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Em Marília mortalidade infantil é a menor nos últimos sete anos



Resultado de imagem para prefeito daniel alonso govO prefeito Daniel Alonso destacou nesta sexta-feira (31) à tarde a taxa de mortalidade infantil, que foi a menor nos últimos sete anos, de acordo com levantamento da Fundação Seade e do SIM (Sistema de Informações de Óbitos), informada pela Secretaria Municipal da Saúde.
O índice é calculado pelo número total de nascidos vivos, observando os óbitos registrados até o primeiro ano de vida. Em Marília, durante o ano de 2019, foram 3.052 nascimentos. No mesmo período, 28 crianças morreram até o primeiro aniversário. A taxa de mortalidade do ano (a cada mil nascidos vivos) ficou em 9,17, a menor dos últimos sete anos.
“Isto já é reflexo do investimento que a nossa gestão tem feito na área de saúde, com a inauguração de novas unidades e remodelações de outras; além do grande investimento em saneamento básico, com a construção da obra de tratamento de esgoto, que reflete diretamente na saúde da população, principalmente das crianças. Estamos muito felizes e queremos que essa taxa seja ainda menor em 2020”, disse o chefe do Executivo.
Desde 2017, quando Daniel Alonso assumiu o cargo, Marília passou a registrar resultado dentro do limite recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), quando o índice deixou de bater a casa dois dígitos, sendo 9,9 em 2017 e 9,4 em 2018.
Já no período entre 2013 e 2016, na administração anterior, esse índice sempre teve dois dígitos, sendo de 10,05 em 2013, 13,78 em 2014, 11,62 em 2015 e 11,60 em 2016.
Daniel Alonso garantiu que não faltará investimento em todas as áreas da saúde. “Ao lado da educação, a saúde é outra grande prioridade da nossa gestão. Vamos continuar investindo firme também da renovação da frota municipal e também nos servidores, sendo que centenas foram contratados na saúde, como agentes de controle de endemias, supervisores de saúde, médicos e enfermeiros, entre outros profissionais, através de concurso público realização pela Fundação Vunesp.”
A base de dados da Fundação Seade mostra ainda que, para os marilienses, 1982 foi o pior da história nesse tipo de indicador. Naquele ano, a taxa de mortes foi de 50,72 bebês para cada mil que nasceram vivos. No ano seguinte, caiu para ainda impressionantes 36,16.

NO BRASIL

O dado oficial mais recente do país, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ainda é de 2018 e aponta taxa nacional de 12,4 óbitos para cada mil bebês nascidos vivos. O desempenho referente a 2019 ainda será divulgado.
Conforme divulgado pelo Ministério da Saúde, no estudo “Evolução da Mortalidade na Infância”, os casos se dividem entre morte neonatal e pós-natal. No primeiro caso, trata-se dos bebês de 0 a 27 dias de nascidos.
Nessa situação, ainda segundo o órgão, as condições de assistência (pré-natal, atendimento médico, parto, internação após o nascimento) são determinantes.
Já no segundo caso, em que a mortalidade infantil acontece de 28 dias até a véspera do primeiro ano da criança, são mais determinantes o ambiente sócio econômico, ou seja, acesso à alimentação, água de qualidade, saneamento básico, condições de moradia, entre outros.


Fotos: Mauro Abreu/Assessoria de Imprensa PMM

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