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Reunião de professores para retorno da aulas

Por G1 Tocantins


Professores da 3ª série do Ensino Médio da rede estadual do Tocantins vão participar de formação online na próxima semana. É que a Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc) anunciou que as aulas presenciais vão retornar em agosto para turmas do ensino médio, mas haverá revezamento para evitar aglomerações. Segundo o Governo do Estado, o objetivo da reunião é preparar os profissionais para atividades à distância.

As primeiras turmas a retornar devem ser do terceiro ano do Ensino Médio. Segundo a Seduc, metade dos alunos destas turmas voltam para as salas de aula no dia 3 de agosto e a outra metade fica em casa. Na semana seguinte, a partir de 10 de agosto, os alunos revezam.

A formação será na próxima segunda-feira (15) e terça (16) e vai ser dividida por Diretorias Regionais de Educação. Segundo a Seduc, serão apresentadas estratégias e metodologias de aprendizagem que poderão ser utilizadas também após a pandemia do novo coronavírus.

A reunião atenderá 2.563 professores das 291 unidades escolares de ensino médio. Coordenadores pedagógicos, diretores escolares, e ainda supervisores e assessores das 13 Diretorias também devem participar. Para evitar aglomeração, a formação será virtual por meio das ferramentas online em salas com capacidade de até 250 profissionais.

A secretária de educação Adriana Aguiar informou que os profissionais serão preparados para a utilização das novas ferramentas. O espaço será para orientar e esclarecer dúvidas sobre o retorno das atividades não presenciais e apresentar os instrumentos pedagógicos que vão possibilitar a organização da vida escolar dos estudantes.

Programação

Segunda-feira (15)

  • Manhã - Participação da secretária de educação, Adriana Aguiar e apresentação da proposta de retomada das aulas.

  • Tarde - Pauda do Instrumento Pedagógico – Roteiro de Estudo e uma live com a temática socioemocional com o professor Dr. Ladislau Nascimento, da Universidade Federal do Tocantins (UFT).

Terça-feira (16)

  • Manhã - atividades sobre organização da Rotina Escolar no atual contexto.

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Escolas particulares chegaram a perdem 50% da receita durante a crise do coronavírus






Transferências para escolas estaduais crescem 10 vezes durante pandemia

O número de alunos transferidos da rede particular para a estadual de São Paulo cresceu mais de dez vezes nos meses de abril e maio deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Neste ano, a rede estadual recebeu 2.388 transferências de estudantes oriundos da rede particular, contra 219 no ano passado.

Esse crescimento coincide com a pandemia do coronavírus. Os números foram divulgados pela Secretaria Estadual da Educação. Para facilitar o processo e evitar aglomerações nas escolas, diminuindo o risco de transmissão do coronavírus, a pasta abriu, pela primeira vez, a possibilidade de as matrículas serem feitas de maneira totalmente online. Podem solicitar a transferência para a rede estadual os pais dos alunos com matrícula na rede privada ou vindo de outros estados. Mas a secretaria lembra que a matrícula é para o ano letivo vigente.

As matrículas 2021 ainda não estão abertas. Já as transferências entre redes públicas estão temporariamente suspensas e devem ser retomadas após o retorno das aulas presenciais. Os interessados devem acessar o site https://sed.educacao.sp.gov.br/NCA/PreInscricaoOnline/login  e preencher as informações solicitadas. Será necessário fazer upload dos documentos no mesmo endereço eletrônico. As informações serão verificadas e as matrículas validadas pelas próprias escolas.
 
Retorno das aulas 
A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo informou ainda que não há definição sobre a data de início das aulas presenciais, que estão suspensas desde março, devido à quarentena pela pandemia. “A pasta é responsável pela coordenação setorial da área, dentro do Plano São Paulo, e vem realizando reuniões com instituições públicas e privadas para organizar a retomada planejada das aulas presenciais. A retomada será gradual e regionalizada, seguindo o que os dados científicos sobre a epidemia indicarem em cada região do Estado”, informou, em toda divulgada à imprensa. As diretrizes devem ser apresentadas à sociedade nas próximas semanas. O titular da pasta, secretário Rossieli Soares, está afastado das funções, em isolamento, por Covid-19.




