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Quem é a Susy do Fantástico entrevista pelo Dr. Drauzio Varella


Com o intuito de mostrar a realidade das transsexuais nos presídios do Brasil, o médico Drauzio Varella entrevistou várias detentas e uma delas emocionou toda web: Susy de 30 anos.
Após a reportagem exibida no Fantástico viralizar nas redes sociais, muita gente se questionou o que a trans, Susy, teria cometido para está presa há oito anos em uma penitenciaria. Seria roubo? Tráfico?










Ao ser entrevistada, Suzy de Oliveira declarou que não recebia visitas há oito anos, o médico comentou “solidão né minha filha”, Suzy diz “sim bastante” logo em seguida os dois se abraçam.
O vídeo se tornou um verdadeiro viral e de acordo com a administração do presídio, Susy teria recebido 234 cartas, 16 livros, duas bíblias, maquiagens, chocolate, envelopes e canetas.
Mas afinal que crime Susy teria cometido para ter sido abandonada pela família? De acordo com sentença publicada no Tribunal de Justiça de São Paulo, a transexual foi condenada e sentenciada por ter estuprado e assassinado uma criança de nove anos. Antes de se identificar transexual, Susy se chamava Rafael Tadeu de Oliveira Santos e está presa desde 2010.
Nos autos do processo consta que Susy “em uma segunda feira do mês de maio de 2010, na Rua Santa Catarina, nº 34, no bairro União de Vila Nova, na Comarca da Capital, o revisionando praticou atos libidinosos consistentes em sexo oral e sexo anal com o menor Fábio dos Santos Lemos, que à época contava com apenas 09 anos de idade. Consta, também, que logo após o ocorrido, com a finalidade de assegurar a impunidade pelo crime anterior, o peticionário matou o ofendido mediante meio cruel, consistente em asfixia, e se valendo de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, haja vista tratar-se de criança, com mínima capacidade de resistência”.
Em depoimento, Suzy, que era vizinha de Fábio, declarou que sabia da rotina do garoto e se aproveitou da ausência da mãe dele para cometer o crime. Susy pediu ajuda a Fábio para carregar um computador e atraiu o menor a sua casa onde praticou infantes atos libidinosos consistentes em sexo oral e sexo anal, matando-o em seguida”.
Além disso, a tia de Suzy, Carlita Teixeira dos Santos, declarou que a sobrinha já possuía um longo histórico de delitos quando era mais jovem.
Ele roubava, mentia, não ia para a escola, até doze anos coisas de criança, mas depois dos doze começou a roubar com arma, usava maconha. (…) Fiquei sabendo que ele trabalhava na padaria e foi acusado de estar abusando de uma criança de três anos e os parentes da criança foram na minha casa atrás dele, querendo matar ele. Fiquei sabendo que ele foi passar férias na casa do irmão e tentou estuprar meu sobrinho de cinco anos, quatro a cinco anos. (…) Na escola era acusado de pular o muro da escola, ir no banheiro passar a mão em alguém, roubava os professores, de estupro (…)”, afirmou Carlita.
Ao fixar a pena de Suzy o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), levou em consideração as agravantes do crime, como o fato de Susy ter premeditado estuprar e matar o menor, além disso também considerou o histórico de má conduta social da detenta. Susy foi condenada a 13 anos de reclusão para o crime de estupro de vulnerável e 25 anos de reclusão para o delito de homicídio”.

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