67,6% dos brasileiros das classes C e D acreditam que economia vai melhorar após a pandemia, revela pesquisa Go2Mob/FirstCom

 





67,6% dos brasileiros das classes C e D acreditam que economia vai melhorar após a pandemia, revela pesquisa Go2Mob/FirstCom

Levantamento com mais de 4,5 mil pessoas indica que, apesar do cenário de desafios, classes C e D estão otimistas com o futuro

86,3% dos que perderam emprego nos últimos meses acreditam que vão conseguir uma recolocação com o fim da pandemia e 48% já criaram ou pretendem montar o próprio negócio

68,3% pretendem tomar a vacina e, destes, 84,2% vão continuar com o distanciamento e uso de máscaras e álcool em gel sempre, mesmo após serem vacinados

São Paulo, março de 2021 - Mesmo diante de um cenário preocupante de desafios em decorrência da pandemia de Covid-19, os brasileiros das classes C e D estão otimistas com o futuro. De acordo com a 1ª Pesquisa Go2Mob/FirstCom Pós-Vacina Covid-19, apesar de 54,6% terem perdido o emprego no último ano, 86,3% dentro deste grupo acreditam que vão conseguir uma recolocação no mercado de trabalho depois que a pandemia acabar. Além disso, 67,6% dos entrevistados acham que a economia do Brasil irá melhorar.

O estudo foi realizado por meio da parceria entre a Go2Mob, empresa que oferece soluções integradas para o setor mobile com foco em mídia, dados, consultoria e pesquisa, e a FirstCom Comunicação, agência de relações públicas. Com questões sobre trabalho, renda, consumo, educação, vacinação e saúde, a pesquisa, feita por celular, contou com a participação de 4.515 brasileiros dos 26 Estados e do Distrito Federal.

A pesquisa revela ainda que as dificuldades vêm despertando o empreendedorismo em boa parte dos respondentes. Quando questionados se já montaram um negócio próprio nos últimos meses ou se pensam em criar algo depois da pandemia, 48% disseram que sim.

Além disso, as classes C e D acreditam na vacinação e nas medidas de restrição como forma de combater o vírus, 68,3% pretendem tomar a vacina contra a Covid-19 e, destes, 84,2% vão continuar com o distanciamento social e o uso de máscaras e álcool em gel sempre, mesmo após serem vacinadas.

"Nosso estudo demonstrou que o brasileiro é um otimista por natureza. Após mais de 1 ano de pandemia e do início da vacinação, os brasileiros das classes C e D estão esperançosos em conseguir retornar ao mercado de trabalho e muitos decidiram criar um negócio próprio para sobreviver, o que comprova a resiliência do brasileiro frente à maior crise sanitária da história do País", assinala Alexandre Ribeiro, CEO da Go2Mob.

"Este é o segmento da sociedade claramente mais atingido pelo Covid porque são pessoas que trabalham em atividades nas quais precisam sair de casa e o home office não é uma opção. A vacina se mostrou uma esperança para estas pessoas de retomar uma vida normal e superar o grande impacto econômico gerado pela pandemia", acrescenta Luis Claudio Allan, CEO da FirstCom.

Trabalho e renda: somente 17,5% estão em home office

Segundo o levantamento, apenas 17,5% dos brasileiros das classes C e D que não perderam o emprego durante a pandemia estão trabalhando no sistema home office. Quando questionados se irão continuar exercendo suas atividades de forma remota no futuro, 61,9% responderam que sim.

Apesar do otimismo da maioria dos entrevistados, 26,9% acham que a economia do país não vai melhorar, nem piorar após a pandemia. Já 5,5% acreditam que a situação vai piorar. Entre os respondentes, 46,9% tiveram acesso ao auxílio emergencial.

