Anahp alerta que muitos hospitais só têm produtos necessários para o tratamento da Covid-19 por mais três ou quatro dias

 






Importações emergenciais estão sendo feitas, mas a solução em curtíssimo prazo depende de decisão do Ministério da Saúde

O agravamento da crise no sistema de saúde em função da pandemia e a desorganização da cadeia de suprimentos, causada pela recente requisição de estoques de produtos anestésicos, essenciais para o tratamento da Covid-19, mereceram imediata resposta e providências por parte dos hospitais filiados à Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp). Os associados, em um esforço emergencial, já definiram a estratégia de acesso a fornecedores internacionais, por meio de importações extraordinárias dos produtos em falta. Tal possibilidade apenas tornou-se viável pela sensibilidade e agilidade demonstradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ao alterar procedimentos administrativos de modo a permitir as importações no menor tempo possível.

Ainda assim, o tempo mínimo necessário para que os produtos cheguem ao Brasil exige outra providência que precisa ser imediata: a colaboração do Ministério da Saúde para uma urgente distribuição de estoques decorrentes da requisição que realizou, sob pena de muitos hospitais privados perderem, em um prazo de três a quatro dias, as condições de atendimento aos pacientes com Covid-19 .

A Anahp, em permanente diálogo com o Ministério da Saúde, tem fornecido as informações para que a decisão seja tomada rapidamente e o problema de curtíssimo prazo seja resolvido, até que a situação volte a se normalizar. A atenção dedicada ao problema pelo novo ministro, Marcelo Queiroga, nos dá a esperança de uma resposta imediata aos hospitais e aos pacientes com Covid-19.

Diretoria
Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp)


Contato para jornalistas
LLYC
Bruna Sales • Ariane Salles

Comentários