Mitos e verdades sobre a frieira

 Mitos e verdades sobre a frieira: entenda as principais causas e como tratar o problema

• Sete em cada dez pessoas já contraíram frieira em algum momento da vida

• Com o tratamento adequado, o alívio dos sintomas é rápido, mas deve ser seguido até o fim do período indicado para que seja eficaz

• Lavar e secar bem os pés, manter os calçados em local arejado e evitar andar descalço em vestiários e banheiros compartilhados ajudam a prevenir a infecção

São Paulo, 28 de outubro de 2020 - Coceira intensa nos dedos e nos pés, vermelhidão, sensação de queimação, dor e surgimento de bolhas. Esses são alguns dos incômodos sintomas da frieira - popularmente conhecida por "pé de atleta". A doença é uma infecção nos pés causada por fungos, é altamente contagiosa e comum: sete em cada dez pessoas vão enfrentar o problema pelo menos uma vez na vida.

A boa notícia é que a frieira pode ser tratada com facilidade. Para identificá-la, o diagnóstico deve ser feito por um especialista, por meio da observação clínica, mas também pode ser necessário fazer teste laboratorial. Se a micose for recente, de pequena intensidade ou causada por um fungo não resistente ao tratamento tópico, o médico poderá recomendar o uso de um antifúngico, como Canesten®, cujo principal ingrediente ativo, o clotrimazol, erradica os fungos causadores da infecção e oferece alivio nos sintomas desde a primeira aplicação².

Segundo a dermatologista Juliana Machado Canosa, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologista e Gerente Médica da Bayer, é importante ressaltar que "mesmo que a frieira pareça estar sumindo, o tratamento deve ser seguido até o fim do período indicado, para garantir que a infecção seja corretamente tratada".

Por ser um problema tão frequente, que afeta muitas pessoas, a frieira é cercada de dúvidas sobre porque, de fato, elas ocorrem, e quais as melhores maneiras de tratá-las e evitar o seu aparecimento. Para esclarecer algumas dessas questões, conversamos com Juliana Machado Canosa, médica dermatologista e gerente médica da Bayer, que explicou o que é mito e o que é verdade quando o assunto é micose nos pés. Confira abaixo.

A frieira só ocorre entre os dedos dos pés

Mito. Embora costume ocorrer entre os dedos, a frieira também pode aparecer na sola, no calcanhar e nas laterais dos pés, podendo se espalhar para as unhas, que ficam descoloridas, grossas e quebradiças. Este tipo de micose também pode se espalhar para as mãos e aparecer em áreas de dobras, como virilhas, axilas e embaixo das mamas. Para evitar que isso aconteça, caso esteja infectado, use toalhas diferentes para os pés e para o resto do corpo, e lave sempre as mãos depois de aplicar qualquer medicamento.

Frequentar piscinas pode causar frieira

Verdade. Altamente contagiosa, a frieira pode ser transmitida, principalmente, em áreas comuns como piscinas, vestiários e saunas. Uma pessoa fica suscetível ao contágio quando seus pés entram em contato com água contaminada ou superfícies em que haja a presença do fungo. Para evitar a contaminação, proteja os pés com chinelos e mantenha-os secos.

O pé de atleta só se propaga no verão

Mito. A infecção pode se desenvolver em qualquer época do ano. Durante o inverno, por exemplo, o uso de botas e meias sintéticas fazem com que os pés retenham o suor, deixando-os abafados e mais úmidos, o que favorece a proliferação dos fungos. Por isso, é importante optar pelas meias de algodão, seda ou lã, que absorvem o suor e deixam a pele respirar. Além disso, trocar as meias todos os dias e não utilizar o mesmo calçado por dois ou mais dias seguidos - colocando-os no sol com frequência -, também são fundamentais na prevenção do problema.

Pessoas com baixa imunidade ficam mais predispostas à ocorrência de frieiras

Verdade. Quando uma pessoa está com o sistema imunológico debilitado, o corpo enfrenta dificuldades para combater infecções. Como o pé de atleta é uma infecção por fungos, a pessoa com imunidade baixa tem maior risco de incidência de frieira.

