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Governo entrega de materiais escolares


O ano começa também com aquisição de novos mobiliários e repasse de mais de R$ 600 milhões via PDDE-Paulista

Kits escolares entregues, obras estruturais em escolas, mobiliário novo e mais de R$ 600 milhões via Programa Dinheiro Direto na Escola – Paulista para atender demandas essenciais. Com tudo isso, a Educação de São Paulo começa 2020 de forma bem diferente de 2019, quando sequer havia convênio assinado para aquisição dos kits.
Em visita às obras da Escola Estadual Professor José Maria Reys, o governador João Doria comemorou o início de um novo modelo para a área. “Estudei em escola pública e sei como um bom kit escolar faz a diferença na vida de milhares de jovens. O quadro branco também melhorará bastante a aprendizagem neste ano”, pontua o Governador.
Foram investidos R$ 94,3 milhões para os materiais de 2020. Todas as escolas da capital e da região da grande São Paulo receberão os kits antes do dia 3 de fevereiro, data do início do ano letivo 2020. A previsão da finalização da entrega para todas as escolas estaduais do interior é até 13 de fevereiro. Em 2019, a falta de convênio fez com que eles só pudessem ser entregues em meados do primeiro semestre.
Todas as unidades que atendem alunos dos anos finais do ensino fundamental na capital já receberam. Na Escola Estadual Professor José Maria Reys, a entrega foi comemorada pela coordenadora Gislaine Lagareiro. “Nossa escola recebe estudantes de vários lugares. Alguns têm materiais escolares muito prontos, outros não. A entrega antecipada facilita a inserção daqueles que não recebem, melhora muito a vida dos professores”, pontua.
O conteúdo do kit varia de acordo com o ciclo de ensino do estudante. Para os anos iniciais do ensino fundamental, ele inclui 29 itens como apontador, borracha, cadernos, canetas, lápis, gizes de cera, régua, lápis de cor e cola branca.  Para os alunos dos anos finais do ensino fundamental, são 30 itens. Já os alunos do ensino médio recebem um kit com 25 itens.
Outro ponto abordado na unidade foi a substituição de 28 quadros negros pela lousa branca. Marília Lagareiro, aluna do quarto ano na unidade, comemorou a obra. “Meus amigos do fundo nem sempre conseguiam ver o que estava escrito. E professores têm alergia ao giz. Vai ser muito legal poder ver melhor o conteúdo”, explica a jovem.
As obras fazem parte da melhoria em 754 escolas da rede estadual de São Paulo. Os trabalhos já serão iniciados durante o período de férias escolares e o investimento ultrapassa os R$ 77 milhões.  Dentro do montante de unidades que serão reformadas, 400 terão direito à verba por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola Paulista (PDDE Paulista) para garantir reformas em telhados e calhas, visando sanar os problemas causados pelas chuvas que impactam o início das aulas todos os anos.
“Já foram depositados 630 milhões nas contas das Associações de Pais e Mestres de 5.004 escolas que aderiram ao programa. Essa verba pode ser usada para melhorias na infraestrutura e também para ações pedagógicas, já que com a mudança do calendário escolar, teremos uma semana de planejamento antes do início do ano letivo, no dia 03 de fevereiro”, explica o secretário Rossieli Soares.
Mais de 5 mil escolas aderiram ao PDDE-Paulista, anunciado ano passado.

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