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Os caminhões chegam na Paulista! - Major Costa e Silva

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O CORONAVÍRUS E A OPOSIÇÃO AO PRESIDENTE BOLSONARO

Segurando a bandeira do Brasil, Bolsonaro atravessa multidão em ...


O CORONAVÍRUS E A OPOSIÇÃO AO PRESIDENTE BOLSONARO 


No Brasil o discurso contra o Presidente Jair Bolsonaro está sendo mascarado com a pandemia do coronavírus, está sendo encoberto com uma discurso politiqueiro e oportunista disfarçado de "preocupação" com a vida e com  amor ao próximo.

O coronavírus uniu  até os inimigos  para derrotar um inimigo comum, Jair Bolsonaro. Aqueles que sempre foram contra o atual governo, usam o  terrorismo social no discurso e nas imagens, o peso de consciência pela morte das pessoas próximas e as condenações e ofensas que consideraram assassinos e  egoístas aqueles que defendem  ponto de vista do Presidente. O terrorismo e a pressão psicológica se tornaram ferramentas e armas contra as propostas de trabalho e medidas equilibradas para que o país não entre em um colapso econômico e social.

Quando é feita uma pesquisa nas redes sócias no perfil desses  defensores do "fica em casa" se constatar que são indivíduos que sempre foram contra o atual Presidente, essas pessoas encontraram um motivo para fazer oposição ao Presidente Bolsonaro, mesmo que seja através de uma doença, do caos social e de um vírus. Os mesmos que apoiam o "fica em casa" apoiam qualquer medida que seja contra Presidente Bolsonaro, mesmo que essas medidas sejam prejudiciais a esse grupo, mesmo que essas medidas sejam adotadas por um inimigo e em um outro momento oportuno. O que importa no momento é a oportunidade de fazer oposição.
  
Já que o coronavírus no Brasil se tornou uma ferramenta para derrubar o governo de Bolsonaro, especialmente em no Estado de São Paulo, o coronavírus poderia ser considerado um Partido político, uma ideologia de grupo, disfarçada de doença e "virtudes" mal intencionadas.   

Quando o governador de São Paulo e outros governadores fizeram oposição ao Presidente, aproveitando o momento  para aparecer politicamente, os grupos inimigos do governador se uniram a ele, e o coronavírus foi capaz de juntar inimigos, contra um inimigo comum, Jair Messias Bolsonaro. O que esse grupo do "fica em casa"e os governadores não contavam é que essa alternativa e essa oportunidade para derrubar o Presidente acabaria se voltando contra eles mesmos, isso porque no país tem uma parcela muito grande da população que sempre sai ferozmente em defesa do Presidente Bolsonaro. O Governo continua no Poder, e o prolongamento das medidas  que fazem oposição a Bolsonaro desgastaram os opositores politicamente e destruíram a paciência e a economia da população mais pobre.  

Enquanto os inimigos se unem encenado "amor e humanismo", para convencer pessoas impressionáveis, assombradas, grupos de risco e pessoas pouco informadas que não conseguem perceber a politicagem e a sabotagem por de trás do terrorismo e da encenação de "virtudes".

 Os apoiadores do Presidente defendem a volta ao trabalho e a sanidade social para que não ocorram as violências e as mortes, que nesse contexto, são frutos do  desespero, da fome, da miséria e do medo. A insanidade social causada pelo isolamento e a quarentena nesse período de pandemia,  está gerando a quebradeira econômica, as violências, o roubos, os assassinatos e os suicídios; essas mortes não poderão ser colocadas na conta do coronavírus porque não são consequências da doença e sim da economia que está entrando em colapso.   

Os cristãos desavisados são incapazes de perceber que os supermercados estão lotados é as igrejas estão fechadas, são incapazes de perceber que os comunistas usam as virtudes e os valores cristãos contra os cristãos, imputando culpas em cristãos, através de seus próprios dogmas,  valores e virtudes, fazendo que se sintam culpados. Quando esses que imputam a culpa nem sequer acredita desses valores. 
          

