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Candidata à presidência da OAB-SP, Patrícia Vanzolini diz que palavra de ordem é Esperança

 Candidata à presidência da OAB-SP, Patrícia Vanzolini diz que palavra de ordem é Esperança


Ela diz ser contra a reeleição e promete entrar para história com a marca da sua gestão

A candidata à presidência da OAB-SP Patrícia Vanzolini afirmou neste sábado (16), em discurso durante lançamento oficial da Chapa 14 - Muda OAB, que entrou na disputa em nome da esperança. "Essa esperança é fundamental porque senão iremos entrar numa fase muito difícil", alertou.

Ela afirmou que a relação dos advogados com a OAB/SP chegou ao fundo do poço. "Passamos um ano em que a advocacia foi massacrada. A pandemia abalou a todos, mas fecharam os nossos escritórios e os fóruns e não nos perguntaram nada. Nos enfiaram audiências online sem nos perguntarem se funciona ou não. Desligam nossos microfones no meio de uma audiência. Calam a nossa voz e nos humilham. E a OAB não fez nada - nem no nível federal e nem estadual", afirmou.

Patrícia contou que aceitou disputar as próximas eleições da seccional porque sentiu que pode ser útil. "Sempre achei que quem lidera é quem segue. O líder é sempre um seguidor. Estou aqui para estar a serviço dessa causa. A serviço dessa voz e dessa esperança", disse.

A candidata prometeu honrar as promessas porque sente "o peso dessas 350 mil pessoas (filiadas à OAB) e suas famílias, que acham que a OAB poderia ser diferente". Ainda em discurso, se eleita, prometeu deixar a presidência no dia 31 de dezembro de 2024 com uma marca indelével. Entre os compromissos de campanha estão baixar a anuidade e modernizar a Ordem dos Advogados do Brasil/SP. "Tenho contas a prestar com minha história. Credibilidade é uma história de vida, é uma história de compromisso", afirmou.

Patrícia promete entrar para a história com a marca de sua gestão e como a primeira mulher a presidir a OAB/SP. Ela garantiu que não será candidata à reeleição porque acredita que o instituto é nocivo para a administração e destrói a gestão. "Quem é candidato à reeleição faz campanha e não gestão", argumentou.

Neta do compositor Paulo Vanzolini, encerrou o discurso citando um trecho da música de seu avó: "Quando eu for, eu vou sem pena, pena vai ter quem ficar". E completou com outro trecho da música Volta Por Cima que ela chamou de o hino à subida do fundo do poço: "Chorei, não procurei esconder. Todos viram, fingiram pena de mim, não precisava. Ali onde eu chorei, qualquer um chorava. Dar a volta por cima que eu dei, quero ver quem dava". Segundo Patrícia, o hino do fundo do poço é Ronda (também de Paulo Vanzolini), mas afirmou que não iria cantar porque todos iriam chorar.

A candidata agradeceu aos apoiadores e apresentou uma chapa com diversidade e representatividade feminina, com mulheres concorrendo pela primeira vez ao cargo de presidência da Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo (CAASP) e à Secretária Geral.

Patrícia Vanzolini é fundadora e diretora do Movimento 133 - M133. Foi vice-Presidente da Associação dos Advogados Criminalistas de São Paulo - ABRACRIM-SP e sócia do escritório - Brito e Vanzolini advogados associados. Professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie e do Damásio Educacional

Assessoria de Imprensa:

GBR Comunicação

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