Com a Covid-19, pelo menos 30 mil alunos migraram da rede particular para a rede pública no Paraná



07/05/20 ÀS 23:00 ATUALIZADO ÀS 09:43
Josianne Ritz

Pais de pelo menos 30 mil alunos da rede particular de ensino do Paraná pediram a transferência de seus filhos para a rede estadual desde o início da pandemia de coronavírus e a suspensão das aulas presenciais. Essa foi a saída encontrada por muitas famílias que tiveram a renda comprometida durante a pandemia e não podiam mais pagar as mensalidades.
Diante do número alto, a promotora Luciana Linero, que atua no Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Criança, do Adolescente e da Educação, do Ministério Público do Paraná (MPPR), se reuniu no início da semana com representantes da Secretaria de Estado da Educação (SEED), da secretaria municipal de Educação de Curitiba e do Sindicato das escolas particulares para garantir que nenhum aluno fosse prejudicado com a falta de vagas.
O número de transferências ainda é pequeno, pois corresponde a apenas 6% dos cerca de 470 mil alunos matriculados na rede privada. Mas, segundo a promotora Luciana, isso tende a aumentar, já que a previsão de retorno das aulas presenciais, de acordo com o próprio governador Carlos Massa Ratinho Júnior, é só em agosto — e até lá a crise econômica também tende a se intensificar.
“Vimos essa demanda aumentar em todas as regiões do Estado e por isso vamos acompanhar de perto para que ninguém seja prejudicado. Ficou decidido na reunião que a transferência para a rede pública só se dará se os pais apresentarem um documento garantindo a vaga na rede estadual, porque o aluno não pode ficar fora de escola um só dia, ainda que seja com ensino remoto”, explica Luciana. Assim, os pais devem apresentar o pedido de transferência na escola particular e em seguida procurar a rede estadual de ensino e pedir um documento de reserva de vaga e depois levá-la ao colégio de origem para que daí os documentos sejam liberados.
Segundo Luciana, o MP não verificou problemas de vagas nem na rede estadual e na rede municipal em Curitiba: “O que verificamos na rede municipal é que nem sempre os pais conseguem vagas na região que querem, mas vagas existem. E vamos acompanhar isso de perto até o fim da pandemia”. O Sinepe, que representa os colégios particulares no Paraná, não quis se manifestar sobre a debandada de alunos.
Dificuldade de negociação com particulares é um dos entraves
A dificuldade de negociação de mensalidades com as escolas particulares tem sido um dos pontos apontados pelos pais. Enquanto os pais alegam que a qualidade de ensino online é menor que no ensino presencial e por isso os colégios deveriam reduzir as mensalidades, as escolas alegam que as despesas sofreram redução e alguns gastos até aumentaram, já que muitas tiveram que investir em tecnologia para as aulas remotas. Os próprios órgãos de defesa do consumidor defendem que a negociação entre as partes será o melhor caminho.
E há muitos pontos ainda indefinidos, como a reposição de aulas e a necessidade de reforço escolar para os alunos. “Tudo está sendo repensado”, explica a promotora. A recomendação, segundo ela, é que a negociação das mensalidades seja individualizada, entre a família e a instituição, para que nenhuma das partes seja prejudicada.
M.H.R, 46 anos, autônoma, mãe de dois filhos, um no 9º ano e outro no 5º ano do Ensino Fundamental, pediu a transferência dos filhos para a rede estadual. “Foi com dor no coração, mas não tenho como esticar a corda mais. É comer ou pagar escola. Tentei um acordo com a escola de redução de mensalidade, mas eles foram irredutíveis. Aula em casa por aula em casa, vamos optar pela que não precisamos pagar. E acho que é capaz a aula do governo estar melhor”, conta ela, que não se quis identificar para não expor os filhos.
Questionada sobre se pretende retornar à rede particular de ensino, ela diz que vai avaliar: “Mas provavelmente o ano que vem. Mas me senti magoada por pagar escola particular por 10 anos e na primeira crise ser tratada com tanta indiferença”.
Na Educação Infantil privada, evasão chega a 30%
Nos centros de educação infantil, a crise do coronavírus já causou uma evasão média de 30% dos alunos, segundo Everton Renaud, diretor administrativo da Associação das Escolas Particulares de Educação Infantil (Assepei).
“Está muito crítico. E isso sem dúvida, além do efeito financeiro nos empregos e até na existência das particulares de pequeno porte, vai sobrecarregar a esfera pública em um valor significativo”, diz Renaud.
No caso da educação infantil, ainda há uma evasão maior porque não há obrigatoriedade em lei para que as crianças de até 4 anos permaneçam na escola. “Então, os pais simplesmente cancelam a matrícula. Alguns prometem voltar, se a situação melhorar. É a nossa esperança”, afirma ele. “Neste momento as escolas têm tentado reduzir custos, aderir à Medida Provisória que prevê suspensão e redução de salários, que não ajuda tanto, negociar com fornecedores e buscar linhas de crédito”.
SAIBA
Como se matricular em escola pública
Mesmo em quarentena, os colégios da rede estadual mantêm uma equipe administrativa pequena para receber os novos alunos. Segundo a assessoria da Secretaria de Estado da Educação (SEED), os pais devem ir até o colégio pessoalmente com originais e cópias de RG, certidão de nascimento, comprovante de residência e declaração de vacina do aluno. Se houver vagas na escola, os pais receberão um documento que atesta ter vaga para ser levado à escola anterior. Assim que a transferência é confirmada, o aluno recebe informações com indicação em qual turma acessar no Google Class Room. Caso não possa acompanhar pela TV ou internet, o aluno recebe o material impresso.
A assessoria da Secretaria Municipal de Educação informou que só terá o levantamento de pedidos de transferência da rede particular para a municipal ao fim da pandemia. Mas informou que a transferência segue o trâmite normal. Os pais devem procurar o núcleo regional da educação do seu bairro e leva os dados e documentos da criança e do responsável. O núcleo então vai direcionar o pedido para a unidade onde há vaga. Lembrando que o atendimento a partir dos 4 anos é universal, ou seja, todos são atendidos. Os endereços e contatos dos núcleos e escolas podem ser encontrados no site https://educacao.curitiba.pr.gov.br/unidade/educacao/18401.


