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Recauchutando o corpo com emagrecimento e cirurgia plástica depois da quarentena


Passando mais tempo em casa, com uma rotina alimentar alterada, muitos agora pensam em "recuperar" o corpo

Diante dos riscos representados pelo novo coronavírus, perder a forma devido à modificação na rotina alimentar, no período de quarentena e distanciamento social, nem pode ser considerado um grande problema. Ficar em casa mais tempo, estudando e trabalhando de forma on-line, mexeu com a vida de muita gente. Quem passava horas no trânsito pode gastar um pouco mais de tempo num café da manhã bem caprichado, e o almoço em casa, na maioria das vezes, é bem mais apetitoso e substancioso do que nos restaurantes. Além disso, a ansiedade do confinamento fez muita gente comer um pouco mais do que devia e, para piorar, devido ao minúsculo deslocamento entre os cômodos da casa, a perda de calorias foi mínima.

Agora, com a retomada gradual do novo normal, muitos perceberam que não cabem mais naquela calça, vestido ou saia e, por isso, já entraram em uma dieta e se esforçam para entrar numa rotina de exercícios. Que isso aconteça com todas as medidas de segurança, pois não adianta ficar em forma e doente, não é mesmo! O esforço é muito válido, já que emagrecer não é mais somente uma questão da moda e da estética, mas também significa saúde e qualidade de vida. Os exercícios físicos e as dietas alimentares são o primeiro passo para quem quer perder peso, mas, mesmo assim, para quem perder muito peso, uma hora ou outra será necessário procurar um cirurgião plástico para retirar o excesso de pele.

"Com o emagrecimento, existem sobras de peles que diversos tipos de cirurgias plásticas podem tirar e resolver o problema, como a abdominoplastia, mamoplastia, braquioplastia, entre outras", afirma Arnaldo Korn, Diretor do Centro Nacional - Cirurgia Plástica. Seja quais forem os objetivos finais do então paciente, os procedimentos a serem realizados são de extrema importância para se ter uma elevada autoestima.

Com o emagrecimento, a pele tende a ficar flácida - afinal, o que antes era um grande abdômen se transformou em um excesso de pele e gordura que pendem pelo corpo, sob o abdômen inferior, nos braços, na parte interna das coxas e até mesmo nas mamas e na região do pescoço. Tudo na aparência incomoda qualquer um que fez de tudo para se manter em forma. Por isso, as cirurgias plásticas vêm se aprimorando para fornecer ao paciente o melhor controle do contorno e da harmonização corporal.

"Dependendo do peso perdido e do corpo de cada paciente, é possível realizar uma abdominoplastia convencional ou em âncora, com previsão de alta hospitalar entre um ou dois dias, e o uso de uma cinta modeladora por dois meses, para otimizar os resultados", conta Korn. Outra cirurgia que pode ter a necessidade de ser feita é a mamoplastia. A perda de peso confere uma queda acentuada do tecido mamário, e a maior dificuldade nestes casos é que esta região é composta desse tecido e de gordura. Por isso, pode ser necessário o implante de silicones.

Às vezes ainda será preciso fazer uma lipoaspiração. "Muitas pessoas associam a lipoaspiração com algo negativo, pura estética, mas não é bem assim. Dependendo do caso, ela poderá ser necessária, e em conjunto com a abdominoplastia, para retirar a gordura em excesso que ainda está no corpo", completa o diretor. Para aqueles que não podem pagar o procedimento, hoje em dia existem facilitadores, como o Centro Nacional - Cirurgia Plástica, que parcela os pagamentos e ainda conta com o auxílio de conhecer os melhores médicos, devidamente credenciados na profissão. Afinal de contas, a perda de peso é assunto sério, pois se trata de saúde e qualidade de vida. Esse é um procedimento que pode mudar a vida de uma pessoa, elevando sua autoestima e a satisfação consigo mesma, espantando sentimentos negativos.



Jornalista Responsável: Euracy Campos
Atendimento: Elisa Reis
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