TERESINHA RIOS

1) VUNESP (2018) – Prefeitura de Serrana/SP De acordo com Rios (2001), o professor tem necessidade de uma formação continuada que 

A) desenvolva de vez sua competência docente.

 B) o fortaleça exclusivamente na dimensão política. 

C) propicie aprimoramento constante de sua competência 

D) o leve a dominar prioritariamente os recursos técnicos. 

E) lhe permita conhecer principalmente os saberes de sua área de ensino.



2) VUNESP (2019) – De acordo com Rios (2001), as competências são capacidades que se apoiam em conhecimentos e guardam o sentido de saber fazer bem o dever. Acerca da construção da competência docente, a autora afirma que a competência 

A) vai sendo construída a partir da práxis, do agir concreto e situado dos sujeitos. 

B) deve ser entendida no singular, pois relaciona-se com as capacidades desenvolvidas individualmente pelos professores. 

C) é demonstrada ou não pelo educador, já no curso de formação inicial, de acordo com a aptidão para o exercício da profissão docente. 

D) relaciona-se com o ensinar quando o professor tem as condições ideais para desenvolver uma docência de qualidade. 

E) é um termo absoluto, pois há padrões e níveis aceitáveis e não aceitáveis de qualidade de ensino na escola pública. 


 3) VUNESP (2019) – Prefeitura de Ribeirão Preto/SP Rios (2001) entende ser fundamental atentar-se para algumas dimensões da docência que contribuem para a promoção de uma educação de qualidade. Dentre essas dimensões estão 

A) a dimensão técnica, responsável pela aplicação do plano de ensino no cotidiano escolar de modo competente; a dimensão legal, que diz respeito à compreensão e conformidade ao exercício regulamentado da profissão; e a dimensão moral, que zela pela capacitação das crianças nos costumes e tradições sociais vigentes. 

B) a dimensão técnica, que articula os conteúdos com a habilidade de construí-los com os alunos; a dimensão estética, que incorpora a sensibilidade e a perspectiva criadora; a dimensão política, que trata da participação na vida social e dos direitos e deveres implicados; e a dimensão ética, que se orienta para o respeito, a solidariedade e o bem coletivo. 

C) a dimensão pedagógica, que diz respeito ao trabalho com conteúdo escolar; a dimensão avaliativa, responsável por acompanhar a aprendizagem dos estudantes; e a dimensão cultural, que promove a partilha dos bens culturais eruditos, por vezes negados às camadas populares.

 D) a dimensão pedagógica, que engloba toda a atividade de desenvolvimento cognitivo do educando; a dimensão emocional, responsável por oferecer suporte à saúde mental do aluno; e a dimensão de cuidado, que trata da promoção de hábitos de saúde e higiene, bem como do encaminhamento a especialistas em casos individuais. 

E) a dimensão técnica, que permite aplicá-la independentemente do contexto em direção à promoção da qualidade de ensino para todos; e a dimensão política, que visa disseminar o conhecimento da Constituição Federal Brasileira e o respeito à democracia; sendo a educação moral de responsabilidade das famílias. 


4) VUNESP (2018) – Prefeitura de Sertãozinho/SP Contreras (2002, cap. 7) aprofunda a análise do conceito da autonomia de professores, percorrendo sua vinculação com três diferentes modelos de professores: o especialista técnico, o profissional reflexivo e o intelectual crítico, e, “cruzando” cada um deles com as dimensões da profissionalidade do professor: obrigação moral, compromisso com a comunidade e competência profissional. Rios (2001, cap. 3) desenvolve uma reflexão em relação à competência do professor, sobre o que seria uma docência da melhor qualidade, explicitando dimensões dessa competência: a técnica, a estética, a política e a ética. Nessas duas preciosas contribuições, encontra-se a valorização 

A) do aprimoramento técnico da ação docente, graças ao qual os professores lograrão prestígio profissional e autonomia. 

B) do compromisso de qualificar a prática educativa mediante crítica consciente e compartilhada, com vistas ao bem comum. 

C) da reflexão individual sobre a própria prática pedagógica, indispensável para conquistar a autonomia profissional.

 D) da delimitação administrativa das funções docentes e da vigilância democrática de seu cumprimento por parte da sociedade. 

E) da participação política dos professores, reunidos em corporações, as quais buscam benefícios, mas também fazem formação.


 5) VUNESP (2018) – Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos/SP As sociedades urbano-industriais contemporâneas trazem, “embutido”, o conhecimento sistematizado. Desse modo, a educação escolar, socialmente incumbida de transmiti-lo às novas gerações, é imprescindível às práticas sociais em geral e às práticas produtivas, particularmente, havendo uma articulação da desigualdade social com o sucesso ou o fracasso escolar dos indivíduos, os quais entram na definição dos papéis que eles terão e dos lugares sociais que ocuparão, nessas sociedades. Como afirma Contreras (2002): “A educação não é um problema da vida privada dos professores, mas uma ocupação socialmente encomendada e  responsabilizada publicamente.” Corresponde a compromisso ético e social que exige competência profissional. Terezinha Rios (2001) articula suas reflexões às desse autor e analisa que a competência do professor compreende as dimensões técnica, estética, política e ética, sendo esta última fundante da competência, pois as demais dimensões, embora apoiadas em fundamentos próprios, guiam-se por princípios éticos, quando, nas experiências docentes, 

A) a política vigente manda cumprir programações fechadas, tirando do professor tanto o ônus, quanto o bônus pelos resultados. 