Doria prorroga a quarentena até maio

Movimento no Viaduto do Chá em São Paulo durante a quarentena


Estado de São Paulo prorroga quarentena até 10 de maio

Objetivo da medida é evitar propagação do coronavírus


O governador de São Paulo, João Doria, anunciou hoje (17) a prorrogação do período de quarentena no estado de São Paulo até o dia 10 de maio. A medida é utilizada para evitar a propagação do vírus, diminuindo a circulação de pessoas nas ruas.
É a segunda vez que a quarentena é prorrogada em São Paulo. A prorrogação valeria até o dia 22 de abril, mas o governador decidiu renová-la até maio. A medida vale para os 645 municípios do estado.
“Vamos ampliar a quarentena para evitar o colapso da saúde pública e também do sistema privado”, disse Doria. Durante a quarentena no estado, somente podem funcionar os serviços considerados essenciais, tais como os de logística, alimentação, saúde e segurança pública.
“Há um mês tínhamos a primeira morte [por coronavírus]. Hoje já são 853 mortes. Infelizmente, os casos estão em expansão. As enfermarias dos hospitais públicos estão recebendo muitos pacientes e alguns deles já estão no limite”, disse o governador, justificando a prorrogação da quarentena.

Dificuldade do futebol feminino e o novo coronavírus (covid-19)

FIFPro diz que coronavírus ameaça crescimento do futebol feminino


Brasil e Holanda disputam jogo no Torneio da França de futebol feminino

Entidade pede união de clubes e ligas para garantir sustentabilidade


Nesta quinta (16), a Federação Internacional de Jogadores de Futebol (FIFPro) fez um alerta para o que chamou de ameaça ao crescimento do futebol profissional feminino, como uma indústria forte e viável, em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19).
Segundo o secretário-geral da FIFPro, o holandês Jonas Baer-Hoffmann, “vivemos tempos sem precedentes e, como comunidade global do futebol, temos a responsabilidade de nos unir e apoiar nossa indústria (…) Caso clubes, ligas e competições de seleções nacionais comecem a falir, eles poderão desaparecer para sempre. Nosso objetivo final deve ser não apenas impedir que isso aconteça, mas construir uma base mais sólida para o futuro”.
Pensando na garantia da sustentabilidade do futebol feminino no contexto atual, a entidade publicou o documento de título “Covid-19: implicações para o futebol feminino profissional”, que apresenta as seguintes recomendações: priorizar o cuidado, a saúde, a segurança e o bem-estar das jogadoras em todos os processos de tomada de decisão; aplicar medidas e condições financeiras especiais para jogadoras, clubes e competições, quando necessário; garantir que os investimentos pré-crise sejam garantidos e não sejam retirados do futebol feminino, para que o mesmo seja sustentado e até impulsionado; exigir que nenhuma pessoa com base em seu sexo seja excluída de qualquer incentivo financeiro, programa de remuneração ou atividade que receba assistência financeira; desenvolver sistemas de solidariedade e apoio na indústria do futebol para ajudar a garantir que o futebol feminino não sofra danos extremos.
Nas palavras da diretora de futebol feminino da FIFPro, a norte-americana Amanda Vandervort, mesmo no atual contexto de incertezas há a “oportunidade de fazer mudanças estruturais tão necessárias que podem beneficiar o futebol como um todo (...) [e] aproveitar esse momento para apoiar as jogadoras e criar uma indústria estável para o futuro”.
Edição: Fábio Lisboa

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Senti falta de ar, mas não era nada: a Psicologia explica!

