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2 de dez. de 2019

Nestas férias, Artesp alerta para cuidados na contratação de fretamento em viagens de ônibus


Nestas férias, Artesp alerta para cuidados na contratação de fretamento em viagens de ônibus
Em 2019, mais de 450 veículos foram retidos por realizarem transporte irregular nas rodovias paulistas; Segurança dos passageiros é o foco de atuação da Artesp
São Paulo, 02 de dezembro de 2019. Com o início do período de férias escolares, Artesp (Agência Reguladora de Transporte de São Paulo) indica alguns cuidados que as viagens de ônibus sejam realizadas com conforto e segurança. A principal recomendação é viajar somente com empresas devidamente autorizadas para a prestação do serviço. No caso das viagens intermunicipais, as informações sobre a situação da empresa e a vistoria do veículo estão disponíveis no site da Artesp. A utilização do transporte irregular traz riscos para os passageiros, já que os veículos não passam pelas vistorias técnicas exigidas pela Artesp, além de não haver a garantia de que o motorista está devidamente habilitado para a prestação do serviço.
Se a viagem de férias ou a trabalho for pelo serviço de fretamento intermunicipal dentro do Estado de São Paulo, basta saber o CNPJ da empresa e/ou placa do ônibus para fazer a checagem no site: http://extranet.artesp.sp.gov.br/transportecoletivo/empresa/consulta/A consulta também pode ser feita junto à Ouvidoria da Artesp, no telefone 0800 727 83 77Esse simples procedimento evita eventuais transtornos e oferece maior garantia de segurança para as viagens. Além disso, as empresas legalizadas também devem afixar nos veículos o logotipo da Artesp e o para-brisas deve exibir a letra "F" de fretamento.
Quando o transportador irregular é flagrado, o veículo é retirado de circulação e os passageiros são realocados em um ônibus devidamente regulamentado. Além dos riscos de viajar em veículos clandestinos, os passageiros também sofrem os transtornos do desembarque e espera por um novo veículo que irá levá-los de volta à origem da viagem. A atuação dos transportadores irregulares pode ser denunciada na Ouvidoria da Artesp, através do telefone ou pelo e-mail ouvidoria@artesp.sp.gov.br .
Segurança durante a viagem - Nas viagens rodoviárias, o passageiro deve manter-se sentado e com cinto de segurança. Também é importante não carregar objetos pontiagudos ou cortantes. As bagagens de mão devem ser acomodadas no porta-embrulhos e as maiores, no bagageiro.
Balanço Para combater o transporte irregular, a Artesp realiza fiscalizações nas rodovias estaduais. Em 2019, até outubro, 6.861 veículos foram fiscalizados, sendo que 451 veículos foram retidos por realizarem transporte clandestino.
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ARTESP - Assessoria de Imprensa

(11) 3465-2363 / 2104 / 2154

Em São Paulo, 81% do volume destes produtos ilícitos são vendidos no varejo formal - e não apenas por ambulantes




FNCP lança campanha que destaca os riscos do comércio de cigarros ilegais para varejistas e toda população
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Em São Paulo, 81% do volume destes produtos ilícitos são vendidos no varejo formal - e não apenas por ambulantes
No Estado de São Paulo, 54% de todos os cigarros comercializados são ilegais, segundo pesquisa do Ibope. E cerca de 81% desse volume é vendido em estabelecimentos convencionais, como padarias, bares, mercearias e pequenos mercados - o que vai contra a ideia de que apenas ambulantes oferecem mercadorias contrabandeadas.

