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200 funcionários demitidos no Poupatempo

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Cerca de 200 funcionários de um Poupatempo em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, receberam mensagens na noite desta quarta-feira (25) para que comparecessem a um endereço na manhã desta quinta-feira (26). Quando chegaram, foram avisados que teriam que assinar a suspensão de seus contratos.
Além de receber a notícia da suspensão do contrato, os funcionários ficaram aglomerados em uma sala para assinar a suspensão. Alguns estavam de máscaras.
Eles tinham sido contratados pela empresa Alternativa, responsável pela administração do local. Procurada, a empresa não respondeu aos questionamentos da reportagem.
A Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp) disse que os contratos serão reativados após o fim da quarentena, e que a suspensão dos contratos não significa “demissão de funcionários”. A companhia disse ainda que todas as empresas estão sendo orientadas a não demitir.
A Prodesp, no entanto, não respondeu sobre a aglomeração de pessoas.
fonte: G1


Arquivo Pessoal


Poupatempo de São José dos Campos

Funcionários do Poupatempo, de São José dos Campos, se revoltaram na manhã desta quinta-feira (26), após a empresa alegar que suspenderia todos os contratos. Segundo uma das funcionárias, o Poupatempo informou o posicionamento através de mensagem nesta quarta-feira (25), o justificando em virtude da atual situação de calamidade por conta da pandemia do novo coronavírus.
A Prodesp, empresa de Tecnologia do Governo de São Paulo que gerencia o Poupatempo, afirmou que houve um entendimento e as demissões foram suspensas.
Em nota, ainda informaram:
“A suspensão dos contratos de serviços de empresas terceirizadas até 30/04 não significa demissão de funcionários. Todas as empresas estão orientadas a não demitir, pois seus contratos serão reativados ao final da quarentena.”