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Professores recebem “esmola” durante pandemia

Professores de São Cristóvão recebem “esmola” durante pandemia


Na terça-feira anterior (26) o SINTESE publicou uma nota de indignação quanto ao valor que o prefeito de São Cristóvão, Marcos Santana, destinou aos professores contratados durante a pandemia do novo coronavírus. 
O valor trata-se de um auxílio emergencial para professores (e demais profissionais) contratados pelo Processo Seletivo Simplificado da Educação, ao qual, prevê 30% do valor salarial base, de acordo com a seguinte tabela: 
Cuidador Educador – R$ 330,00
Exec. de Serviços Básicos – R$ 313,50
Intérprete de Libras – R$ 330,00
Merendeiro Contratado – R$ 313,50
Motorista de Transporte Escolar – R$ 360,00
Professores – R$ 480,00 

 Com esses valores, os professores da rede passam necessidades, visto que, no mês de abril, apesar da suspensão de aulas ser em razão do covid-19, receberam apenas 16 dias trabalhados. 
A partir destas ações, é possível notar que a prefeitura de São Cristóvão não está tendo uma ótima iniciativa como anunciado, muito menos se preocupando com os mestres da educação. 
Para o SINTESE, Marcos Santana deveria garantir os valores integrais dos salários dos professores e professoras, pois, apesar de agora não estarem ministrando aula, eles serão essenciais no planejamento das atividades escolares no retorno das aulas, além de  garantir que haja profissionais nas escolas. 
O sindicato irá reforçar ofícios enviados ao Tribunal de Contas e ao Ministério Público no início deste mês para que intervenham e, assim, as administrações mantenham os contratos e os salários dos professores e professoras temporários.



Com informações do SINTESE