Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador alimentação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alimentação. Mostrar todas as postagens

Estudo inédito faz análise sobre o sistema alimentar brasileiro

 

Estudo inédito faz análise sobre o sistema alimentar brasileiro

Realizado por Walter Belik, da Unicamp, em parceria com Imaflora e apoio do Instituto Ibirapitanga e Instituto Clima e Sociedade, relatório analisa dados como comportamento alimentar familiar e produção agropecuária, contribuindo para um olhar sistêmico do setor
São Paulo, 22 de outubro de 2020 - As despesas com alimentação das famílias mais ricas é 165,5% maior do que a renda total das famílias mais pobres. Esse é um dos resultados do "Estudo sobre a cadeia de alimentos", realizado por Walter Belik, com o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), e apoiado pelo Instituto Ibirapitanga e Instituto Clima e Sociedade. O relatório traz informações inéditas sobre o sistema alimentar brasileiro e contribui para um olhar sistêmico sobre alimentação no país.

Em um documento síntese, chamado "Um retrato do sistema alimentar brasileiro e suas contradições", estão os principais achados do estudo, organizados em 10 pontos, incluindo dados recém-lançados do IBGE e da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA). O lançamento dos documentos acontece em meio aos recentes debates sobre a revisão do Guia Alimentar para a População Brasileira. "Esse estudo tem como objetivo analisar em profundidade o sistema alimentar, por meio da observação do momento atual brasileiro e das tendências nas estruturas de produção, consumo, distribuição e comercialização de alimentos. Com essa análise, conseguimos compreender melhor pontos mais precários que demandam priorização de políticas públicas no setor", explica Vinicius Guidotti de Faria, coordenador de Geoprocessamento do Imaflora.

"O estudo trabalhou com dados oficiais e de associações, no sentido de compor um olhar geral sobre o sistema alimentar no Brasil, para trazer informações atualizadas para políticas públicas no sentido de reverter esse quadro tão perverso que vivemos hoje", diz o autor Walter Belik.

Dentre os principais pontos levantados pelo relatório, está a análise do comportamento alimentar de acordo com o poder aquisitivo da família brasileira. Enquanto nas famílias mais ricas o gasto médio mensal com alimentação representa apenas 5% da renda total, entre as famílias mais pobres a comida tem um peso enorme: mais de um quarto (26%) da renda mensal é direcionada à alimentação. O estudo revela ainda que, quando a renda familiar aumenta, o consumo de arroz e feijão diminui e o da carne sobe.

Outro resultado encontrado é que, entre as famílias mais ricas, metade dos gastos com a alimentação vai para pagar a conta em restaurantes e lanchonetes. Já entre as famílias mais pobres, o gasto com refeições e lanches fora de casa equivale a 20% do gasto total com alimentação. Além disso, o significado de comer fora é diferente para as duas situações financeiras: enquanto para as famílias mais ricas comer fora representa lazer, para as de renda mais baixa significa uma necessidade, pois elas dependem de alimentação escolar e refeições coletivas nos locais de trabalho.

No momento em que a pandemia faz emergir diversas iniciativas de doação de alimentos e, ainda, que o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas recebe o prêmio Nobel da Paz, o documento traz análise de dados da EBIA, que apontam que 84,8 milhões de brasileiros têm algum grau de insegurança alimentar. Ainda, os recursos de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, são mais significativos (representando 25,7% do total da renda) nas famílias com insegurança alimentar grave. Ou seja, embora contribua para a renda familiar, os recursos dos programas ainda são insuficientes para garantir alimentação saudável e adequada para grande parte da população. Nesse sentido, os dados do estudo podem proporcionar reflexão sobre o papel das políticas públicas e da doação de alimentos no combate à fome.

PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA

O estudo também faz uma análise do setor agropecuário. Como um dos principais produtores mundiais de carnes, açúcar, laranja, soja e café, o Brasil tem um papel fundamental como exportador de produtos agropecuários. Ao mesmo tempo, tem o maior mercado interno mundial de alimentos e bebidas. Grande parte da produção do país é consumida internamente. A estimativa é de que apenas 10% da produção agropecuária brasileira tem como destino a exportação. Em relação à carne bovina, o mercado interno é quase quatro vezes maior que o externo. Somente cerca de 20% é exportado para outros países.

Além disso, a produção de alimentos no Brasil é regionalizada, limitando sua variedade. A região Centro-Oeste é a principal produtora de grãos e oleaginosas, somando 46,2% da produção brasileira. E o café do Brasil é praticamente todo produzido no Sudeste, com 95% da produção concentrada nesta região. Isso faz com que a logística de produção, beneficiamento e distribuição do sistema alimentar fique mais cara e dificulte o acesso à variedade de alimentos.

