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A igualdade na educação

A educação brasileira fala muito em igualdade, porém a distancia entre as escola pública e as melhores escolas particulares é gigantesca. Enquanto a escola pública, por muitos anos, e ainda é, o berço das ideologias de partidos políticos de esquerda, as melhores escolas particulares são objetivas em seu papel de formadoras de alunos para as melhores universidade, e por consequência, ao mercado de trabalho elitizado e acadêmico. Embora muitos professores não aceitem que a escola pública é uma palanque de pautas e ideologias de esquerda;  os fatos não deixam de revelar essa triste realidade.  
O princípio de igualdade nas escolas brasileiras deveria começar pela igualdade de aprendizagem de conteúdos. A escola pública faz ao contrário, nivela a escola ao nível na comunidade onde o aluno está inserido, isso resulta em defasagem e na falta de oportunidade de aprendizagem dentro do período de ensino básico, e a longo prazo,  no acesso a universidade e aos mercados de trabalho mais valorizados e melhores renumerados. 
A escola pública é gratuita, e por essa razão, no Brasil se tornou um espaço para divulgação de ideologia de grupos e partidos políticos, e  segundo aos interesses de minorias e de políticas governos. 
Os pais não aceitam esse perda de tempo com ideologia desse ou daquele partido, desse ou daquele sistema político em uma boa escola particular. As questões referentes as ideologias socialistas e comunistas devem ser abordadas com imparcialidade, são questões e temáticas atuais e históricas, porém o engajamento acalorado do professor é dispensável dentro da sala de aula. Não é o que acontece nas escolas públicas. Essas se tornaram palanques de professores e alunos de faculdades apaixonados pelo comunismo e as pautas sexuais da esquerda.
As ideologias de partidos não deveriam nem sequer serem cogitadas, não deveriam nem mesmo ser motivos de discussão. Os professores deveriam possuir uma formação e um propósito que estenderia muito além de questões referentes a grupos e partidos políticos. A educação brasileira deferia formar o professor constantemente, dentro de suas matérias específicas. 
No Brasil, desse ultima década, o professor ficou limitado a ser um divulgador de ideologias de gêneros e outras pautas socialistas do partido que estava no poder.   
A educação no Brasil é uma constante guerra entre ensino técnico e acadêmicos, criaram uma "luta de classes" entre esse dois conceitos que deveriam se complementarem. Criaram uma oposição entre o ensino técnico e o acadêmicos, quando na realidades uma é a extensão do outro. Criaram o discurso de que o trabalho braçal é para o filho do pobre, limitando o ensino técnico a trabalho braçal, quando na realidade o aluno pode caminhar do ensino técnico para o acadêmico e vice e versa. 
A escola deveria dar ao aluno a oportunidade de acesso tanto ao ensino técnico quanto ao ensino acadêmico, para que possam, segundo suas vocações, encolherem a área técnica ou acadêmica, e até mesmo as duas áreas, se complementando dentro de determinadas áreas do conhecimento. 

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