Saúde: mais de 30% foram infectados ou tiveram algum familiar contaminado

Ao serem perguntados sobre se já contraíram o coronavírus ou se tiveram algum membro da família infectado, 31,7% dos entrevistados responderam que sim. Na fase de flexibilização da quarentena, 19,5% se mantiveram totalmente isolados, enquanto 69,1% procuraram sair de casa apenas em casos de necessidade; 11,3% disseram que saíam frequentemente.

Educação: 7 em cada 10 não concordam com voltas às aulas antes da vacinação

Entre os participantes da pesquisa, 26,1% têm filhos em idade escolar. Destes, 89,1% disseram que os filhos ainda não voltaram para a escola. Quando questionados sobre se concordam com o retorno às aulas antes da vacinação e do fim da pandemia, 69,6% responderam que não.

Além disso, de acordo com 31%, por causa da situação atual os filhos adolescentes pararam ou pretendem parar de estudar para trabalhar e ajudar em casa. Quanto ao ensino à distância, 67,1% destacaram que os filhos estão estudando em casa, pela Internet, e 79,2% confirmaram que as crianças estão conseguindo acompanhar as aulas.

Consumo: 34,2% começaram ou aumentaram a compra de produtos pela Internet

Com as restrições de circulação para barrar a disseminação do coronavírus, 34,2% dos participantes da pesquisa começaram ou aumentaram a aquisição de produtos pela Internet. Dentro deste grupo, 84,3% disseram realizar as compras online pelo celular e 15,7% pelo computador. Mesmo após o fim da pandemia, 82,4% pretendem continuar comprando pela Internet.

Metodologia

1ª Pesquisa Go2Mob/FirstCom Pós-Vacina Covid-19 foi realizada pela Go2Mob em 9 de março de 2021. O estudo entrevistou 4.515 brasileiros das classes C e D de todos os estados do Brasil e Distrito Federal, por celular. O objetivo foi entender o que a população espera para o pós-vacina e o fim da pandemia por meio de perguntas sobre economia, emprego, renda, saúde, vacinação, educação e comportamento do consumidor.

Sobre a Go2Mob

Go2Mob é uma empresa de soluções mobile integradas para geração de negócios que pertence a SupportComm, empresa de soluções e tecnologia em telecomunicações. Totalmente voltada para o ambiente móvel, opera no segmento B2B2C e oferece soluções integradas para ajudar seus clientes a ingressar no universo mobile, incluindo mídia mobile, pesquisa mobile, data insights, soluções de tecnologia e plataformas proprietárias, além de consultorias para transformação digital.

Mensalmente, sua plataforma alcança mais de 150 milhões de pessoas. Isso é possível porque consegue conectar os usuários de operadoras em todo Brasil, além de inventário próprio proveniente de aplicativos mobile. São mais de 220 milhões de dispositivos mobile em todo o Brasil, o que proporciona 150 milhões de impactos de mídia por mês em canais web e 1,5 milhão de ligações em seus canais de spots publicitários todos os dias. A Go2Mob também está presente no México e tem capacidade de entrega em outros países da América Latina.

Sobre a FirstCom Comunicação

Fundada em 2001, a FirstCom desenvolve estratégias de comunicação baseadas no conceito do PR Human2Human, que visa engajar e aproximar marcas e consumidores por meio de táticas de personal branding, uma nova concepção que revigora o PR tradicional incentivando o fortalecimento de marcas pessoais e estimulando que o C-Level da empresa seja, ele mesmo, um canal de comunicação entre a marca e todos os seus stakeholders.

Nestes 20 anos, a FirstCom já atendeu empresas multinacionais, como Apple, Palm, Gemalto, Atomico, Truecaller, Return Path, Skyscanner, Adyen, LevelUp! Games, Rovio, Zoomin.TV, SamyRoad, Clear Channel, e empresas brasileiras de destaque, incluindo Buscapé, Nubank, Movile, Vitacon, AG2 Publicis, A5 Internet, ACE, Bossa Nova, SP Ventures, Cadastra, Apontador, Agronow, PayU, Webmotors e iCarros.

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