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Simpress é eleita pelo segundo ano consecutivo uma das melhores empresas para trabalhar pela GPTW

 

 

Simpress é eleita pelo segundo ano consecutivo uma das melhores empresas para trabalhar pela GPTW


São Paulo, outubro de 2020 - A Simpress, provedora de outsourcing de equipamentos e soluções, foi certificada, pelo segundo ano consecutivo, como uma das melhores empresas para se trabalhar pela GPTW – Great Place to Work, que mensura a satisfação dos funcionários no trabalho, assim como a qualidade das políticas adotadas pela área de RH.

 “A pesquisa GPTW é reconhecida globalmente, como uma ferramenta para acompanhar a transformação das empresas no que se refere ao seu ambiente de trabalho. Receber essa certificação é motivo de muito orgulho, pois ela é tão importante para nós como as demais certificações que possuímos: ISO 9001 e ISO 140001. Ser qualificado pelo GPTW comprova o importante trabalho que temos desenvolvido junto aos nossos colaboradores e nos dá mais motivação para sermos cada dia melhores”, declara Vittorio Danesi, CEO da Simpress.

Este ano, a companhia teve cerca de 640 respondentes dentre seus 1900 colaboradores e o NPS (Net Promoter Score), enquadrou a Simpress na “Zona de Qualidade” chegando bem próximo da pontuação máxima.

A Simpress também promove internamente ações de engajamento por meio do DNA SimLover, que caracteriza os colaboradores com espírito audacioso, inovador e acima de tudo, que tem orgulho em trabalhar na Simpress.

“Somos 1900 colaboradores, uma legião de #SimLovers, ecoando a nossa cultura por todo o país. De cada parte do Brasil, nos conectamos e nos mobilizamos em direção e objetivos comuns. Trabalhamos para um ambiente criativo, colaborativo e integrado, para que cada colaborador tenha os recursos necessários para se tornarem protagonistas de suas vidas e agentes transformadores de suas carreiras”, comenta Vittorio Danesi.

Durante os primeiros meses de pandemia, a Simpress promoveu diversos projetos para o público interno, como o Home Office 360 graus,  ações preventivas para lidar com COVID-19, movimento #ASIMPRESSNÃOPARA, Qualificação Técnica para time de Field Service e Comercial, Simpressflix, Gestão Financeira Estratégica,  Administração de Pessoal em Ação,  programa Energia 2020 plugados nos 220. Além de programas para treinamento e desenvolvimento do time de vendas com webinars, curso Social Selling, Trilha Comercial, Código de Clientividade, entre outros.

“Nos próximos meses, ainda vamos promover outros programas voltados para trabalho em equipe e bem estar dos nossos colaboradores”, conclui Vittorio Danesi.

Sobre a Simpress:

A Simpress, provedora de outsourcing de equipamentos e soluções, conta com mais de 1900 funcionários em suas nove filiais e 250.000 equipamentos espalhados pelos 1550 clientes ativos atendidos pelo país. Sua atuação é voltada para o público corporativo de grandes e médias empresas e conta com uma rede de revendedores para o mercado SMB (Small Business).

Os produtos que as pessoas usam no dia a dia do trabalho, tais como notebook, desktop, impressoras, plotters, coletores de dados, multifuncionais, smartphones, tablets, scanners, impressoras térmicas são oferecidos pela Simpress no modelo de outsourcing, rentabilizando melhor o investimento em TI, com total apoio técnico. Seu line-up é completo e dinâmico, o que permite promover a convergência das tecnologias agregando valor ao negócio de quem os contrata.

Os equipamentos são suportados com inovação digital (soluções embarcadas e customizadas) e infraestrutura Simpress, que ajudam seus clientes em novas formas de fazer com que seus negócios sejam mais eficientes e competitivos, possibilitando a adoção de processos conectados e inteligentes.

