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Aluno não queria estava na escola, mas não estava matriculado



Policia foi chamada para retirar um aluno que não estava mais matriculado. Ele insistiu para assistir à aula e a diretora chamou a polícia. Durante a ação, houve confusão e alunos acabaram sendo agredidos.


A diretora da Escola Estadual Emygdio de Barros, na Zona Oeste da cidade de São Paulo, foi afastada do cargo, depois que chamou a polícia para retirar um aluno que entrou na escola,  mas seu nome não constava na lista de alunos.
O aluno foi questionar porque seu nome não constava na lista e a direção pediu que ele se retirasse, o aluno se negou a sair da escola. A polícia foi chamada e o rapaz resistiu a abordagem da polícia. A resistência do aluno em questão, resultou em um confronto com os policiais como são mostrados nos vídeos que circulam na internet.
O caso foi registrado como desacato, resistência, lesão corporal e ameaça. 
Dois rapazes foram detidos, um de 17 anos e um ex-aluno de 18 anos, e levados pela polícia por crime de desacato. Foram ouvidos e liberados. 
Para o Secretário de Educação de São Paulo Rossieli Soares:
 o "principal protocolo é o diálogo, se o aluno está dentro da sala de aula e tem alguma coisa que está sendo necessária a ser tratada com o estudante, que a direção da escola dialogue, que os professores dialoguem, que a escola busque encontrar soluções dentro de casa. Em casos extremos no ano passado que precisamos sim do apoio da PM, já tivemos casos em que isso foi necessário, que aí vira um caso de polícia. Mas nem todos serão e me parece que esse não deveria ser."
 O conselho Tutelar responsabiliza a escola e os policiais pelo episódio ocorrido na escola:
 “Pra conduzir o adolescente, o primeiro passo da polícia deveria ter sido o contato com seus responsáveis. Tinha que ter feito o contato com a mãe pra que ela acompanhasse tanto no hospital, como para que ela viesse come ele diretamente na delegacia pra que os fatos fossem apresentados. Ela deveria ter sido acionada", afirma Valdison Pereira, conselheiro tutelar. "No nosso entendimento há abuso de autoridade, lesão corporal, e é preciso que esse seja o registro do boletim de ocorrência", defende o presidente do Condepe, Dimitri Salles

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A polícia está sendo criticada porque retirou A FORÇA um aluno de 17 anos (não matriculado) na escola. Na próxima vez a polícia tem que:
Não ir na escola
12.5%
deixar o "menino" em paz
0%
retirar a força mesmo
87.5%

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