Senti falta de ar, mas não era nada: a Psicologia explica!
*Leonardo Torres
A luta da humanidade contra o COVID-19 se dá, em parte, nos hospitais; mas na maioria dos casos, ela ocorre no isolamento de casa. Nesse último ambiente, é uma luta que se trava não indo aos campos de batalha, muito menos olhando para frente tentando perceber os movimentos do inimigo. A luta que se trava dentro de casa é olhando para dentro de si, pois o inimigo, desta vez, está dentro de nós.
A reclusão social fez com que muitos indivíduos voltassem para o interior de si e isso é muito interessante. Fazia um bom tempo que as horas infinitas de trânsito e de trabalho não davam lugar aos apelos da alma, ou melhor, ao ócio, aos sonhos e aos sintomas leves. No ritmo do cotidiano anterior ao coronavírus, um indivíduo só iria parar e prestar atenção em si após um infarto, se ele sobrevivesse.
Hoje, no ritmo do ficar em casa, do home office, do cozinhar para si, etc., muitos colegas e amigos tem se queixado comigo que passaram por um ou outro episódio de ansiedade, depressão, pânico ou qualquer outro nome que eles queiram dar para seus sintomas. Outros, até achando engraçado, confessaram que após terem conhecimento dos sintomas do COVID-19, sentiram os sintomas, mesmo não tendo o vírus. Uma explicação para esses casos pode estar alicerçada nas incertezas do mundo a partir de agora; entretanto, me pergunto se as sementes das ansiedades, depressões e pânicos já não estavam plantadas e aflorando antes mesmo da pandemia e nenhum desses meus colegas tinha tempo para percebê-las.
tripalium é um instrumento de tortura medieval e a palavra que deu origem ao termo "trabalho". A principal consequência negativa do trabalho, assim como o instrumento que lhe deu origem, é o martírio do corpo. Quantas vezes não vemos pessoas dormindo no transporte público exaustas por terem trabalhado o dia inteiro? Quantas vezes não engolimos as emoções porque devemos ser máquinas perfeitas em nosso trabalho? Palavras como meritocracia, enraizadas no trabalho como conhecemos hoje, defendem que o indivíduo deve se esforçar ao máximo para ganhar a sua posição social e o seu dinheirinho "suado", independente de sua posição inicial. Essa ideia já construída de trabalho faz com que cada vez mais o indivíduo desconsidere seu corpo, suas emoções e sentimentos em prol do mérito e reconhecimento. É aquele famoso paradoxo, de que é quase impossível para 99% da população possuir saúde, tempo e dinheiro ao mesmo tempo.
No momento atual, a preocupação com o vírus foi tamanha (e correta) que nem mesmo tal ideia de trabalho pôde evitar que cada um de nós olhasse para dentro de si e percebesse, no mínimo, um sintoma aqui ou acolá. Isso não deixa de ser saudável e nada mais é do que uma conversa inicial consigo mesmo, uma reconexão com as próprias emoções e sentimentos que nos habitam; é, portanto, um convite e um chamado da alma.
*Leonardo Torres, Professor e Palestrante, Doutorando em Comunicação e Pós-graduando em Psicologia Junguiana

Como proteger os trabalhadores do Coronavírus

Lello dá dicas aos trabalhadores de condomínio para se proteger do coronavírus
Empresa reúne melhores práticas para trabalhadores de serviços essenciais
São Paulo, 17 de abril de 2020 - A Lello, maior administradora de condomínios do Brasil, reúne as principais orientações para os funcionários dos condomínios para o combate à pandemia Covid-19. Uma das principais recomendações para evitar a disseminação do novo coronavírus é lavar as mãos. "A segurança e a saúde de todos são fundamentais para o funcionamento e bem estar de nossos clientes. Estamos nos esforçando ao máximo para informar as equipes e levar as melhores práticas a todos, assim vamos passar por esse período com serenidade", explica Angélica Arbex, gerente de Relações com o cliente, da Lello.
Dúvidas mais frequentes
Eu devo continuar trabalhando?
Se você não faz parte do grupo de risco e não está com nenhum problema que prejudique a sua saúde, sim. O seu trabalho é classificado como um trabalho essencial, pois está enquadrado como serviços de segurança e limpeza.
Estou ouvindo muitas coisas sobre mudanças na lei de férias e fundo de garantia. Devo me preocupar com alguma coisa?
Não, você não deve se preocupar com nada. Existem algumas possibilidades novas com relação às férias, mas nada que mude de modo importante a sua rotina. Não há com o que se preocupar. Seu salário e seus direitos permanecem os mesmos.
Caso eu tenha um problema específico relacionado à pandemia do coronavírus o que eu devo fazer?
Em primeiro lugar conversar com o seu superior. Assim, como o síndico do seu condomínio, o zelador. Todos juntos em uma rede de informação e ajuda a fim de superar este momento complicado que vivemos.
No transporte, vindo para o prédio
- Mantenha a distância segura de outras pessoas;
- Caso você espirre ou tussa use sempre o seu braço ou um lenço descartável para fazer isso;
- Se possível, leve com você um álcool gel e utilize ao sair do transporte;
- O mais importante: não leve a sua mão ao rosto de forma alguma enquanto estiver usando o transporte coletivo;
Ao chegar no trabalho, ou em casa.
- Escolha um local para deixar o seu sapato. Tenha um calçado para usar exclusivamente no trabalho e um para usar em casa. O Sapato do transporte não deve entrar no trabalho, nem em casa.
- A primeira coisa a fazer é lavar a sua mão. Lave as mãos com água e sabão e com calma (inclusive entre os dedos e embaixo das unhas). Ter as mãos sempre limpas é o que vai te proteger contra o coronavírus.
- Troque toda a sua roupa. A roupa de usar na rua deve ficar num saco plástico separado do resto. Dentro de casa e dentro do condomínio, roupas que não vão para a rua.
Quando preciso lavar as mãos?
- Ao chegar no trabalho
- Depois de assoar o nariz, tossir ou espirrar
- Depois de usar o banheiro
- Antes e depois de comer
- Depois de tocar em correspondência ou outros objetos;
Última recomendação ESPECIAL
Lave as mãos muitas vezes por dia. Não leve a mão no rosto enquanto você trabalha. Nunca. É isso que transmite o coronavírus.
PARA TODOS
O mais importante é você se manter saudável e seguro.
O coronavírus é uma doença extremamente contagiosa e a maneira mais segura de não se contaminar é manter as mãos sempre limpas e não levá-las ao rosto de forma alguma.
O contato das mãos contaminadas com o rosto é o que transmite coronavírus.
Veja aqui os sintomas e como se proteger:
Se eu tiver com algum destes sintomas. O que eu devo fazer?
- Comunique o síndico imediatamente
- Procure ajuda médica, não espere. Vá à UBS, posto de saúde ou pronto socorro mais próximo de você.
Caso, infelizmente eu contraia o coronavírus. O que eu devo fazer?
- Não se desespere, de forma alguma.
- Siga à risca a recomendação médica.
- Comunique o seu síndico e o zelador.
- Fique em isolamento rigoroso, inclusive dentro de sua casa.
- Não compartilhe toalhas, lençóis e nenhum material de uso pessoal com nenhum familiar seu.
- Caso perceber qualquer agravamento no seu estado de saúde, volte ao médico que ele poderá te ajudar.
Sobre a Lello Condomínios
Fundada em 1954, a Lello é líder no segmento de administração de condomínios no país. Ao todo, são mais de 3 mil empreendimentos atendidos pela empresa, que atua na organização, otimização e orientação. Com grande foco em inovação, a Lello investe de forma consistente em pesquisas sobre a vida em comum por meio do Lellolab.
Informações à imprensa:
Loures Consultoria