As frieiras melhoram com o tempo e não precisam de um tratamento específico

Mito. Por se tratar de uma infecção causada por fungos, esses microrganismos podem continuar infectando a pele por tempo indeterminado. Para tratar a micose, é preciso utilizar um remédio antifúngico. O quanto antes a pessoa iniciar o uso do medicamento adequado, mais rápido a frieira será eliminada.

Frieiras são mais preocupantes em pessoas com diabetes

Verdade. Algumas pessoas, mesmo tomando os devidos cuidados, acabam ficando mais suscetíveis à infecção. Pacientes com diabetes, por exemplo, devem estar mais atentos e enxergar a frieira como um sinal de alerta. A diabetes pode reduzir a sensibilidade nas extremidades do corpo e complicar quadros infecciosos. Manter os pés sempre arejados e secos e sempre que observarem alterações na pele dos pés ou unhas, os diabéticos devem procurar o atendimento médico.

Passar talco entre os dedos e nos pés pode ajudar no tratamento da frieira

Mito. O uso de talco vai auxiliar no controle de umidade nos pés, mas não será capaz de combater os fungos. Somente o tratamento com antifúngico poderá eliminar os microrganismos que causam o pé de atleta.

É possível pegar frieira usando o sapato de alguém que tenha a infecção

Verdade. Não apenas sapatos, mas compartilhar esteiras, tapetes, roupas de cama e vestimentas com alguém infectado, além de andar descalço em áreas onde a infecção pode se espalhar, como vestiários, saunas, piscinas, banheiras e chuveiros comuns, podem desencadear o desenvolvimento da infecção. A susceptibilidade individual também é um fator importante.

Quem tem frieira não pode fazer exercícios físicos

Mito. A pessoa pode praticar esportes, mas tomando os devidos cuidados para evitar a propagação da doença. Não fique descalço em vestiários, capriche na higiene, lavando e secando bem os pés, e lembre-se de optar pelo uso de meias de algodão. A única ressalva é para a prática de natação, que, deve ser evitada, já que a frieira é altamente contagiosa.

Lavar e secar bem os pés ajudam a prevenir frieiras

Verdade. Manter os pés limpos e secos é essencial para a prevenção da doença. Lembre-se de secar bem entre os dedos e não compartilhe toalhas, calçados ou meias com outras pessoas, além de ser recomendado realizar a limpeza frequente desses itens.

Frieira é um problema simples e eu posso me automedicar

Mito. As frieiras podem ser causadas por diferentes fungos e fatores, por isso, consulte um médico se não tiver certeza do diagnóstico ou se os sintomas persistirem após o tratamento. A prescrição médica irá indicar, além do remédio, a dosagem e o tempo adequado para o tratamento, que pode ser diferente de uma pessoa para outra.

__________________________
Artigo: Ilkit, M & Durdu, M. (2014). Tinea pedis: The etiology and global epidemiology of a common fungal infection. Critical reviews in microbiology.
² Alívio sensorial da descamação com o uso do creme.



Sobre Canesten® é um tratamento de infecções fungicas de pele e mucosa causada por dermatófitos, leveduras e outros microoranismos, como nas dermatomicoses, no pé de atleta, na tínha da mãos, tínha do corpo, tínha da virilha, micose de praia e candidíase cutânea. O produto está disponível nas versões creme, spray e solução e pode ser encontrado em farmácias de todo o país.

Sobre a Bayer
A Bayer é uma empresa global focada em Ciências da Vida nas áreas de saúde e nutrição. Seus produtos e serviços são desenvolvidos para beneficiar pessoas apoiando-as para superar os maiores desafios apresentados pelo crescimento e envelhecimento populacional. Além disso, a companhia visa criar valor por meio da inovação e crescimento. A Bayer é comprometida com os princípios do desenvolvimento sustentável e a marca Bayer representa confiança, credibilidade e qualidade ao redor do mundo. No ano fiscal de 2019, com cerca de 104 mil colaboradores, obteve vendas de € 43.5 bilhões. Os investimentos totalizaram € 2,9 bilhões e as despesas com Pesquisa & Desenvolvimento somaram € 5,3 bilhões. Para mais informações, acesse http://www.bayer.com.br

Informações à Imprensa - JeffreyGroup

Alessandra Muro - (11) 3185-0863 | amuro@jeffreygroup.com

Marina Matos - (11) 3185-0869 | mmatos@jeffreygroup.com