizações acreditadas e reconhecidas internacionalmente.Não existe um nível de conhecimento definido, mas deve ser proporcional à complexidade dos dados que as IES tratam e estas devem considerar a exigência ou não de especialização.De qualquer forma, é relevante que o EPD de grandes IES possua experiência em dados nacionais e internacionais, sendo conhecedor do setor de negócios da organização, compreender todas as atividades de processamento, conhecer sistemas de TI e de segurança.As IES precisam se adiantar e decidir antecipadamente sobre as qualificações e o nível de treinamento necessário para o EPD que desejam contratar.Ainda, recomenda-se que o EPD seja nomeado com base em um contrato de serviço, seja ele um indivíduo ou uma organização, garantindo que cada titular de direitos possa ser atendido de maneira eficaz.Publicidade e Comunicação dos EPDOs contatos dos EPD que tratam dados de IES devem incluir informações que permitam aos titulares dos dados, bem como à autoridade nacional, acessá-los facilmente. Endereço, telefone, endereço de e-mail, linha direta ou formulário de contato no site da organização são recomendados. De acordo com o GT Art. 29 este requisito não se aplica ao nome do EPD, mas a contratante do serviço (a IES, no caso), juntamente com o próprio EPD podem decidir se incluem ou não.O EPD precisa envolver-se desde sempre com o processo de tratamento de dados e deve ser parte de qualquer discussão ou grupo de trabalho que lide com o processamento de dados ou atividades das IES neste sentido.Vários recursos são necessários ao trabalho do EPD e devem ser providos pelas IES. Além do suporte ativo de uma gerência sênior ou diretoria, ele precisa de:
  • tempo suficiente para cumprir suas funções,
  • recursos financeiros,
  • infraestrutura e pessoal,
  • ser apresentado formalmente como encarregado para todos os funcionários,
  • ter acesso às partes interessadas, como o RH, o jurídico, o TI, e a Segurança,
  • ser continuamente treinado e
  • ter uma equipe de EPD (dependendo da estrutura da IES).
Sempre, em qualquer caso, o encarregado não pode ser instruído sobre como lidar com eventuais problemas que surjam em relação ao tratamento de dados: ele precisa agir de maneira independente, não podendo ser penalizado por cumprir suas funções dentro da norma da LGPD ou discordar do controlador.Mesmo porque é permitido ao encarregado coletar informações para identificar atividades de processamento, analisar e verificar a conformidade destas atividades com a lei e, caso haja questões controversas, informar, aconselhar e emitir recomendações. Faz parte de seu papel como EPD e espera-se este reconhecimento pelas Instituições de Ensino Superior.Enfim, a entrada em vigência da LGPD se aproxima e há muito o que fazer para que as Instituições de Ensino em geral - especialmente aquelas que lidam com a modalidade EAD - se adequem e estejam, em termos operacionais e jurídicos, em conformidade com a lei. A falta de planejamento pode suscitar multas e eventuais indenizações.




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