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23 de nov. de 2019

Torcedor flamenguista recebe da Buser passagem de volta após a partida final da Libertadores 2019

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Torcedor flamenguista recebe da Buser passagem de volta após a partida final da Libertadores 2019
Capixaba viajou para Lima, no Peru, apenas com a passagem de ida, sem saber como faria para retornar ao país
"Meus amigos me ajudaram com a passagem de ida, porém, eu fiquei sem a volta. O que importa é o meu Flamengo ser campeão". É assim que o autônomo Ciro Damasceno, de 28 anos, resume a sua saga que teve como destino Lima, no Peru, local sede da Copa Libertadores da América 2019. Evento que acontece hoje, 23, com duelo entre Flamengo e River Plate - no Estádio Monumental de Lima, no Peru.
Nascido em Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo, Ciro saiu de ônibus de Curitiba (Paraná) no dia 16 de novembro, às 23h. O destino foi Florianópolis onde chegou às 4h da madrugada. Indo direto para o aeroporto esperar o voo para Santiago - que sairia somente às 11h50 e que depois teria conexão para Lima, às 18h.
"A verdade é que após a mudança do local da final, eu já tinha perdido a esperança de vir devido à dificuldade para trocar os voos. Porém, todo mundo foi conseguindo trocar a passagem e eu acabei conseguindo um reembolso de 100%, referente ao voo de ida. Então, meus amigos sabendo da situação, resolveram me ajudar pagando o restante que ficou faltando, e ainda me ajudaram com a hospedagem. Como eu acabei conseguindo resolver a ida, acreditei que conseguiria a volta também. Foi então que chegou ao conhecimento da Buser que me fez a proposta de voltar para ao Brasil com tudo pago", disse
De acordo com a diretora de marketing da Buser, Fátima Bana, a iniciativa faz parte do posicionamento da plataforma de celebrar os bons momentos sempre com respeito e tolerância. "Para a empresa o que importa é realizar sonhos com segurança e conforto. Quando soubemos da história de coragem do Ciro, do tempo que ele demorou para ir, e as circunstâncias, entramos em contato e fizemos a proposta. Imediatamente, emocionado, aceitou e agradeceu", explicou.
Ainda segundo a executiva, "Infelizmente, não existe a possibilidade dele voltar em um dos ônibus da plataforma. A autorização internacional só permite que volte quem foi na mesma lista de ida. Porém, a passagem aérea do torcedor será totalmente custeada pela Buser. Além disso, Ciro recebeu o convite para ir ver o Flamengo de camarote no próximo jogo do Brasileirão", declarou.
"É uma emoção que só quem é torcedor vai entender, ultrapassa os limites da razão. Não tenho palavras para agradecer à Buser. Além de estar patrocinando meu time do coração, não mediu esforços para trazer nossa torcida até aqui e me ajudar a voltar ao meus país, e espero agora que a gente volte com essa taça também", finaliza o torcedor.







Museu de Paleontologia de Marília completa 15 anos - 25 de Novembro de 2019

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Paleontólogo William Nava

(Observação: atualmente o museu está fechado para reforma)

Local tem importantes parcerias técnico-científicas com  instituições e museus pelo Brasil e também com a Argentina e Estados Unidos
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No dia 25 de novembro o Museu de Paleontologia de Marília completa 15 anos de atividades, promovendo a paleontologia, a cultura e o turismo para milhares de brasileiros que visitaram Marília ao longo desse período, disseminando  o conhecimento e esclarecendo o público sobre o mundo fascinante dos dinossauros e de outros animais que aqui viveram durante a era Cretácea, há cerca de 70 milhões de anos.
Apesar de parcialmente fechado ao público desde agosto/2017 por conta das reformas no prédio, o Museu de Paleontologia não deixa de atender, dentro das possibilidades, aqueles que o procuram.

É hoje reconhecido em todo o Brasil e mesmo no exterior, em virtude de sua exposição de fósseis originais provenientes daqui e de outras regiões do país, e também pelo trabalho que executa nas coletas, escavações e divulgações científicas desses materiais.
Tem importantes parcerias técnico-científicas com  instituições e museus pelo Brasil e também com a Argentina e Estados Unidos, envolvendo  análises e  estudos dos fósseis.

