Última publicação

Reforma administrativa deve ser efetiva apenas no longo prazo

Para André Félix Ricotta, professor de Direito Tributário, a não inclusão dos servidores atuais deve facilitar a aprovação, mas proposta não será capaz de solucionar atuais distorções

As linhas gerais da proposta da reforma administrativa, que tem como objetivo reduzir gastos com o serviço público, já começaram a ser apresentadas pelo governo federal. As regras da medida afetam os futuros servidores da União, estados e municípios, mas não deve trazer economia aos cofres do governo no curto prazo, pelo fato de possuir efeito nulo sobre os atuais servidores públicos, além de preservar categorias como juízes, procuradores, promotores, deputados e senadores.

Especialista em Direito Tributário, o advogado e professor do Mackenzie, André Félix Ricotta,acredita que essa reforma não será capaz de solucionar as atuais distorções nos gastos com os servidores. "Os problemas atuais ela não vai resolver, pois será aplicada apenas para os novos servidores, para quem ingressar no serviço público …

Coronavírus: Um ensaio para a implementação do ensino a distância no ensino básico.

A história da Educação a Distância no Brasil timeline | Timetoast ...


No atual contexto da educação brasileira com toda a facilidade que temos para frequentar escola de ensino básico, cursos profissionalizantes  e faculdades,  e com a demanda cada vez mais crescente de professores e especialistas em tantas áreas do conhecimento; essa facilidade e as teorias de inclusão social e de escola para todos, levaram a sociedade a esquecer da história da educação, que por muitos anos foram a distância, levaram  até mesmo a criar na sociedade um preconceito enorme com esse modelo de ensino.
Muito antes dos computadores entrarem nas casas, muito antes dos celulares e dos tablets, já existia os correios, a necessidade de transportar a informação em sua forma material, faz dos correios uma ferramenta de comunicação insubstituível e ainda muito atual e imprescindível. Quando nos lembramos dos correios e de seu papel na educação a distância notamos que ele ainda desempenhou e desempenha o mesmo papel ao logo de toda a história da educação a distância nos mais variados níveis e áreas.  
Nos anos 70 e 80 eram comuns os cursos profissionalizantes na educação a distância, eram cursos que exigiam conhecimento teóricos, trabalhos práticos e manuais, nos anos 90 havia também ensino médio e fundamental que podiam ser realizados a distância  em cursos que adaptavam a realidade do aluno.
Com as circunstâncias desses anos de escolas inclusivas, as políticas de educação e a vida nas cidades facilitaram à frequência dos alunos as escolas, e  ainda, a alta demanda de professores promoveram  as escolas e o ensino, necessariamente,  presencial. Automaticamente a sociedade passou a valorizar muito o ensino presencial e menosprezar o ensino a distância e a aprendizagem auto didática. Porém em todos os períodos da história da educação sempre houve esse descrédito com esses cursos a distância, o que não é diferente dos dias atuais. Na era das tecnologias, ironicamente, temos mais preconceito quando se trata de educação a distancia, no entanto esse, preconceito esconde, e disfarça o medo do desemprego que essas tecnologias podem trazer para a demanda altíssima de professores que se formaram ao logo desse período de 30 anos, ou mais. 
Essa pandemia do coronavírus trouxe uma mudança na educação, com relação a (EAD)   que se tornou um ensaio para a implementação da educação a distância, especialmente nos anos finais. Atualmente com a demanda muito grande de profissionais da educação seria um desastre o governo querem implantar esse sistema de educação tão inconveniente devido ao momento social, e ao contexto atual onde se nota no aluno um descomprometimento com sua formação, uma imaturidade e irresponsabilidade com o futuro que pode por a perder toda uma geração de jovens.  
O que pode levar o governo a colocar o ensino público a distância são os lucros, a economia, não é questão de ensino melhor ou pior para o aluno. O governo estadual realizou uma pesquisa que mostra o quanto a educação básica é pesada para o Estado; nesse estudo o Estado de São Paulo possui a folha da pagamento maior que muitas empresas multinacionais. 