Site: www.simpress.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/SimpressOficial/
Linkedin: https://www.linkedin.com/company/simpress/

Informações para a Imprensa:
DFREIRE Comunicação e Negócios
Tel.: (11) 5105-7171 – www.dfreire.com.br
Contatos:
Debora Freire – debora@dfreire.com.br – (11) 9 9976-1165
Eline Menezes – eline@dfreire.com.br – (11) 9 8731-5733
Bruna Camilo – bruna@dfreire.com.br


O poder da empatia no bem estar das empresas


Por Celson Hupfer, doutor em psicologia social e CEO da Connekt

Cada vez mais a ideia de competitividade dentro das empresas tem ficado para trás. As organizações do mundo todo já notaram a importância de humanizar os processos, assim como ajustar a comunicação e as relações interpessoais, tanto com clientes como com os próprios colaboradores.

Historicamente, a sociedade tem se desenvolvido baseada em relações de abuso de poder, tanto o financeiro como o intelectual e o biológico. Entretanto, finalmente, começamos a discutir a empatia, ou seja, a atitude de colocar-se no lugar do outro.

Não há época mais propícia para colocarmos esta atitude em prática. Estamos atravessando um dos momentos mais frágeis do século. A crise, impulsionada pelo novo coronavírus, não escolheu gênero, classe ou região, ela veio e reconfigurou toda nossa vida, a rotina, a forma de trabalho e de nos relacionarmos. A saúde e a tecnologia ganharam a linha de frente do protagonismo positivo e atitudes voltadas ao outro passaram a ganhar mais espaço, inclusive, nas empresas.

O local de trabalho, mesmo que ainda tenha um potencial violento no ponto de vista psicológico, teve que quebrar as barreiras e dar espaço a empatia. Em um momento onde as pessoas têm acessado emoções até então nunca experimentadas, como medo, ansiedade, insônia, incertezas e vulnerabilidade, estar disposto ao outro virou sinônimo não só de gentileza, mas também de sobrevivência e bem estar no meio corporativo.

O que nos torna humano é justamente a capacidade de sentir, de gerar conexões e de nos importarmos com o outro. Por isso, agir com empatia aumenta nossos vínculos sociais e melhora nossa capacidade de regular emoções durante um período de estresse e ansiedade.

Por outro lado, mesmo que de uma forma inconsciente, uma liderança empática significa segurança e confiança para colaboradores, além de ser uma atitude positiva para a inteligência emocional. A longo prazo, isso ainda pode significar a retenção de talentos dentro da empresa e a consolidação da cultura interna que é tão difícil de se criar.

Ser um líder e ter uma equipe que ouve, observa, busca manter o autocontrole e o equilíbrio é a chave para a sustentabilidade empresarial, quando a empatia entra em uma organização, ela abre espaço para uma série de valores e ainda, tem a capacidade de elevar resultados, assim como o engajamento e confiança para tomada de decisões. Os laços também ficam mais ricos e firmes o que é ótimo para o trabalho em equipe.

Por isso eu digo: a empatia tem um papel fundamental para o bem estar das empresas. Mesmo que sozinha ela não resolva todos os problemas e barreiras do universo corporativo, andar com sapatos alheios e colocar-se no lugar do outro, buscar diálogo, se colocar em um local de escuta vai contra a maré da violência, daquilo que nos ameaça psicologicamente e reforça aquilo que mais sentimos falta: a nossa humanidade, inclusive e principalmente, dentro do ambiente de trabalho.


* Celson Hupfer é fundador e CEO da Connekt, plataforma inteligente de recrutamento digital. Com mais de 30 anos de experiência como executivo no segmento financeiro, planejamento estratégico, análise de riscos e área comercial, já passou por cargos de diretoria no antigo BankBoston e no Itaú. Também foi consultor autônomo em um empreendimento próprio, a Hupfer Consultoria, empresa de assessoria e consultoria de desenvolvimento de pessoas. Doutor em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo (USP) e membro do conselho do mestrado profissional da Fundação Dom Cabral, é especialista em liderança, tendo liderado equipes de mais de 1.500 colaboradores e implantado programas de expansão. Formado em Economia pela USP, com curso em Psicanálise na Universidade Católica Sedes Sapientiae.
CMC

