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69 anos de VW no Brasil: pioneirismo tecnológico ao longo das décadas

 



 

  • A atuação no Brasil da marca alemã já rendeu 33 linhas de produto diferentes, mais de 24 milhões de unidades produzidas e mais 12,5 milhões de motores construídos;
     
  • Entre os feitos em quase sete décadas estão o pioneirismo na nacionalização de modelos, a inauguração de centro de pesquisa e desenvolvimento e o uso de recursos de tecnologia e segurança para seus produtos.

São Bernardo do Campo (SP) -- Há exatos 69 anos, a Volkswagen começava sua produção no Brasil em sua primeira sede, na Rua do Manifesto, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Ao longo das quase sete décadas, a marca alemã se consagrou como pioneira e vanguardista ao trazer tecnologias e soluções inéditas para a indústria brasileira, além dos lançamentos de modelos icônicos para o mercado nacional.
 

Começando com a dupla Fusca e Kombi, com peças importadas da Alemanha e apenas 12 funcionários, a VW deu início a uma sequência de décadas focadas em inovações e desenvolvimento de novas tecnologias para o mercado brasileiro.
 

A aceleração foi ainda mais visível a partir de 1959 com a inauguração da fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), a primeira unidade da Volkswagen construída fora da Alemanha. Seis anos depois, a expansão foi além com a fundação do primeiro centro de desenvolvimento, pesquisa e design, nunca visto antes no segmento de automóveis no País. A consequência do crescimento acelerado já se mostrou em 1970, quando a VW alcançou a marca de um milhão de carros produzidos.
 

Nas décadas seguintes, mais de 33 linhas de produto diferentes foram desenvolvidas, outras três fábricas foram inauguradas (São Carlos - SP, Taubaté - SP e São José dos Pinhais - PR), e a marca alemã ultrapassou as mais de 24 milhões de unidades fabricadas e mais de 12,5 milhões de motores construídos no País.
 

Veja os principais marcos de tecnologia e inovação em cada década de presença da Volkswagen no Brasil:

 

Anos 50 -- VW democratiza o automóvel

Com a inauguração da fábrica em São Bernardo do Campo (SP), iniciou-se o processo de nacionalização da marca no Brasil. Em 1959, a Kombi tinha 50% de suas partes produzidas localmente, com o maior índice de nacionalização no segmento automotivo à época. Naquele ano, o Fusca entrou para o time dos nacionalizados, passando a receber 54% das peças fabricadas localmente. Tudo isso permitiu que os dois modelos fossem disponibilizados para o consumidor brasileiro com preços mais acessíveis, democratizando o automóvel e a mobilidade nos anos 50.

 

 

 

 

 

Anos 60 -- Uma Volkswagen “Made in Brazil”

Em 1965, a VW foi pioneira no Brasil com a inauguração do primeiro Centro de Desenvolvimento, Pesquisa e Design na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). O Centro foi aberto com objetivo de criar produtos novos, incluindo projetos, confecção de modelos em escalas natural e reduzida, desenvolvimento de ferramental e construção de protótipos.
 

Durante este período, foram lançados projetos como o Karmann-Ghia, em parceria com a empresa alemã que levava o mesmo nome, além do início de design e pesquisa de modelos que marcaram a história da VW, como o SP e o Brasília, que seriam lançados na década seguinte.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Anos 70 -- Nova era para a Volkswagen

No início da década, em 1972, chegavam às concessionárias o SP1 e o SP2, trazendo um design esportivo e ousado, sem abrir mão da funcionalidade, com motores 1.6l (SP1) e 1.7l (SP2). Até hoje, ambos são reconhecidos por entusiastas como o design mais belo da história da VW.
 

Um ano depois, em 1973, a marca se colocou um passo à frente com o lançamento do Brasília, apresentando um conceito moderno de carroceria hatchback, o primeiro no País. Anos mais tarde, o tipo de carroceria inaugurado no Brasília se tornou o mais comercializado no mercado nacional.
 

Completando o início da Nova Era, em 1974, foi apresentado o Passat, dando um salto tecnológico na aplicação do novo trem de força dianteiro com refrigeração líquida, aliado as novas molas helicoidais da suspensão, entregando um conjunto mais dinâmico, confortável e responsivo.

 

 

 

 

 

 

Anos 80 -- Nasce uma lenda, o Gol

Em 1980, a VW inaugurou uma nova fase na indústria automobilística nacional, trazendo uma nova família de modelos, liderada pelo Gol na sua primeira geração. O sucesso foi tanto que o modelo se manteve na liderança por 27 anos consecutivos e até hoje é o modelo mais produzido, vendido e exportado do mercado brasileiro.
 

Ainda em sua primeira geração, o VW Gol se tornou o primeiro carro com injeção eletrônica de combustível do Brasil, com a chegada da versão GTi equipada com motor 2.0l, quatro cilindros, gerando 120 cv e 18,4 kgfm de torque, aliado ao câmbio manual de cinco marchas, no fim dos anos 80.
 

Antes disso, em 1984, a VW chegou ao segmento superior com o Santana. Baseado no Passat europeu, o sedã foi projetado e desenvolvido por engenheiros e desenhistas brasileiros com pacote de alta tecnologia, revolucionando a segurança automotiva na década de 90.