Aplicativo de entrega sem cobrança

Pequeno comércio ganha aplicativo de entrega sem cobrança de taxa


Setor duramente afetado pela pandemia do novo coronavírus, o pequeno comércio de bairro vem buscando meios de sobreviver ao colapso econômico. Sem contar com grandes estruturas ou de recursos para estabelecer meios alternativo de manter o negócio ativo, muitos vem se mantendo de portas abertas com muita dificuldade. Foi pensando nesse público, que a startup Picap criou o serviço de entregas Pibox. Sem cobrar qualquer taxa, a plataforma garante, junto ao seu portfólio de mais de 20 mil motociclistas cadastrados em todo Brasil, a entrega dos produtos solicitados pelos usuários. O objetivo é estimular o comércio local num momento de crise aguda.

Por sua vez, o motociclista fica com 100% do valor da corrida. O sistema ainda permite que o usuário faça uma espécie de leilão, na busca pelo melhor preço. O serviço já opera em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Goiânia, Recife, Campo Grande, Manaus, Belém, Fortaleza, Teresina, São Luís e Campinas
- Estávamos estruturando o serviço quando começaram as medidas de isolamento social. Tivemos de acelerar o processo para dar conta da demanda, tendo um foco centrado no pequeno comerciante, que muitas vezes não tem serviço de entrega e nem capital para investir nessa atividade- disse o CEO da Picap, Diogo Travassos.
A Picap nasceu na Colômbia e se estruturou como alternativa ao conturbado trânsito das grandes cidades, oferecendo transporte de motos a passageiros. O app oferece corridas mais rápidas e baratas aos seus usuários.

Representantes dos comerciantes, das indústrias e dos hotéis enviam pedido de abertura do comércio de Marília

ABRINDO AS PORTAS : Prefeitura de Marília e comitê gestor liberam ...