Atendendo ao apelo do ministro Paulo Guedes

Atendendo ao apelo do ministro Paulo Guedes

Vilmar Ferreira*

Apesar de minhas duras críticas ao ministro Paulo Guedes - que são justas, porque feitas sobre fatos - em artigos publicados recentemente, parabenizo-o por sua correta atitude ao solicitar sugestões de apoio à solução da amarga crise econômica que vivemos. Diante de seu apelo, faço minha parte, apresentando propostas. O modelo econômico sustentável deve pautar-se pelos seguintes parâmetros:

a) A política salarial é a mais importante dentre todas as da área econômica. É a base principal do desenvolvimento. Portanto, os reajustes do salário mínimo deverão ser indispensáveis e expressivos, contemplando a inflação do ano anterior, acrescidos de um aumento real de, pelo menos, 6% ao ano. A meta é que, ao longo dos anos, o valor atinja US$ 600,00. Seria importante que o aumento fosse de 10% no primeiro ano, de 8% no exercício seguinte e, depois, houvesse correções regulares anuais de 6%.

b) A política monetária deve ter papel fundamental para os juros não absorverem a renda da massa trabalhadora, bem como os resultados do setor produtivo. Portanto, a Selic jamais deverá ser mais de 2% superior ao IPCA e as taxas para a iniciativa privada nunca devem ultrapassar os 200% da Selic, com exceção das operações dos cartões de crédito e cheque especial, que poderão atingir no máximo 400% da taxa básica. Qualquer percentual acima disso ensejará a caracterização de crime de agiotagem, conforme projeto de lei a ser submetido ao Congresso Nacional. Ademais, com juros menores sobre cartões de crédito, a inadimplência diminuirá muito.

c) A política cambial deverá ter como meta o controle da inflação, colocando-se abaixo dos 2% ao ano. Jamais se deve controlar a inflação à custa de um processo recessivo, como estamos experimentando. O nível ideal do câmbio deverá ser de acordo com a inflação projetada, pois o Real depreciado só privilegia o mercado financeiro.

Caso o dólar volte a valer R$ 3,30 e o salário mínimo atinja apenas R$ 1.980,00, este automaticamente alcançará os desejados US$ 600,00. A estimativa de se chegar a esse valor almejado, com a agenda econômica que estamos propondo, seria por volta de oito anos. Para ilustrar: em 2002, Lula assumiu a Presidência da República com o salário mínimo valendo apenas US$ 57,00 e o dólar, R$ 3,54. Terminou seu segundo mandato com o salário mínimo em US$ 302,00 e o dólar, R$ 1,68. Ou seja, um incremento de 529% em dólares do salário mínimo, em apenas oito anos. Foi esse o verdadeiro sucesso do Governo Lula.

Defendo expressivos aumentos reais do salário mínimo por entender que qualquer elevação do custo público e privado em razão disso implicará um retorno bem superior. Para o setor produtivo, seria pelo menos duas vezes maior, movido pelo crescimento da demanda de consumo e redução dos custos pelo volume crescente da demanda. Para estados e municípios, também seria bem superior, devido ao incremento das arrecadações do ICMS e do ISS, bem como dos repasses que recebem da União. Para o Governo Federal, seria ainda mais expressivo, em decorrência da expansão das receitas tributárias e previdenciárias. Somente o valor das contribuições da previdência, pública e privada, já cobririam os respectivos custos, além das arrecadações de outros tributos, como IPI, PIS, Cofins e IR.

Caso Paulo Guedes não reconheça tais ganhos, continuaremos amargando uma recessão até aparecer um novo ministro da Economia que entenda a relação custo-benefício. Os resultados do quarto trimestre de 2019 e do primeiro trimestre deste ano comprovam o que estou demonstrando.

Faço uma observação aos empresários do agronegócio. Será uma grande ilusão um dólar elevado para o setor, uma vez que sua produção é mais direcionada ao mercado doméstico do que às exportações. Entendo que a instabilidade do câmbio também desestabiliza a economia do País, afastando os investidores externos e tornando inevitável a queda da demanda local. Considerando os altos ônus com nossa logística e insumos importados, por conta de um dólar apreciado, os custos da produção agropecuária elevaram-se a níveis significativos, ainda sem considerar a instabilidade das demais áreas da economia.