Para evidenciar aos comerciantes e a toda população os riscos e as punições relacionados à compra e venda de cigarros contrabandeados, o FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade) lança uma campanha de conscientização (vide anexos). No total, cerca de 150 mil varejistas serão impactados diretamente com o material informativo, sendo que em São Paulo também haverá conteúdo com o apoio do Fórum em jornais populares e spot em rádios.
Os materiais informativos destacam a intensificação das operações policiais para reprimir o contrabando, com exemplos específicos de ações de fiscalização e repressão em varejos que vendem produtos ilegais - no caso dos cigarros, as principais marcas irregulares são EightGiftSan Marino, Classic, Fox.
A campanha ainda reforça as punições aos donos dos estabelecimentos que venderem cigarros abaixo de R$ 5,00 (preço mínimo definido por Lei): prisão, fechamento do comércio, proibição de venda de cigarros por até 5 anos e apreensão dos produtos.
O material informativo contém um QR Code direcionado para a lista de 90 marcas irregulares presentes em um alerta emitido pela Anvisa, além de destacar as principais marcas do contrabando. No Estado de São Paulo, a marca ilegal Eight é líder de todo o mercado, com 40% de participação. Além desta, mais duas marcas ilegais estão no ranking das dez mais vendidas: San Marino e Gift.
"Os cigarros ilegais não seguem nenhuma regulamentação, não possuem registro na Anvisa e não pagam impostos, o que significa dizer que hoje mais da metade do mercado está fora da lei", diz Edson Vismona, presidente do ETCO. "É muito importante que consumidor e varejista também façam a sua parte denunciando essas marcas à ANVISA no número 0800 642 9782 ou pela Ouvidoria da entidade", relembra.
Mais Informações - (FSB Comunicações)
Celso de Souza
(11) 3165-9743 / 99193-1593
Dayane Garcia
(11) 3165-9596 / 98663-7786

Em Santa Catarina, 92% do volume destes produtos ilícitos são vendidos no varejo formal - e não apenas por ambulantes

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FNCP lança campanha que destaca os riscos do comércio de cigarros ilegais para varejistas e a toda a população
Em Santa Catarina, 92% do volume destes produtos ilícitos são vendidos no varejo formal - e não apenas por ambulantes

No Estado de Santa Catarina, 44% de todos os cigarros comercializados são ilegais, segundo pesquisa do Ibope. cerca de 92% desse volume é vendido em estabelecimentos convencionais, como padarias, bares, mercearias e pequenos mercados - o que vai contra a ideia de que apenas ambulantes oferecem mercadorias contrabandeadas.
Para evidenciar aos comerciantes e a toda população os riscos e as punições relacionados à compra e venda de cigarros contrabandeadoso FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade) lança uma campanha de conscientização. No total, cerca de 150 mil varejistas serão impactados diretamente com o material informativo.
Os materiais informativos destacam a intensificação das operações policiais para reprimir o contrabando, com exemplos específicos de ações de fiscalização e repressão em varejos que vendem produtos ilegais - no caso dos cigarros, as principais marcas irregulares são EightGiftSan Marino, Classic, Fox.
A campanha ainda reforça as punições aos donos dos estabelecimentos que venderem cigarros abaixo de R$ 5,00 (preço mínimo definido por Lei): prisão, fechamento do comércio, proibição de venda de cigarros por até 5 anos e apreensão dos produtos.
O material informativo contém um QR Code direcionado para a lista de 90 marcas irregulares presentes em um alerta emitido pela Anvisa, além de destacar as principais marcas do contrabando. Em Santa Catarina, a marca ilegal GIFT é líder de todo o mercado, com 20% de participação. Além desta, mais duas marcas ilegais estão no ranking das dez mais vendidas: Classic e Broadway
"Os cigarros ilegais não seguem nenhuma regulamentação, não possuem registro na Anvisa e não pagam impostos, o que significa dizer que hoje mais da metade do mercado está fora da lei", diz Edson Vismona, presidente do ETCO. "É muito importante que consumidor e varejista também façam a sua parte denunciando essas marcas à ANVISA no número 0800 642 9782 ou pela Ouvidoria da entidade", relembra.
Mais Informações - (FSB Comunicações)
Celso de Souza
(11) 3165-9743 / 99193-1593
Dayane Garcia
(11) 3165-9596 / 98663-7786

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