Fonte: Jornal da Manhã de Marília

Entidades encaminham ofício ao governador pedindo flexibilização do decreto e abertura das lojas

Comércio de Marília está fechado desde 21 de março em razão da pandemia do Covid-19

Ofício encaminhado ontem ao governador João Doria por entidades que representam o comércio de Marília, pede a flexibilização do decreto estadual que estabeleceu quarentena no Estado e a abertura das lojas na cidade.  O ofício é assinado pelos presidentes da Acim (Associação Comercial e Industrial de Marília), Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), Sinhores (Sindicato dos Hotéis, Restaurantes e Similares de Marília) e Sincomércio (Sindicato do Comércio de Marília).
O comércio de Marília está fechado desde o dia 21 de março cumprindo decreto estadual que determina a manutenção apenas de serviços essenciais e setores de alimentação apenas dom funcionamento delivery.
No ofício encaminhado ao governador Doria, os dirigentes afirmam considerar comunicado do Ministério da Saúde autorizando a flexibilização das regras de isolamento horizontal em municípios nos quais os pacientes de Covid-19 não estejam utilizando mais de 50% da capacidade instalada do sistema de saúde.
O ofício afirma ainda que há ‘concentração desordenada de pessoas verificada em diversos estabelecimentos comerciais de setores essenciais autorizados a funcionar’ e com isso propõe o estudo de adoção o mais breve possível de medidas de flexibilização responsável das regras de isolamento horizontal vigentes.
Entre as medidas propostas pelos representantes do comércios estão, manutenção do isolamento social para os grupos de risco, idosos e portadores de doenças pré-existentes; normatização do uso de máscaras pela população, sempre que estiverem fora de casa, com especial atenção ao transporte público; adesão obrigatória de todas as empresas através do site da prefeitura à autorização digital automática de protocolo sanitário de abertura, com regras para proteção da saúde de consumidores e colaboradores.
O ofício propõe a flexibilização para todos os estabelecimentos de alimentação e prestação de serviços e sugere que permaneçam fechados demais atividades não essenciais determinadas pelo decreto estadual como: escolas, faculdades, eventos particulares (festas), academias de ginástica), cinemas, teatros, eventos, clubes de lazer, oficinais sociais e culturais e eventos esportivos. O ofício também foi encaminhado ao prefeito de Marília, Daniel Alonso.

O Fora Maia no Twitter depois do desabafo do Presidente Bolsonaro.



ImagemPela primeira vez o Presidente Jair Bolsonaro foi realmente duro com as palavras com relação a Rodrigo Maia. O Presidente fez declarações diretas sobre o comportamento de Maia e o colocou como sabotador do governo e um articulador ao estilo da velha política. O Presidente, desde o início do Governo, sempre buscou uma relação amistosa com os três poderes, buscado conciliar e não criar polêmica mesmo nos momentos políticos em que ficaram evidentes que existia sabotagem e traições ao governo.       

Bolsonaro disse em entrevista a CNN, em tom de desabafo, que com ele BOLSONARO, não têm articulações, que  em outras palavras é entendido como o "tomá lá dá cá" que sempre foi praticado na política brasileira. 
O Presidente disse que Rodrigo Maia tem um comportamento péssimo quando aprova somente o que convém a ele e aos políticos que apoiam as "articulações" e quando joga o governo federal contra os governadores.

 Bolsonaro acusou Maia de tentativa de derrubá-lo da presidência com suas armações e sabotagens a todos os projetos que é do interesse do povo e para o bem da população.  
Bolsonaro disse que Rodrigo Maia está dando uma "facada" metafórica nele, como Presidente.  Disse ainda que Rodrigo Maia não tem sentimento patriótico e que o Brasil não merece o que ele vem fazendo. 
Bolsonaro afirmou que o Ministro da Economia Paulo Guedes não quer mais contato com Rodrigo Maia que só sabe pedir dinheiro e que se for aprovar tudo que Maia pede com relação a gastos o Brasil cairá em um abismo econômico. 

O Presidente disse que Rodrigo Maia está aproveitando o momento de isolamento e a dificuldade de contatos para aprovar o que é do interesse dele e dos seus apoiadores.

Bolsonaro disse que não está preocupado com a sua popularidade e que está no governo para fazer o que tem para fazer segundo as necessidades do povo.

Depois das declarações do Presidente Bolsonaro na rede social
tuwitter o #ForaMaia
178 mil Tweets chegou ao topo dos assuntos mais comentados em menos de uma hora.
  