A queda da inflação e os baixos preços da energia à custa de uma recessão representam um péssimo sinal para o avanço do crescimento econômico, como também impedem a volta dos investidores estrangeiros. Nós do setor produtivo, governadores e prefeitos, por mais competentes que sejamos, dependemos muito mais de uma adequada política macroeconômica do Governo Federal do que de nós mesmos. Com o atual modelo recessivo, o cenário convergirá para o pior que possa acontecer, com mais conflitos políticos, desemprego e marginalidade.

As medidas microeconômicas propostas até então pelo ministro Paulo Guedes aliviarão as dificuldades em curto prazo, mas servirão apenas como marketing ao governo. Porém, o crescimento do PIB não será expressivo e muito menos sustentável. Dentre minhas críticas ao governo, enfatizo: a gravidade fiscal do País já era prevista desde o primeiro momento da presente política salarial. A suspensão temporária do aumento real do mínimo foi a pior e mais retrógrada decisão da atual administração.

Não basta torcer para tudo dar certo e muito menos criticar sem que apresentemos sugestões adequadas. Portanto, faço minha parte com esta proposta de agenda econômica. Números e fatos não devem ser ignorados devido a ideologias partidárias, orgulho ou interesses próprios. Afinal, o Brasil está acima de tudo, ou o ministro da Economia discorda desse slogan do governo?


*Vilmar Ferreira, empresário, é presidente do Grupo Aço Cearense.

A Desenvolve SP financia desde microempresas até empresas de grande porte, passando pelas pequenas e médias empresas

CMC MARÍLIA
A Desenvolve SP financia desde microempresas até empresas de grande porte, passando pelas pequenas e médias empresas
A Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria Municipal do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, orienta como ter acesso a linhas de crédito para o Turismo.
Com os impactos da crise provocada pela pandemia do coronavírus, um dos setores mais afetados é o de turismo. Para ajudar a categoria a atravessar esse período e amenizar os efeitos negativos, a Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo ampliou as linhas de crédito oferecidas por instituições financeiras.
Segundo o secretário municipal do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Nelson Mora, algumas destas instituições, como BNDES, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, já eram parceiras da Secretaria no Programa de Crédito Turístico, lançado com a Desenvolve SP, incluindo, posteriormente, as parcerias do Banco do Povo, do Sebrae e da Invest SP.
“Inicialmente criado para melhor estruturar os destinos turísticos por meio de planos de investimentos do setor público e projetos do setor privado, o programa passou a facilitar também o acesso aos bancos para obter recursos de capital de giro e cobrir despesas fixas e operacionais das empresas – salários, fornecedores, taxas, aluguéis, condomínios, entre outras”, explicou Nelson Mora.
Para o programa de crédito turístico, acesse: www.creditoturistico.com.br, cadastre a proposta no local indicado, envie eletronicamente a proposta preenchida e aguarde a análise e orientações do banco financiador e da Setur SP (Secretaria Estadual de Turismo).
Quando a proposta é enviada, o formulário preenchido é encaminhado automaticamente para os bancos parceiros do Programa, bem como para a Setur SP, para monitoramento.
Para acessar as linhas da Desenvolve SP, acesse o site: www.desenvolvesp.com.br.
A Desenvolve SP financia desde microempresas até empresas de grande porte, passando pelas pequenas e médias empresas. Não financia MEI.
QUEM PODE SOLICITAR?
Empresas que possuem CNAE selecionado dos setores (ver lista completa no site), instaladas e sediadas no Estado de São Paulo, conforme a seguir:
- micro, pequenas e médias empresas com faturamento anual superior a R$ 81 mil até R$ 10 milhões;
- empresários individuais com faturamento anual superior a R$ 81 mil até R$ 10 milhões.
Além dos sites, que contém todas as informações, a Setur SP desenvolveu uma cartilha com todas as orientações: www.turismo.sp.gov.br/cartilha-linhas-de-credito
Todas as soluções de crédito apresentadas na cartilha permitem acesso digital e online, sem necessidade de deslocamentos presenciais até uma loja ou unidade física. A análise dos pedidos de crédito é feita exclusivamente pelas instituições financeiras.
Na cartilha, constam informações sobre o programa e as linhas de crédito citadas abaixo:
- Programa de Crédito Turístico – Como Acessar o Programa;
- Como Acessar as Linhas de Crédito da Desenvolve SP;
- Como Acessar as Linhas de Crédito do Banco do Povo;
- Como Acessar as Linhas de Crédito dos bancos federais (Banco do Brasil, Caixa e BNDES);
- Como Acessar as Linhas de Crédito dos bancos privados (Itaú, Bradesco e Santander);
- Como Acessar as Linhas de Crédito dos bancos de crédito e das cooperativas de crédito (Sicredi e Sicoob);
- Como Acessar as Linhas de Crédito das Fintechs (bancos digitais): Nubank, Original, Inter, Creditas, Neon).
Outras informações poderão ser obtidas com a secretária adjunta da Secretaria Municipal do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Fernanda Violante, pelo telefone (14) 3422-3605.