"O estudo pretende contribuir para uma melhor compreensão do sistema alimentar brasileiro, buscando conectar dimensões de produção, distribuição e consumo. A apresentação das conclusões da pesquisa em um documento síntese tem intuito de estimular a comunicação e o debate", finaliza André Degenszajn, diretor-presidente do Instituto Ibirapitanga.

Veja o "Estudo sobre a cadeia de alimentos" na íntegra.
Veja a síntese "Um retrato do sistema alimentar brasileiro e suas contradições".

Sobre o Imaflora
O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) é uma associação civil sem fins lucrativos, criada em 1995 sob a premissa de que a melhor forma de conservar as florestas tropicais é dar a elas uma destinação econômica, associada a boas práticas de manejo e à gestão responsável dos recursos naturais. O Imaflora busca influenciar as cadeias produtivas dos produtos de origem florestal e agrícola, colaborar para a elaboração e implementação de políticas de interesse público e, finalmente, fazer a diferença nas regiões em que atua, criando modelos de uso da terra e de desenvolvimento sustentável que possam ser reproduzidos em diferentes municípios, regiões e biomas do país. Mais informações: www.imaflora.org

Sobre o Instituto Ibirapitanga
Fundado pelo cineasta Walter Salles, o Instituto Ibirapitanga é uma organização dedicada à defesa de liberdades e ao aprofundamento da democracia no Brasil. Desde 2017, apoia iniciativas a partir de seus dois programas - Equidade racial e Sistemas alimentares. Por meio de doações, o Instituto apoia organizações, movimentos e coletivos da sociedade civil brasileira que desejam produzir transformações estruturais positivas no país. Mais informações: http://www.ibirapitanga.org.br

Sobre o Instituto Clima e Sociedade
O Instituto Clima e Sociedade (iCS) é uma organização filantrópica que promove prosperidade, justiça e desenvolvimento de baixo carbono no Brasil. Funciona como uma ponte entre financiadores internacionais e nacionais e parceiros locais. É parte de uma ampla rede de organizações filantrópicas dedicadas à construção de soluções para a crise climática.

Informações à Imprensa
Jéssica Tabuti - 11 97270-0813 | jessica.tabuti@profilepr.com.br
Israel Lippe - 11 95041-3625 | israel.lippe@profilepr.com.br
Manu Justo - 21 97124-4064 | mjusto@ibirapitanga.org.br

25 de outubro é o Dia Mundial do Macarrão

 




25 de outubro é o Dia Mundial do Macarrão: você sabe diferenciar todas as variedades de composição de cada tipo de massa?

Dia 25 de outubro é o Dia Mundial do Macarrão, um dos alimentos mais tradicionais dos almoços em família e também daqueles que buscam praticidade e versatilidade na cozinha. Criado pelos chineses e popularizado no Brasil pelos italianos no século 19, o macarrão tem muitas variedades, tanto em seus formatos (mais de 60) quanto em suas composições.

Este é um dos principais alimentos fonte de carboidrato, nutriente responsável por gerar energia ao cérebro e ao corpo humano. De acordo com Maria Julia Couto, nutricionista e consultora da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), o macarrão tem baixos níveis glicêmicos, pois leva mais tempo para ser digerido pelo organismo. "Ele colabora para prolongar a sensação de saciedade e manter os níveis de glicemia estáveis no sangue no período após a refeição", explica.

Cada tipo de massa tem seus ingredientes específicos na composição, ainda que seja basicamente água e farinha de trigo. Os benefícios do alimento original (à base de trigo) são preservados e não há adição de açucares e gorduras. Conheça cada variedade:

Macarrão de Sêmola

Elaborado com farinha de trigo especial, denominada tipo 1, de cor mais clara que o comum.

Macarrão com Ovos

Além de farinha e água, são adicionados ovos à massa.

Massas secas

Produzidas com farinha de trigo e água, passam por um processo de secagem que permite um longo período de estocagem antes do consumo.

Massas instantâneas

Pré-cozidas durante o processo de fabricação, podem ser preparadas em poucos minutos.

Massas Frescas

Feitas com farinha de trigo, passam por um processo parcial de secagem. São comercializadas sob refrigeração.

Macarrão grano duro

É feito com um trigo especial denominado trigo durum. Após o cozimento, resulta em uma massa mais solta e al dente.

Macarrão integral

Elaborado com farinha de trigo integral, contém mais fibras em sua composição.

Encontre diversas receitas elaboradas com todos estes tipos de massas em http://www.abimapi.com.br .