g u t o l a c a z - - -


 Sobre EAD 
Conheça as primeiras experiências que deram origem ao EAD no mundo e veja como os cursos a distância se desenvolveram no Brasil!
Quem vê atualmente as pessoas aprendendo através do Ensino a Distância (EAD) em seus notebooks, tablets e celulares pode não ter ideia do quanto este campo mudou desde a sua criação.
Os registros mais remotos de uma experiência EAD são de um curso por correspondência em 1728! De lá para cá aconteceram muitas mudanças tecnológicas. Se no começo da história do EAD o foco estava nos cursos profissionalizantes, hoje essa modalidade está disponível para todos os níveis de escolaridade, desde o ensino fundamental até a pós-graduação.
Alguns pontos permanecem intactos. Um deles é a separação física e temporal entre o professor e seus estudantes, que caracteriza o EAD. Outro é seu potencial de levar formação para pessoas que estão longe das universidades. 
Veja como o EAD surgiu no mundo e como foram as experiências brasileiras ao longo do tempo. Confira também universidades que hoje são referência neste campo no Brasil!

Como surgiu o EAD no mundo
O local: a cidade de Boston, nos Estados Unidos. O ano: 1728. Se você estivesse por lá, folheando o jornal da cidade, teria se deparado com um anúncio inusitado. O professor Caleb Phillips oferecia um curso de Taquigrafia (uma técnica para escrever à mão de forma rápida, usando códigos e abreviações) para alunos em todo o país, com materiais enviados semanalmente pelo correio. Este foi o primeiro registro de um curso a distância.

Mais de cem anos depois, em 1833, na Suécia, a universidade da cidade de Lund oferecia um curso de composição por correspondência. Em 1840, na Inglaterra, começava um curso também de Taquigrafia de passagens bíblicas, em que o professor Isaac Pitman incentivava os alunos a escreverem postais com textos abreviados, como ensinado no curso.

E se hoje podemos aprender uma nova língua conversando com professores pela internet, é interessante saber que as experiências pioneiras neste campo surgiram em 1856, na Alemanha. Ou seja, já era possível aprender outro idioma usando a metodologia do EAD há mais de 160 anos!

A partir do século XIX, o EAD começou a ser utilizado em vários outros países como solução para que pessoas que viviam distantes de instituições de ensino pudessem aprender. Além de novos cursos nos Estados Unidos, Suécia e Alemanha, surgiram também iniciativas na França, na antiga União Soviética, Japão, Austrália, Noruega, África do Sul, Argentina, Espanha e muitos outros países.

No começo, os cursos EAD eram voltados para aperfeiçoamento profissional ou ofereciam conteúdo complementar da formação universitária. Com o passar do tempo, foi se tornando possível fazer até uma graduação completa a distância.

Um ponto interessante é que o EAD sempre acompanha a evolução das tecnologias de comunicação. Se uma sala de aula presencial hoje é muito semelhante à de 200 anos atrás, não se pode dizer o mesmo do EAD. Veja como o formato tem evoluído:

  • Até os anos 1910: cursos por correspondência baseados em materiais impressos.
  • A partir da década de 1910: uso de slides e audiovisuais como materiais adicionais.
  • Décadas de 1910 até 1940: neste período, que compreendeu as duas grandes guerras mundiais, o rádio foi utilizado para transmitir conteúdos.
  • Década de 1950: com a invenção da TV, começaram também as primeiras experiências de telecursos.
  • Década de 1970: as tecnologias deste período são as TVs via satélite e a cabo, que também foram usadas para transmissão de conteúdos.
  • Década de 1990: início dos cursos por computador (via CD-ROM) e depois pela internet.

Como surgiu o EAD no Brasil
No Brasil, o EAD surgiu com cursos de qualificação profissional. O registro mais remoto data de 1904, com um anúncio nos classificados do Jornal do Brasil de um curso de datilografia (para usar máquinas de escrever) por correspondência.