CMC MÍDIA MARÍLIA

Foto: Divulgação

Em evento online, Fundação Estudar conecta jovens com empresas como JP Morgan e Ambev


fundação estudar

Em evento online, Fundação Estudar conecta jovens com empresas como JP Morgan e Ambev

Pela primeira vez, organização sem fins lucrativos apresenta jovens talentos para grandes empregadores através de conferência virtual; dados gerados serão revertidos em estratégias de empregabilidade

Estão abertas as inscrições para o processos seletivo do "Conexão", evento gratuito e totalmente online, promovido pela Fundação Estudar, que vai conectar 500 jovens talentos selecionados a 25 organizações, como JP Morgan, Ambev, Ultrapar e Tereos. A iniciativa inédita tem o objetivo de impulsionar o início de carreira de formandos e recém-formados de todo o território brasileiro, enquanto essas grandes corporações fortalecem sua marca empregadora e têm a oportunidade de interagir e avaliar os participantes. Uma das novidades é que as interações entre selecionados e empresas serão convertidas em dados para que as marcas possam ajustar suas estratégias de empregabilidade.

Serão dois encontros, marcados para os dias 26 e 27 de agosto. As inscrições serão realizadas até o dia 16 de julho, através deste link . Os selecionados poderão aprender sobre este novo cenário imposto pela pandemia e suas repercussões, assim como expor para as empresas o que a nova geração que vai entrar no mercado de trabalho espera dos seus futuros empregos.

"O grande diferencial do ‘Conexão’ no cenário de recrutamento e seleção é que a Fundação Estudar vai oferecer uma diversidade regional muito maior do que ações antes feitas em São Paulo", explica Saulo dos Mesquita, Head de Relacionamento Institucional da organização sem fins lucrativos.

"Os dados gerados através das interações entre parceiros e jovens é uma ferramenta muito valiosa para as empresas reverem e criarem novas estratégias de marca empregadora", afirma. É importante destacar que a troca de dados entre selecionados e empresas será feita apenas mediante autorização dos jovens talentos.

Deu match

Com base nos perfis dos jovens e das organizações, a Fundação Estudar promove um "match" profissional, ajudando cada talento a encontrar os potenciais empregadores que mais combinem com suas características. Aqueles que tiverem melhor performance na seleção, terão seu momento para se apresentar para os recrutadores das empresas presentes no evento, em busca da sua vaga de emprego.

Formato

Painéis com grandes nomes de diferentes setores da economia também fazem parte do "Conexão". Esses executivos e outras lideranças irão contar sobre quais são e como têm enfrentado os desafios do novo cenário do mercado no Brasil e no mundo. Os jovens poderão interagir com os conteúdos através de enquetes, quizzes e resolver desafios, garantindo uma experiência rica de aprendizado e conexão. Os departamentos de Recursos Humanos das organizações irão acompanhar e avaliar o desempenho na resolução de um case que será proposto .

Serviço:

Evento Conexão

Data: 26 e 27 de agosto

Horário: das 10h às 16h

Inscrições: http://bit.ly/30FwLt8 .

