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Novos vídeos das Oficinas FibraLAB ensinam as crianças as técnicas para criar stencil, carimbos, teatro de sombras e máscaras

 

Novos vídeos das Oficinas FibraLAB ensinam as crianças as técnicas para criar stencil, carimbos, teatro de sombras e máscaras
Iniciativa online estimula a criatividade dos pequenos por meio do uso do papel e promove a inclusão por meio da descrição com as hashtags #paracegover e #parasurdoouvir, e de tradução simultânea das cenas dos vídeos em libras e leitura em braile
Em um dos vídeos-arte a artista Joana Amaral conta sobre o rico e simbólico universo das máscaras no continente africano

As oficinas FibraLAB fazem parte de um programa lúdico de aulas online de arte-educação que busca desenvolver nas crianças as potencialidades de criação e do fazer artístico, a partir de estímulos às novas experiências, conquistas e saberes, tudo por meio do uso do papel.

Para cada atividade são divulgados dois vídeos no site Oficinas FibraLAB, sendo um vídeo-arte e um vídeo-oficina, que são propostas de conteúdos complementares com dinâmica de interação entre um artista e uma arte-educadora.

A primeira série de vídeos-arte apresenta o processo de criação e concepção do artista Xadalu Tupã Jekupé, um artista mestiço que traz um trabalho artístico social de profundidade, valorizando a cultura Guarani indígena local. Os trabalhos e elementos artísticos apresentados pelo Xadalu em seus núcleos de criação - como atelier e espaços urbanos - são o ponto de partida para que a arte-educadora Mariah Pinheiro, ensine em seus vídeos-oficina a prática de técnicas de experimentações artísticas, fazendo referências às obras do artista, com o passo a passo para reproduzir trabalhos de Isogravura, stencil e carimbos.

Já a segunda série conta com a psicopedagoga e atriz Joana Amaral e com a arte-educadora Dani Barbosa, teve início em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. O primeiro vídeo-arte traz uma contação de história com libras e teatro de sombras inspirados no livro "Meu crespo é de Rainha", da autora Bel Hooks, em que é possível abordar a diversidade de uma forma necessária e poética. Já o vídeo-oficina ensina como montar um teatro de sombras a partir do uso do papel, do papelão e de uma foto da própria criança, para estimular que os pequenos criem e contem histórias para seus familiares e amigos. O segundo vídeo-arte mostra o rico e simbólico universo das máscaras no continente africano, seguido pelo vídeo-oficina em que as crianças vão aprender a fazer máscaras com papietagem, uma técnica bem antiga e tradicional que usa tiras de papel umedecido com água e cola.

"Queremos que as crianças aprendam a criar suas próprias histórias e explorem o universo de possibilidades que podem ser criadas a partir do papel em branco. Por meio das oficinas FibraLAB vamos expandir o alcance da arte, cultura e educação, incentivando a interação e o tempo de qualidade entre as crianças e suas famílias", explica Mauricio Harger, diretor-geral da CMPC e presidente do Instituto CMPC.


Técnicas para criar arte a partir do papel
Os vídeos mostram métodos que podem ser usados tendo como base uma simples folha de papel. Entre as atividades estão previstas a confecção de gravuras, lambe-lambes e stickers, máscaras, bonecos de papel, postais e teatro de sombras.

Para crianças de 3 a 6 anos de idade é importante a supervisão e ajuda dos pais durante as atividades. De 7 a 13 anos não é necessário, mas fazer deste momento uma diversão em família pode ser uma ótima ideia.

Serviço:
Os conteúdos são disponibilizados no site oficinasfibralab.wixsite.com/oficinasfibralab e em outras plataformas, como Facebook, Youtube e Instagram, com o objetivo de ampliar o acesso e promover a inclusão, por meio da descrição com as hashtags #paracegover e #parasurdoouvir, e de tradução simultânea das cenas dos vídeos para leitura em braile. As Oficinas FibraLAB têm o patrocínio da CMPC, com realização do Instituto CMPC, da Secretaria Especial da Cultura - Ministério do Turismo / Governo Federal. A iniciativa é a primeira realizada pelo Instituto CMPC.


Sobre a CMPC
A unidade da CMPC Brasil fica localizada no Rio Grande do Sul, faz parte do grupo chileno CMPC e produz 1,9 milhão de toneladas de celulose, matéria-prima biodegradável para fabricação de produtos de higiene pessoal (tissue), embalagens para medicamentos e alimentos, presente em vários outros itens do cotidiano das pessoas. A empresa gera 6,5 mil postos de trabalhos diretos e, considerando os empregos indiretos e induzidos, é responsável pela criação de 45 mil empregos, sendo a maior indústria do estado. A sustentabilidade é um dos propósitos da companhia, que está presente no Brasil desde 2009 e é uma empresa da nova bioeconomia, recirculando 99,8% de seus resíduos sólidos, que são transformados em 15 novos produtos, desde matéria-prima para produção de cimento e painéis de madeira até corretivo de PH do solo e fertilizantes orgânicos. Em 2020, o grupo CMPC comemora 100 anos de atuação no mundo e conta com mais de 17 mil colaboradores em oito países. Outras informações estão no site https://www.cmpc.com.br/.

Informações à imprensa:

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