Jogos Paralímpicos de Tóquio, entre os dias 24 de agosto e 5 de setembro.

 


Ser Educacional terá 3 atletas em Tóquio e mantém chama para Paris-2024

Terminadas as Olímpiadas, as atenções passam a ser para os Jogos Paralímpicos de Tóquio, entre os dias 24 de agosto e 5 de setembro. E o grupo Ser Educacional terá três atletas em ação nas competições: Petrúcio Ferreira e Cícero Nobre, ambos no atletismo; e Tayana Medeiros, no halterofilismo. Outro nome é do atleta-guia Cleiton Cesário Abraão, no atletismo.

No atletismo, Petrúcio Ferreira é um dos nomes fortes do Brasil para Tóquio. Bicampeão mundial (2017 e 2019) nos 100m rasos e campeão mundial nos 400m rasos, o atleta do Centro Universitário Maurício de Nassau João Pessoa (UNINASSAU) foi ouro no Jogos Paralímpicos Rio-2016, na categoria 100 metros T47 masculino.

A UNINASSAU de João Pessoa tem outro representante em Tóquio: Cícero Nobre, no lançamento de dardo na categoria T57. Nessa prova, Nobre representou o Brasil nos Jogos Parapan-Americanos de 2019 em Lima, conquistando medalha de ouro e também participou do Rio-2016.

No halterofilismo, Tayana Medeiros tem chances de subir ao pódio. A estudante do Centro Universitário Universus Veritas Rio de Janeiro (UNIVERITAS) iniciou a carreira em 2016 e tem no currículo duas medalhas de prata no mundial da modalidade em Tbilisi (Geórgia): na categoria individual acima de 86 kg e na categoria equipes mistas.

Outro nome que vai participar das competições de Atletismo é o atleta-guia Cleiton Cesário Abraão, da Universidade Guarulhos (UNG). Ele foi convocado para acompanhar Daniel Mendes, recordista mundial dos 400 metros rasos na Classe T11, categoria para pessoas com deficiência visual total.

"Petrúcio tem a melhor marca nos 100m e o Cícero Nobre é recordista mundial no T57. São nomes muito fortes. A Tayana também vai brigar por medalha", afirma o coordenador de Esportes do Ser Educacional, Hermógenes Brasil, aponta que a carreira de atleta é curta por causa do alto nível, já que requer um rendimento acima do que é considerado normal com relação a um praticante de esportes ocasional.

Investimento continua

O grupo Ser Educacional é um dos que mais investem na área esportiva em todo o país, contando com mais de 1.500 atletas com bolsas de estudo em suas Instituições. A Companhia contou com seus estudantes nos Jogos Olímpicos e nos Jogos Paralímpicos em Tóquio. São mais de 20 modalidades esportivas envolvidas em diversos cursos nas unidades do Grupo em estados como Amazonas, Bahia, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e São Paulo.

"O Ser Educacional vai continuar com o trabalho que executamos desde 2004. O esporte sempre esteve no DNA do Grupo e das unidades educacionais que mantemos", afirma o coordenador de Esportes, Hermógenes Brasil.

"Nosso investimento não é só no alto rendimento. Sabemos que a vida de atleta é curta por causa do alto nível e rendimento necessário. Por isso, é preciso estar preparado para o futuro. Poder conciliar os treinos com uma graduação e pós-graduação é fundamental para eles. Fazemos investimento para que os alunos possam concluir seus estudos e desenvolver uma nova profissão", acrescenta Hermógenes.

"Um exemplo é a Yane Marques [pentatleta brasileira, bicampeã em Jogos Pan-Americanos e única detentora de medalha olímpica do pentatlo moderno na América Latina], que era atleta, parou e hoje é gestora de esportes na Prefeitura de Recife", diz.

Jogos Olímpicos

O Ser Educacional contou com três representantes nas competições de atletismo em Tóquio: Alexsandro Melo, o Bolt (salto triplo e em distância) e Thiago Moura (salto em altura), ambos da UNG; e João Henrique Falcão (na equipe de revezamento 4x400 misto), da UNINASSAU de Teresina. O treinador de atletismo da UNG, Neilton Moura, também foi aos Jogos.

De acordo com Thiago Moura, do salto em altura, a experiência de haver participado dos Jogos Olímpicos de Tóquio foi imensurável. "É o principal palco do mundo. E participar de um evento dessa magnitude me deixou extremamente feliz, realizado e era um sonho de criança", diz ele, que é graduado em Educação Física pela UNG e agora cursa a pós-graduação em Docência no Ensino Superior a UNG.

"Estou animado para esse ciclo olímpico. A preparação vai ser ainda mais intensa. Quando saí da minha prova saí mais animado para achar formas de me aprimorar e saltar ainda mais alto para conseguir um grande feito para o nosso esporte e para o nosso País", diz Moura, vencedor do Troféu Brasil de Atletismo 2020 no salto em altura.

Sobre o Grupo Ser Educacional e o apoio ao esporte

O Brasil ainda está muito distante das grandes potências mundiais em relação ao incentivo ao esporte. Porém, para tentar mudar esse cenário e fomentar a participação de atletas universitários em competições, o Ser Educacional - mantenedor das marcas UNINASSAU, UNAMA, UNG, UNIVERISTAS, UNINORTE, UNINABUCO DIGITAL, UNIJUAZEIRO, UNIFACIMED, UNESC E UNIFASB - tem investido no esporte universitário.

O Departamento de Esportes do Ser Educacional auxilia os atletas com a concessão de bolsas, tem parceria com a secretarias estaduais e municipais e tem o papel de administrar, dar suporte, participar de competições externas e criar eventos esportivos internos e externos com objetivos socializadores e educativos. Além disso, todos os atletas recebem todo material de treino e uniformes e para competições e suporte para conciliar a vida acadêmica com treinamentos e competições.

"A prática do esporte é essencial para o desenvolvimento e a saúde do ser humano", afirma o presidente do Ser Educacional, Jânyo Diniz.

"Para alcançar esse objetivo, é necessário que instituições ajudem a promover e incentivar atletas, disponibilizando espaço físico adequado, bem como o acompanhamento sistematizado de professores de Educação Física", conclui Diniz.

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