B) são vividas relações cotidianas de desrespeito entre os alunos e deles para com o professor, cabendo a este punir os culpados. 

C) os professores devem ensinar os mesmos conteúdos para todos, uniformemente, para que se destaquem os mais capazes. 

D) são enfrentadas situações dilemáticas e conflitos em que estão em jogo o sentido educativo e as consequências da prática escolar. 

E) os alunos são oriundos de classe social desprovida de letramento, e os professores são culpabilizados pelo fracasso, injustamente


 6) VUNESP (2019) – Prefeitura de Birigui/SP Em reunião de revisão dos princípios estabelecidos no Projeto Político-Pedagógico de uma CEI, uma professora apontou a necessidade de rever o item que tratava da dimensão política, pois, de acordo com ela, essa é uma posição individual e que não cabe à escola discutir política. No debate estimulado, a partir da fala da professora, a diretora da escola fez uma intervenção retomando as ideias de Terezinha Rios em Ética e competência, para quem 

A) ao definir a visão de mundo, de sociedade, os gestores, professores e profissionais da escola desejam para as crianças uma determinada opção política partidária, a escola faz suas escolhas que deverão ser seguidas pelos alunos. 

B) cabe ao professor deter o domínio técnico de sua prática, isto é, o domínio dos conteúdos, técnicas, estratégias que permitam que “dê conta do seu recado”; a dimensão política será estabelecida pela relação do aluno com seu círculo social e familiar. 

C) desvincular os aspectos técnicos e políticos da atuação do educador reflete a sua postura ética e moral e da instituição escolar, determinando a direção que será dada ao saber escolar na sociedade.

 D) a competência técnico-política, de caráter dialético, faz parte de uma visão romântica de educação comprometida; uma concepção técnico-pedagógica e apolítica é a que detêm os meios necessários para uma educação de qualidade. 

E) o sentido político da prática docente se dá pela mediação da competência técnica, condição necessária, embora não suficiente, para plena realização desse mesmo sentido político, da prática docente para o professor.



7) VUNESP (2018) – Prefeitura de Guararapes/SP É inquestionável a importância do compromisso ético e social do educador, tanto no plano pessoal quanto profissional. Nesse sentido, Rios (2001) abre um precioso debate envolvendo a ética e a competência docente. No cap. 3 dessa obra, ela discorre sobre a competência enquanto “saber fazer bem”, esclarecendo que esse “saber fazer bem” apresenta dupla dimensão: “técnica” e “política”. A seguir, aprofunda a questão ao afirmar: “A ideia de ‘bem’ parece-me significativa na definição de competência, porque ela aponta para um valor que não tem apenas um caráter moral”. 

Conforme a autora, esse valor é a ética, que não se desvincula dos aspectos técnicos nem dos aspectos políticos da atuação do educador e, em relação a ambos, apresenta-se como 

A) mediação.

 B) arbitragem. 

C) ponto de apoio. 

D) ponto de partida.

 E) ponto de chegada.


8) VUNESP (2019) – Prefeitura de Birigui/SP No livro Ética e competência, Terezinha Rios define competência pela ideia de “saber fazer bem”, sendo que o termo “bem” deve ser compreendido pelas “necessidades historicamente definidas pelos homens de uma determinada sociedade”. À luz do exposto, a autora defende que a noção de saber fazer bem tem uma dupla dimensão, que é 

A) científica e estética. 

B) propedêutica e laica. 

C) inclusiva e crítica. 

D) reflexiva e pragmática.

 E) técnica e política.


9) VUNESP (2019) – Prefeitura de Ribeirão Preto/SP Conforme Terezinha A. Rios, considerando a discussão proposta pela autora no livro Ética e competência, a especificidade do processo educativo que se desenvolve na escola tem como objetivo

 A) ser alavanca da mudança social, nos termos do seguinte slogan: “Deem-nos uma boa escola e teremos a sociedade desejada”.

 B) algo que infelizmente é irrealizável no contexto social em que se insere, uma vez que não há o que efetivamente fazer na escola enquanto a sociedade se apresentar com tantas limitações.

 C) evitar configurar-se como um conjunto de práticas capazes de, ao mesmo tempo, manter e transformar a estrutura do social, uma vez que a escola deve ter autonomia. 

D) garantir o cumprimento de uma função política e de uma função ética, esquivando se do que seria da ordem de uma função caracterizada como técnica. 

E) a socialização do conhecimento elaborado, ou seja, a transmissão do saber historicamente acumulado pela sociedade, levando à criação de novos saberes. 


10) VUNESP (2019) – Prefeitura de Ribeirão Preto/SP Terezinha Rios (2001) ressalta a articulação entre a Didática, a Filosofia e as Ciências da Educação. Entretanto, define com clareza o objeto específico da Didática, que é 

A) o ensino como ação social formal e informal, pois a atividade de educar está presente em qualquer civilização ou grupo das mais variadas formas.

 B) a teorização sobre os modos de aprender, amparados pela psicologia e a neurociência na atualidade. 

C) o aluno, pois é o objeto central do processo ao qual toda essa prática se destina e sobre o qual a teoria se debruça. 

D) o ensino como prática social formal e escolar, pois interessa à discussão seu caráter sistemático, intencional e organizado. 

E) a Ciência, que fornece o conteúdo e, em última instância, constitui a razão de existência da instituição escolar.



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