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Janaína Paschoal ameaça Bolsonaro com INTERVENÇÃO MILITAR

Revista Sociedade Militar



JANAINA PASCHOAL – RESPONDENDO AO PRESIDENTE BOLSONARO – 

VAI CONTRA PRÓPRIAS DECLARAÇÕES DO PASSADO E PEDE INTERVENÇÃO MILITAR

Por meio de suas redes sociais a deputada estadual Janaina Paschoal, que antes das últimas eleições chegou a ser convidada para ser a vice na chapa de Jair Bolsonaro, fez hoje uma insinuação para que os militares apliquem o artigo 142 contra o presidente Jair Bolsonaro. No mês passado, após Bolsonaro ter ido às ruas durante manifestações, a deputada sugeriu que fosse afastado e que Mourão assumisse.
Esse senhor tem que sair da Presidência da República. Deixa o Mourão que é treinado para a defesa conduzir a nação. Não tem mais justificativa. Eu me arrependi do meu voto. Que país é esse?”
Nessa quinta, logo após vídeo divulgado pela equipe de Bolsonaro, ela disse: “Se o Sr não parar com essas postagens, os militares vão para a rua para retirar o Sr, com base no artigo 142 da Constituição Federal. Meu povo sofrendo e o Sr fazendo graça! Pelo amor de Deus, amadureça!”
Há alguns anos, diante de FAKES NEWS na grande rede, onde se dizia que Janaína Paschoal era apoiadora dos pedidos de intervenção militar, a Revista Sociedade Militar publicou entrevista feita com a mesma. Na ocasião a hoje parlamentar declarou que não apoiava a intervenção militar e que não havia nenhum diploma legal que endossasse os pedidos desse tipo de ação.
Veja abaixo trecho da entrevista publicada em 6 de junho de 2016
Janaina Paschoal (sobre os pedidos de intervenção militar) – Acho que é falta de perceber que, de todos os regimes, o melhor é a democracia, e que defender uma ditadura é uma visão estreita. Não gosto de ditadura, nem de direita e nem de esquerda, nem militar nem civil. Não é um discurso que me agrada, assim como não me agrada o discurso marxista de querer também fechar aqui, e virar uma Cuba. Defendo o direito de as pessoas falarem o que quiserem. Não é porque não concordo que vou condenar.
Revista Sociedade Militar: A senhora confirma a informação que diz que protocolaria um “pedido de intervenção”?
Janaina Paschoal: “Eu nunca falei nada parecido. Que eu saiba, sequer existe esse instrumento (pedido de intervenção militar). Alguém pegou uma entrevista que eu dei para a FECOMÉRCIO, que não trata de intervenção militar, deturpou a entrevista e criou essa ficção.
Muitas pessoas me ligaram e enviaram mensagens para confirmar. Alguns amigos sugeriram que eu processasse o veículo. No entanto, se eu for processar todos que inventam mentiras a meu respeito, não conseguirei dar andamento ao processo de impeachment, nem cuidar de todo o meu trabalho diário. Eu imagino que mais essa mentira tenha o fim de me estigmatizar, de sugerir que eu não estou seguindo a ordem constitucional, quando minhas atitudes mostram que tenho grande apreço pela Constituição Federal.
Na tal entrevista, a jornalista perguntou se eu, no futuro, pediria o impeachment de um outro presidente. E eu respondi que, havendo crimes de responsabilidade, sim. Em nenhum momento, foi mencionada qualquer possibilidade de intervenção militar. Eu acredito que as Forças Armadas são muito importantes e que estão muito conscientes de seu papel constitucional. Nunca deixei de reconhecer isso, quando existe contexto. No caso da tal entrevista, nem mesmo essa minha opinião (que não nego) foi discutida. Então, foi apenas mais uma tentativa de me desmerecer, para fugir da discussão das sérias acusações que fundamentam o pedido de impeachment. Agradeço a oportunidade de esclarecer. Abraço gde. Janaina.”

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