       

      

Bolsonaro perder a paciência com Rodrigo Maia e suas articulações



Presidente Jair Bolsonaro em entrevista fala sobre a situação do Brasil, Mandetta, Senado, Rodrigo Maia, previsões, alertas e mais!

Presidente Jair Bolsonaro expõem as intenções de Maia, e manda um recado duro para ele.

No Twitter o #ForaMaia mostra o apoio a Bolsonaro e o coro contra Rodrigo Maia e suas famosas falas sobre ARTICULAÇÕES.

Futebol brasileiro e mundial e a pandemia de Covid 19

Como Neymar ajudou, fora de campo, o PSG a avançar na Champions ...O avanço do novo coronavírus (covid-19) em todo o mundo deve gerar uma crise financeira sem precedentes para os clubes de futebol, principalmente no Brasil. Além da falta de bilheteria nos jogos, outras importantes fontes de renda parecem secar até mais rápido do que se podia imaginar. Patrocinadores e a TV Globo colocaram o pé no freio em relação aos investimentos no esporte e os clubes se preparam para viver uma nova realidade financeira.
Sem transmissão de jogos e exibição de suas marcas na TV, algumas empresas estão deixando os clubes ou revendo contratos. Um caso que demonstra bem isso é a relação do Azeite Royal com os times cariocas. A empresa patrocinava os quatro principais clubes do Estado (Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco). A crise chegou e o foco de investimento mudou.
A empresa justificou, em nota, que concentra suas ações no abastecimentos de redes de supermercados parceiras, dando a entender que os clubes não são prioridades no momento. A parceria da marca com o Flamengo, em 2020, renderia cerca de R$ 3 milhões e os demais times receberiam valores próximos de R$ 1,5 milhão.
"O momento atual traz oportunidade a clubes e atletas com a produção de conteúdo para engajamento ainda maior de torcedores e fãs, além da possibilidade de realizar diversas ações em prol do combate à covid-19 e relacionadas ao terceiro setor", disse Fábio Wolff, sócio-diretor da Wolff Sports & Marketing, uma das agências que mais fecha contrato de patrocínio com os clubes.
O futebol paulista também sofre com a crise desencadeada pela pandemia. A Marjosports, startup de tecnologia voltada para apostas esportivas, suspendeu seu contrato com o Corinthians, devido ao impacto que a paralisação do futebol provocou na empresa, que atua no ramo esportivo. No Santos, a Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT), que patrocinava as categorias de base da Vila Belmiro, suspendeu seu contrato com a equipe, tendo em vista que o setor de turismo é um dos mais afetados pela covid-19.
Em contrapartida, Palmeiras e São Paulo não apresentaram, por enquanto, suspensões ou rescisões com suas patrocinadoras. A Crefisa, empresa parceira do time alviverde e que paga o maior patrocínio do futebol brasileiro - cerca de R$ 81 milhões - já admite que pode rever o contrato e fazer alterações nos valores.

Outra importante fonte de renda vem da televisão. A TV Globo decidiu suspender o pagamento dos direitos de transmissão dos campeonatos estaduais por tempo indeterminado, para lamentação dos grandes clubes e desespero dos pequenos. "Para nós, a cota de TV representa 85% da nossa receita", contou um dirigente de um time do interior, que pediu para não ser identificado.

Messi chama de "fake news" notícias sobre transferência e suposta ...
"Ocorre que as pessoas amam o esporte e esse período de ausência dos eventos fará com que a audiência seja ainda maior. E quando for novamente possível, com grande presença dos torcedores nos estádios e arenas. Todos estão sentindo falta de esportes, do futebol. Isso fará com que parte das perdas sejam compensadas", analisou Wolff.

ANÁLISE

Amir Amir Somoggi, sócio diretor da Sports Value

Dentre os mais de R$ 79 bilhões que serão perdidos devido aos impactos da covid-19
no esporte profissional em todo o mundo, cerca de R$ 1 bilhão serão decorrentes do Brasil. Pode parecer uma fatia pequena do bolo, mas é um alto valor para a realidade do nosso país. As folhas orçamentária dos clubes estão elevadas e as receitas, que já não acompanhavam o ritmo das despesas, agora, estão estagnadas.

e já existia um buraco entre o fluxo de arrecadação e as faturas dos clubes, a chance desse buraco virar uma cratera, aumentou consideravelmente e não há como evitar isso. Assim sendo, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deve agir. Calcula-se que a entidade máxima do futebol nacional tenha, em caixa, R$ 700 milhões, que podem ser distribuídos de forma inteligente aos clubes.

