Diploma Digital: como se adaptar à determinação do MEC?

 


Diploma Digital: como se adaptar à determinação do MEC?

Universidades precisarão começar a emitir o documento eletrônico em janeiro de 2022. Com ele, tempo de recebimento cai em até 84% e custo é reduzido em cerca de 78%

Curitiba, março de 2021 - O diploma digital, documento com existência, emissão e armazenamento integralmente digitais, é a nova determinação do Ministério da Educação (MEC). De acordo com o órgão, as instituições de ensino superior do Brasil têm, obrigatoriamente, até janeiro de 2022 para passar a emitir esse tipo de documento. Para implementar a nova exigência do MEC, as universidades terão de se adaptar à digitalização, assim como o ocorrido com a chegada da pandemia de coronavírus, quando foram forçadas a esvaziar salas e as aulas passaram a acontecer online, sendo a única opção possível.

De acordo com Bruno Doneda, CEO da Contraktor, plataforma de gestão de contratos e assinatura digital, a pandemia de coronavírus e os problemas causados por ela são dificuldades que mostram a necessidade da tecnologia. "Nesses momentos de crise é possível perceber o quanto os avanços tecnológicos são importantes e que o digital é nosso aliado para otimizar processos, trazer mais segurança e facilitar burocracias", explica.

O diploma digital gera economia de tempo, por exemplo, no sentido da coleta de dados e assinaturas. Além disso, o aguardo para o recebimento é reduzido em 84%, já que um diploma físico leva cerca de 90 dias para chegar às mãos dos estudantes formados. O documento digital levará menos de 15 dias. Além disso, ele deve gerar economia com os custos de impressão e deslocamento dos alunos até as universidades para buscar o documento físico. De acordo com projeto-piloto, feito na Universidade Federal de Santa Catarina, o diploma físico custa R$ 390,26 e a versão eletrônica R$ 85,15, uma diferença de cerca de 78%.

Além dessas vantagens, a validade jurídica também é garantida pela assinatura do documento com certificado digital e o uso do carimbo do tempo, ambos no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). "Podemos dizer que o diploma digital é mais seguro do que o físico que conhecemos e mais difícil de ser fraudado. Isso por que a assinatura dele é feita com certificação digital e carimbo de tempo (documento eletrônico emitido por uma Autoridade Certificadora do Tempo, que serve para atestar que uma informação digital existia naquela determinada hora e data) e ainda é sustentável, já que se torna totalmente digital e não mais impresso em uma folha de papel", complementa Doneda.

Para se adaptar à nova regra do MEC, as universidades contam com plataformas de gestão de documentos eletrônicos e assinatura digital e já podem iniciar a transição para que estejam de acordo com as exigências até o prazo limite divulgado pelo órgão.

Sobre a Contraktor
Por acreditar que uma vida sem burocracia é muito mais produtiva, a Contraktor está transformando a forma como as empresas podem gerir contratos e digitalizar documentos em todo o país. A plataforma oferece aos clientes soluções completas de gestão na nuvem, automatizando o ciclo dos processos e reduzindo o tempo de tramitação. Inovadora no segmento de Contract Lifecycle Management (CLM) e Assinatura Digital, a Contraktor possui ferramentas que podem ser aplicadas em todos os departamentos das empresas, do comercial ao jurídico, passando pelo financeiro e RH. Além da contração dos serviços B2B, B2C e de solução gratuita de assinatura digital (assinaturagratis.com).

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