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Desafio ao retornarem às salas de aula

 


Pesquisa mostra que 31% dos professores acreditam que o maior desafio ao retornarem às salas de aula será lidar com as emoções

Pesquisa realizada pela Mind Lab com 1.444 professores de redes públicas e privadas das regiões Sudeste e Sul no período de julho e agosto de 2020. As respostas foram coletadas após a realização do curso on-line "Mediação e Aprendizagem" ofertado pela empresa.

1.       Qual foi a maior dificuldade encontrada ao lecionar de forma remota nos últimos meses? 
32% dos professores alegam ter enfrentado dificuldade com as plataformas e ferramentas de ensino remoto. Alguns exemplos: falta de recursos tecnológicos, problemas para gravar os vídeos em casa e carência de locais adequados para ministrar as aulas. 

12% dos professores acreditam que a maior dificuldade foi a falta de contato físico com os alunos. 

10% dos professores mencionaram o fato de muitos alunos não terem acesso à internet como o maior desafio. 

Apenas 6% dos professores disseram não ter tido nenhum contato com o ensino remoto.   

Outros desafios que surgiram: 7% planejamento, 6% problemas com a internet e 6% avaliação da aprendizagem. 

2.       Você se sente preparado(a) para retornar às aulas presenciais? 
72% dos professores mencionaram não estarem preparados para retornar para as atividades presenciais. Entre os argumentos estão: pertencerem ao grupo de risco, falta de estrutura da escola e medo do contágio.   

18% dos professores responderam sim e afirmam estar preparados para o retorno.   

6% dos professores disseram estar parcialmente preparados, já que se sentem pedagogicamente prontos, mas ainda tem muito receio de serem contaminados.   

4% não tem uma opinião formada.   

3.       Após uma pandemia, qual você acredita que será o principal desafio dos professores ao retornarem às salas de aulas?  
31% dos professores acreditam que o maior desafio ao retornarem às salas de aula será lidar com as emoções tanto pessoais como dos alunos. Muitos deles falam da importância do acolhimento, principalmente em um cenário em que cada um vivenciou a pandemia de forma diferente. Além disso, mencionam o desafio de ensinar as crianças e os pais a lidarem com a ansiedade e recuperaram a confiança nos professores.   

25% dos professores mencionaram as dificuldades em seguir e garantir que os protocolos sanitários sejam cumpridos, tanto pela escola como pelos alunos.   

18% dos professores falaram que o desafio será se adaptar de uma forma geral a nova realidade. Readaptar o jeito de ensinar, de estar no ambiente escolar e de proporcionar situações de aprendizagem seguras, pensando em diferentes estratégias e no desenvolvimento de atividades seguindo os protocolos necessários.    

12% dos professores disseram que o planejamento de conteúdos será a principal dificuldade, uma vez que será preciso entender o nível de aprendizado de cada aluno durante o ensino remoto, para conseguir dar seguimento as propostas pedagógicas de forma individualizada. Também citaram a necessidade de descobrir novas estratégias de ministrar aulas presenciais, principalmente para crianças pequenas, que não dependam do contato físico.   

8% dos professores responderam que o desafio será superar os medos e inseguranças, devido à falta da vacina e a probabilidade de contágio. 

Sugestão de aspas:

O gerente de projetos pedagógicos da Mind Lab, Thiago Zola, ao analisar os resultados da pesquisa, afirma que "a falta de clareza nas informações sobre o momento da pandemia que estamos vivendo faz com que o sentimento de insegurança prospere principalmente porque cada estado adotou critérios próprios para determinar o estágio da crise sanitária. Neste momento, os professores precisam, acima de tudo, de condições adequadas de trabalho, que os acolha e tranquilize, e a adoção de protocolos de segurança claros com suporte do corpo escolar e da sociedade. No retorno à escola é muito importante promover ações de integração em que todos possam compartilhar experiências tornando possível o estabelecimento dessa reconexão à vida escolar a partir das situações vividas".


Sobre o MenteInovadora
O Programa MenteInovadora é uma metodologia pioneira da Mind Lab, com resultados comprovados no desenvolvimento socioemocional de alunos do ensino infantil ao pré-vestibular. O principal diferencial do MenteInovadora é a integração de jogos de raciocínio à grade de aulas, com a mediação de um professor capacitado pelo programa. Os jogos estimulam os alunos a experimentar em um contexto controlado situações da vida real. Desenvolvida por especialistas israelenses e aprimoradas para a realidade dos brasileiros que atuam no campo da psicopedagogia, neurociência e educação, a Metodologia da Mind Lab é utilizada em mais de 20 países, como Austrália, China, Espanha, Estados Unidos, Itália, Japão e Reino Unido e já atendeu milhões de alunos, garantida e apoiada por importantes instituições nacionais e internacionais, como o Instituto Inade e a Universidade Yale.

Sobre a Mind Lab
Fundada em Israel em 1994, a Mind Lab é líder mundial em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias educacionais inovadoras para o aprimoramento de habilidades e competências cognitivas, sociais, emocionais e éticas. Com a proposta de trabalhar o desenvolvimento humano para uma vida mais harmônica e feliz, as metodologias e aplicações da empresa ampliam os potenciais de aprendizagem de crianças, adolescentes e adultos ao redor do mundo, com a utilização de jogos de raciocínio que provocam a vivência de situações do cotidiano. Com resultados comprovados em mais de 21 países ao longo de mais de 20 anos, a metodologia Mind Lab atende milhões de alunos, sendo reconhecida e apoiada por importantes instituições nacionais e internacionais. No Brasil desde 2006, a Mind Lab é parceira de mais de mil instituições de ensino do setor público e privado e conta com cerca de 20 mil professores certificados para aplicação de suas metodologias, em 17 estados brasileiros.

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