Na década de 1920, o Brasil já contava com os primeiros cursos transmitidos pelas ondas do rádio, a novidade tecnológica da época. Os estudantes utilizavam material impresso para aprender Português, Francês e temas relacionados à radiodifusão.

Nas décadas de 1940 e 1950 começaram os cursos mais formais, sobre temas profissionalizantes, liderados pelo Instituto Monitor, depois pelo Instituto Universal Brasileiro e pela Universidade do Ar, patrocinada pelo Senac e pelo Sesc. Até hoje algumas dessas instituições permanecem ligadas à formação profissional através de cursos a distância.

Nas décadas de 1960 e 1970 surgem várias iniciativas de EAD em projetos para ampliar o acesso à educação, promover o letramento e a inclusão social de adultos. Com o passar do tempo, os cursos agregaram outros níveis de ensino, como o fundamental completo. E no final da década de 1970 começou em Brasília a primeira experiência de EAD nos cursos superiores.

Nesse período, muitos brasileiros já acompanhavam os telecursos, transmitidos pela TV. Esse modelo de EAD convivia com os formatos antigos, como o material impresso e o rádio, uma característica que se mantém até a década de 1990. Em meados da década, as instituições passam a utilizar a internet para publicar conteúdos e promover interações.

Foi nesse período que várias universidades formalizaram suas iniciativas EAD, até culminar com a criação, em 1996, da Secretaria de Educação a Distância (SEED), do Ministério da Educação (MEC). Naquele mesmo ano o EAD no Brasil passou a contar com uma legislação abrangente que hoje garante, por exemplo, a validade de diplomas emitidos pelos cursos nesta modalidade.

Como está o EAD no Brasil hoje
Atualmente o EAD é uma modalidade consolidada no Brasil. São mais de 1.800 cursos, desde o ensino fundamental até a pós-graduação, que atendem quase 4 milhões de pessoas.

As tecnologias baseadas na internet permitem a implantação de diferentes modelos de EAD, como por exemplo:
  • Cursos predominantemente a distância, com encontros presenciais obrigatórios.
  • Cursos semipresenciais, que promovem encontros semanais.
  • Disciplinas a distância de cursos de graduação presenciais.

A tendência é que a experiência de aprendizagem seja cada vez mais híbrida. Ou seja, uma pessoa pode fazer um curso presencial e ter uma carga horária de atividades a distância. Um estudante EAD pode passar por uma experiência tão rica de contato com seus professores e colegas que acaba prevalecendo a sensação de presença e proximidade no processo de ensino e aprendizagem.

Universidades EAD reconhecidas pelo MEC
O diploma obtido em uma faculdade EAD reconhecida pelo MEC vale tanto quanto o presencial. Confira algumas instituições autorizadas pelo MEC a oferecer cursos a distância:






Não conseguiu concluir o ensino fundamental e o ensino médio? Você pode voltar a estudar fazendo supletivo EAD.
Fazer um curso supletivo a distância é uma opção para aquelas pessoas que, por alguma razão, precisaram parar seus estudos e agora querem voltar para conseguir o certificado de ensino médio, participar de concursos públicos, buscar uma qualificação melhor ou até mesmo conseguir um salário melhor.
São dois tipos de supletivo a distância no Brasil reconhecidos pelo MEC:
  • Ensino Fundamental: é o antigo 1o Grau e para participar é necessário ter estudado pelo menos até a 4a série. O supletivo do ensino fundamental começa na 5a série (ou 6o ano, no modelo atual).
  • Ensino Médio: é o antigo 2o Grau, vai da 1a à 3a série.


Quem pode fazer supletivo a distância?

O supletivo, seja EAD ou presencial, é indicado somente para quem não concluiu a educação básica no período e idade adequados, ou seja, não serve para quem ainda está na idade escolar e quer “acelerar” seus estudos. O MEC tem regras claras sobre isso, desconfie de qualquer escola que não exija a idade mínima correta.
Segundo a regra do MEC,  a idade mínima para poder cursar um supletivo do ensino fundamental é de 15 anos e o curso vai da 5a até a 8a série (6o ao 8o ano, no modelo atual). Já para entrar no supletivo do Ensino Médio, ou antigo 2o grau,  a idade mínima é de 18 anos.


