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27 de nov. de 2019

Identidade foi apresentada na noite de ontem, durante jantar anual promovido pela ONG ao lado de grandes empresários e celebridades brasileiras

Rede Gerando Falcões apresenta novo logo

Identidade foi apresentada na noite de ontem, durante jantar anual promovido pela ONG ao lado de grandes empresários e celebridades brasileiras


“Derrubar muros e construir pontes”. Esse é o jeito de diminuir a distância entre a periferia e as oportunidades que a Rede Gerando Falcões busca diariamente por meio de ações sociais pelo Brasil afora. E para transmitir esses valores e mostrar o senso de urgência em criar uma ponte entre as diferenças brasileiras, o novo logo da instituição foi apresentado ontem, 26, durante o jantar anual da Rede.

De asas bem abertas, o Falcão acolhe, mas também voa livremente, criando pontes entre o que fomos no passado, o que de fato importa e para onde vamos. E o que cada um pode fazer hoje pelo outro é o senso de urgência para a Rede. “A nova marca não poderia deixar de carregar a nossa essência de mudar, ousar e acreditar que as desigualdades das favelas podem ir para o museu”, acredita Edu Lyra, criador e CEO da Rede Gerando Falcões.

“O processo de criação da nova marca levou quase um ano. Foram diversas reuniões que, a quatro mãos, puderam gerar um logo que transmitisse ao mesmo tempo a mensagem de independência e o acolhimento, sempre pensando na ponte para o momento do agora”, acrescenta Renata Melman, diretora geral da 100% e responsável pela criação da nova marca.

A nova marca foi apresentada ontem, 26, durante o jantar promovido pela Gerando Falcões, uma noite marcada por muita emoção e alegria.

Pela segunda vez no Programa Rua da Gente, atividade ensinará como contribuir com o esporte de forma sustentável

Oficina gratuita para produção de redes de futebol com garrafas pet volta a SP
Pela segunda vez no Programa Rua da Gente, atividade ensinará como contribuir com o esporte de forma sustentável


São Paulo, novembro de 2019 -- Após o grande sucesso com crianças e adultos, a oficina de redes de futebol feitas com garrafa pet retorna ao programa Rua da Gente, mostrando que é possível integrar uma paixão nacional com ações sustentáveis. A atividade acontece neste sábado, 30, no bairro Jardim Ângela.

Para realização do processo de fabricação, os participantes, sejam eles adultos ou crianças, pedalam o maquinário para que fitas de pet sejam cortadas e trançadas, possibilitando assim, a produção das redes. Além disso, o bairro contará com diversas atividades de lazer durante todo o dia.

A ideia da ação surgiu na Amazônia e começou a ser colocada em prática durante a conclusão do projeto #FutebolNoTapajós na comunidade de Suruacá, no Pará. As iniciativas de conscientização, capacitação e prototipagem para o desenvolvimento deste trabalho que integra futebol e reciclagem resultou em dois novos pares de redes para o campinho local e uma comunidade pronta para dar continuidade ao processo de trabalho.

Rua da Gente
Quando: Sábado, 30
Local: Rua Macari Grande -- Jardim Nakamura / Jardim Ângela
Horário: das 9h às 18h
O que vai ter: Oficina, recreação, brincadeiras de rua, pinturas de rosto, oficinas e atividades manuais, brinquedos infláveis e muito mais.

Fotos divulgação Rua da Gente

Sobre o Rua da Gente

O Programa Rua da Gente é um projeto em parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (SEME), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais, cujo objetivo é estimular a ocupação de espaços públicos com atividades esportivas e culturais gratuitas aos sábados e domingos, nos quatro cantos da cidade.

Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas.
www.ruadagente.com.br


Estudo avaliado pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) aponta a importância da discussão sobre propostas e melhorias na atenção oncológica do país