Inaugurado em novembro de 2004 pela Prefeitura de Marília como resultado do trabalho de escavação do paleontólogo William Nava, que desde 1993 coletava fósseis pela região, tornou-se, ao longo dos anos, um dos principais polos turísticos e culturais do estado de São Paulo.
Até o momento recebeu visitantes de cerca de 2.500 cidades brasileiras e de aproximadamente 97 países, muitos brasileiros atraídos pela curiosidade em ver pessoalmente um fóssil de dinossauro e poder tocá-lo, algo inusitado, já que a maioria dos museus com fósseis não permite esse tipo de atividade.
“É muito gratificante poder compartilhar com o público adulto e infantil, informações sobre os dinossauros e os fósseis encontrados pela região. Hoje não tem quem não conheça ou não tenha ouvido falar em dinossauros. É uma palavra mágica e fósseis desses animais são encontrados em praticamente todos os continentes. O fato de haver em nosso subsolo evidências concretas da passagem desses fantásticos animais num tempo muito distante e remoto faz de Marília e o oeste paulista uma “janela para o passado”, afirmou o paleontólogo William Nava.
Museu de Paleontologia de  Marília completa 14 anos



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O Museu de Paleontologia comemorou 26 anos da descoberta do primeiro fóssil de um dinossauro em nossa região, pelo paleontólogo e coordenador William Nava.
Após persistentes buscas, iniciadas em meados de 1989, quando ainda era bancário, William Nava realizou um antigo sonho em abril de 1993: revelar um vestígio, uma evidência que mostrasse que esses fabulosos animais do passado também viveram na região de Marília, há milhões de anos.
Deparou-se então, na estrada de terra de Padre Nóbrega-Rosália, com restos ósseos de grande tamanho que lhe chamaram a atenção, vindo depois de alguns dias, a se confirmarem como pertencentes a dinossauros do grupo dos saurópodes, animais herbívoros e quadrúpedes de porte médio a grande que habitaram toda a América do Sul, Índia e Austrália durante o Cretáceo Superior, há cerca de 70 milhões de anos.
A partir daí, Marília passaria a ser conhecida em todo o Brasil também pelos dinossauros, e William teria contato com uma nova realidade: a de paleontólogo.
Seus achados hoje são reconhecidos dentro da paleontologia em todo o Brasil e acabaram revelando novas formas de répteis pré-históricos nunca antes descobertos em nosso país, como os primitivos crocodilos Mariliasuchus Amarali e Adamantinasuchus Navae, endêmicos desta região, e os primeiros ovos fossilizados pertencentes a crocodilos achados no Brasil, com várias ninhadas de ovos indicando ter sido esta região um habitat para esses crocodilos.
No final de 2004, como resultado das escavações e coletas de William Nava e pela procura da população e das escolas para ver os fósseis, foi inaugurado o Museu de Paleontologia de Marília pela Prefeitura Municipal, espaço único em todo o oeste paulista, destinado à pesquisa, exposição e divulgação de todo esse trabalho científico. Coordenado desde sua inauguração pelo paleontólogo, o Museu de Paleontologia é reconhecido desde então como um dos principais atrativos turísticos e culturais do estado de São Paulo.
William tem trabalhado em vários sítios paleontológicos pela região, num esforço incansável para revelar antigos animais da Era dos dinossauros, tão importantes para a compreensão dos processos evolutivos pelos quais passou nosso planeta.
Outra descoberta significativa do paleontólogo ocorreu em abril de 2009: ossos do mais completo titanossauro já encontrado (o famoso Dino Titã), escavado entre 2011 e 2013 e que serviu de inspiração para a TV Globo fazer a novela Morde & Assopra em 2011. Parte desses fósseis está em exposição no museu, o restante está na Universidade de Brasília para estudos morfológicos.
Prefeitura de Marília - Entrevista com William Nava em 2016 
“Estou muito feliz por comemorar 23 anos da descoberta desse primeiro fóssil em nossa região. Antes não havia registro efetivo da presença de dinossauros por aqui,  embora, do ponto de vista geológico, Marília fosse conhecida pela presença de rochas sedimentares (arenitos) formadas durante o Cretáceo. Bastou realizar observações e pesquisas que os primeiros fósseis apareceram. Atribuo isso a muito trabalho e persistência”, disse Nava.
O museu atualmente está vinculado à Secretaria Municipal de Trabalho, Desenvolvimento Econômico e Turismo, coordenada pelo secretário Cássio Luis Pinto Júnior, que busca transformar Marília em Município de Interesse Turístico (MIT), tendo o Museu de Paleontologia e os Itambés que circundam a cidade, como grandes atrativos, como grandes diferenciais.
“O Museu é muito rico em termos de acervo. Temos atualmente alguns projetos em andamento que visam transformá-lo em uma instituição sustentável e melhorar ainda mais sua estrutura, beneficiando assim nosso principal produto turístico. Marília é destaque nacional graças a essas incríveis descobertas paleontológicas; é realmente um privilégio ter um mariliense como Willian Nava à frente de tantas importantes pesquisas”, disse Cássio.
O Museu fica na Av Sampaio Vidal, esquina com Av. Rio Branco e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h30. A entrada é gratuita.



Descoberta do primeiro fóssil de dinossauro em Marília completa 23 anos

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