O Governo Federal, embora tenha outras prioridades, pode reduzir os encargos tributários cobrados às equipes. E, falando nelas, é preciso que haja uma readequação orçamentária dos clubes brasileiros. Estima-se, que, em média, a folha salarial das equipes brasileiras sejam reduzidas em até 25%. Não vejo outra saída, além dessa reestruturação financeira.
Caso contrário, clubes de pequeno e de médio porte podem fechar suas portas nos próximos meses, já que dependem do repasse das federações, que dependem do repasse de verbas oriundas da televisão, que dependem dos patrocinadores e do público, que está ausente no momento e este cenário permanecerá por meses.


Com cofres cheios, Flamengo ameaça concretizar hegemonia no ...



Futebol brasileiro e mundial e a pandemia de
 Covid 19 

Com 3 gols de Cristiano Ronaldo, Juventus goleia e lidera; Ibra ...Os planos dos clubes para a próxima janela de transferências deveriam estar prontos. Os compradores teriam seus objetivos identificados ou acordos fechados. Os vendedores esperariam pelo dinheiro que, na maioria das vezes, serviria para evitar que o balanço fique no vermelho, o que é muito comum no Brasil.
Essa perspectiva ficou no passado. Especialistas ouvidos pela reportagem afirmam que a pandemia de coronavírus pode ter mudado de maneira irremediável o mercado do futebol.
"Havia uma bolha [nos valores das transferências] e ela ia estourar a qualquer momento. Estourou da pior maneira possível. Ouço jogadores, clubes e agentes falando 'ah, quando as coisas voltarem ao normal...'. Esquece. Nada será como antes. O futebol não será o que foi no passado. Esta é uma crise sem precedentes", afirma Marcos Motta, advogado especializado em direito esportivo internacional e que tem como clientes alguns dos maiores empresários do esporte mundial.
O futebol está parado desde março por causa do novo coronavírus. Dirigentes de times de todos os continentes estão desesperados para que os jogos retornem, mesmo que com portões fechados. Isso por causa do dinheiro. A multinacional de auditoria KPMG estima que as cinco principais ligas nacionais da Europa (Alemanha, Espanha, Inglaterra, Itália e França) vão perder US$ 4,33 bilhões (R$ 22,3 bilhões) se a temporada não for finalizada dentro de campo.
Apenas a Premier League, dona dos contratos de televisionamento mais lucrativos do planeta, teria de pagar multa de quase US$ 900 milhões (R$ 4,63 bilhões).
"Eu não acredito que veremos durante algum tempo transferências de 100 ou 150 milhões de euros. Os negócios vão continuar acontecendo, mas em um patamar menor. Retomar o mercado do futebol vai depender de muito trabalho e criatividade", disse, por meio de sua assessoria de imprensa, Giuliano Bertolucci, o agente brasileiro com melhor relação nos principais clubes do Velho Continente.
A janela europeia, que sempre movimenta mais dinheiro, estava programada para abrir em 1º de julho e ficaria assim (em quase todos os países) até 31 de agosto. No ano passado, ela movimentou US$ 6 bilhões (R$ 31 bilhões na cotação atual) nas mesmas cinco principais ligas do continente, segundo estudo da Deloitte Sports Business.
Esse assunto gera suspense por causa da doença. Não se sabe quando a janela vai abrir ou se isso acontecerá. A Fifa deixou aberta às associações nacionais a possibilidade de estenderem os vínculos dos atletas com suas equipes.
Alemanha e Inglaterra descartaram encerrar a temporada por decisão administrativa, sem os resultados em campo. A Bundesliga planeja retornar em maio, apoiada em princípio no sistema de teste de coronavírus em massa na população adotado pelo governo do país. A Premier League acredita que isso será possível no Campeonato Inglês apenas em junho, na melhor das hipóteses.
A indefinição e a crise financeira estão também no Brasil, onde há a mesma determinação para jogar, nem que seja com portões fechados. A Globo ainda não pagou a última parcela dos direitos de transmissão dos principais estaduais. Apenas em São Paulo, o número está em cerca de R$ 30 milhões.
Times que precisam vender atletas para fechar as contas podem sofrer.
"Flamengo, Palmeiras e Athletico são os três clubes que têm caixa e conhecem o nosso mercado interno. Mesmo que a janela [de transferências] seja estendida, esta parada vai prejudicar a performance porque é mais difícil avaliar [os jogadores] e os preços devem baixar. Teremos uma guerra de ideias entre clube vendedor e clube comprador. Sem dúvida as equipes precisarão se readequar", analisa Luiz Paulo Chignall, empresário que tem entre seus clientes o técnico do Corinthians, Tiago Nunes.
"Vender jogador, sempre temos de vender. Isso não tem dúvida. A venda do Rodrigo nos ajudou muito a fechar as contas", constata o presidente do Santos, José Carlos Peres, citando a negociação do atacante com o Real Madrid, em 2018, por R$ 172 milhões.
Há também o impacto nos salários, que se tornou motivo de controvérsia na Europa. No Brasil há o potencial para acontecer o mesmo.
"Qualquer negociação sobre salário tem de passar pelo sindicato, senão a gente entra na Justiça. Tem de ser uma solução negociada, não de cima para baixo", declara o presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo, Rinaldo Martorelli.
A entidade nacional da categoria, a Fenapaf (Federação Nacional dos Atletas Nacionais de Futebol), rejeitou no mês passado propostas dos clubes e da CBF para reduzir os vencimentos dos atletas em 25%.
A tendência mundial é que os salários sejam achatados. Principalmente nas pequenas agremiações.
"Os clubes vendedores perderam o poder de barganha, sem dúvida. Vários vão usar isso na hora de definir salários de novos jogadores ou na renovação de contrato, ainda mais na América do Sul. A lógica de mercado dos times sul-americanos é a da venda de jogadores. Na Europa, a história é outra. A receita do Barcelona é de 1 bilhão de euros sem contar negociação de atletas. E no Brasil?", questiona Marcos Motta.
Como o futebol é uma parte da sociedade, as consequências do novo coronavírus podem ser parecidas. Se a pandemia fez países fecharem suas fronteiras e impedirem a entrada e saída de pessoas, o mundo da bola terá de voltar o olhar para o mercado interno. Principalmente as nações que costumam ser mais vendedoras, como Brasil e Argentina.
Há clubes que já começam a fazer esse trabalho.
"As dificuldades serão maiores porque o mercado terá pouca ativação. Não acontecerão grandes movimentações. Tenho certeza que haverá uma grande reflexão sobre tudo no futebol, especialmente no Brasil. Vai ter uma reeducação financeira. Os casos mais viáveis para os clubes se reforçarem serão no mercado interno, com jogadores em fim de contrato nos estaduais", acredita Paulo Angioni, diretor executivo de futebol do Fluminense.
Estaduais que, por enquanto, ninguém sequer sabe quando vão acabar.


