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DrApp oferece alternativa para quem não pode pagar ou perdeu o plano de saúde

 


A plataforma possibilita o agendamento de consultas presenciais e on-line com médicos da APM e de exames com redução de até 80% do valor. 64% das teleconsultas custam entre R$ 70,00 e R$ 104,64.

Com o desejo de democratizar o acesso à saúde de qualidade durante a pandemia - que intensificou a crise econômica do país, dificultando ainda mais o acesso a consultas particulares, além de fazer com que muitas pessoas ficassem sem convênio médico devido ao desemprego -, o empresário José Maria Alves de Almeida Prado lançou o aplicativo DrApp, que contou com um investimento de R$ 3 milhões.

A plataforma possibilita o agendamento de consultas presenciais, em consultórios particulares, e teleconsultas com médicos da Associação Paulista de Medicina (APM), além da marcação de exames com redução de até 80% no valor em laboratórios parceiros, como a rede a+ Medicina Diagnóstica, do Grupo Fleury, em suas 38 unidades da Grande São Paulo. No total, DrApp tem parceria com 190 unidades laboratoriais, localizadas em 68 dos principais municípios do estado de São Paulo.

O DrApp se apresenta como uma alternativa para as pessoas que não possuem ou perderam o plano de saúde, não querem ou não podem depender do Sistema Único de Saúde (SUS), mas conseguem pagar por uma consulta particular desde que o preço seja acessível. Atualmente, 84% dos médicos cadastrados na plataforma cobram valor igual ou inferior a R$ 104,64 pelas consultas presenciais e 64% das teleconsultas custam entre R$ 70,00 e R$ 104,64. Não há cobrança de mensalidades nem carência, e o pagamento é feito por cartão de crédito ou débito diretamente nas contas bancárias dos médicos.

Para as consultas presenciais, os usuários da plataforma contam com 2.774 médicos, em 41 especialidades, disponíveis em 108 cidades de São Paulo. Entre elas, toda a Grande SP, Campinas, Ribeirão Preto, Sorocaba, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Santos e Guarujá. No caso das teleconsultas, os médicos são treinados e certificados especificamente para esse tipo de atendimento, e não há limites no que diz respeito à localização dos pacientes - apenas a necessidade de conexão estável com a internet.

Desde 2015, os planos de saúde privados perderam 3,5 milhões de usuários. Só em março e abril deste ano, 300 mil pessoas ficaram sem cobertura privada. "Grandes crises sempre contribuíram para antecipar o futuro, seja em qual área for. Para democratizar o acesso à saúde particular de qualidade, buscamos uma entidade como a APM, que conta com profissionais qualificados e um atendimento de excelência. Avanços feitos nos últimos anos permitiram que a teleconsulta, hoje, seja uma realidade para quem quer fazer seu acompanhamento médico sem sair de casa. E para quem prefere ou precisa de uma consulta presencial ou de um exame, também oferecemos preços que cabem no bolso do brasileiro. Por isso, nossa meta para 2021 é levar esse benefício para outras capitais do país, começando pelo Rio de Janeiro", afirma José Maria, presidente e fundador do DrApp.

Segurança
O site e o aplicativo DrApp têm nível extremo de segurança, com protocolo SSL da Amazon, onde estão os servidores. A parceria com a Braspag, da Cielo, garante a segurança no pagamento. Hoje, as teleconsultas são feitas por WhatsApp, que garante a proteção dos usuários com criptografia de ponta a ponta. Mas a startup está fazendo as implementações necessárias para que as teleconsultas também possam ser realizadas na própria plataforma, pelo WEBEX, da CISCO, em salas protegidas.

Cláudia Campos | GBR Comunicação
(11) 99421-4599 - claudia.campos@gbr.com.br