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Covid-19: fuga e liberação de criminosos



O Brasil está assistindo um acontecimento inédito em todo a história do país, a soltura de presos por conta do Covid-19, não só está ocorrendo a liberação de presos por meios legais, já que a libertação de detentos por conta do Covid-19 se tornou um direito adquirido, como também ocorreram rebeliões onde muitos presos saíram pela porta da frente das prisões.

A Justiça determinou que condenados que fazem parte do grupos de risco, seja pela idade ou por algum tipo de doença que os colocam no grupo de risco, podem ser liberados.
O fator grupo de risco se tornou uma precha para advogados e para o crime organizado pedirem a soltura de seus clientes ou comparsas

A população de todo o Brasil está muito preocupada com a soltura de criminosos que cometeram estupros, pedofilias, assassinatos; crimes muito piores que o roubo ou o tráfico de drogas.

Somente no Estado de São Paulo o número de criminosos liberados ultrapassam 1.500 presos. No Estado temos ainda mais de 1300 que fugiram depois de rebeliões,  segundo a polícia, foram capiturado a metade desses fugitivos.

O Ministério Público contabiliza mais de 2500 presos liberados no Paraná. Entre eles foi liberado criminoso que cometeu  estupros de crianças. 

A população brasileira questiona a soltura de presos, não somente pelo fato de estarem todos á  mercê de criminosos, como também sabem que criminosos não vão ficar em casa respeitando ordem de governadores.

O justificativa para soltar presos pode colocar o país em uma situação caótica quanto a segurança  pública. Para constatar esse fato basta uma análise e uma  observação simples: o direito adquirido pela precha na justiça e pela justificativa do criminoso fazer parte dos grupos de risco, pela gravidade dos crimes e ainda pelos locais onde estão situadas as cadeias, quase todas próximas a cidades pequenas, esses fatos tomam a soltura de criminosos, uma questão muito preocupante e séria.


BRASÍLIA – O Brasil tem mais de 773 mil presos em penitenciária e carceragens de delegacias. Os números, relativos a junho de 2019, foram divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Departamento Penitenciário Nacional, órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Segundo o levantamento, a quase totalidade dos presos é do sexo masculino, representando mais de 90%. As mulheres representam pouco mais de 8%.

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