Sobre o Estudar Na Prática

O Estudar Na Prática é uma iniciativa da Fundação Estudar que apoia o desenvolvimento pessoal e profissional de jovens, conectando-os ao mercado por meio de cursos, conferências e conteúdo digital gratuito.

Sobre a Fundação Estudar

A Fundação Estudar contribui para a formação das futuras lideranças transformadoras do Brasil por meio do estímulo à experiência acadêmica de excelência e do apoio ao desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens. Mais informações: http://www.estudar.org.br.

Informações para a imprensa

Loures Consultoria

Clara Casnati

Rio de Janeiro registrou congestionamentos no trânsito até 500%


Rio de Janeiro flexibilização

Congestionamento no Rio aumenta 500% em primeiro dia após flexibilização


No primeiro dia útil depois que o governador Wilson Witzel (PSC) flexibilizou o isolamento social que vigorava desde março no Estado do Rio de Janeiro em função da covid-19, nesta segunda-feira, 8, a capital fluminense registrou congestionamentos no trânsito até 500% acima das últimas três semanas e circulação de pessoas pelas ruas quase igual à registrada antes da pandemia. À tarde, a Justiça suspendeu a flexibilização autorizada por Estado e município, mas até a noite a medida não havia surtido efeito sobre o deslocamento de pessoas e veículos.

Em decreto divulgado às 23h24 da última sexta-feira, 5, Witzel liberou o funcionamento de shoppings centers, bares e restaurantes, com restrições quanto à lotação. Em outro decreto no mesmo dia, o governador também determinou que metrô, trens e barcas voltem a circular sem restrições de acesso. Até sexta, só trabalhadores de serviços essenciais eram autorizados a ingressar nesses meios de transporte. Desde sábado (6), a única restrição se refere à lotação de vagões ou embarcações.

No domingo, 7, o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos), anunciou que a capital não seguirá as recomendações do Estado, mas sim o seu próprio plano de flexibilização, que entrou em vigor na terça-feira, 2, e tem seis fases, com intervalos de 15 dias entre elas. Por enquanto, além dos serviços essenciais que se mantiveram abertos em todo o Brasil, como supermercados, padarias e farmácias, estão funcionando lojas de móveis e decorações e agências de veículos. Outra mudança válida a partir do dia 2 foi a autorização para fazer exercícios físicos nos calçadões da orla marítima (caminhar, por exemplo) e no mar (nadar ou surfar, por exemplo). Ficar parado na areia e no mar continua proibido. Novas autorizações serão concedidas a partir do 17, quando shoppings devem ser autorizados a funcionar.

Na prática, porém, o que se viu no final de semana e principalmente nesta segunda-feira foi a retomada do movimento quase igual ao de um dia comum.

Segundo o Centro de Operações Rio, órgão da prefeitura que controla o fluxo de trânsito e outras ocorrências na capital, às 7h houve engarrafamento de 9 km. Nas três segundas-feiras anteriores não havia nenhum congestionamento nesse horário.

Às 8h a lentidão chegou a 21 km. Nas três semanas anteriores, a média de congestionamento era de 5 km - houve um aumento de 320%, portanto. Às 11h havia 28 km de lentidão, contra 7 km em média nas três semanas anteriores - neste caso, aumento de 300%. Às 15h foram registrados 18 km de congestionamento, quando o normal das semanas anteriores era 3 - aumento de 500%. E às 18h havia 26 km de congestionamento, quando a média era de 9 - aumento de 189%.

Pelas ruas, a circulação de pessoas pareceu ter aumentado muito em relação ao período em que todas as regras de isolamento estavam vigorando. Até a publicação desta reportagem não haviam sido divulgados dados oficiais sobre a circulação das pessoas, mas em Copacabana (zona sul), por exemplo, a reportagem contou, às 15h30, 21 pessoas em um ponto de ônibus, 12 em outro e 14 em um terceiro, todos na rua Barata Ribeiro. "Tinha de reabrir todo o comércio hoje, a decisão do prefeito (de não liberar a abertura por enquanto) é sacanagem. Quem tiver que morrer que morra, ué", afirmou o dono de um restaurante na avenida Nossa Senhora de Copacabana que está vendendo refeições apenas para viagem. "Ainda não posso nem jogar meu futebol na praia, estou 'enferrujando'", lamentou.