Em quanto tempo posso terminar um supletivo a distância?

Um dos principais atrativos do supletivo EAD é a possibilidade de concluir as séries mais rapidamente. Com dedicação, é possível terminar o Ensino Fundamental e Médio na metade do tempo, comparando com a duração das séries em uma escola regular.
Veja a duração de cada supletivo na tabela a seguir:
Tipo de Supletivo
Séries
Duração
Idade Mínima
Ensino Fundamental (antigo 1o grau)
5a, 6a, 7a e 8a séries
(ou 6o, 7o, 8o e 9o anos)
Mínimo de 6 meses por série, 24 meses para completar as 4 séries
15 anos
Ensino Médio (antigo 2o grau)

Mínimo de 6 meses por série, 18 meses para completar as 3 séries
18 anos


Vantagens de fazer o supletivo a distância
  • É o aluno escolhe como e quando estudar.
  • Não é necessário frequentar as aulas diariamente, como em uma escola comum.
  • Com o supletivo EAD, fica mais fácil trabalhar e estudar ao mesmo tempo.
  • Dá para começar em qualquer época do ano e na série que precisar.
  • É possível se formar na metade do tempo.


Como é o Supletivo EAD

O supletivo a distância pode ser feito:
  • Por correspondência: o aluno se matricula e recebe o material de estudo em casa.
  • Pela internet: o aluno se matricula e recebe uma senha para ter acesso às aulas e atividades.
Nos dois casos, é importante lembrar que as provas finais são sempre feitas presencialmente. Isso significa que o aluno precisa estar fisicamente em uma sede ou polo da escola para fazer as provas e receber o certificado de conclusão. Algumas escolas aplicam provas mensais ou bimestrais por correspondência ou pela internet, outras exigem que o aluno vá até a escola para fazer as provas.
Com relação ao modelo das aulas, cada escola tem sua metodologia. Algumas só exigem a presença do aluno nas provas finais, outras têm aulas presenciais semanais, com apoio de professores, tutores ou grupos de estudo.


Cuidados que você precisa tomar ao escolher um supletivo a distância

  • A escola precisa ser credenciada e reconhecida pela secretaria de educação do seu estado para que o certificado tenha validade.
  • As provas finais precisam ser sempre presenciais. Essa é uma exigência do MEC. Se alguma escola oferecer provas finais a distância, ou cobrar para emitir o diploma sem precisar fazer as provas, seu diploma não terá validade.
  • O MEC exige que cada série do supletivo seja completada em pelo menos 6 meses. Desconfie de cursos que oferecem duração menor.
  • Peça para ver um exemplo do material didático e pergunte como são as atividades do curso. Tem exercícios? Provas mensais?
  • Pergunte que tipo de ajuda a escola oferece: tem plantão de dúvidas? Grupos de estudo? Tutores e monitores para apoiar seu aprendizado?

Supletivo EAD: Gratuito ou Particular?
No Brasil, existem supletivos EAD gratuitos e privados. A maior oferta de cursos está em escolas privadas, que cobram taxa de matrícula e mensalidades, mas existem cursos gratuitos em instituições como o Senai e o Sesi, por exemplo.
Faculdades a distância reconhecidas pelo MEC
Se você obteve um certificado de ensino médio válido, seja ele via supletivo ou curso regular, poderá seguir seus estudos em uma faculdade e assim aumentar ainda mais as chances de encontrar uma boa colocação no mercado de trabalho.
E se você pretende estudar a distância, fique de olho em um detalhe: seu diploma só terá validade se a faculdade for reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) e autorizada a oferecer o curso a distância.
Separamos algumas instituições reconhecidas e bem avaliadas pelo MEC onde você pode estudar com a tranquilidade de ter seu diploma aceito:
Veja também:








Comentários