Sobre a ABIMAPI:

Uma das maiores associações alimentícias do País, a ABIMAPI representa 104 empresas que detêm cerca de 80% do setor e geram mais de 100 mil empregos diretos. Só no Brasil, responde por um terço do consumo nacional de farinha de trigo. Como interlocutora junto ao governo, à mídia, a pesquisadores e às demais entidades, sua missão é fortalecer e consolidar as categorias de biscoito, macarrão, pão e bolo industrializados nos cenários nacional e internacional. http://www.abimapi.com.br

_____

Informações para a imprensa:

ABIMAPI

(11) 5188-6210

Mariana Ortiz

Pesquisa desenvolvida pela campanha NutriAção revela desafios da alimentação infantil e percepções de pais em relação a hábitos das crianças

 





Pesquisa desenvolvida pela campanha NutriAção revela desafios da alimentação infantil e percepções de pais em relação a hábitos das crianças



Campanha focada na conscientização da importância da alimentação infantil para um desenvolvimento saudável das crianças conta com o lançamento de uma plataforma e estudo realizado pela revista Veja Saúde, a área de Inteligência de Mercado do Grupo Abril, com apoio da Danone Nutricia



Com o objetivo de conscientizar pais, cuidadores e médicos sobre a importância da alimentação infantil e chamar atenção para aspectos como Quantidade, Qualidade e Variedade dos alimentos consumidos pelas crianças, a campanha NutriAção, lançada em outubro pela Danone Nutricia, marca de nutrição especializada da Danone no Brasil, traz a público uma pesquisa realizada com mais de mil pais de crianças até 10 anos de diferentes regiões do país pela VEJA SAÚDE, a área de Inteligência de Mercado do Grupo Abril.

O levantamento, realizado entre maio e junho de 2020 em parceria com a Danone Nutricia, aponta dados preocupantes: 6 de cada 10 crianças demonstram dificuldades alimentares, que vão desde resistências em experimentar novos alimentos ao baixo consumo de itens in natura. Os comportamentos se repetem em lares diferentes e as dúvidas sobre como o desenvolvimento das crianças pode ser afetado por uma má alimentação configuram uma das maiores preocupações entre os entrevistados.

O estudo identificou, em média, duas dificuldades alimentares por criança. Quando perguntados sobre os principais desafios em relação à alimentação das crianças, 71% dos entrevistados afirmaram ser conseguir manter uma alimentação variada e balanceada; 66% apontaram o consumo adequado de frutas, verduras e legumes; 29% declararam achar difícil conciliar o momento da alimentação das crianças com a da família, e 25% indicaram problemas para equilibrar os alimentos saudáveis e regras mais flexíveis.

Uma alimentação não balanceada nos primeiros anos de vida pode trazer danos significativos para o desenvolvimento da criança. Diferentes doenças como má nutrição, anemia e obesidade podem ser desenvolvidas pela falta de nutrientes, quantidades erradas e excesso de alimentos calóricos com pouca representatividade nutricional. A má nutrição pode ocorrer por causas orgânicas (físicas) e não orgânicas, ocasionadas por hábitos incorretos, e os riscos dependem da gravidade de cada caso.

"A pesquisa encomendada por Danone Nutricia é uma ferramenta importante para entendermos a fundo os problemas e identificarmos as mudanças necessárias na rotina alimentar. A alimentação infantil bem-sucedida é o caminho mais eficiente para o desenvolvimento saudável. Pais conscientes e bem informados ajudam a transformar esse processo", comenta o Dr. Matias Epifanio, gerente médico da Danone e responsável pelo projeto.

Como parte da campanha para apoiar os pais nesse processo de conscientização alimentar, a Danone Nutricia criou uma plataforma que utiliza inteligência artificial à serviço da boa alimentação na infância. Trata-se de uma ferramenta voltada a auxiliar no processo de melhoria da alimentação infantil, apoiando o crescimento saudável. Por meio dela é possível se inscrever e fazer uma análise dos hábitos alimentares de pais e filhos. A partir daí, são indicados conteúdos que ajudam pais e cuidadores a implementar mudanças práticas na alimentação das crianças, a partir dos conceitos de Quantidade, Qualidade e Variedade dos alimentos.

"Nosso objetivo é transformar a vida dessas famílias pela nutrição. A pesquisa revelou que 33% dos entrevistados acreditam que exemplos inadequados na família podem ser uma das causas das dificuldades alimentares das crianças, mais de 90% assumiram que procuraram o pediatra para ajudar a solucionar esses problemas e apenas 38% disseram que o médico escutou atentamente e ajudou com orientações. Pensamos em várias direções para colaborar nesse processo e optamos por um meio prático para os pais. A plataforma digital vai de encontro à rotina atribulada dos cuidadores que precisam de orientações ágeis e de fácil acesso, e pode ser acessada até mesmo pela tela do celular", explica o Dr. Matias Epifanio.