 

 

 

 

 

Anos 90 -- Salto tecnológico

Em sua segunda geração, o VW Santana trouxe, em dois anos seguidos, inovações pioneiras nos itens de segurança e motorização. Em 1991, o modelo foi o primeiro veículo nacional a oferecer freios ABS. No ano seguinte, em 1992, o Santana quatro portas foi equipado com catalisadores no sistema de escape, para motorizações a etanol ou a gasolina, antecipando as determinações do Conselho Nacional do Meio Ambiente que entrariam em vigor na sequência.
 

Em 1994, a história do Gol ficou marcada com a chegada da sua segunda geração, carinhosamente chamada de “Bolinha” por conta das linhas de design mais arredondadas em relação a versão anterior, trazendo uma linguagem global da VW. O Gol Bolinha também ficou responsável pela popularização da injeção eletrônica.

 

 

 

 

Anos 2000 -- Agora tanto faz, pode ser etanol ou gasolina

Ainda no início da década, em 2002, a VW cravou a revolução no segmento de compactos premium com a chegada do Polo na planta de São Bernardo do Campo, inaugurando a nova plataforma “PQ-24”, o primeiro da marca a receber direção eletro-hidráulica e a introdução de soldas a laser, proporcionando uma carroceria mais rígida e segura.
 

A terceira geração do Gol, em 2003, inovou ao inaugurar a primeira motorização flex (abastecimento com etanol ou gasolina) do Brasil, sob a motorização 1.6l. Nomeada de “Total Flex”, a tecnologia lançada pela VW marcou uma mudança de paradigma na indústria automotiva brasileira, e que permanece presente até hoje em toda a linha nacional da Volkswagen.
 

No mesmo ano de 2003, a família de compactos cresceu com a chegada do Fox, o primeiro compacto “high roof” (teto alto) do Brasil. Ele foi inteiramente projetado e desenvolvido no País, além de comercializado também na Europa.
 

Já em 2007, com a chegada do Passat importado da Alemanha, a VW definiu nova tendência de propulsores com a inauguração dos motores TSI no portfólio brasileiro. Essas e outras variações da linha TSI se consolidaram e, hoje, estão presentes em praticamente toda linha comercializada no Brasil.

 

 

 

Anos 2010 -- O primeiro nota máxima em segurança

O modelo up!, lançado em 2014, foi o primeiro veículo do mercado de compactos de entrada a alcançar a nota máxima nos testes de colisão do Latin NCAP. Produzido em Taubaté (SP), o modelo conquistou as cinco estrelas e deu sequência à história de sucesso da marca quando o assunto é segurança, iniciada com o lançamento do Golf em 2013. Em suas épocas de lançamento, Polo, Virtus, T‑Cross, Taos e Jetta também gabaritaram os testes do instituto, seguindo os protocolos de cada período, sendo o Taos o único modelo do Brasil a receber as cinco estrelas nos novos protocolos do Latin NCAP.
 

Em 2015, a fábrica de São Carlos (SP) passou a produzir, também, os motores TSI, que fazem parte da família EA211, marcando uma revolução no mercado de propulsores em termos de performance, baixo consumo de combustível e prazer ao dirigir.
 

Com o Novo Polo (2017) e o Virtus (2018), foi lançada uma nova Volkswagen, inaugurando a plataforma modular MQB, referência em rigidez e segurança, base em que modelos como T‑Cross e Nivus foram construídos posteriormente. Nesse período, a empresa fez a maior renovação de portfólio da sua história no Brasil.

 

 

 

Anos 2020 -- A década da conectividade

A chegada do Nivus, em 2020, ficou marcada por uma revolução completa em design e conectividade. O modelo, totalmente desenvolvido no Brasil, foi o primeiro SUV com linhas cupê do segmento. No interior, foi o primeiro modelo que recebeu a nova central multimídia da marca, o VW Play, trazendo interface intuitiva, conexão com smartphone sem fio e aplicativos nativos. O SUVW é o primeiro veículo totalmente desenvolvido no Brasil que está sendo produzido e comercializado na Europa, sob a alcunha de Taigo.
 

Em 2021, foi o momento do Taos, SUVW produzido na Argentina, referência em design, conectividade, espaço interno e segurança, sendo o único modelo a conquistar nota máxima nos testes do Latin NCAP, seguindo o novo protocolo.
 

Esta década trará ainda novidades muito importantes, com foco em digitalização e descarbonização da marca. Os testes com carros elétricos já começaram, incluindo os modelos da família ID.. Além disso, a empresa estuda também os modelos híbridos flex, com baixa pegada de carbono. E em 2023 será a inauguração de uma nova família de modelos de entrada, começando com a chegada do Polo Track.
 

Após 69 anos, a Volkswagen do Brasil não para de inovar. E o futuro da mobilidade será ainda mais fascinante e sustentável!

 

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Volkswagen do Brasil
Assuntos Corporativos e Relações com a Imprensa

Fabiano Severo | Gerente
fabiano.severo@volkswagen.com.br

Para mais informações, acesse o portal VW News.