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Governo pretende lançar Plano Nacional de Mineração até agosto

É uma boa notícia para a construção civil uma vez que o desenvolvimento da área da mineração trará uma impacto significativo e direto na construção de modo geral. 

Ministro diz que encontrou setor de mineração sem planejamento




O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, participa de audiência pública, promovida pela Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, para debater o plano do governo para o desenvolvimento do setor de energia no Brasil.O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, informou hoje (10) que a pasta vai lançar um Plano Nacional de Mineração com metas definidas até 2023. Albuquerque falou durante uma live promovida por um banco.
O secretário de Geologia, Mineração e Transformação Ambiental, Alexandre Vidigal, também participou da transmissão ao vivo, disse que o plano deverá ser divulgado até o início de agosto.
“São dez planos bem definidos, com 108 metas. Está na fase de apresentação, onde os atores da mineração podem opinar”, informou o secretário. Segundo Vidigale, não existem estudos sobre o setor há vários anos. “O setor mineral não se encontrava em estudos da economia pública há algumas décadas. Isso é preocupante. Se você não tem dados oficiais, estudos, você tem dificuldade de fazer planejamento, fazer políticas públicas.”
O programa abordará, dentre outros pontos, economia mineral, sustentabilidade, expansão em novas áreas e a imagem da mineração junto à sociedade. “A mineração que a sociedade percebe não é a mineração que o Brasil faz”, disse Vidigal. Ele acrescentou que a maioria das metas que constarão do plano já está em andamento. “Temos um projeto para a mineração brasileira.”
O ministro Bento Albuquerque disse ainda que a pasta também pretende formar um conselho nacional que defina as políticas minerais do país. “Nós encontramos a mineração brasileira, com a importância que ela tem para a economia, sem um planejamento. Estamos trabalhando junto com os agentes para que tenhamos um conselho nacional que possa definir as políticas minerais do país”.
Edição: Nádia Franco