COVID-19   "uma ameaça quase existencial" 
à frágil economia do futebol feminino.



Parabéns, Marta! Atleta mais premiada do futebol mundial completa ...
A pandemia da COVID-19, que interrompeu todas as competições, representa "uma ameaça quase existencial" à frágil economia do futebol feminino, alertou nesta quinta-feira a Fifpro, o sindicato mundial de jogadores profissionais.
"A situação atual pode constituir uma ameaça quase existencial para o futebol feminino, se nenhuma medida for tomada para proteger sua economia", afirma o órgão em um comunicado.
A Fifpro aponta as incertezas em torno de um ecossistema enfraquecido pelo "desenvolvimento menor das ligas profissionais, salários baixos, poucas oportunidades e desigualdades em termos de patrocínio e investimento".
A crise causada pelo novo coronavírus levanta dúvidas sombrias para as jogadoras de futebol, alerta a Fifpro, citando aquelas relacionados à saúde mental e física.
"Para ser sincera, todas nós nos sentimos ameaçadas. Existem muitas incertezas. Quem sabe o que o futuro nos reserva? É um momento muito estressante, só podemos sentar e esperar", disse a jogadora da seleção inglesa Jodie Taylor, que atua pelo OL Reign dos Estados Unidos e que é integrante do conselho de Jogadores da Fifpro.
A entidade explora várias vias para fortalecer o futebol feminino em todo o mundo, como o desenvolvimento do estatuto profissional (apenas 18% das jogadoras se beneficiaram dele em 2017, segundo a Fifpro), o aumento dos salários e uma melhor coordenação para estabelecer um calendário internacional.