Brasil apresenta piores indicadores no investimento em câncer se comparado a pares da América Latina, revela pesquisa
Estudo avaliado pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) aponta a importância da discussão sobre propostas e melhorias na atenção oncológica do país
O câncer está entre as principais preocupações na área da saúde no mundo todo. Apenas no Brasil, são estimados 600 mil novos casos e 200 mil mortes a cada ano. Por conta da sua complexidade, abrangência e diversidade, a doença é considerada um grande desafio pelos profissionais da saúde e pelo poder público. Para quem enfrenta o câncer, o cenário também não é nada fácil, por causa do impacto negativo da notícia, o estigma que envolve a doença, a falta de conhecimento, as dificuldades de acesso ao tratamento, entre outras coisas.
Diante dissoo levantamento "Câncer no Brasil: a jornada do paciente no Sistema de Saúde e seus impactos sociais e financeiros" foi feito para investigar o panorama de tratamento oncológico no país, tanto no sistema público como na saúde suplementar (planos de saúde). O estudo, que contou com a avaliação técnica da SBOC, teve o propósito de identificar os principais desafios encontrados ao longo da jornada do paciente com câncer.
Quando considerado o investimento no combate ao câncer feito em 2017, o Brasil apresentou os piores indicadores se comparado aos seus principais pares da América Latina. Além disso, o paciente oncológico brasileiro perde quase o dobro de anos de "vida saudável" (2,4 vezes) quando comparado a alguns países da Europa e, praticamente o triplo de anos de vida em comparação a um paciente com câncer nos Estados Unidos. "O Brasil possui grandes deficiências no diagnóstico e tratamento de câncer, que afetam diretamente a possibilidade de cura quanto a qualidade de vida dos pacientes", lamenta Dra. Clarissa Mathias, presidente da SBOC.
A pesquisa revela ainda que os maiores gargalos do tratamento no país estão na desigualdade entre os recursos terapêuticos de cada região e, ainda mais grave, nas significativas diferenças entre os atendimentos nos sistemas público e privado. O maior obstáculo do paciente que depende do SUS (cerca de 70% dos brasileiros) es na etapa anterior ao tratamento, ou seja, antes de chegar aos centros de referência especializados. "Quanto maior o atraso do diagnóstico e encaminhamento, mais avançado é o câncer e maiores são os impactos sociais e financeiros relacionados a ele. A falta de recursos e o desequilíbrio no acesso à rede assistencial também agravam o problema"aponta Dra. Clarissa.
Além de todos os problemas sistêmicos, o estudo também analisou o impacto global da doença, em aspectos sociais e financeiros. A pesquisa listou os gastos diretos com o câncer, como medicamentos, hospitalizações e cirurgias, além dos custos indiretos, como morte prematura, absenteísmo e aposentadoria por invalidez. O custo direto foi estimado em R$ 4,5 bilhões no SUS, já na saúde suplementar, as despesas chegaram a R$ 14,5 bilhões em 2017.
No SUS, o paciente encontra problemas como falta de padronização no rastreamento para alguns tipos de câncer, dificuldade de acesso a exames preventivos e agenda de consultasdemora para obter os resultados dos exames de estadiamento, restrição de acesso a medicamentos e a exames complementares. Enquanto isso, no sistema privado os pacientes até têagilidade no encaminhamento, mas podem se deparar com a negativa ou acesso dificultado aos testes que estão no Rol da ANS - o Rol garante o direito de cobertura assistencial dos beneficiários dos planos de saúde - além da demora para atualização de terapias e incorporação de tratamentos mais modernos.
Em relação aos custos sociais, os pacientes enfrentam incertezas e receios desde o diagnóstico e, até mesmo depois do fim do tratamento, sofrem para reorganizar a vida e se reinserir no mercado de trabalho. "Para melhorar essa realidade, é necessário um aperfeiçoamento do sistema de saúde que depende da atuação abrangente de todos os agentes envolvidos: governo, profissionais de saúde, pacientes, gestores, pesquisadores e indústria. Os esforços devem abranger pilares como agilizar o diagnóstico, oferecer acesso integral ao tratamento disseminar informações corretas sobre prevenção para empoderar a sociedade civil", pontua Dra. Clarissa.
A América Latina pode vivenciar um aumento de mais de 90% em novos casos de câncer até 2035, devido a fatores como o envelhecimento e o crescimento da população, segundo a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC). Por isso, o levantamento é muito valioso, pois permite enxergar a importância da discussão sobre atenção oncológica no Brasil, a fim de nos preparamos para os próximos anosA Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica defende que melhorar gestão dos recursos, destinar verbas para o tratamento e modernizar infraestrutura é um movimento essencial para reduzir também custos sociais, além de promover qualidade de vida digna aos pacientes com câncer.
SOBRE A SBOC - SOCIEDADE BRASILEIRA DE ONCOLOGIA CLÍNICA
A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é a entidade nacional que representa mais de 2 mil especialistas em oncologia clínica distribuídos pelos 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal. Fundada em 1981, a SBOC tem como objetivo fortalecer a prática médica da Oncologia Clínica no Brasil, de modo a contribuir afirmativamente para a saúde da população brasileira. É presidida pela médica oncologista Clarissa Mathias, eleita para a gestão do biênio 2019/2021.
Informações à imprensa:

Leila Justo

(11) 3060-3140

Nahia Rosa

(11) 3060-3124

PESTE SUÍNA AFRICANA: O QUE NÃO TE CONTARAM!

Com redução de oferta e disparada do preço, Governo já fala em importar carne

Venda de carne para a China faz o preço subir para os brasileiros

Por que está subindo o preço da carne...







O consumidor tem se assustado quando vai comprar carne, o preço do produto disparou de uma hora para outra. Mas, segundo especialistas, o aumento do preço tem um motivo: o número de toneladas exportadas do produto subiu muito, especialmente para China. Com isso, o mercado interno sofreu com o aumento do preço. Para assistir ao conteúdo na íntegra, acesse o PlayPlus.com

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OficinaReciclando - aprendendo a fazer Filtro dos Sonhos

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OficinaReaproveitamento Integral dos Alimentos

4/12/2019 - 8 às 11 horas


OficinaEsfoliante e Desinfetante

4/12/2019 - 14 às 16 horas


OficinaHorta Vertical - faça você mesmo!

4/12/2019 - 17 às 20 horas


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