Doria quer monitorar a população de São Paulo que se volta contra o ele

MAIS ARBITRARIEDADES DE JOÃO DORIA: MONITORAMENTO DA POPULAÇÃO VIA CELULARES

por simone a. e paulo eneas

João Doria, o prefeito espetáculo - ÉPOCA | PolíticaA escalada autoritária e ilegal do governador proto-ditador paulista João Doria prossegue, e desta vez avançando na esfera da invasão de privacidade dos brasileiros de São Paulo. Em comunicado à imprensa na tarde desta quinta-feira (09/04) o tucano informou que o Governo de São Paulo fez uma parceria com operadoras de celular para a utilização de  recursos big data para o monitoramento de atividades dos brasileiros residentes em São Paulo.

A medida é de uma arbitrariedade sem fim, pois conforme o próprio governador declarou, a intenção da medida é monitorar supostas aglomerações para que o governo estadual “tome medidas”. Ou seja, João Doria vai usar ilegalmente de dados de localização das pessoas para fazer repressão política sob pretexto de preocupação com a saúde pública.
O recurso de big data permitirá ao Governo do Estado de São Paulo saber onde cada brasileiro está, as compras que realiza, suas operações financeiras, os aplicativos que utiliza, entre outras informações.
De posse destas informações, será possível ao governo fazer a mineração de dados para fins de pesquisa e prospecção, usando os métodos de ações estratégicas das operadoras, e desta forma medir os dados de deslocamento da população, empregando inclusive recursos de inteligência artificial.
O governador afirma que vai identificar áreas de aglomeração que podem ser focos de transmissão do vírus chinês para fins de ampliação do isolamento social. O governo também afirma que este isolamento está hoje em 49% e que a meta é chegar a 70% de isolamento de toda a população do Estado. Cumpre aqui fazer duas perguntas:
a) Como o governador João Doria sabe que o isolamento social encontra-se em 49% atualmente? O governador já estaria então utilizando de algum método para vigiar a população paulista, o que seria flagrantemente inconstitucional?
b) Qual o critério científico empregado pelo governador para fixar uma meta de 70% de isolamento? Em qual experiência real de combate a epidemias por meio do isolamento de mais de dois terços da população o governador se baseia para tomar essa decisão?
É evidente que estas medidas anunciadas hoje pelo governador paulista são arbitrárias, sem comprovação científica em termos de eficácia para o combate à epidemia, e ilegais. São medidas que somam-se ao conjunto de arbitrariedades que o proto-ditador paulista vem cometendo desde o início da epidemia.
por paulo eneas

Os brasileiros do Estado de São Paulo estão sendo aviltados e humilhados pela psicopatia política de seu governador tucano João Doria, que decidiu agir à margem da lei e da Constituição Federal para adotar medidas sem qualquer respaldo científico que, a pretexto de combater a epidemia do vírus chinês, estão produzindo o único efeito de destruir os empregos, as empresas e toda a economia do Estado mais rico do País.

A destruição da economia vem acompanhada de atos de flagrante descumprimento dos preceitos constitucionais que asseguram os direitos e garantias fundamentais, o que incluem o livre direito de ir e vir e o direito que todo cidadão tem de manifestar-se em público de maneira pacífica em ordeira.
João Doria tem se comportado como um Nero que, não contente em incendiar sua cidadela, ainda mente e faz escárnio da população: existe forte suspeita de manipulação de dados sobre a epidemia no estado, especialmente em relação aos números de casos confirmados e de óbitos. Denúncias de pressão sobre unidades de saúde para inflar os números de ocorrência de contágio pelo vírus chinês aparecem todos os dias.
A população paulista permanece inerte e perplexa, tomada por sentimento de impotência diante de uma escalada de arbitrariedades nunca antes vista em nosso Estado: pessoas sentem-se intimidadas pelo simples fato de estarem nas ruas, e ato de tentar trabalhar para garantir seu sustento passou a ser visto como um ato criminoso.
Os mesmos brasileiros de São Paulo que orgulham-se de terem ido às ruas em manifestações pacíficas e ordeiras que reuniram milhões de pessoas pelo impeachment da ex-presidente petista, e que voltaram às ruas ano passado em apoio ao Presidente Bolsonaro e às reformas, encontram-se agora paralisados sem saber o que fazer diante do crime diário do qual estão vítimas.
É hora de reagir!
Os brasileiros de São Paulo não podem continuar calados e inertes diante da humilhação diária que vem sendo imposta por um governador psicopata que comporta-se como um ditador de uma republiqueta socialista.

Esta situação de paralisia não pode perdurar! Lideranças políticas conservadoras e de direita não têm o direito de silenciarem-se diante da sanha ditatorial e psicopata de um proto-ditador que vem revelando-se tão canalha quanto o mais sórdido dos petistas. É hora de reagir! Leis e ordens ilegais não podem nem devem ser obedecidas.
Crítica Nacional conclama enfaticamente as lideranças dos principais movimentos de rua de São Paulo a tomarem alguma iniciativa e saírem desta inação. É chegado momento de as pessoas saudáveis, fora do grupo de risco para a covid-19, arregaçarem as mangas, colocar máscaras e deixar a inércia de lado, e organizar manifestações em defesa do nosso direito de trabalhar e de nosso direito de ir e vir.
Estas manifestações precisam ser organizadas agora com máxima urgência, para exigir da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo a abertura de processo de impeachment do governador João Doria, bem como a sua responsabilização criminal na justiça por conta do danos e perdas irreparáveis que sua ação leviana e criminosa tem causado a todos os paulistas.
Crítica Nacional estará presente ao lado e, quando necessário, à frente deste esforço cívico e patriótico dos brasileiros de São Paulo, para que possamos retomar a vida de trabalho e de estudos, com responsabilidade e cuidados com as pessoas vulneráveis ao vírus, e principalmente para retomada da dignidade dos paulistas. Dignidade esta que está sendo aviltada por um governante psicopata e mentiroso e que precisa ser parado na forma da lei.

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