A lotação no transporte público, que nunca deixou de existir, ao menos em horários de pico, mesmo quando as regras de isolamento eram mais rígidas, agora voltou ao normal de antes da pandemia. O BRT Transoeste, por exemplo, funcionou superlotado durante boa parte da manhã. A prefeitura afirma que ninguém pode entrar depois que todos os assentos estiverem lotados, mas a concessionária que administra o serviço alega que só agentes públicos têm o poder de impedir a entrada de passageiros. A aplicação de multas, pela prefeitura, e intervenções pontuais desses agentes não têm conseguido evitar a superlotação.

Fonte: https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,congestiona...

A educação que colabora com as Micro e Pequenas Empresas do Brasil

A educação que colabora com as Micro e Pequenas Empresas do Brasil

Por Ana Beatriz Cesa*, Presidente da Brasil Júnior 2020


Nossa geração nunca presenciou um cenário tão fragilizado como este que estamos atravessando em decorrência da pandemia. As empresas, mais do que nunca, são conduzidas a enfrentar desafios sobre desemprego, fluxo de trabalho e produtividade da equipe, além de graves dificuldades financeiras e permanência no mercado. Compreendemos que, no país, esse cenário ganha um agravante ainda maior diante do contexto dos pequenos negócios.

Mesmo que correspondam a mais de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) do nosso País - de acordo com dados do SEBRAE, esse é o perfil de empresa que mais enfrenta dificuldades, seja em gestão, adaptação no mercado, conhecimento sobre o setor e estratégias de crescimento, situação que tende a se agravar cada vez mais diante da crise atual.

Ainda assim, as MPEs são a principal fonte de emprego no país. No Brasil, existem 6,4 milhões de estabelecimentos, desse total, 99% são Micro e Pequenas Empresas, o que torna ainda mais essencial o desenvolvimento dos pequenos negócios e o aumento na sua competitividade, de modo a aumentar sua chance de sobrevivência no mercado.

Frente à tudo isso, nos encontramos diante de um fator essencial para o fortalecimento dos pequenos negócios: a educação, sobretudo, empreendedora. A educação em si é o fator mais determinante para o desenvolvimento de um país e do indivíduo. É por meio dela que se garante o desenvolvimento social, econômico e cultural, e que mudanças e inovações da sociedade são construídas.

A educação empreendedora, inclusive, é a principal bandeira do Movimento Empresa Júnior. E, pensando em como contribuir com o país diante do contexto de crise, criamos o "Unidos pelo Brasil", projeto que conecta os valores agregados da educação empreendedora às PMEs. A plataforma conduzirá as Empresas Juniores - empresas formadas por universitários de todo país, a realizar consultorias gratuitas para pequenos negócios. Somente em 2019, foram atendidas pelas empresas juniores, mais de cinco mil MPEs e foram oferecidas mais de 20 mil soluções para o mercado.

No final das contas, o entendimento da importância da educação é capaz de guiar a transformação nas universidades, formando lideranças por meio da educação empreendedora. Acredito que com a união do empreendedorismo, da educação e da força da juventude, é possível alcançar o equilíbrio entre os pilares mais importantes da sociedade, auxiliando Micro e Pequenas Empresas a se fortalecerem no mercado e assim, fazer do Brasil um país cada vez mais empreendedor.


Ana Beatriz Cesa - Presidente Executivo da Brasil Júnior
Graduanda de administração empresarial pela ESAG/UDESC, Ana Beatriz Cesa é a atual presidente executiva da Brasil Júnior, instância que representa as Empresas Juniores brasileiras e que está presente em todos os estados do País e no Distrito Federal, totalizando mais de 1.100 empresas juniores e aproximadamente 19 mil empresários juniores de 215 instituições de ensino superior. Há 4 anos no movimento, ela foi presidente da Inventório Empresa Júnior de Design e Moda e também da FEJESC (Federação das Empresas Juniores de Santa Catarina. Além disso, Ana também já atuou em empresas como Blueticket e no Movimento Excelência SC.