Para participar da campanha e ter acesso à plataforma, basta acessar www.milnutri.com.br/nutriacao



Confira mais alguns dados apontados pela pesquisa:

Seu filho apresenta ou apresentou algum sinal de dificuldade alimentar?

• 61% apresenta dificuldade em experimentar novos alimentos

• 53% recusa-se a comer ou come em pouca quantidade

• 44% recusa frutas, verduras e legumes

• 42% come apenas um tipo de alimento ou grupos de alimentos restritos

• 37% tem comportamento inadequado no momento das refeições, como recusa alimentar, brincadeiras com a comida, desinteresse para com a comida

Como você avalia se a rotina do seu filho está equilibrada

• 46%: quando ele experimenta novos alimentos

• 44%: quando mantém bom apetite

• 43%: quando ele faz pelo menos quatro refeições ao dia

• 38%: quando ele come toda a comida do prato

Você costuma seguir as recomendações das influenciadoras que seguem?

• 83% afirmam que seguem as recomendações de influenciadores, enquanto pouco mais de 4% dos pais afirmam que aderiram às orientações de mudança alimentar sugeridas pelo pediatra

Seu filho consome toda a porção de alimento oferecida?

• 35% deixam ¼ da comida no prato

• 33% deixa metade da comida no prato

• 29% come tudo

• 3% repete o prato

Com que frequência seu filho consome diariamente...

• verduras e legumes:23%

• frutas: 34%

• fast food, frituras e salgadinhos industrializados diariamente: 23%

• doces: 19%

• feijão, soja ou lentilha: 43%

Pensando nos vários tipos de preparação de alimentos, quais seu filho costuma consumir?

• 79%: cozidos

• 65%: assados

• 56%: fritos

• 43%: grelhados

• 26%: in natura

Seu filho tem o hábito de experimentar novos alimentos?

• 42% não experimentam

• 42% sim, mas com certa dificuldade

• 10% sim, sempre que é oferecido, ele experimenta

Para mais informações, acesse os canais da campanha:

Site: www.milnutri.com.br/nutriação

FacebookMilnutri

Instagram@milnutribrasil



Sobre a Danone Nutricia

Danone Nutricia, divisão de nutrição especializada da Danone no Brasil, tem como missão transformar vidas pela nutrição. Possui um portfólio com mais de 220 marcas reconhecidas e inovadoras, resultado de mais de 100 anos de pesquisas. A ciência tem papel fundamental e está no centro do compromisso da Danone Nutricia com a nutrição e a saúde em todos os momentos chaves da vida.

Danone Nutricia, Mais que Nutrir, Transformar.



Informações à imprensa

Mariana Gamero - mariana.gamero@profilepr.com.br - 11 93254-6448

Rio de Janeiro suspendeu a reabertura de escolas estaduais para a oferta de refeições

Justiça do Rio suspende reabertura de escolas estaduais para refeições

Medida estava prevista para começar nesta segunda-feira (8)


ublicado em 07/06/2020 - 14:57 Por Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro
Atualizado em 07/06/2020 - 15:58



O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a reabertura de escolas estaduais para a oferta de refeições aos estudantes. A medida do governo do estado estava prevista para começar amanhã (8), mas a Justiça recomendou a distribuição da merenda em forma de kits, para evitar aglomerações

O pedido para a suspender a reabertura foi feito pelo Ministério Público e a Defensoria Pública do estado do Rio, que apontam risco de aglomeração dos estudantes nas escolas. O pedido foi aceito pelo juiz Sergio Luiz Ribeiro de Souza, da 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso, que fixou multa diária de R$ 5 mil para o governador Wilson Witzel e o secretário estadual de Educação, Pedro Fernandes.

A decisão cita a Resolução 2/2020 do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que autoriza a entrega das refeições em casa aos estudantes na forma de kits, para evitar aglomerações.

A distribuição dos kits pode se dar na casa dos alunos ou nas unidades escolares, com horário e local marcado para que sejam buscados por somente um membro da família. Além disso, está autorizado o fornecimento de merenda por meio de transferência de renda às famílias.

A Secretaria de Estado de Educação já havia informado que as escolas só serão reabertas e aulas presenciais retomadas quando a Secretaria de Saúde determinar o fim do isolamento social e avaliar que é seguro para profissionais, alunos e seus familiares. 

Quanto à nova decisão da Justiça, as direções dos colégios consultarão pais, responsáveis e alunos para definir a distribuição de produtos alimentícios nas unidades de ensino. As escolas já receberam recurso da Seeduc. Os gestores terão autonomia para fazer um levantamento dos estudantes interessados em receber alimentos.

* Matéria ampliada às 15h58 para inclusão de posicionamento da Secretaria de Estado de Educação

Edição: Graça Adjuto


fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-06/justica-do-rio-suspende-reabertura-de-escolas-estaduais-para-refeicoes