Consumo de energia elétrica em maio recua 11%

consumo de energia elétrica

COVID-19: consumo de energia elétrica em maio recua 11% na comparação
com 2019


Demanda caiu 10% no mercado livre e 12% no ambiente de contratação regulada, influenciada também por temperaturas mais amenas no Sul e no Sudeste/Centro-Oeste



São Paulo, 09 de junho de 2020 - O consumo de energia elétrica no país recuou 11% em maio, principalmente devido às medidas de isolamento social para combate à Covid-19, segundo estudo da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE. O resultado considera a média do Sistema Interligado Nacional - SIN entre 01 e 29 de maio deste ano, comparada com os mesmos dias de 2019.

O mercado regulado teve redução de 12% no recorte, enquanto o mercado livre apresentou recuo de 10%.

Os feriados adiantados para o período de 23/05 a 29/05 no país tiveram impacto pontual no consumo médio dos locais que aderiram à medida. No SIN, a queda de demanda registrada naquela semana foi de 12,6%. Os dados mostram ainda que, com a manutenção das medidas para controle do novo coronavírus, houve uma estabilização da queda do consumo nas últimas semanas, em torno de 10% a 13%.

Os resultados são preliminares e levam em conta a demanda total do mercado cativo, em que o consumidor compra energia diretamente das distribuidoras, e do livre, que permite a escolha do fornecedor e a negociação de condições contratuais. Além disso, o estudo não considera os dados de Roraima, único estado não interligado ao sistema elétrico nacional.

Ramos de atividade

Entre os principais ramos de atividade que consomem energia no Ambiente de Contratação Livre - ACL, a indústria automotiva e o segmento têxtil continuam liderando o ranking de redução da demanda. O consumo de ambos recuou 47%. Já o setor de serviços está na terceira posição, com queda de 38% em comparação com o mesmo mês de 2019. Os valores já expurgam os efeitos de migrações de consumidores que passaram a negociar no mercado livre.






Demanda regional

A CCEE analisou ainda o desempenho do consumo de energia elétrica dos estados em maio. A Bahia passou a liderar o ranking, com uma queda de 20%, seguida pelo Rio de Janeiro, onde a demanda recuou 19%. Completam a lista das cinco maiores reduções percentuais os estados do Rio Grande do Sul (- 17%), Espírito Santo (- 16%) e Mato Grosso do Sul (- 15%).

Três estados tiveram alta no consumo: Pará (6%), Amapá (2%) e Maranhão (2%). O aumento se explica pela elevação da demanda em algumas indústrias nesses estados, como alimentícia e a química.




Geração

Em outro de seus estudos, o mais recente boletim InfoMercadQuinzenal, a CCEE traz informações sobre a geração de energia do País, que tem acompanhado a queda do consumo. De acordo com a publicação, o volume produzido nos dias 01 a 31 de maio recuou 10,9% frente ao mesmo período do ano passado. As hidrelétricas registraram o maior recuo, de 14,1%. As usinas eólicas geraram 2,2% a menos em 2020 e as termelétricas reduziram sua produção em 1,2%. Apenas as fazendas solares aumentaram sua geração, em 35,8%, devido ao crescimento da capacidade instalada da fonte.


Sobre a CCEE

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE (www.ccee.org.br) é responsável por viabilizar e gerenciar a comercialização de energia elétrica no país, garantindo a segurança e o equilíbrio financeiro deste mercado. A CCEE é uma associação civil sem fins lucrativos, mantida pelas empresas que compram e vendem energia no Brasil. O papel da CCEE é fortalecer o ambiente de comercialização de energia - no ambiente regulado, no ambiente livre e no mercado de curto prazo - por meio de regras e mecanismos que promovam relações comerciais sólidas e justas para todos os segmentos do setor (geração, distribuição, comercialização e consumo).


Mais informações:
Fábio Couto
fabio.couto@fsb.com.br
(21) 99169-9828

Eric Paraense
eric.paraense@fsb.com.br

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