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Princípio do fim do bolsonarismo


O bolsonarismo busca expressar seu poder simbólico durante crise ...O atual presidente, Jair Messias Bolsonaro foi eleito com o apoio e a comoção do povo depois de um atentado que ainda não foi solucionado pela polícia. 
O presidente depois de eleito passou a ser bombardeado pela oposição ferrenha da esquerda e por novos grupos que se formaram logo após às eleições. O país ficou divido em ao menos quatro grupos: os eternos esquerdistas e opositores a qualquer custo, os novo oposição que ficaram marcados com uma nova esquerda que deseja o retorno do "toma lá dá cá" da velha esquerda, os apoiadores do governo que confiavam desconfiando, e os que se denominaram, precocemente, de bolsonaristas.

A demissão do ministro Sergio Moro fez um estrago no governo federal ainda incalculável, porém se nota uma alegria por parte das duas oposições; tristeza e  decepção por parte dos que apoiavam e torciam pelo governo e uma defesa ferrenha por parte dos que se autodenominaram bolsonaristas. 

Os apoiadores e os opositores do governo Bolsonaro esperam os próximos passos de Sergio Moro. A velha esquerda não tem muito o que esperar a não ser que Sergio Moro faça o favor de explodir o atual governo, não podem apoiá-lo porque o ex-ministro é um inimigo histórico devido a prisão de Lula. A nova esquerda como é chamado o grupo que faz oposição a Bolsonaro depois das eleições,  essa sim tem muito o que esperar de Sergio Moro, além de ser a "bomba" que pode destruir o governo de Bolsonaro, poderá ainda  ser um candidato a presidência da república em 2022, apesar que ainda não ser possível afirmar que Sergio Moro tenha essa pretensão política. 

Aos apoiadores que apenas torceram e defenderam o governo de Bolsonaro, apesar de todos os desconfortos de ter que fazer vista grossa para os casos envolvendo o filho do presidente, e até mesmo para algumas falas e atitudes incoerentes do próprio Bolsonaro, para esse grupo, certamente, o atual governo está se tornando uma decepção prevista, já nos primeiros meses do ano passado. A esse grupo não resta muita coisa a não ser uma profunda tristeza e uma falta de perspectiva enorme com relação ao futuro do Brasil a curto prazo. 

Do mesmo modo que o PT tem ainda apoiadores fervorosos e firmes em suas convicção; nesses anos em que Bolsonaro despontou como líder político, especificamente depois das eleições, surgiu um grupo fervoroso na defesa de Bolsonaro, esse grupo denominado de modo  pejorativo de bolsonaristas, até mesmo eles se autodenominam bolsonaristas, esses grupo se mostra muito firme no apoio de Bolsonaro, porém não é possível calcular se esse grupo é mais fiel e fervoroso que o grupo Lulista ou petista. 

Os militantes da esquerda são muito mais antigos que os militantes bolsonaristas, a militância da esquerda tem muita saudade e são gratos pelo governo da esquerda, que para eles foram bons tempos ou representava uma promessa de concretização de suas pautas ideológicas. Quanto a militância bolsonarista é possível afirmar que não serão  fervorosos por muito tempo, isso porque o governo de Bolsonaro ainda não se concretizou e sequer teve uma medida ou plano de governo em que um determinado grupo  já tenha sido beneficiado.

O governo de Bolsonaro sobreviveu até o momento devido a defesa dos apoiadores sonhadores e dos bolsonaristas convictos, ambos estão muito decepcionados, porém  não estão arrependidos, porque uma das propostas era quebrar o ciclo do PT do Poder, no entanto, Bolsonaro foi eleito para muito mais que tirar o PT do governo, foi eleito para trazer uma mudança radical na política e na economia Brasileira, isso não ocorreu até o momento, e não ocorrerá porque o atual governo, desde o início se mostrou "conciliador" com os dois Poderes que ainda estão no governo e representam o velho modo de fazer política no Brasil. As promessas de renovação não foram iniciadas devido a separação ocorrida logo depois das eleições, há grupos que justificam á ruptura alegando que o atual presidente é no mínimo autoritário. 

Depois que Sergio Moro deixou o ministério  ficou evidente que é uma ilusão pensar que Bolsonaro conseguiria romper com toda á velha política e o modo de fazer política no Brasil, e ainda permanecer no Poder.  Vale lembrar que Bolsonaro está na política a muito anos e que seus filhos também são políticos e todos tem um passado dentro da atual velha politica brasileira.

Antes da "bomba"  Sergio Moro, tivemos uma fala do presidente Bolsonaro que destruiu toda á empolgação de um outro grupo que via em Bolsonaro um apoiador da Intervenção Militar, caso fosse necessário, eu se a oposição tentasse tomar o poder. O balde de água fria foi a fala em que Bolsonaro  é firma com um indivíduo que pergunta sobre o fechamento do congresso. Bolsonaro o repreende de modo duro e afirma veemência e convicção: “Aqui é democracia, aqui não tem que fechar nada. Supremo aberto, transparente. Congresso aberto, transparente”





    

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